| | No. 33 - 26/08/2010 Sugestão de periódico eletrônico | "É o periódico eletrônico bimestral do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental" [...]
Revista Educação ambiental em Ação 33
Sugestão de periódico eletrônico
O COLECIONA: fichário d@ EducadorAmbiental
É o periódico eletrônico bimestral do Órgão Gestor
da Política Nacional de Educação Ambiental, que traz ações e experiências de
educadores que vivem a EA diretamente com as comunidades.
Lançado
em 2008, hoje circula seu 11° volume. Conheça o Coleciona visitando os endereços
abaixo:
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No. 32 - 30/05/2010 Faça seu próprio brinquedo | Vai uma boa sugestão bibliográfica referente a construção de brinquedos, imprescindíveis para nossas crianças que brincam muito pouco por falta de estímulos e de oportunidades [...]
revista educação ambiental em ação 32
Dica de livro:
Aqui vai uma
boa sugestão bibliográfica referente a construção de brinquedos,
imprescindíveis para nossas crianças que brincam muito pouco por falta de
estímulos e de oportunidades. A maioria passa muito tempo sozinha e, para
compensar a sensação da solidão, fixa-se em algum jogo ou na televisão.
Por isto consideramos muito importante o livro:
"Faça seu próprio brinquedo", de Simão
de Miranda.
Também é uma excelente sugestão de livro para
quem trabalha com Educação Ambiental nas séries iniciais:
Conforme o portal Horta Viva, "o livro vem
resgatar a confecção de brinquedos caseiros, com sucata. Fazer o próprio
brinquedo pode ser a melhor parte da brincadeira, além de desenvolver valores
e habilidades. Unir um grupo de crianças e levá-las a explorar sua
criatividade, oferecendo apenas o suporte técnico: eis uma excelente
oportunidade para dar curso à socialização, à afetividade, à expressão
das fantasias e experiências pessoais. Esta obra é um convite (pessoal e
intransferível)
: vamos ver com que cara sai o seu brinquedo? Papirus Editora"
No. 24 - 03/06/2008 Resenhas e Sugestões Bibliográficas |
Revista Educação Ambiental em Ação 24
Resenhas e
Sugestões Bibliográficas
--- "Educação Ambiental : princípios/ história/ formação de
professores"
Autor: Fabio Cascino
Editora Senac São Paulo
Educação Ambiental: princípios, história, formação de professores, de
autoria de Fábio Cascino, propõe formas de ação educacional para uma nova
área do conhecimento identificada com a maneira de pensar e de sentir a
realidade da vida contemporânea.
Nesta obra da Editora SENAC São Paulo, alunos, docentes e profissionais da
educação ambiental encontrarão, além de conceitos fundamentais, um relato
histórico do ambientalismo, uma crítica a certas práticas tradicionais e
indicações para uma ação educativa baseada na interdisciplinarida
de.
"A associação de ambientalismo e ação educativa, isto é, a educação
ambiental, implica necessariamente considerar problemas relativos a todas as
formas de vida existentes. Excluir, segmentar, deixar de incluir aspectos da
vida das sociedades, das culturas e dos indivíduos em suas estritas interações
com o meio natural leva a incorrer em graves equívocos.
Dentro dessa perspectiva, Fábio Cascino considera que a educação ambiental
não contém uma especificidade isolada, desconectada de outras práticas
educativas: ela só existe enquanto área se considerada na estreita articulação
de sua prática de produção e transformação do conhecimento com o conjunto
do processo educacional.
A educação ambiental não se limita, assim, para o autor, ao estabelecido em
recortes teóricos fechados, por ter a sua maneira de ser numa inserção prática
de caráter eminentemente interdisciplinar - um fazer e um interferir
educacional que provocam a interseção de múltiplas áreas do conhecimento.
