ISSN 1678-0701
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Sugestões bibliográficas
 

No. 33 - 26/08/2010
Sugestão de periódico eletrônico
"É o periódico eletrônico bimestral do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental" [...]

Revista Educação ambiental em Ação 33

Sugestão de periódico eletrônico

 

O COLECIONA: fichário d@ EducadorAmbiental

É o periódico eletrônico bimestral do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental, que traz ações e experiências de educadores que vivem a EA diretamente com as comunidades.

Lançado em 2008, hoje circula seu 11° volume. Conheça o Coleciona visitando os endereços abaixo:

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No. 32 - 30/05/2010
Faça seu próprio brinquedo
Vai uma boa sugestão bibliográfica referente a construção de brinquedos, imprescindíveis para nossas crianças que brincam muito pouco por falta de estímulos e de oportunidades [...]

revista educação ambiental em ação 32
Dica de livro:

 

Aqui vai uma boa sugestão bibliográfica referente a construção de brinquedos, imprescindíveis para nossas crianças que brincam muito pouco por falta de estímulos e de oportunidades. A maioria passa muito tempo sozinha e, para compensar a sensação da solidão, fixa-se em algum jogo ou na televisão. Por isto consideramos muito importante o livro:

 
"Faça seu próprio brinquedo", de Simão de Miranda.
 
Também é uma excelente sugestão de livro para quem trabalha com Educação Ambiental nas séries iniciais:
 
Conforme o portal Horta Viva, "o livro vem resgatar a confecção de brinquedos caseiros, com sucata. Fazer o próprio brinquedo pode ser a melhor parte da brincadeira, além de desenvolver valores e habilidades. Unir um grupo de crianças e levá-las a explorar sua criatividade, oferecendo apenas o suporte técnico: eis uma excelente oportunidade para dar curso à socialização, à afetividade, à expressão das fantasias e experiências pessoais. Esta obra é um convite (pessoal e intransferível) : vamos ver com que cara sai o seu brinquedo? Papirus Editora"
 
 
 
Para adquirir vá até a Papirus on-line: http://www.papirus. com.br/

No. 24 - 03/06/2008
Resenhas e Sugestões Bibliográficas

Revista Educação Ambiental em Ação 24
Resenhas e Sugestões Bibliográficas



--- "Educação Ambiental : princípios/ história/ formação de professores"
Autor: Fabio Cascino
Editora Senac São Paulo


Educação Ambiental: princípios, história, formação de professores, de autoria de Fábio Cascino, propõe formas de ação educacional para uma nova área do conhecimento identificada com a maneira de pensar e de sentir a realidade da vida contemporânea.

Nesta obra da Editora SENAC São Paulo, alunos, docentes e profissionais da educação ambiental encontrarão, além de conceitos fundamentais, um relato histórico do ambientalismo, uma crítica a certas práticas tradicionais e indicações para uma ação educativa baseada na interdisciplinarida de.

"A associação de ambientalismo e ação educativa, isto é, a educação ambiental, implica necessariamente considerar problemas relativos a todas as formas de vida existentes. Excluir, segmentar, deixar de incluir aspectos da vida das sociedades, das culturas e dos indivíduos em suas estritas interações com o meio natural leva a incorrer em graves equívocos.

Dentro dessa perspectiva, Fábio Cascino considera que a educação ambiental não contém uma especificidade isolada, desconectada de outras práticas educativas: ela só existe enquanto área se considerada na estreita articulação de sua prática de produção e transformação do conhecimento com o conjunto do processo educacional.

A educação ambiental não se limita, assim, para o autor, ao estabelecido em recortes teóricos fechados, por ter a sua maneira de ser numa inserção prática de caráter eminentemente interdisciplinar - um fazer e um interferir educacional que provocam a interseção de múltiplas áreas do conhecimento. Diante dessa natureza prática da educação ambiental, importa, então, repensar-se a formação de professores, redimensionando suas forças de atuação, seu ambiente de trabalho e as interfaces deste com o ambiente externo à sala de aula, aos alunos e à comunidade escolar com um todo."

Fábio Cascino é pedagogo, mestre em educação pela PUC  de São Paulo e atualmente cursa o doutorado na mesma  universidade. Professor do SENAC em Águas de São Pedro,  leciona na pós graduação em Educação Ambiental.

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--- Educação Ambiental  Abordagens Múltiplas

Autor:  Aloísio Ruscheinsky e colaboradores
Editora:Artmed
Ano:2002  Edição: 1
Nº de páginas:184
Medidas:16X23
Encadernação:Brochura
Resenha: Este livro dirige-se aos interessados em questões ambientais, especialmente os ativistas da causa ambiental e os professores que enfrentam no cotidiano a grande responsabilidade de envolver as futuras gerações em um futuro ecologicamente sustentável.

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--- RESENHA DE LIVRO
--- LEFF, Enrique. Saber Ambiental. Sustentabilidade, Racionalidade, Complexidade, Poder. Petrópolis, RJ, Vozes/PNUMA, 2001. 343p.

- Gelze Serrat de Souza Campos Rodrigues - Profa. MSci. Instituto de Geografia - UFU
Enrique Leff é um dois mais reconhecidos intelectuais latinoamericanos que trabalham a temática ambiental sob uma perspectiva interdisciplinar. Publicou várias obras e proferiu palestras que criticam ostensivamente a teoria desenvolvimentista e seus malefícios para o meio ambiente. Doutor em Economia do Desenvolvimento pela Sorbonne, é professor de pós-graduação da Universidade Nacional Autônoma do México e coordenador, desde 1996, da Rede de Formação Ambiental da América Latina e Caribe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). A primeira edição de Saber Ambiental foi publicada em 1998 pela Universidade Nacional Autônoma de México (UNAM). O livro é constituído por um conjunto de artigos e de notas de conferências realizadas nos últimos dez anos, que de modo sucessivo vão tratando de temáticas relacionadas com o ambiente, desde o desenvolvimento sustentável, economia ecológica e ecologia política até a questão da ética, cidadania e apropriação social da natureza. Há uma preocupação constante em se demonstrar que o processo de degradação ambiental encerra também o avanço da desigualdade social e a corrosão da qualidade de vida que por sinal seriam faces de uma mesma moeda, ou seja, a crise do mundo globalizado. De fato, tal situação seria expressa pelo processo cresce nte de homogeneização da cultura e dos padrões de consumo e conseqüente aumento na produção de mercadorias e deterioração dos bens naturais comuns. O percurso do autor é a primeira vista complexo, contudo a ordenação dos capítulos dá coerência e unidade ao texto, amalgamando- se em torno do objetivo central do livro que é a discussão de elementos que sirvam para a construção de um saber que possa realmente ser adjetivado como ambiental e que ao mesmo tempo permitam o questionamento daquilo que muitas vezes pensa-se ser saber ambiental. O autor destaca desde o início que considera o ambiente não apenas como uma realidade visível, mas sim uma convergência de processos físicos, biológicos e simbólicos, que por meio das ações econômicas, científicas e técnicas do homem são reorganizados e reconduzidos. Dessa forma a Educação Ambiental, pelo menos nos seus primórdios, surge como uma proposta de busca de alternativas ao produtivismo neoliberal. Entretanto, a globalização econômica transforma esses princípios originais, privilegiando mecanismos de mercado como forma de transição para um futuro sustentável e reduzindo a Educação Ambiental a um mero processo de conscientizaçã o de cidadão e/ou capacitação de profissionais para uma gestão ambiental orientada para a maximização econômica. Da mesma forma Leff considera um equívoco conceber o saber ambiental como homogêneo, já que apesar da sua construção se dar por meio de um constante intercâmbio interdisciplinar, procurando integrar processos naturais e sociais diferenciados, matérias e racionalidades distintas, ele só pode ser forjado por meio de um diálogo de saberes entre as mais diversas identidades culturais, práticas tradicionais e processos produtivos. Nas instituições de ensino, por exemplo, esse saber pode ser constituído através da relação com o ambiente e o campo temático de cada ciência, a partir do que se pode abrir possibilidades para a interdisciplinarida de com a formulação de novas teorias, disciplinas e técnicas. Saber Ambiental, na realidade, não é uma obra que deve ser lida com a expectativa de se encontrar um sistema de conhecimentos acabados sobre o meio ambiente ou práticas educativas a ele relacionadas, mas sim com a perspectiva de se examinar observações do autor acerca do seu ponto de vista sobre o mundo moderno saturado de problemas sócio-ambientais e a busca de caminhos alternativos para a composição de um saber devotado à reapropriação subjetiva pela população de um mundo em reconstrução.
Fonte da resenha: http://www.ig. ufu.br/revista/ volume11/ resenha01_ vol11.pdf
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--- Resenha:
--- Ecopedagogia e Cidadania Planetária

