ISSN 1678-0701
Volume VII, Número 27
Março-Maio/2009.
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Artigos

No. 27 - 10/03/2009
Poluição do Rio Una: Uma Abordagem Didática de Questões Ambientais para a Construção de Conceitos Químicos no Ensino Médio  
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POLUIÇÃO DO RIO UNA: UMA ABORDAGEM DIDÁTICA DE QUESTÕES AMBIENTAIS PARA A CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS QUÍMICOS NO ENSINO MÉDIO

Júlio César M.M.F. Santos

Licenciado em Química pela Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul/FAMASUL – Palmares/PE-Brasil.

 

Júlio César R. de Freitas

Licenciado em Biologia pela Faculdade Frassinetti do Recife – Recife/PE

 

Adriana Cristina Nascimento de Melo

Professora de  Química da Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul/FAMASUL – Palmares/PE-Brasil.

 

João Rufino de Freitas Filho, Dr

Professor da Unidade Acadêmica de Garanhuns / Universidade Federal Rural de Pernambuco e Coordenador do projeto

joaoveronice@yahoo.com.br

 

RESUMO

A poluição da água indica que um ou mais de seus usos foram prejudicados, podendo atingir o homem de forma direta, pois ela é usada por este para ser bebida, para tomar banho, para lavar roupas e utensílios e, principalmente, para sua alimentação e dos animais domésticos. Além disso, abastece nossas cidades, sendo também utilizada nas indústrias e na irrigação de plantações. Este trabalho teve como objetivo proporcionar aos estudantes a utilização de contextos próximos, a saber, a POLUIÇÃO DO RIO UNA, como elemento para uma boa prática de educação ambiental, construção de conceitos químicos e melhoria da qualidade do ensino de química. O público-alvo foi formado por 60 alunos, correspondente a 1ª, 2ª e 3ª séries do ensino Médio da Escola Estadual Professora Galtemir Lins, localizada no município de Palmares-PE. Diferentes atividades foram realizadas buscando facilitar o processo de aprendizagem, através da aproximação do aluno com a realidade local. Os resultados obtidos proporcionaram aos alunos, além de uma melhor aprendizagem dos conteúdos abordados uma maior percepção dos problemas ambientais locais, mostrando que esse estudo se caracteriza na atitude de defesa da natureza e no desenvolvimento do senso crítico, melhorando a forma de expressão e participação dos alunos envolvidos.

 

Palavras-chave: Meio ambiente; poluição, ensino de química; conceitos químicos.

 

1. INTRODUÇÃO

 

Nas últimas décadas a humanidade vem se defrontando com vários problemas-ambientais, sociais, financeiros, econômicos etc. Por isso a preocupação com o ambiente e principalmente com água torna-se cada vez mais importante, devido à degradação da qualidade da água dos rios, represas (REBOUÇAS, 2002). A existência de água de qualidade e quantidade suficiente, devido a sua interferência na saúde das populações, é um fator de desenvolvimento de uma região.

É interessante ressaltar que a água de um rio é considerada de boa qualidade quando apresenta menos de mil coliformes fecais e menos de dez microorganismos patogênicos por litro (como aqueles causadores de verminoses, cólera, esquistossomose, febre tifóide, hepatite, leptospirose, poliomielite etc.). Portanto, para a água se manter nessas condições, deve-se evitar sua contaminação por resíduos, sejam eles agrícolas (de natureza química ou orgânica), esgotos, resíduos industriais, lixo ou sedimentos vindos da erosão.

O modo como à sociedade se relaciona com a natureza é uma preocupação que surgiu há muito tempo. Entretanto, só na década de 70 foi reconhecida a necessidade de se efetivar um processo educativo em torno da questão ambiental. A Educação Ambiental (EA) passou assim a integrar os temas transversais propostos nos Parâmetros Curriculares Nacionais e, para CARVALHO (2002), a inserção do tema meio ambiente como transversal, proporcionou um avanço considerável no desenvolvimento da EA formal, já que ampliou as discussões da área.

            Em 1999, AZEVEDO, no seu artigo Poluição vs. Tratamento de Água: duas faces da mesma moeda, discute a poluição do meio ambiente e, mais especificamente, a das águas. Apresenta as várias formas de poluição que afetam as nossas reservas d’água, exemplos de minimização de rejeitos e uma síntese das tecnologias disponíveis para o tratamento de efluentes.