Diante dessa natureza prática da educação ambiental, importa, então,
repensar-se a formação de professores, redimensionando suas forças de atuação,
seu ambiente de trabalho e as interfaces deste com o ambiente externo à sala
de aula, aos alunos e à comunidade escolar com um todo."
Fábio Cascino é pedagogo, mestre em educação pela PUC de São Paulo
e atualmente cursa o doutorado na mesma universidade. Professor do SENAC
em Águas de São Pedro, leciona na pós graduação em Educação
Ambiental.
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--- Educação Ambiental Abordagens Múltiplas
Autor: Aloísio Ruscheinsky e colaboradores
Editora:Artmed
Ano:2002 Edição: 1
Nº de páginas:184
Medidas:16X23
Encadernação:Brochura
Resenha: Este livro dirige-se aos interessados em questões ambientais,
especialmente os ativistas da causa ambiental e os professores que enfrentam
no cotidiano a grande responsabilidade de envolver as futuras gerações em um
futuro ecologicamente sustentável.
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--- RESENHA DE LIVRO
--- LEFF, Enrique. Saber Ambiental. Sustentabilidade, Racionalidade,
Complexidade, Poder. Petrópolis, RJ, Vozes/PNUMA, 2001. 343p.
- Gelze Serrat de Souza Campos Rodrigues - Profa. MSci. Instituto de Geografia
- UFU
Enrique Leff é um dois mais reconhecidos intelectuais latinoamericanos que
trabalham a temática ambiental sob uma perspectiva interdisciplinar. Publicou
várias obras e proferiu palestras que criticam ostensivamente a teoria
desenvolvimentista e seus malefícios para o meio ambiente. Doutor em Economia
do Desenvolvimento pela Sorbonne, é professor de pós-graduação da
Universidade Nacional Autônoma do México e coordenador, desde 1996, da Rede
de Formação Ambiental da América Latina e Caribe do Programa das Nações
Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). A primeira edição de Saber Ambiental
foi publicada em 1998 pela Universidade Nacional Autônoma de México (UNAM).
O livro é constituído por um conjunto de artigos e de notas de conferências
realizadas nos últimos dez anos, que de modo sucessivo vão tratando de temáticas
relacionadas com o ambiente, desde o desenvolvimento sustentável, economia
ecológica e ecologia política até a questão da ética, cidadania e
apropriação social da natureza. Há uma preocupação constante em se
demonstrar que o processo de degradação ambiental encerra também o avanço
da desigualdade social e a corrosão da qualidade de vida que por sinal seriam
faces de uma mesma moeda, ou seja, a crise do mundo globalizado. De fato, tal
situação seria expressa pelo processo cresce nte de homogeneização da
cultura e dos padrões de consumo e conseqüente aumento na produção de
mercadorias e deterioração dos bens naturais comuns. O percurso do autor é
a primeira vista complexo, contudo a ordenação dos capítulos dá coerência
e unidade ao texto, amalgamando-
se em torno do objetivo central do livro que é a discussão de elementos que
sirvam para a construção de um saber que possa realmente ser adjetivado como
ambiental e que ao mesmo tempo permitam o questionamento daquilo que muitas
vezes pensa-se ser saber ambiental. O autor destaca desde o início que
considera o ambiente não apenas como uma realidade visível, mas sim uma
convergência de processos físicos, biológicos e simbólicos, que por meio
das ações econômicas, científicas e técnicas do homem são reorganizados
e reconduzidos. Dessa forma a Educação Ambiental, pelo menos nos seus primórdios,
surge como uma proposta de busca de alternativas ao produtivismo neoliberal.