Professor MS.  João Beauclair

Este interessante livro trata de uma temática essencial para a educação do século XXI. Desde a sua apresentação, intitulada Cidadania Ambiental, elaborada por Alicia Bárcena, e a apresentação feita pelo eminente educador brasileiro, Moacir Gadotti, com o texto Cidadania planetária, a temática Ecopedagogia ganha destaque e exemplificação. Trata-se, entretanto, de um livro oriundo de um programa coordenado pelos autores Francisco Gutiérrez e Cruz Prado, organizado pelo PNUMA – Programa de Cidadania Ambiental Global.
Oriundo de uma travessia histórica, o problema ambiental supõe o reconhecimento e a prática da planetariedade, que é percebermos o planeta terra como um ser inteligente e vivo. Isso se refere a uma mudança paradigmática onde a dimensão educativa ganha ênfase cada vez maior. No decorrer dos capítulos que compõem as diferentes partes do livro, ganha cada vez mais destaque a idéia de que somos todos parte de uma mesma Nave Mãe Terra, como sempre nos lembra Leonardo Boff.
Na primeira parte deste livro, temos os referenciais teóricos que nos mostram novas perspectivas, onde seja possível superar a lógica racional, hierárquica e dominante por uma outra ordem, mais intuitiva, processual e relacional, onde a flexibilidade seja predominante e essencial.  Inicia-se esta primeira parte com o capítulo 1 Novas Categorias interpretativas, trazendo reflexões sobre o paradigma emergente, que nos leva para novos modos de ver, sentir, perceber e agir, onde novos valores e comportamentos fomentem novas atitudes e novos sonhos.
Um aspecto relevante aqui lançado é o de revalorizar a consciência como essencial ao processo de construção de uma nova harmonia ambiental, focalizando novas relações com o planeta terra e com valores que refletem tolerância, igualdade, biodiversidade, e promoção cultural a partir da dimensão ética do ser humano. Compreende ainda neste primeiro capítulo interessante discussão sobre ecologia sustentável e sociedade sustentável, apontando para referenciais que podem colaborar para a mudança da realidade, constituindo uma sociedade nova com a superação de moldes rígidos que constituem nossa formação. Interessantes sugestões para a reflexão pessoal e debate em grupo fazem parte do final deste capítulo.
No capítulo 2 amplia-se a discussão, clareando os suportes conceituais sobre planetariedade, partindo do conceito de aldeia global proposto por Marshall McLuhan, na década de 60 do século passado ao conceito de dimensão planetária, presente nos documentos e discussões contemporâneas oriundas da ECO- 92. A formação pessoal é destacada quando os autores validam as dez características essenciais do perfil das pessoas da sociedade planetária propostas por Francisco Vio Grossi, indo além da dimensão pessoal e propondo a construção dos sujeitos coletivos, partindo da cotidianidade, da planetariedade e da capacidade de sentir e expressar a vida e a realidade tal como deve ser vivida e sentida.
No terceiro capítulo, Francisco Gutierrez e Cruz Prado conseguem chamar nossa atenção para as novas práticas necessárias à participação ativa de todos, que desde a ECO- 92 até os movimentos sociais mais recentes, estão diferenciando o teor das declarações do que denominam processos de demanda, que em seu caráter educativo deve priorizar as dimensões sociais, políticas, técnicas, científicas, pedagógica e espaço-temporal, necessitam estar presentes nos diferentes programas de formação humanísticas voltados à ecologia e à discussão sobre a continuidade da vida no nosso planeta.  Um outro aspecto também evidenciado neste capítulo é a essencialidade do processo que, para ser de fato educativo, deve trabalhar e inter-relacionar os seguintes elementos constitutivos: atores sociais como agentes, necessidade de sentido, relações sinérgicas, recursos e cotidianidade (tempo e lugar) e produto.
Na segunda parte deste livro, intitulada Ecopedagogia, temos os capítulos 4 e 5. O capitulo 4 trata da proposta de formação em cidadania ambiental e sustentabilidade, a partir do processo pedagógico em si. Partindo das experiências em educação popular, os autores trabalham com o significado do ato de promover, compreendendo que a ecopedagogia está voltada, principalmente, à promoção da aprendizagem a partir da vida cotidiana.

Neste sentido, com maestria os autores desenvolvem chaves pedagógicas à aprendizagem a partir do cotidiano, elaborando alguns indicadores de todo este processo, que podem auxiliar aos que estão envolvidos nos movimentos de ensinar e de aprender que estejam vinculados à ecopedagogia.  De grande valia é atentar para os indicadores citados, que expressam questões práticas das mudanças paradigmáticas discutidas.

Na terceira parte deste livro, os autores se voltam para a prática em si, iniciando o capitulo seis com interessante discussão a respeito dos espaços de aprendizagem, compreendidos em seus sentidos mais amplos: desde o espaço físico até o transcurso do tempo. É proposto aqui interessante análise de sete capacidades básicas para a construção de uma nova cultura, a cultura da sustentabilidade: resgatando a sensibilidade, a intuição e exaltando a consciência do poético, das emoções e da alegria, do amor e da satisfação. 
 
Enfim, este é um livro ímpar, para ser lido, debatido, refletido e discutido em diferentes espaços e tempos sociais onde haja a preocupação com o educar para a vida planetária. Trata-se de um belo trabalho, onde as palavras remetem ao pensar criativo e crítico da realidade, tal como ela é constituída. Sua leitura faz com que nossos pensamentos se abasteçam de novas possibilidades de ver e viver um outro mundo, mais humano e ecopedagogicamente constituído.

Notas:1- GUTIÉRREZ, Francisco e PRADO, Cruz. Ecopedagogia e cidadania planetária. Guia da Escola Cidadã vol. 3. São Paulo: Instituto Paulo Freire/Cortez Editora, 2000.
Fonte da resenha:
http://www.profjoao beauclair. net/visualizar. php?idt=565189