Em relação ao ensino de Ciências Naturais observa-se que este, em muitas situações, ainda está voltado para a memorização de conceitos científicos. Para VYGOTSKY (1987, apud MORTIMER e SCOTT, 2004), “o processo de conceitualização é equacionado com a construção de significados, o que significa que o foco é no processo de significação, que são criados na interação social e então internalizados pelos indivíduos”. Portanto, há necessidade de mudar a prática pedagógica aplicada, a fim de melhorar o processo ensino-aprendizagem, de forma que os alunos não apenas memorizem conceitos, mas que tenham a oportunidade de dar significado ao conhecimento adquirido, a partir de suas vivências, e que possam participar da tomada de decisões nas relações de ciência, tecnologia, sociedade e ambiente.

LOPES PINA et al. (2004) buscaram explorar conteúdos nas disciplinas das áreas de Ciências da Natureza – Biologia, Química e Física - de forma a desencadear uma aprendizagem significativa que possibilitasse o entendimento de uma situação contextual: O rio Capibaribe - um ecossistema numa situação de estudo interdisciplinar no Ensino Médio.

FREITAS FILHO et al. (2008) descreve uma experiência desenvolvida e vivenciada por professores e alunos do Ensino Médio sob a ótica de uma situação de estudo. A situação de estudo apresentada pelos professores foi “O rio Carimã”, a qual foi estudada por meio da problematização: O que acontece quando jogamos lixo e resíduos no rio Carimã? Nesse contexto, a temática foi explorada de forma contextualizada e interdisciplinar. A intervenção interdisciplinar proposta permitiu o desenvolvimento de atividades diversas, favorecendo a integração de conteúdos da biologia, da física e da química. A metodologia de estudo consistiu na visita às margens do rio, exibição de vídeo, pesquisas em fontes variadas (livros didáticos, revistas, periódicos, internet, etc.), montagem de documentário dentre outras. Desta forma pretendeu-se conscientizar a população barreirense, a buscar soluções para o uso sustentável da água, já que este é um recurso vital à manutenção da vida na terra.

Logo o presente trabalho, teve como objetivo proporcionar aos estudantes a utilização de contextos próximos, a saber, a POLUIÇÃO DO RIO UNA, como elemento para uma boa prática de educação ambiental, construção de conceitos químicos e melhoria da qualidade do ensino de química.

 

2. METODOLOGIA

 

            A experiência foi desenvolvida no período de março de 2007 a dezembro de 2007, com alunos da 1a , 2 a  e 3 a  séries do Ensino Médio, num total de 60 alunos, na faixa etária de 14 a 20 anos, da Escola Professora Galtemir Lins, localizada no interior do Estado de Pernambuco, na cidade de Palmares. A maioria dos alunos da Escola é de periferia e de baixo poder aquisitivo. Perfazendo um total de aproximadamente 50 h/aula, o trabalho abordou a temática - POLUIÇÃO DO RIO UNA: UMA ABORDAGEM DIDÁTICA DE QUESTÕES AMBIENTAIS PARA A CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS QUÍMICOS NO ENSINO MÉDIO.

Para sistematização dos trabalhos foram realizados: a) encontros de estudo e planejamento coletivo das atividades b) elaboração de um plano de trabalho; c) coleta e organização de materiais, d) seminários temáticos sobre o tema em foco com auxílio de vídeo documentário; e) visita in locus ao Rio Una; f) montagem e realização de experimento com as amostras coletadas; g) montagem de oficina; h) apresentação oral do trabalho a comunidade escolar.

Foi elaborado e aplicado um questionário contendo 5 (cinco) perguntas, aos estudantes, em relação ao tema abordado. Os dados obtidos do questionário foram analisados e dispostos em gráficos. Entrevista semi-estruturada foi aplicada a professores.

            A princípio propôs-se uma produção de texto sobre a temática, sem nenhuma referência prévia, para verificar o conhecimento dos alunos sobre a temática  e de que forma eles percebiam em sua vida cotidiana.

            Num segundo momento distribuiu-se um texto aos alunos para leitura e discussão. Após a discussão do texto, a sala de aula foi dividida em 5 grupos para  construção de  um painel interativo.

Na organização e análise dos dados envolveu conhecimentos matemáticos, como proporcionalidade, volume dentre outros. Para trabalhar estes dados contou-se com a ajuda da informática aliada ao processo de ensino.

A apresentação oral do trabalho a comunidade escolar e entrega do relatório escrito, consta nas etapas desenvolvidas durante o processo de investigação e realização da pesquisa.

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

 

Etapa 1:  Concepções levantadas

A temática Água do Rio Una possibilitou a identificação de conceitos científicos sobre o meio ambiente, os quais foram sistematizados e posteriormente levaram a uma conscientização da população de Palmares, principalmente a classe estudantil. Ao vivenciar a temática, a relação entre o sujeito e o objeto (real socialmente construído) podem ser analisados sob o ponto de vista das várias abordagens científicas nas disciplinas biologia, física, química, dentre outras, levando em consideração a interdisciplinaridade e contextualização, numa perspectiva inter-objetiva e inter-relacional. Segundo SILVA (1999), entende-se por inter-relacional a via para lidar com estrutura e organização dos saberes científicos, superando sua fragmentação e/ ou integração e as conseqüências no ensino e na pesquisa, bem como o seu próprio processo de produção e de viabilização.