Entretanto, a globalização econômica transforma esses princípios
originais, privilegiando mecanismos de mercado como forma de transição para
um futuro sustentável e reduzindo a Educação Ambiental a um mero processo
de conscientizaçã
o de cidadão e/ou capacitação de profissionais para uma gestão ambiental
orientada para a maximização econômica. Da mesma forma Leff considera um
equívoco conceber o saber ambiental como homogêneo, já que apesar da sua
construção se dar por meio de um constante intercâmbio interdisciplinar,
procurando integrar processos naturais e sociais diferenciados, matérias e
racionalidades distintas, ele só pode ser forjado por meio de um diálogo de
saberes entre as mais diversas identidades culturais, práticas tradicionais e
processos produtivos. Nas instituições de ensino, por exemplo, esse saber
pode ser constituído através da relação com o ambiente e o campo temático
de cada ciência, a partir do que se pode abrir possibilidades para a
interdisciplinarida
de com a formulação de novas teorias, disciplinas e técnicas. Saber
Ambiental, na realidade, não é uma obra que deve ser lida com a expectativa
de se encontrar um sistema de conhecimentos acabados sobre o meio ambiente ou
práticas educativas a ele relacionadas, mas sim com a perspectiva de se
examinar observações do autor acerca do seu ponto de vista sobre o mundo
moderno saturado de problemas sócio-ambientais e a busca de caminhos
alternativos para a composição de um saber devotado à reapropriação
subjetiva pela população de um mundo em reconstrução.
Fonte da resenha: http://www.ig.
ufu.br/revista/
volume11/
resenha01_
vol11.pdf
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--- Resenha:
--- Ecopedagogia e Cidadania Planetária.
Professor MS. João Beauclair
Este interessante livro trata de uma temática essencial para a educação do
século XXI. Desde a sua apresentação, intitulada Cidadania Ambiental,
elaborada por Alicia Bárcena, e a apresentação feita pelo eminente educador
brasileiro, Moacir Gadotti, com o texto Cidadania planetária, a temática
Ecopedagogia ganha destaque e exemplificação. Trata-se, entretanto, de um
livro oriundo de um programa coordenado pelos autores Francisco Gutiérrez e
Cruz Prado, organizado pelo PNUMA – Programa de Cidadania Ambiental Global.
Oriundo de uma travessia histórica, o problema ambiental supõe o
reconhecimento e a prática da planetariedade, que é percebermos o planeta
terra como um ser inteligente e vivo. Isso se refere a uma mudança paradigmática
onde a dimensão educativa ganha ênfase cada vez maior. No decorrer dos capítulos
que compõem as diferentes partes do livro, ganha cada vez mais destaque a idéia
de que somos todos parte de uma mesma Nave Mãe Terra, como sempre nos lembra
Leonardo Boff.
Na primeira parte deste livro, temos os referenciais teóricos que nos mostram
novas perspectivas, onde seja possível superar a lógica racional, hierárquica
e dominante por uma outra ordem, mais intuitiva, processual e relacional, onde
a flexibilidade seja predominante e essencial. Inicia-se esta primeira
parte com o capítulo 1 Novas Categorias interpretativas, trazendo reflexões
sobre o paradigma emergente, que nos leva para novos modos de ver, sentir,
perceber e agir, onde novos valores e comportamentos fomentem novas atitudes e
novos sonhos.
Um aspecto relevante aqui lançado é o de revalorizar a consciência como
essencial ao processo de construção de uma nova harmonia ambiental,
focalizando novas relações com o planeta terra e com valores que refletem
tolerância, igualdade, biodiversidade, e promoção cultural a partir da
dimensão ética do ser humano. Compreende ainda neste primeiro capítulo
interessante discussão sobre ecologia sustentável e sociedade sustentável,
apontando para referenciais que podem colaborar para a mudança da realidade,
constituindo uma sociedade nova com a superação de moldes rígidos que
constituem nossa formação. Interessantes sugestões para a reflexão pessoal
e debate em grupo fazem parte do final deste capítulo.