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BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA POR ISABEL CARVALHO
BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2001.142 p.
**BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Coordenação de Educação Ambiental. A implantação da Educação Ambiental no Brasil. Brasília,1998. 166 p.
BRÜGGER, Paula. Educação ou adestramento ambiental? Florianópolis: Letras Contemporâneas, 1999. 159 p.
CASCINO, Fábio; JACOBI, Pedro; OLIVEIRA, José Flávio. Educação, Meio Ambiente e Cidadania: reflexões e experiências. São Paulo: SEMA/, CEAM, 1998. 122 p.
**CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Em direção ao mundo da vida: interdisciplinarida de e educação ambiental. Brasília: IPE, 1998.102p.
(Cadernos de Educação Ambiental, 2)
**CARVALHO. Isabel Cristina de Moura. A invenção ecológica: narrativas e trajetórias da educação ambiental no Brasil. Porto Alegre: Editora daUFRGS, 2001. 229 p. (Coleção Novos Estudos Rurais)
**DIETZ, Lou Ann; TAMAIO, Irineu, . Aprenda fazendo : apoio aos processos de educação ambiental / Brasília : WWF Brasil, 2000.386 p. : il.
DIAS, G. F. Atividades interdisciplinares em EA. São Paulo: Ed. Global,1994.
DIAS, G. F. Educação Ambiental: princípios e práticas. 2. ed. São Paulo: Gaia, 1993. 400 p.
DI CIOMMO, Regina C. Ecofeminismo e Educação Ambiental. São Paulo: Cone Sul & UNIUBE, 1999. 264 p
**ESTEVA PERALTA, Joaquim. Educación popular ambiental hacia una pedagogia de la apropiación del ambiente: la complejidad ambiental. México : 2001.p. 216-252
**GRANADOS SANCHEZ, Diodoro. Destrucción del planeta y educación ambienta. México : Universidad Autonoma Chapingo, 1995. 200 p. : il.
01L-00556 577.4:37G748d
**GRÜN, Mauro. Ética e Educação Ambiental: a conexão necessária. São Paulo: Papirus, 1996. 01L-00530 577.4:37 G888e
GUIMARÃES, M. Educação Ambiental. Duque de Caxias: Editora UNIGRANRIO, 2000, 61p. (Coleção Temas em Meio Ambiente, n.1)
GUIMARÃES, M. Educação Ambiental: no consenso, um embate? São Paulo: Papirus, 2000.
GUIMARÃES, M. A dimensão ambiental na educação. 4. ed. São Paulo: Papirus, 2001.
GUTIÉRREZ, Francisco; PRADO, Cruz Ecopedagogia e cidadania planetária. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 1999. 128 p. (Guia da Escola Cidadã, 3)
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**LOUREIRO, C.F.B. (Org.) et al. Sociedade e meio ambiente: educaçãoambiental em debate. São Paulo: Cortez, 2000. 183p.01L00200 504.03:301.185 L892s
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**NOAL, F.O. (org.) et al. Tendências da educação ambiental brasileira. 2.ed. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2000. 263p. 01L00062.02 577.4:37 N739t
OLIVEIRA, E. M. Educação Ambiental; uma abordagem possível. Brasília: IBAMA, 1998, 154p. (Coleção Meio Ambiente, Série Estudos Educação Ambiental n.1)
PADUA, S.; TABANEZ, M. (orgs.). Educação Ambiental: caminhos trilhados no Brasil. Brasília: IPE/FMNA, 1997. 283 p.
PEDRINI, Alexandre de Gusmão (org.) Educação Ambiental: reflexões e práticas contemporâneas. Petrópolis: Vozes, 1998
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PENTEADO, H. Meio Ambiente e formação de professores. São Paulo: Cortez Editora, 1994. 120 p. (Questões da nossa época v.38)
**PRO-GUAIBA. Subprograma Sistemas de Manejo e Controle da Contaminação por agrotóxicos. Educação ambiental não formal. Porto Alegre: EMATER/RS, 1995. 115p. (PROGUAIBA. Manual Técnico, 4) 96DE00006 DE556.004.4: 577.4(816. 5) P964e
**QUINTAS, José da Silva (org.) Pensando e praticando a educação na gestão do meio ambiente. Brasília: IBAMA, 2000. 161 p. (Coleção Ambiente. Série estudos Educação Ambiental)
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REIGOTA, M. O que é educação ambiental? São Paulo:, Brasiliense, 1994. 62 p. (Coleção Primeiros Passos, n. 292)
REIGOTA, M. Meio ambiente e representações sociais. São Paulo: Cortez.
REIGOTA, Marcos A Floresta e a Escola - por uma educação ambiental pós-moderna. São Paulo: Cortez, 1999. 167 p.
**RIO GRANDE DO SUL. Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Departamento de Recursos Naturais Renováveis. Subsídios de Educação Ecológica e Conservação do Solo. Porto Alegre, 1981. 189p. 84L00014 577.4+631.4 R585s
RODRIGUES, Vera Regina (coord.). Muda o mundo Raimundo: Educação Ambiental no ensino básico do Brasil. Brasília: WWF/FNMA/MEC, 1986. 188p.
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SATO, Michèle & SANTOS, José Eduardo. Agenda 21 em sinopse. São Carlos: EdUFSCar, 1999.
SATO, Michèle (Coord.) et al. Ensino de ciências e as questões ambientais. Cuiabá: NEAD, UFMT, 1999.
SEGURA, Denise de Souza Baena. A Educação Ambiental na escola pública. São Paulo: Anablume, 2001.
SORRENTINO, M.; TRAJBER, R.; BRAGA, T. (Orgs.) Cadernos do III Fórum de EA. Porto Alegre: Editora Gaia, 1995. 245 p. (Coleção GaiaEcoar)
**TAMAIO, I.; SINICCO, S. Educador Ambiental: 6 anos de experiências e debates. Brasília: WWF, 2000. 52 p. 01L-00529 577.4:37 E24
TAMAIO, Irineu ; CARREIRA, Denise (orgs.) Caminhos & aprendizagens Educação Ambiental, conservação e desenvolvimento. Brasília: WWF Brasil, 2000. 92 p.
**TANNER, T. Educação Ambiental. São Paulo: Summus/EDUSP, 1978. 158 p. 94L-00878 577.4 T167e
**TRAJBER, Rachel; MANZOCHI, Lucia Helena, . Avaliando a educação ambiental no Brasil : materiais impressos / São Paulo : Gaia, 1996.226 p. : il. -(Gaia e Ecoar de Educação Ambiental(Acompanha dois disquetes
02L-00032 577.4:37(81) A945
**TRAJBER, R. (Org.); COSTA, L.B. da (Org.) Avaliando a Educação Ambiental no Brasil: materiais audiovisuais. São Paulo: Instituto Ecoar para Cidadania; Peiropolis, 2001. 156p.01L00247 577.4:37(81) T766a
TRISTÃO, Martha. Universidade, educação ambiental, qualidade de vida. In: PONTUSCHKA, N. (Org.). Um olhar sobre o Campus - São Paulo perspectiva socioambiental. São Paulo: Faculdade de Educação/ USP, 1999.
VIANA, Aurélio et alli. Educação ambiental: uma abordagem pedagógica dos temas da atualidade. São Paulo: Cedi, 1992.
ZEPPONE, Rosimeire M.O. Educação Ambiental: teorias e práticas escolares. Araraquara: JM Ed., 1999. 150 p.
 

No. 23 - 13/03/2008
Dica de livro: A Reinvenção Inteligente da Sobrevivência
Trata sobre Cooperação Eficiente Administrada em todos os níveis [...] Essa cooperação em parceria com a natureza é o fundamento principal dos Condomínios Auto-Sustentáveis.

Revista eletrônica Educação Ambiental em Ação 23
Dica de livro: A Reinvenção Inteligente da Sobrevivência
 
Luiz Augusto Sorrenti, engenheiro químico especializado em imagem e sensoriamento remoto (imagem de satélite), com curso em Auto-Sustentabilida de e Condomínios Auto-Sustentá veis (CAS) nos EUA e Iolanda Lago, especialista em administração esportiva e estudante de Meio Ambiente e Agroenergia, neste livro, conseguiram passar a idéia do novo paradigma, que é a "Cooperação Eficiente Administrada e Controlada", em sua mais avançada manifestação, que são os Condomínios Auto-Sustentá veis (CAS).

Devido às normas e aos atuais processos administrativos avançados, as empresas funcionam eficientemente, baseadas no trabalho cooperativo de seus funcionários para alcançar um objetivo final e isso é realizado da maneira mais eficiente e econômica possível. Da mesma forma, as grandes corporações multinacionais e as grandes instituições financeiras internacionais não competem mas sim, cooperam de forma eficiente e administrada, o que faz com que seus proprietários sejam bilionários. A Cooperação Eficiente Administrada em todos os níveis leva à fartura, à abundância e à riqueza. Essa cooperação em parceria com a natureza, que é o fundamento principal dos Condomínios Auto-Sustentá veis, faz com que eles sejam a mais eficiente e inteligente forma de estruturar a sobrevivência da sociedade, independente do nível social e/ou econômico.

Há muito a humanidade vem tentando se organizar de forma tal que consiga sobreviver com qualidade de vida, preservando ao mesmo tempo seus valores sociais e o meio ambiente que a circunda. Os Condomínios Auto-Sustentá veis (CAS) vêm de encontro às maiores exigências, tanto dos ambientalistas quanto daqueles engajados na luta pelos direitos humanos e sociais. Temos certeza de que a sociedade do futuro será estruturada em Condomínios Auto-Sustentá veis, onde o trabalho cooperativo e comunitário não afeta os valores religiosos, filosóficos, culturais, etc. que o residente porventura venha a seguir, não afeta a liberdade do indivíduo, da família, etc., e não interfere nos direitos e deveres do cidadão perante a sociedade que o circunda e, ao mesmo tempo, possibilita alcançar a qualidade de vida e a abundância tão almejadas, ao mesmo tempo em que recupera a natureza e o meio ambiente.

Este livro traça um perfil desse passo evolutivo, desse novo paradigma e propicia ao leitor uma nova alternativa de vida que lhe dará com certeza a segurança, a estabilidade, a qualidade de vida e a abundância que o sistema econômico-social vigente está lhe tolhendo aos poucos.

Se você deseja obter um exemplar do livro "A Reinvenção Inteligente da Sobrevivência" solicite-o através do email: livro@ecosustentave l.org.br
Fonte:
http://www.ecosuste ntavel.org. br/livro. asp


No. 23 - 28/02/2008
Consciência ecológica despertada
Agência FAPESP – A Livraria da Física, editora de livros didáticos sobre assuntos variados ligados às ciências, acaba de lançar duas publicações voltadas tanto para o ensino de questões ambientais como para a divulgação da ciência.