Logo o presente projeto foi desenvolvido na perspectiva de conscientização, contextualização e formação de cidadãos, de modo que professores / alunos / comunidade em geral venham a intervir de forma consciente e mais ativamente na sua realidade. O esquema 1 abaixo sumariza os eixos norteadores no estudo da temática do trabalho.

 

 

 

Esquema 1: Eixos norteadores no estudo da temática do projeto

 

Etapa 2: Pesquisa de campo

            A pesquisa de campo foi iniciada a partir de uma visita programada e orientada ao  Rio Una, que teve como finalidade proporcionar a aproximação dos alunos ao objeto de estudo, a fim de coletarem dados e informações, sobre a realidade local, que foram utilizados nos conteúdos de Ciências Naturais. O trabalho de campo é sugerido na Proposta Curricular da escola, com vista a contribuir para o desenvolvimento dos conteúdos das Ciências, dando enfoque ao tema transversal Água. (BRASIL, 2002).

Procurou-se, inicialmente, levantar a percepção de diferentes atores sociais que utilizam o Rio, sobre como eles viam a preservação do local. Esta etapa foi realizada, através de um questionário aberto e teve por finalidade, apenas, conhecer como alguns dos envolvidos vêem a questão ambiental do lugar e recuperar parte de sua história natural.

Este momento proporcionou aos alunos um pouco da história local, pois os moradores, durante a entrevista, fizeram comentários sobre a região, à forma de utilização do Rio pelos moradores e as mudanças ocorridas no local.

O trabalho teve início com uma pesquisa de campo onde as perguntas chave foram as seguintes: “Para que água do Rio Una seja própria para consumo o que é necessário? Com relação à resposta dada pelos estudantes, Observou-se que 60%, dos 60 estudantes pesquisados, direcionam o trabalho de purificação da água para o Governo, 22% dizem que é necessário primeiramente haver uma conscientização da comunidade e 18% optaram por criar uma Organização não Governamental para criarem meios para conter a poluição. Veja resultados sumarizados no gráfico I.

Gráfico I: Tratamento da água do Rio Una

 

Diante dos resultados obtidos do questionário aplicado aos estudantes, entrevista semi-estruturada a professores e comunidade em geral, passou-se a uma outra etapa de estudo que foi o desenvolvimento de atividades em sala de aulas.

 

Etapa 3: Pesquisa no contexto da sala de aula

 

As atividades desenvolvidas no contexto da sala de aula ocorreram em momentos. O primeiro momento consistiu na divisão da turma em 5 (cinco) grupos com 8 (oito) componentes, onde os grupos debateram as possíveis estratégias para minimizar a situação do rio Una. No segundo momento, cada estudante dos 5(cinco) grupos formou novos grupos e socializaram as questões levantadas na primeira etapa. Os trabalhos desenvolvidos pelos estudantes foram apresentados em forma de oficinas.

Para o aprofundamento da temática, trabalhou-se questões problematizadoras tais como: a) Existem problemas de impactos ambientais na comunidade palmarense que você conhece? b) Existem outras situações enfrentadas pelas comunidades ribeirinhas palmarense? As perguntas propostas teveram como objetivo a identificação dos impactos na comunidade palmarense pelos estudantes. E dentre estes, destaque maior é dado ao rio Una (92% das citações). A partir daí trabalhou-se com mapas dos bairros, localizando as regiões onde os problemas ocorrem levando em conta os aspectos físicos, químicos e biológicos.

   Um dos motivos que justifica esse fato é por considerarem a mesma difícil. Percebeu-se também que a grande maioria dos estudantes entrevistados vê à Química como uma matéria pouco relacionada com o cotidiano e que as aulas são, quase em sua totalidade, expositivas com a participação de alguns alunos. A maior parte da sala sente falta de um trabalho mais dinâmico. A prática experimental foi considerada importante pelos alunos por permitir compreenderem os conceitos teóricos com mais propriedade.