No capítulo 2 amplia-se a discussão, clareando os suportes conceituais sobre
planetariedade, partindo do conceito de aldeia global proposto por Marshall
McLuhan, na década de 60 do século passado ao conceito de dimensão planetária,
presente nos documentos e discussões contemporâneas oriundas da ECO- 92. A
formação pessoal é destacada quando os autores validam as dez características
essenciais do perfil das pessoas da sociedade planetária propostas por
Francisco Vio Grossi, indo além da dimensão pessoal e propondo a construção
dos sujeitos coletivos, partindo da cotidianidade, da planetariedade e da
capacidade de sentir e expressar a vida e a realidade tal como deve ser vivida
e sentida.
No terceiro capítulo, Francisco Gutierrez e Cruz Prado conseguem chamar nossa
atenção para as novas práticas necessárias à participação ativa de
todos, que desde a ECO- 92 até os movimentos sociais mais recentes, estão
diferenciando o teor das declarações do que denominam processos de demanda,
que em seu caráter educativo deve priorizar as dimensões sociais, políticas,
técnicas, científicas, pedagógica e espaço-temporal, necessitam estar
presentes nos diferentes programas de formação humanísticas voltados à
ecologia e à discussão sobre a continuidade da vida no nosso planeta.
Um outro aspecto também evidenciado neste capítulo é a essencialidade do
processo que, para ser de fato educativo, deve trabalhar e inter-relacionar os
seguintes elementos constitutivos: atores sociais como agentes, necessidade de
sentido, relações sinérgicas, recursos e cotidianidade (tempo e lugar) e
produto.
Na segunda parte deste livro, intitulada Ecopedagogia, temos os capítulos 4 e
5. O capitulo 4 trata da proposta de formação em cidadania ambiental e
sustentabilidade, a partir do processo pedagógico em si. Partindo das experiências
em educação popular, os autores trabalham com o significado do ato de
promover, compreendendo que a ecopedagogia está voltada, principalmente, à
promoção da aprendizagem a partir da vida cotidiana.
Neste sentido, com maestria os autores desenvolvem chaves pedagógicas à
aprendizagem a partir do cotidiano, elaborando alguns indicadores de todo este
processo, que podem auxiliar aos que estão envolvidos nos movimentos de
ensinar e de aprender que estejam vinculados à ecopedagogia. De grande
valia é atentar para os indicadores citados, que expressam questões práticas
das mudanças paradigmáticas discutidas.
Na terceira parte deste livro, os autores se voltam para a prática em si,
iniciando o capitulo seis com interessante discussão a respeito dos espaços
de aprendizagem, compreendidos em seus sentidos mais amplos: desde o espaço físico
até o transcurso do tempo. É proposto aqui interessante análise de sete
capacidades básicas para a construção de uma nova cultura, a cultura da
sustentabilidade: resgatando a sensibilidade, a intuição e exaltando a
consciência do poético, das emoções e da alegria, do amor e da satisfação.
Enfim, este é um livro ímpar, para ser lido, debatido, refletido e discutido
em diferentes espaços e tempos sociais onde haja a preocupação com o educar
para a vida planetária. Trata-se de um belo trabalho, onde as palavras
remetem ao pensar criativo e crítico da realidade, tal como ela é constituída.
Sua leitura faz com que nossos pensamentos se abasteçam de novas
possibilidades de ver e viver um outro mundo, mais humano e ecopedagogicamente
constituído.
Notas:1- GUTIÉRREZ, Francisco e PRADO, Cruz. Ecopedagogia e cidadania planetária.
Guia da Escola Cidadã vol. 3. São Paulo: Instituto Paulo Freire/Cortez
Editora, 2000.
Fonte da resenha: http://www.profjoao
beauclair.
net/visualizar.
php?idt=565189
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BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA POR ISABEL CARVALHO
BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo:
Paulus, 2001.142 p.
**BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Coordenação de Educação
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BRÜGGER, Paula. Educação ou adestramento ambiental? Florianópolis: Letras
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TAMAIO, Irineu ; CARREIRA, Denise (orgs.) Caminhos & aprendizagens Educação
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**TANNER, T. Educação Ambiental. São Paulo: Summus/EDUSP, 1978. 158 p.