Revista Educação Ambiental em Ação 23
Consciência ecológica despertada

21/02/2008

Agência FAPESP – A Livraria da Física, editora de livros didáticos sobre assuntos variados ligados às ciências, acaba de lançar duas publicações voltadas tanto para o ensino de questões ambientais como para a divulgação da ciência. O primeiro, Construindo com PET: Como ensinar truques novos com garrafas velhas, traz um guia prático para explorar a criatividade com a reciclagem desse tipo de embalagem. Trata-se de um livro multidisciplinar que mostra técnicas e idéias do que fazer para reutilizar o material. Os autores são Alfredo Luis Mateus, professor de Química no Colégio Técnico da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e Marcos Giovanni Moreira, membro da Fundação Ciência Jovem, formada por professores da UFMG.
 
Eles descrevem projetos simples visando ao reaproveitamento das garrafas. Cada projeto contém instruções passo a passo, com instruções e fotografias, para a exploração de possibilidades como a construção de figuras geométricas, modelos de moléculas e brinquedos educativos, como o “Origami de PET”, inspirado na arte centenária das dobraduras em papel. Um dos desafios é a montagem de uma das estruturas mais importantes da história da ciência: a molécula de DNA. “Embora sua estrutura pareça muito complicada, na verdade a molécula responsável por carregar a informação genética para nossos descendentes contém poucas partes, que se repetem ao longo de sua cadeia. O DNA pode ser visto como uma longa escada”, explicam os autores. Nesse caso, para criar um modelo de adenina, guanina, citosina e timina, com as suas respectivas moléculas de açúcar e fosfato, são necessárias 344 garrafas e 55 copinhos de filme brancos, além de tubos plásticos flexíveis como conectores.
 
A outra publicação, nomeada Questões ambientais em tirinhas, do físico Francisco Caruso em parceria com a pedagoga Cristina Silveira, é um instrumento de trabalho para professores de ciências que desejam melhorar a qualidade das aulas e do aprendizado de seus alunos.
 
O livro é resultado de um projeto social, a Oficina de Educação através de Histórias em Quadrinhos e Tirinhas (Eduhq), realizado há seis anos com alunos da periferia do Rio de Janeiro, vinculados a escolas da rede pública. O objetivo da oficina, cuja sede fica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é promover o ensino das ciências por meio de procedimentos didáticos não-formais. Segundo a editora, os quadrinhos abordam os mais variados impactos humanos sobre a natureza, sobre o ser humano e o que ainda há por vir em tempos de aquecimento global. A idéia é despertar a consciência ambiental de crianças e adolescentes por meio de linguagem descontraída e forte apelo visual. A obra conta com 12 capítulos, que abordam os seguintes temas: água, atitude, desmatamento, efeito estufa, enchentes, equilíbrio ecológico, lixo, poluição, queimada, reciclagem, reflorestamento e saneamento. Além da Uerj, a Eduhq tem parceria com o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade de Iguaçu e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Fonte e mais informações em:
http://www.agencia. fapesp.br/ boletim_dentro. php?id=8448


Divulgado por:
http://www.floraefa una.com

No. 22 - 04/12/2007
Sugestão de livro: O DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS SUSTENTÁVEIS: Os Requisitos Ambientais dos Produtos Industriais
A conscientização acerca dos problemas ambientais tem como decorrência a reorientação de novos comportamentos sociais e a procura por produtos e serviços que minimizem o impacto gerado ao ambiente [...]

Educação Ambiental em Ação 22
Sugestão de livro:
 
O DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS SUSTENTÁVEIS: Os Requisitos Ambientais dos Produtos Industriais

de MANZINI, Ezio; Vezzoli, Carlo
 
 
A conscientizaçã o acerca dos problemas ambientais tem como decorrência a reorientação de novos comportamentos sociais e a procura por produtos e serviços que minimizem o impacto gerado ao ambiente. A proposta deste livro, desenvolvido a partir das pesquisas e experiência docente dos autores no Politécnico di Milano, é contrib uir para o desenvolvimento de uma cultura projetual capaz de enfrentar a transição para a sustentabilidade e de promover o aparecimento de uma nova geração de produtos e serviços sustentáveis. Pretende-se assim fornecer um quadro geral da disciplina do desenvolvimento de produtos sustentáveis e também um instrumento de suporte à prática projetual. Ezio Manzini é professor de Design Industrial no Politecnico di Milano, onde dirige o Centro Interdipartamentali di Ricerca e Innovazione per la Sostenibilità Ambientale (CIR.IS). Carlo Vezzoli é professor de Requisitos Ambientais dos Produtos Industriais no Politecnico di Milano e coordena o Centro Interdipartamentali .
 

No. 20 - 28/05/2007
Resenha
Livro - A Vingança de Gaia.

Educação Ambiental em Ação<

LOVELOCK, James. A Vingança de Gaia. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2006. 159p. – tradução de Ivo Korytowski.  ISBN 85-98078-16-6

O livro “A Vingança de Gaia” de James Lovelock faz uma dura crítica ao modelo de desenvolvimento adotado pela nossa sociedade e ao mesmo tempo a sua alternativa: o desenvolvimento sustentável. Na visão do autor tanto a política do laissez-faire como a do desenvolvimento sustentável levam o planeta a uma probabilidade de mudança desastrosa.

Até certo ponto e de maneira pessimista, é defendida no livro a idéia de que já ultrapassamos o limite do qual seria possível retroceder e impedir as catástrofes provocadas pelo aquecimento global.  Mesmo medidas ambientalistas como a busca por fontes de energias renováveis são inócuas, quando não agravam ainda mais o processo de aquecimento global.     

De maneira polêmica, Lovelock defende a fissão nuclear como uma forma segura de gerar energia até que se consiga tecnologia viável para a produção de energia através da fusão nuclear e outras tecnologias limpas.

O livro trata o planeta Terra como um ente provido de vida: a teoria Gaia. Essa teoria, muito criticada pelo meio científico, vê a Terra como um sistema completo entre suas partes animadas e inanimadas. A definição de Gaia nas palavras do autor seria:

 

um invólucro esférico fino de matéria que cerca o interior incandescente. Começa onde as rochas crustais encontram o magma do interior quente da Terra, uns 160 quilômetros abaixo da superfície, e avança outros 160 quilômetros para fora através do oceano e ar até a ainda mais quente termosfera, na fronteira com o espaço. Inclui a biosfera e é um sistema fisiológico dinâmico que vem mantendo nosso planeta apto para a vida há mais de 3 bilhões de anos. Chamo Gaia de um sistema fisiológico porque parece dotada do objetivo inconsciente de regular o clima e a química em um estado confortável para a vida (LOVELOCK, 2006, p. 27 – grifo nosso).          

Através dessa definição, o autor vê Gaia (o planeta Terra) não como um ente vivo e consciente em si, mas sim como um sistema dinâmico e equilibrado capaz de se modificar para manter a vida estável sobre a Terra. A metáfora do planeta vivo, apresentado por Lovelock, é importante para visualizarmos Gaia como algo frágil e que tem sofrido profundas agressões do ser humano, o qual quebrou o equilíbrio do planeta.

O título “A Vingança de Gaia” é bastante elucidativo sobre a tese defendida no livro: como todo organismo vivo agredido Gaia dará uma resposta ao seu agressor, podendo colocar a civilização humana em risco.

O aquecimento global e todas as implicações advindas dessa provável nova configuração climática do planeta é o ponto central do livro, o qual faz críticas e traz pontos polêmicos sobre a geração de energia e certas “bandeiras” levantadas por ambientalistas.

Sem a utilização de termos técnicos específicos, o livro é uma leitura fácil voltada para estudantes e profissionais de várias áreas do conhecimento. Em termos gerais, essa leitura é importante tanto para entender sobre a própria teoria Gaia como para uma análise crítica sobre as transformações provocadas pelo homem na natureza e também sobre os ideais de um desenvolvimento sustentável.

Colaboração: Rafael Alves Orsi – doutorando em Geografia, Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista – IGCE/UNESP, campus de Rio Claro.

Recebido: 23/Fev/2007

No. 18 - 11/09/2006
Sugestão de leitura
Livro: Escritos Ecológicos.

O novo livro do Prof. Dr. Aziz Ab Sáber

 
 "Escritos Ecológicos 
 
Aziz Ab Sáber  é  professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas  -  FFLCH ,  USP e professor honorário do IEA, onde atua desde 1990. 