Os estudantes buscaram na literatura Química idéias e métodos para purificação da água do rio estudado como a Desinfecção (com uso do gás cloro), Filtros de areia rápidos (para eliminar a turvação das águas), Separação/Filtração (embora não sejam suficientes para purificar completamente a água, é uma etapa preliminar necessária), Filtração por carbono (Utilizando-se carvão de lenha, um tipo de carbono com uma extensa área, que absorve diversos compostos, inclusive alguns tóxicos. Filtros domésticos podem ainda conter sais de prata), Destilação (O processo de destilação envolve ferver a água transformando-a em vapor. O vapor de água é conduzido a uma superfície de refrigeração onde retorna ao estado líquido em outro recipiente. Uma vez que as impurezas (solutos) não são vaporizados, permanecem no primeiro recipiente. Observe-se que mesmo a destilação não purifica completamente a água, embora a torne 99,9% pura). Esses foram os mais citados, e feitos experimentalmente no laboratório da escola com materiais recicláveis aproximando essa prática ainda mais com o seu cotidiano.         

Assim, no que tange o ensino da disciplina de química, os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) sugerem que:“... o conhecimento químico não deve ser entendido como um conjunto de conhecimentos isolados, prontos e acabados , mas sim uma construção da mente humana em contínua mudança”.

Desta forma, a experiência desenvolvida neste trabalho buscou meios de abordar a temática ambiental em sala de aula, aproximando o aluno das questões ambientais ocorridas no município e consequentemente construção de conceitos científicos.

Numa avaliação final da vivência da proposta percebeu-se que a mesma estimulou a percepção dos estudantes no que se refere às inter-relações entre, fenômenos, tecnologia, questões ambientais dentre outras, permitindo o desenvolvimento de uma visão articulada para as transformações do meio ambiente e do próprio homem (construtor e transformador) e seu meio.

4. CONCLUSÕES

            A escola vem sendo um dos agentes fundamentais para a divulgação dos princípios da EA. Entretanto, a sua prática deve estar atenta à complexidade das relações entre sociedade e ambiente visando à construção coletiva do conhecimento e o acolhimento da complexidade da vida.

            A partir das atividades de sensibilização realizada na escola foi utilizada uma das técnicas de Freinet, conhecida como aula-passeio, a qual visou ultrapassar os limites da sala de aula e contribuir para uma aprendizagem mais significativa.

Os trabalhos desenvolvidos pelos alunos foram apresentados em forma de oficinas. Nestas oficinas foram construídos e trabalhados: Painéis interativos, montagem de documentário, experimentação dentre outros.

            Os estudantes demonstraram sensibilização quanto às questões ambientais relacionadas ao rio Una, através de conceitos construídos como: ecossistema, mata ciliar, densidade, poluição, substâncias, microorganismos, ambiente, misturas, substâncias, transformações, etc.

            Embora exista a idéia de que o processo educacional no Ensino Médio das escolas públicas dificulte o desenvolvimento de atividades práticas, principalmente em relação ao trabalho de campo, ao transversalizar o tema meio ambiente no cotidiano escolar através de novas atividades tornou-se possível ultrapassar os limites da sala de aula e do ensino tradicional, contribuindo para a construção de conceitos próprios dos estudantes a respeito da temática abordada, além da sensibilização dos mesmos quanto à situação do Rio Una.

 

BIBLIOGRAFIA

 

AZEVEDO, E. B. Poluição vs. Tratamento de água: duas faces da mesma moeda. Química e Sociedade, 1999.

BRASIL. Ministério da Educação. Proposta Curricular para a Educação de Jovens e Adultos: segundo segmento do ensino fundamental: 5ª a 8ª série. Brasília: SEF, 2002. 240p.

CARVALHO, V.S. Educação Ambiental e Desenvolvimento Comunitário. Rio de Janeiro. Walk, 2002.

FREITAS FILHO, J.R; SANTOS, E. R; LIMA SANTANA, G, P; DIAS, V. D; FREITAS, J. C, R;  FREIATS, C. R. Educação Ambiental em Ação, v. VI, p. 23, 2008.

MORTIMER, E.F. e SCOTT, P. Atividade Discursiva na Sala de Aula de Ciências: uma Ferramenta Sociocultural para Analisar e Planejar o Ensino. Investigações em Ensino de Ciências. vol.7, n.3. 2004. Disponível em http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/ vol7/n3/v7_n3_a7.htm.

PINA, M. S. L; ARRUDA, A. M; OLIVEIRA, M. G, FREITAS FILHO, J.R; FILHO, A. R. F; ALMEIDA, M;A. V;  SOUZA. M. V. J; DANTAS, V. A. O Rio Capibaribe: um Ecossistema numa Situação de Estudo Interdisciplinar no Ensino Médio. Educação Ambiental em AÇÃO; 2004

REBOUÇAS, A.C; BRAGA, B; TUNDISI,J.G. Águas doces do Brasil, Escrituras São Paulo 2002.

SILVA, I. B. Inter-relações: a pedagogia das ciências – uma leitura do discurso epistemológico de Gaston Bachelard. Ijui : Ed. UNIJUI, 1999.

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