94L-00878 577.4 T167e
**TRAJBER, Rachel; MANZOCHI, Lucia Helena, . Avaliando a educação ambiental
no Brasil : materiais impressos / São Paulo : Gaia, 1996.226 p. : il. -(Gaia
e Ecoar de Educação Ambiental(Acompanha dois disquetes
02L-00032 577.4:37(81)
A945
**TRAJBER, R. (Org.); COSTA, L.B. da (Org.) Avaliando a Educação Ambiental
no Brasil: materiais audiovisuais. São Paulo: Instituto Ecoar para Cidadania;
Peiropolis, 2001. 156p.01L00247 577.4:37(81) T766a
TRISTÃO, Martha. Universidade, educação ambiental, qualidade de vida. In:
PONTUSCHKA, N. (Org.). Um olhar sobre o Campus - São Paulo perspectiva
socioambiental. São Paulo: Faculdade de Educação/ USP, 1999.
VIANA, Aurélio et alli. Educação ambiental: uma abordagem pedagógica dos
temas da atualidade. São Paulo: Cedi, 1992.
ZEPPONE, Rosimeire M.O. Educação Ambiental: teorias e práticas escolares.
Araraquara: JM Ed., 1999. 150 p.
No. 23 - 13/03/2008 Dica de livro: A Reinvenção Inteligente da Sobrevivência | Trata sobre Cooperação Eficiente Administrada em todos os níveis [...] Essa cooperação em parceria com a natureza é o fundamento principal dos Condomínios Auto-Sustentáveis.
Revista eletrônica Educação Ambiental em Ação 23
Dica de livro: A Reinvenção
Inteligente da Sobrevivência
Luiz Augusto Sorrenti, engenheiro
químico especializado em imagem e sensoriamento remoto (imagem de satélite),
com curso em Auto-Sustentabilida
de e Condomínios Auto-Sustentá
veis (CAS) nos EUA e Iolanda Lago, especialista em administração esportiva e
estudante de Meio Ambiente e Agroenergia, neste livro, conseguiram passar a idéia
do novo paradigma, que é a "Cooperação Eficiente Administrada e
Controlada", em sua mais avançada manifestação, que são os Condomínios
Auto-Sustentá
veis (CAS).
Devido às normas e aos atuais processos administrativos avançados, as
empresas funcionam eficientemente, baseadas no trabalho cooperativo de seus
funcionários para alcançar um objetivo final e isso é realizado da maneira
mais eficiente e econômica possível. Da mesma forma, as grandes corporações
multinacionais e as grandes instituições financeiras internacionais não
competem mas sim, cooperam de forma eficiente e administrada, o que faz com
que seus proprietários sejam bilionários. A Cooperação Eficiente
Administrada em todos os níveis leva à fartura, à abundância e à riqueza.
Essa cooperação em parceria com a natureza, que é o fundamento principal
dos Condomínios Auto-Sustentá
veis, faz com que eles sejam a mais eficiente e inteligente forma de
estruturar a sobrevivência da sociedade, independente do nível social e/ou
econômico.
Há muito a humanidade vem tentando se organizar de forma tal que consiga
sobreviver com qualidade de vida, preservando ao mesmo tempo seus valores
sociais e o meio ambiente que a circunda. Os Condomínios Auto-Sustentá
veis (CAS) vêm de encontro às maiores exigências, tanto dos ambientalistas
quanto daqueles engajados na luta pelos direitos humanos e sociais. Temos
certeza de que a sociedade do futuro será estruturada em Condomínios
Auto-Sustentá
veis, onde o trabalho cooperativo e comunitário não afeta os valores
religiosos, filosóficos, culturais, etc. que o residente porventura venha a
seguir, não afeta a liberdade do indivíduo, da família, etc., e não
interfere nos direitos e deveres do cidadão perante a sociedade que o
circunda e, ao mesmo tempo, possibilita alcançar a qualidade de vida e a
abundância tão almejadas, ao mesmo tempo em que recupera a natureza e o meio
ambiente.