 

Geógrafo e ex-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Aziz Ab Sáber foi contemplado em duas ocasiões (1997 e 2005) com o Prêmio Jabuti para Melhor Livro de Ciências Humanas.


Para informações:   Lazuli Editora, telefone ( 0XX 11) 3819-6077
 


No. 16 - 17/03/2006
Sugestões do MEC

Bibliografia

Sugestões de bibliografia em EA do MEC:

ACOT, Pascal. História da Ecologia. Rio de Janeiro, Ed. Campus, 2a. ed., 1990.


ACSELRAD, H. Sustentabilidade e Democracia. In: Proposta, ano 25, n. 71, n. 11 - 16, 1997.

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BAEDER, Angela & et al. Jovens em Ação. São Paulo, Melhoramentos, 2000, 60p.

BARONI, M. Ambigüidades e deficiências do conceito de desenvolvimento sustentável. In: Revista de Administração de Empresas, v. 32, n. 2, p. 14 - 24, 1992.

BARRÈRE, Martine. (Coord.) Terra - Patrimônio Comum. São Paulo, Nobel, 1992, 274 p.

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BIOCIÊNCIAS, Instituto. Cadernos de Meio Ambiente. Rio de Janeiro, UNIGRANRIO, 2000, 89p.

BOFF, Leonardo. Ecologia: Grito da Terra, Grito dos Pobres. São Paulo, Ática, 1995.

BOFF, Leonardo. Saber Cuidar. São Paulo, Vozes,1999, 199 p.

BOFF, Leonardo. Ética da Vida. Brasília, Letra Viva, 1999, 241 p.

BOHR, Niels. Física Atômica e o Conhecimento Humano. Rio de Janeiro,Contraponto, 1995, 129 p.

BRÜGGER, Paula. Educação ou adestramento ambiental? Florianópolis, Letras Contemporâneas, 1999, 159 p.

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CAPRA, Fritjof. O Ponto de Mutação. São Paulo, Cultrix, 1982.

CARVALHO, Luiz Marcelo. A Temática Ambiental e a Escola de Primeiro Grau. Tese de Doutorado. São Paulo, Faculdade de Educação, USP, 1989.

CARVALHO, Isabel C. M. Em direção ao mundo da vida: Interdisciplinaridade e Educação Ambiental. São Paulo, SEMA & IPÊ, 1998, 102p.

CASCINO, Fábio; JACOBI, Pedro & OLIVEIRA, José Flávio. Educação, Meio Ambiente e Cidadania: reflexões e experiências. São Paulo, SEMA, CEAM, 1998, 122p.

CASTRO, Edna & PINTON, Florence (orgs.). Faces do Trópico úmido: conceitos e novas questões sobre desenvolvimento e ambiente. Belém, CEJUP, UFPA, NAEA, 1997, 445p.

CAVALCANTI, Clóvis (org.). Desenvolvimento e Natureza: estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo, Cortez, 1995, 429 p.

CETESB, São Paulo. Ozônio: a Proteção que Envolve a Terra. São Paulo, CETESB, 1998, 25p.

CHAUÍ, Marilena S. Convite à Filosofia. São Paulo, Ática, 1995.

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CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO- Agenda 21. São Paulo, Senado Federal, Brasília, 1997.

CONSELHO Nacional dos Direitos da Mulher. Estratégias de Igualdade. Brasília, Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, 1997, 35 p.

CROSBY, Alfred. Imperialismo Ecológico. São Paulo, Cia das Letras, Tradução de J.A. Ribeiro e C.A Malferrari, 1993, 319 p.

DASHEFSKY, H. Steven Dicionário de Ciência Ambiental - Guia de A a Z . São Paulo, Gaia, Tradução Álvaro Martins, 1997, 313 p.

DEAN, Warren. A ferro e fogo - a história e a devastação da Mata Atlântica Brasileira. São Paulo, Companhia das Letras,1996.

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FAJARDO, Elias. Se cada um fizer a sua parte... Rio de Janeiro, SENAC, 1998, 160p.

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SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente. Guia Bibliográfico de Educação Ambiental. São Paulo, COEA/SEMA, 1998, 46p.

SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Resíduos urbanos: um problema global. São Paulo, SEMA, 1998, 64p.

SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente. Guia Pedagógico do Lixo. São Paulo, COEA/SEMA, 1998, 90p

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ZOHAR, Danah. O Ser Quântico. São Paulo, Nova Cultural. Trad. de Maria A. Van Acker, 1990, 305 p.

Fonte: http://www.mec.gov.br/se/educacaoambiental/salto75.shtm



No. 15 - 14/12/2005
Sugestões bibliográficas
Extraídas do Programa Ambiental: A Última Arca de Noé

Nova pagina 1
Sugestões bibliográficas extraídas do
Programa Ambiental: A Última Arca de Noé

Elaborada por Antônio Silveira Ribeiro dos Santos

 

  

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  • BRANCO, S.M. & ROCHA, A. Ecologia: educação ambiental – ciências do ambiente para universitários. São Paulo, CETESB, 1980.
  • CARVALHO, L. M. Educação Ambiental. São Paulo, FEUSP/CAPE, 1986 [II Encontro "Perspectivas do Ensino de Biologia".
  • CARVALHO, L. M . Educação Ambiental: Riscos e Perspectivas. Santos, Instituto de Pesca, 1986 [2º Simpósio de Educação Ambiental].
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  • CEAM. Educação Ambiental em Unidades de Conservação e Produção. São Paulo, Secretaria do Meio Ambiente, 1991 [Série Guias].
  • CEAM. Educação Ambiental – propostas e experiências. São Paulo, Secretaria do Meio Ambiente, 1990 [revisado do I Fórum de Educação Ambiental].
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    Fonte: www.aultimaarcadenoe.com


  • No. 14 - 12/09/2005
    Referências Bibliográficas para Educação Ambiental
    Link com referências para EA.

    Referências Bibliográficas para Educação Ambiental, organizada por Michèle Sato, com diversos autores:

    Publicações

    ACOT, Pascal. História da Ecologia. RJ: Ed. Campus, 2a. ed., 1990.
    ACSELRAD, Henry Sustentabilidade e Democracia. In Proposta, ano 25, n. 71, 11 - 16, 1997.
    ALMEIDA, José Maria Desenvolvimento ecologicamente auto-sustentável: conceitos, princípios e implicações. In Humanidades, v. 10, n. 14, 284 - 299, 1995.
    ANDREW, Jennifer & ROBOTTOM, Ian (Eds.). Context and Commitments in Environmental Education. Victoria: Deakin University, 1998.
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    ANGEL, Augusto M. La Tierra Herida. Bogotá: Ministerio de la Educación Nacional, 1995, 71p.
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    APARÍCIO, Maria J. Guia Básico de Ecologia. Lisboa: Estampa, 1999, 127p.
    APASC Mulheres e Educação Ambiental em uma Área de Proteção. São Carlos (SP): APASC & FNMA,1997.
    ARANTES, A.A. O que é Cultura Popular. São Paulo (SP): Editora Brasiliense, 1995.
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    REIGOTA, Marcos Les Représentations Sociales de l’Énvironnement et les Pratiques Pédagogiques Quotidiennes des Professeurs de Science à S. Paulo - Brésil. Louvain La Nueve: Doctorat, UCL, 1990.
    REIGOTA, Marcos Meio Ambiente e Representação Social. São Paulo: Questões da Nossa Época, n. 41, Cortez, 1995.
    REIGOTA, Marcos A Floresta e a Escola – por uma educação ambiental pós-moderna. São Paulo: Cortez, 1999, 167p.
    REIGOTA, Marcos Ecologia, Elites e Intelligentsia na América Latina: um estudo de suas representações sociais. São Paulo: Annablume, 1999, 115p.
    REIS, E. ALMEIDA, M.H.T. FRY, P. Pluralismo Espaço Social e Pesquisa. São Paulo (SP): Editora HUCITEC, 1995.
    ROBOTTOM, Ian (Ed.) Environmental Education: Practice and Possibility. Victoria: Deakin University, 1987.
    ROBOTTOM, Ian & HART, Paul Research in Environmental Education. Victoria: Deakin University, 1993.
    ROBOTTOM, Ian & ANDREW, Jennifer. Creatures from the other side – environmental education and the feral animal debate. Victoria: Deakin University, 1996, 70p.
    ROCHA, José Geraldo Até Onde o Vento Levar. São Paulo: COEA/SEMA, 1999, 57p.
    RODRIGUES, A. ESTEVES, M. A Análise de Necessidades na Formação de Professores. Porto Codex: Porto Codex Editora LDA, 1995.
    RODRIGUES, Vera R. (coord.) Muda o Mundo Raimundo!: educação ambiental no ensino básico do Brasil. Brasília (DF): WWF, 1996.
    SACHS, Ignacy Qual desenvolvimento para o século XXI? (117 - 130). In BARRÈRE, M. (Coord.) Terra - Patrimônio Comum. São Paulo: Nobel, 1992.
    SANTOMÉ, J.T. Globalização e Interdisciplinaridade: o currículo integrado. Porto Alegre (RS): Artes Médicas, 1998.
    SANTOS, Boaventura de S. Introdução a uma Ciência Pós-Moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1989, 176p.
    SANTOS, José Eduardo & CAVALHEIRO, Felisberto Procedimentos básicos para o manejo dos ecossistemas: ecologia de ecossistemas (73 - 109). In Anais do IV Seminário Regional de Ecologia. São Carlos, PPG-ERN, UFSCar, 1988.
    SANTOS, Milton A Natureza do Espaço – Técnica e Tempo. Razão e Emoção. São Paulo: Hucitec, 1997, 308 p.
    SANTOS, Miton Técnica, Espaço, Tempo – globalização e meio técnico-científico informacional. São Paulo: Hucitec, 1997, 190p.
    SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Conceitos para se Fazer Educação Ambiental. São Paulo: COEA/SEMA, 1999, 112p.
    SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Guia Bibliográfico de Educação Ambiental. São Paulo: COEA/SEMA, 1998, 46p.
    SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Guia de Atividades Didáticas. São Paulo: COEA/SEMA, sem data, 42p.
    SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Guia Didático sobre o Lixo no Mar. São Paulo: SEMA, 1997, 117p.
    SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Guia Pedagógico do Lixo. São Paulo: COEA/SEMA, 1998, 90p.
    SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Operação Rodízio como Instrumento de Educação Ambiental. São Paulo: COEA/SEMA, 1997, 126p.
    SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Resíduos Urbanos: Um Problema Global. São Paulo: SEMA, 1998, 64p.
    SARTRE, J.P. O Ser e o Nada: ensaios de ontologia e fenomenologia. Petrópolis (RJ): Editora Vozes, 1997.
    SATO, Michèle Cultura e natureza na Amazônia Brasileira. In Seminaire de Formation EDAMAZ. Montréal: EDAMAZ, UQAM, 1996.
    SATO, Michèle Educação Ambiental. São Carlos: Programa Integrado de Pesquisa, PPG-ERN, UFSCar, 1994.
    SATO, Michèle How the Environment is Written: A Study of the Utilisation of Textbooks in Environmental Education in Brazil and England. Norwich: M. Phil. Thesis, University of East Anglia, 1992.
    SATO, Michèle Educação ambiental: o que diz a literatura. In Ambiente, Vol. 8, nº 1, 35-37, 1994.
    SATO, Michèle Environmental education activities in Brazil. In Environmental Education, Vol. 42, summer, 24-28, 1994
    SATO, Michèle Desafios e perspectivas da educação ambiental. In Revista de Educação Pública, vol. 4, nº 5, 204-212, 1995.
    SATO, Michèle Ambiensofando. In Chão e Gente, nº 17, p. 14-15, 1996.
    SATO, Michèle; LORENSINI, Sandra & MATOS, Ana Célia Pontes e Bichos. In Revista de Educação Pública v.5, n.7, 122 - 129, 1996.
    SATO, Michèle & SANTOS, José Eduardo Sinopsis de la Agenda 21. Guadalajara: SEMANARP & PNUD, 1997.
    SATO, Michèle Educação para o Ambiente Amazônico. São Carlos: PPG-ERN/UFSCar, Tese de Doutorado, 239 p, 1997.
    SATO, Michèle Educação ambiental através de meios interativos. In Educador Ambiental, vol. V, n. 17, 7 - 8, 1998.
    SATO, Michèle & SANTOS, José Eduardo ¿Cual educación ambiental? In Revista de Educación en Biología, v.1, n.2, 5 - 21, 1998.
    SATO, M. et al. O Ensino de Ciências e as Questões Ambientais. Cuiabá: NEAD – Fascículo 6 de Ciências Naturais, IE, UFMT, 1999, 129 p.
    SAUVÉ, Lucie Éducation Relative à l’Énvironnement. In Seminaire de Formation EDAMAZ. Montréal: EDAMAZ, UQAM, 1996.
    SAUVÉ, Lucie Environmental education and sustainable development: a further appraisal. In Canadian Journal of Environmental Education, v. 1, 7 - 34, 1996.
    SAUVÉ, Lucie; SATO, Michèle; BARBA, Aura T. & CASTILLO, Elsy Y. Actas del Seminário Internacional de investigación-formación EDAMAZ: Educación Ambiental en la Amazônia. Montreal: Université du Québec à Montréal, 1996.
    SAUVÉ, Lucie Por une Éducation Realtive à L’Environnement. Montréal: Guérin, 1997.
    SAUVÉ, Lucie Un “patrimone” de recherche en construction. In Éducation Relative à L’Environnement, v.1, 1998-99, 13-40.
    SAUVÉ, Lucie Environmental education between Modernity and Postmodernity: searching for na integrating educational framework. In Canadian Journal of Environmental Education, v.4, 9-35, 1999.
    SCHNITMAN, D.F. Novos Paradigmas, Cultura e Subjetividade. Porto Alegre (RS): Artes Médica, 1996.
    SELBY, David. Global education: towards a quantum model of environmental education. In Canadian Journal of Environmental Education, v.4, 125-141, 1999.
    SERRES, Michel O contrato Natural. Lisboa, Instituto Piaget, 1990, 195p.
    SEVERINO, A. J. A Filosofia Contemporânea no Brasil: conhecimento, política e Educação. Petrópolis: Vozes, 1997.
    SILVA, E.T. Professor de 1º Grau: Indentidade em jogo. Campinas (SP): Papirus Editora, 1995.
    SINGER, P. O que é Economia. São Paulo (SP): Editora Brasiliense, 1987.
    SMYTH, John C. Environment and education: a view of a changing scene. In Environmental Education Research, v. 1, n. 1, 3 - 20, 1995.
    SORENTINO, Marcos (org.) Cadernos do III Fórum de Educação Ambiental. São Paulo: Gaia, 1995.
    SORRENTINO, Marcos Educação Ambiental e Universidade: Um Estudo de Caso. São Paulo: Tese de Doutorado, Faculdade de Educação, USP, 1995.
    STOCKING, Karel et al. Evaluating Environmental Education. Gland: IUCN, 1999, 132p.
    STRATHERN, P. Descartes em 90 Minutos. Rio de Janeiro (RJ): Jorge Zahar Editor, 1997.
    STRATHERN, P. Platão em 90 Minutos. Rio de Janeiro (RJ): Jorge Zahar Editor, 1997.
    STRATHERN, P. Wittgenstein em 90 Minutos. Rio de Janeiro (RJ): Jorge Zahar Editor, 1997.
    SVIRSKY, E. CAPOBIANCO, J.P.R. (orgs.) O ambientalismo no Brasil: passado, presente e futuro. São Paulo (SP): Instituto Socioambiental/ Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, 1997.
    TAMAIO, Irineu. Mediação do professor na construção do conceito de natureza: uma experiência de Educação Ambiental na Serra da Cantareira e Favela do Flamengo. Campinas: Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual de Campinas, 2000, 141p.
    TAMAIO, Irineu & CARREIRA, Denise (orgs.) Caminhos e Aprendizagens – Educação ambiental, conservação e desenvolvimento. Brasília: WWF Brasil, 2000, 92p.
    THIOLLENT, Michel Metodologia da Pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 1994.
    TIEZZI, E. Tempos Históricos, Tempos Biológicos: a Terra ou a morte - os problemas da nova ecologia. São Paulo: Nobel. 1988.
    TOLEDO, Victor M. El Juego de la Supervivencia: Manual para la Investigación Etnoecologica en Latinoamerica. México: UNAM, 1991.
    TORRES, C.A. Pedagogia da Luta: da pedagogia do oprimido à escola pública e popular. Campinas (SP): Papirus Editora, 1997.
    TRABJER, Rachel & MANZOCHI, Lúcia H. Avaliando a Educação Ambiental no Brasil: Materiais Impressos. São Paulo: Gaia, 226 p.
    UNESCO & PNUMA Universidad y Medio Ambiente em America Latina y el Caribe. Bogotá: Seminário de Bogotá, ICFES, UNESCO & PNUMA, 1985.
    VAN MATRE, Steve Sunship Earth. Martinsville: The American Camping Association, 1979.
    VEIGA, I.P.A. SOUSA, J.V. RESENDE, L.M.G. DANIS, O.T. Licenciatura em Pedagogia: realidade, incertezas, utopias. Campinas (SP): Papirus Editora, 1997.
    VEIGA-NETO, A. (org.) Crítica Pós-Estruturalista e Educação. Porto Alegre (RS): Sulina, 1995.
    VELASCO, Sírio L. Etica de la Liberación. Rio Grande, 2000, 160p.
    VIERTER, R. B. Ecologia Cultural: uma antropologia da mudança. São Paulo (SP): Editora Ática, 1988.
    VIEZZER, Moema & OVALLES, Omar (Orgs.) Manual Latino-americano de Educ-Ação Ambiental. São Paulo: Gaia, 1995.
    VIOLA, Edurado A multidimensionalidade da globalização, as novas forças sociais transacionais e seu impacto na política ambiental do Brasil, 1989 - 1995 (15 - 65). In FERREIRA, L.C. & VIOLA, E. (Orgs.) Incertezas da Sustentabilidade na Globalização. Campinas: edUNICAMP, 1995.
    WIETKOWSKI, N. Ciência e Tecnologia Hoje. São Paulo (SP): Ensaio, 1995.
    WILCHES-CHAUX, Gustavo ¿Y qué es eso, desarrollo sostenible? Bogotá: Programa Fondo Amazonico, 1999, 111 p.
    WILSON, Edward O. Biodiversidade. Rio de Janeiro (RJ) Editora Nova Fronteira, 1997.
    WORLD Commission on Environment and Development Our Common Future. Oxford: WCED & Oxford University Press, 1987.
    ZANONI, Magda & FERREIRA, Ângela Meio ambiente e Desenvolvimento: a Universidade e a Demanda Social. In Cadernos de meio Ambiente e Desenvolvimento, n.2. Curitiba: UFPR, 1995, 172 p.
    ZEPPONE, Rosimeire M.O. Educação Ambiental: teorias e práticas escolares. Araraquara, JM Ed., 1999, 150p.
    ZIZEK, Slavoj (Org.) Um Mapa da Ideologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 1994, 337p.
    ZOHAR, Danah O Ser Quântico. São Paulo: Nova Cultural, tradução de Maria A. Van Acker, 1990, 305 p.
    ZUIN, A.A.S.; PUCCI, B. & OLIVEIRA, N.R. A Educação Danificada: contribuições à teoria crítica da educação. Petrópolis: Vozes; São Carlos: Universidade Federal de São Carlos, 1997.