Este livro traça um perfil desse passo evolutivo, desse novo paradigma e
propicia ao leitor uma nova alternativa de vida que lhe dará com certeza a
segurança, a estabilidade, a qualidade de vida e a abundância que o sistema
econômico-social vigente está lhe tolhendo aos poucos.
Se você deseja obter um exemplar do livro "A Reinvenção Inteligente da
Sobrevivência" solicite-o através do email: livro@ecosustentave
l.org.br
Fonte: http://www.ecosuste
ntavel.org.
br/livro.
asp
No. 23 - 28/02/2008 Consciência ecológica despertada | Agência FAPESP – A Livraria da Física, editora de livros didáticos sobre assuntos variados ligados às ciências, acaba de lançar duas publicações voltadas tanto para o ensino de questões ambientais como para a divulgação da ciência.
Revista Educação Ambiental em Ação 23
Consciência ecológica
despertada
21/02/2008
Agência FAPESP – A Livraria da Física, editora de livros didáticos sobre
assuntos variados ligados às ciências, acaba de lançar duas publicações
voltadas tanto para o ensino de questões ambientais como para a divulgação
da ciência. O primeiro, Construindo com PET: Como ensinar truques novos com
garrafas velhas, traz um guia prático para explorar a criatividade com a
reciclagem desse tipo de embalagem. Trata-se de um livro multidisciplinar que
mostra técnicas e idéias do que fazer para reutilizar o material. Os autores
são Alfredo Luis Mateus, professor de Química no Colégio Técnico da
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e Marcos Giovanni Moreira, membro
da Fundação Ciência Jovem, formada por professores da UFMG.
Eles descrevem projetos simples
visando ao reaproveitamento das garrafas. Cada projeto contém instruções
passo a passo, com instruções e fotografias, para a exploração de
possibilidades como a construção de figuras geométricas, modelos de moléculas
e brinquedos educativos, como o “Origami de PET”, inspirado na arte centenária
das dobraduras em papel. Um dos desafios é a montagem de uma das estruturas
mais importantes da história da ciência: a molécula de DNA. “Embora sua
estrutura pareça muito complicada, na verdade a molécula responsável por
carregar a informação genética para nossos descendentes contém poucas
partes, que se repetem ao longo de sua cadeia. O DNA pode ser visto como uma
longa escada”, explicam os autores. Nesse caso, para criar um modelo de
adenina, guanina, citosina e timina, com as suas respectivas moléculas de açúcar
e fosfato, são necessárias 344 garrafas e 55 copinhos de filme brancos, além
de tubos plásticos flexíveis como conectores.
A outra publicação, nomeada
Questões ambientais em tirinhas, do físico Francisco Caruso em parceria com
a pedagoga Cristina Silveira, é um instrumento de trabalho para professores
de ciências que desejam melhorar a qualidade das aulas e do aprendizado de
seus alunos.
O livro é resultado de um projeto
social, a Oficina de Educação através de Histórias em Quadrinhos e
Tirinhas (Eduhq), realizado há seis anos com alunos da periferia do Rio de
Janeiro, vinculados a escolas da rede pública. O objetivo da oficina, cuja
sede fica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é promover o
ensino das ciências por meio de procedimentos didáticos não-formais.