    Contribuição de Paulo Diaz
    Doutorando em Educação - Faculdade de Educação /USP

    Conferir listagem completa em Fonte: http://www.radarambiental.com.br/fonteseapublic.doc

    No. 13 - 02/06/2005
    Algumas Sugestões Bibliográficas
    Para enriquecer sua leitura sobre EA.

    Sugestões Bibliográficas

     

    BUBER, M. Eu e Tu.  São Paulo: Cortez & Moraes, 1978.

     

    CAPRA, F. A Teia da Vida. São Paulo: Cultrix, 2000.

     

    MATURANA, H. R. El Sentido de lo Humano. Santiago: Hachette, 1992.

    SÁBATO, E.  Homens e Engrenagens.  Campinas: Papirus, 1988.

     

    SCHWEITZER, A.  Decadência e Regeneração da Cultura. São Paulo: Melhoramentos, 1959.


    No. 13 - 26/05/2005
    Dicas de livros
    Livros: Alfabetização ecológica – um caminho para a sustentabilidade (autora: Ellen Regina Mayhé Nunes)e A prática da mediação em busca de um mediador de emoções (autora: Marina Patrício de Arruda).

    Dicas de livros:

    Livro: Alfabetização ecológica – um caminho para a sustentabilidade
    Autora: Ellen Regina Mayhé Nunes
    Porto Alegre, 2005

    Resenha - A alfabetização ecológica é o processo de aprendizagem dos princípios de organização dos ecossistemas que constituem a vida na terra. Ensinar e aprender os princípios básicos da ecologia para nos tornarmos “ecologicamente alfabetizados”, conhecendo as diversas redes de interações, que constituem a teia da vida, são objetivos da alfabetização ecológica. Através dela é possível entender as múltiplas relações que se estabelecem entre todos os seres e o ambiente onde vivem, e como tais relações se configuram na teia d que sustenta a vida no planeta.

    A alfabetização ecológica objetiva contribuir para que a educação ambiental inclua o estudo da ecologia, como a dimensão que abrange a natureza biológica do ambiente e do ser humano, considerado um ser biopsicossocial.

    Depois dos avanços da educação ambiental no âmbito socioambiental, restringir a sua grandeza aos aspectos biológicos do ambiente, seria desconhecer ou negar sua história, em especial a latino-americana. 
    A alfabetização ecológica contribui para o processo de conscientização ambiental dos indivíduos, que desejam uma sociedade ecologicamente viável e socialmente justa.

    Cada um precisa fazer a sua parte e reconhecer que todos nós em algum aspecto precisamos ser ecologicamente alfabetizados. 

    O livro alfabetização ecológica – um caminho para a sustentabilidade pretende contribuir para este processo e foi o organizado em quatro capítulos, e três anexos.

    O  primeiro capítulo  apresenta a origem do desenvolvimento sustentável e da sustentabilidade, destacando como é possível  emular a natureza para a sustentabilidade, usando como exemplo a proposta metodológica do programa ZERI (Emissão Zero). No capítulo dois é discutida a relação necessária entre a alfabetização ecológica e a educação ambiental. O capítulo três apresenta o conhecimento de Gaia – entender, amar e respeitar o planeta terra, a partir dos princípios da ecologia. O último capítulo trata dos  projetos de alfabetização ecológica, sugerindo maneiras de organizar e elaborar um projeto. Nos anexos podem ser encontrados a sugestão de um roteiro para caracterizar comunidade-alvo e de um modelo de relatório, além da Carta da Terra.

    ORIENTAÇÕES PARA AQUISIÇÃO DO LIVRO.
    Depósito no Banco do Brasil no valor de R$ 24,35 ( R$ 20,00 do livro e R$ 4,35 despesas do correio taxa única para qualquer parte do Brasil)
    Agência 1899-6 - Conta corrente 25.870-9
    Porto Alegre – RS
    Ellen Regina Mayhé Nunes
    Após enviar por fax ( 51) 3223 9811 o recibo do depósito
    Mandar um e-mail (emayhe@terra.com.br) com o endereço completo (CEP) para recebimento do livro que será enviado pelo correio, registrado, e entregue em três dias úteis.

    Livro: A prática da mediação em busca de um mediador de emoções
    Autora: Marina Patrício de Arruda
    Editora: Seiva Publicações / Pelotas - RS
    Ano: 2004


    Síntese:
    Este ensaio tem como proposta despertar a sensibilidade dos profissionais dispostos a compreender e a inventar a prática da mediação digital. Estas idéias foram elaboradas a partir da problematização da própria prática profissional  da autora em ambientes de Educação à Distância (EAD) e diz respeito àqueles que buscam compreender de que forma a cultura contemporânea questiona as profissões.
     
    À venda na livraria:
    Palavraria, Rua Vasco da Gama, 165 Bom Fim / fone: 32684260 palavraria@palavraria.com.br
    ou diretamente com a autora: marininh@terra.com.br


    No. 12 - 06/03/2005
    DICAS DE LINKS:
    » Quebrando barreiras idiomáticas no mundo das Águas
    » Decenio de las Naciones Unidas para la Educación con miras al Desarrollo Sostenible (2005-2014)
    » Links sobre Resíduos, Coleta Seletiva, Reciclagem : textos, dicas, informações etc

     

     

    Dicas de links

     

     

    FONTE D'ÁGUA - Quebrando barreiras idiomáticas no mundo das Águas


    Fale conosco: fontedagua-owner@yahoogrupos.com.br


    Arquivos: http://br.groups.yahoo.com/group/fontedagua/ 

     

    Excelente trabalho realizado de tradução e difusão de notícias e informações sobre recursos hídricos, desenvolvido por Maria do Carmo Zinato.

     

     

    Decenio de las Naciones Unidas para la Educación con miras al Desarrollo Sostenible (2005-2014)

     

    Arquivos:

    http://portal.unesco.org/education/en/ev.php-URL_ID=27234&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html

     

    várias informações, notícias e outros documentos sobre as principais chaves temáticas.

     

    "La educación ambiental: pilar de un desarrollo sostenible” [Perspectivas 127, septiembre de 2003] http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001321/132190s.pdf#132208

     

    Colaboração: Sol Guimarães, acessos:  01 de março, 2005

     

     

      Links sobre Resíduos, Coleta Seletiva, Reciclagem : textos, dicas, informações, etc:

     

    www.ambientebrasil.com.br

     

    www.akatu.org.br

     

    www.wwiuma.org.br

     

    www.cempre.org.br

     

    www.polis.org.br

     

    www.idec.org.br

     

    www.5elementos.org.br

     

    www.lixoecidadania.org.br

     

    www.cetesb.sp.gov.br

     

    www.mma.gov.br

     

    www.ambiente.sp.gov.br

     

    www.institutogea.org.br

     

     

    Colaboração: Juliana da Costa Miranda, acessos:  28 - 02 de março, 2005

     


    No. 11 - 11/12/2004
    Guia Bibliográfico de Educação Ambiental
    Você poderá fazer uma consulta ao Guia Bibliográfico de Educação Ambiental acessando no link disponível.

    Sugestões Bibliógráficas
     
    Navegando pelo site do Jornal do Meio Ambiente, parceiro da nossa revista através do seu editor Vilmar Berna, encontrei um link que direciona para o Guia Bibliográfico de Educação Ambiental. O guia foi organizado pelo Departamento de Educação Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.
     
    Vale a pena conferir.
     
    Para acessar, clique no link abaixo:
     
    Uma boa pesquisa para todos.
    Berenice Gehlen Adams.

    No. 3 - 20/12/2002
    Bibliografia indicada
    Estas são referências bibliográficas do manifesto encontrado na seção Reflexão.



    DÍAZ, A. P. Educação Ambiental Como Projeto. Porto Alegre: ARTMED, 2002.
    CAPRA, Fritjof. As Conexões Ocultas Ciência Para Uma Vida Sustentável. São Paulo: Cultrix, 2002.
    GADOTTI, Moacir. Pedagogia da Terra. São Paulo: Editora Fundação Peirópolis, 2000.
    LEFF, Enrique. Saber Ambiental Sustentabilidade Racionalidade Complexidade Poder. Petrópolis: Vozes, 2001.
    SCHINKE, Gert. Ecologia Política. Santa Maria: Tchê! Editora, 1986.
    SORRENTINO, Marcos. Desenvolvimento Sustentável e Participação, In: LOUREIRO, Carlos Frederico B. et alli (Orgs). Educação Ambiental: repensando o espaço da cidadania. Editora Cortez. São Paulo, SP. p.15-22. 2002.

    No. 1 - 30/05/2002
    Plantas medicinais

    Nome científico: a)Plantago major L.; b)plantago media L.; c)plantago lanceolata L.

    Família: Plantagináceas

    Características: planta perene que atinge cerca de 10 a 60cm de altura, com a) folhas espessas, ovais, com pecíolos compridos e em roseta; corola acinzentada e avermelhada; b) folhas ovais com pecíolos curtos  e em roseta, corola branca; c)folhaslanceoladas, pecíolos delgados, corolas esbranquiçadas; 

    Utilização: culinária e medicinal

    Utilização medicinal: em forma de chá (infusão)´tem ação expectorante, resolutiva e adstringente, sendo benéfica para problemas do aparelho respiratório. Atua como depurativa, diurética e emoliente . O emplastro feito com as folhas facilita a cicatrização, porém,  o sumo só é ativo quando está fresco.

    Propagação: sementes.

     

    Fontes:

    Demattê, M.E.S.P. e Coan, R.M. Jardins com Plantas Medicinais. Jaboticabal: FUNEP, 1999.

    Reader´s Digest. Segredos e Virtudes das Plantas Medicinais. Rio de Janeiro: The Reader´s Digest, 1999.


    Responsável:

    No. 1 - 30/05/2002

    SIMMONS, I.G. Interpreting Nature: cultural constructions of the environment. London: Routledge, 1993. ( Uma leitura deliciosa, como os textos da Michèle, a gente viaja e sonha e depois volta e pensa) 

    DOUGLASS, Robert W. Forest Recreation. Toronto: Pergamon Press, 1975. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

    HAMMIT, William E. and COLE, David. Wildland Recreation: ecology and management. New York: John Wiley & Sons, 1998. 

    WILSON, E. O. Biodiversidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998

    LIMA, Solange T. “Ecoturismo: percepção, valores e conservação da paisagem”, Caderno de Geografia, Belo Horizonte, PUC, fev.1998, pp.57-62. 

    LIMA, Solange T. “ Trilhas Interpretativas: a aventura de conhecer a paisagem”.Paisagem.Paisagens 3, Rio Claro, 1998, pp.39-43.

    BOWERS, C.A. Educating for an Ecologically Sustainable Culture.    New York: John Wiley & Sons, 1998.

    BRACE, Judith et al. Teaching Conservating in Developing Nations. New York: Peace Corps, 1982.
    BUTTIMER, A. and SEAMON, D. (ed) The Human Experience of Space and Place. London: Croom-Helm, 1980.

    DARDEL, Eric.  L’Homme et la Terre: nature de la realité géographiqueParis: PUF, 1952.

    DEL RIO, V. e OLIVEIRA, L.(org) Percepção Ambiental: a experiência brasileira. São Paulo: Studio Nobel, 1996.

    DUNSTER, Julian A. Dictionary of Natural Resource Management.  Vancouver: UBC Press, 1996.

    FERREIRA,  Solange T. de L.  “Travessia Geográfica pelo ‘Grande Sertão: Veredas’”, Caderno de Geografia, Belo Horizonte, PUC/MG, vol.4, n.5, pp.31-39, dez/1993.

    FOSTER, John (ed ).   Valuing Nature? Ethics, economics and the environment .  London: Routledge, 1997.

    FRÉMONT, Armand.  A Região, Espaço VividoCoimbra: Almedina, 1980.

    HEIMSTRA, N. e McFARLING, L. Psicologia Ambiental. São Paulo: EDUSP, 1978.

    HUTCHISON, David. Educação Ecológica: idéias sobre consciência ambiental.  Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

    JUNQUEIRA, Paulo C. et al. Curso de Trilhas de Interpretação da Natureza. Poços de Caldas: CEPA/ALCOA, 1

     


    Responsável:

    No. 1 - 25/05/2002
    Compartilhando Bibliografia
    Veja as sugestões bibliográficas indicadas nesta edição - Colaboração: Solange Guimarães


    Responsável: Solange T. de Lima Guimarães

    TUAN, Yi-Fu. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. São Paulo: DIFEL, 1980, tradução de Lívia de Oliveira.

    DEL RIO, Vicente e OLIVEIRA, Lívia (org) Percepção ambiental: a experiência brasileira. São Paulo: Studio Nobel/São Carlos: EDUSFCar, 2a edição, 1999. 

    SHOCRON, Mónica e WAISMAN, Laura. EducarNos: nuevas propuestas para la educación y la convivencia. Buenos Aires: Lugar Editorial, 2001.

    GUIMARÃES, Solange T. de L. e GUIMARÃES, Hamilton C.(ed). OLAM/Percepção Ambiental: a interdisciplinaridade no estudo da paisagem. Rio Claro: Aleph Engenharia & Consultoria Ambiental S/C, 2001.

    No. 1 - 21/05/2002


    Responsável: Solange T. de Lima Guimarães

    TUAN, Yi-Fu. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. São Paulo: DIFEL, 1980, tradução de Lívia de Oliveira. DEL RIO, Vicente e OLIVEIRA, Lívia (org) Percepção ambiental: a experiência brasileira. São Paulo: Studio Nobel/São Carlos: EDUSFCar, 2a edição, 1999.  
    SHOCRON, Mónica e WAISMAN, Laura. EducarNos: nuevas propuestas para la educación y la convivencia. Buenos Aires: Lugar Editorial, 2001. GUIMARÃES, Solange T. de L. e GUIMARÃES, Hamilton C.(ed). OLAM/Percepção Ambiental: a interdisciplinaridade no estudo da paisagem. Rio Claro: Aleph Engenharia & Consultoria Ambiental S/C, 2001.

     
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