Segundo a editora, os quadrinhos abordam os mais variados impactos humanos
sobre a natureza, sobre o ser humano e o que ainda há por vir em tempos de
aquecimento global. A idéia é despertar a consciência ambiental de crianças
e adolescentes por meio de linguagem descontraída e forte apelo visual. A
obra conta com 12 capítulos, que abordam os seguintes temas: água, atitude,
desmatamento, efeito estufa, enchentes, equilíbrio ecológico, lixo, poluição,
queimada, reciclagem, reflorestamento e saneamento. Além da Uerj, a Eduhq tem
parceria com o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, Universidade Federal
Fluminense, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade de Iguaçu e
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Fonte e mais informações em:
http://www.agencia.
fapesp.br/
boletim_dentro.
php?id=8448
Divulgado por:
http://www.floraefa
una.com
No. 22 - 04/12/2007 Sugestão de livro: O DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS SUSTENTÁVEIS: Os Requisitos Ambientais dos Produtos Industriais | A conscientização acerca dos problemas ambientais tem como decorrência a reorientação de novos comportamentos sociais e a procura por produtos e serviços que minimizem o impacto gerado ao ambiente [...]
Educação Ambiental em Ação 22
Sugestão de livro:
O DESENVOLVIMENTO DE
PRODUTOS SUSTENTÁVEIS: Os Requisitos Ambientais dos Produtos Industriais
de MANZINI, Ezio; Vezzoli, Carlo
A conscientizaçã
o acerca dos problemas ambientais tem como decorrência a reorientação de
novos comportamentos sociais e a procura por produtos e serviços que
minimizem o impacto gerado ao ambiente. A proposta deste livro, desenvolvido a
partir das pesquisas e experiência docente dos autores no Politécnico di
Milano, é contrib uir para o desenvolvimento de uma cultura projetual capaz
de enfrentar a transição para a sustentabilidade e de promover o
aparecimento de uma nova geração de produtos e serviços sustentáveis.
Pretende-se assim fornecer um quadro geral da disciplina do desenvolvimento de
produtos sustentáveis e também um instrumento de suporte à prática
projetual. Ezio Manzini é professor de Design Industrial no Politecnico di
Milano, onde dirige o Centro Interdipartamentali di Ricerca e Innovazione per
la Sostenibilità Ambientale (CIR.IS). Carlo Vezzoli é professor de
Requisitos Ambientais dos Produtos Industriais no Politecnico di Milano e
coordena o Centro Interdipartamentali
.
No. 20 - 28/05/2007 Resenha | Livro - A Vingança de Gaia.
Educação Ambiental em Ação<
LOVELOCK,
James. A Vingança de Gaia. Rio de
Janeiro: Intrínseca, 2006. 159p. – tradução de Ivo Korytowski. ISBN 85-98078-16-6
O
livro “A Vingança de Gaia” de James Lovelock faz uma dura crítica ao
modelo de desenvolvimento adotado pela nossa sociedade e ao mesmo tempo a sua
alternativa: o desenvolvimento sustentável. Na visão do autor tanto a política
do laissez-faire como a do desenvolvimento sustentável levam o planeta
a uma probabilidade de mudança desastrosa.
Até
certo ponto e de maneira pessimista, é defendida no livro a idéia de que já
ultrapassamos o limite do qual seria possível retroceder e impedir as catástrofes
provocadas pelo aquecimento global. Mesmo
medidas ambientalistas como a busca por fontes de energias renováveis são inócuas,
quando não agravam ainda mais o processo de aquecimento global.
De
maneira polêmica, Lovelock defende a fissão nuclear como uma forma segura de
gerar energia até que se consiga tecnologia viável para a produção de
energia através da fusão nuclear e outras tecnologias limpas.
O
livro trata o planeta Terra como um ente provido de vida: a teoria Gaia. Essa
teoria, muito criticada pelo meio científico, vê a Terra como um sistema
completo entre suas partes animadas e inanimadas. A definição de Gaia nas
palavras do autor seria:
um
invólucro esférico fino de matéria que cerca o interior incandescente. Começa
onde as rochas crustais encontram o magma do interior quente da Terra, uns 160
quilômetros abaixo da superfície, e avança outros 160 quilômetros para fora
através do oceano e ar até a ainda mais quente termosfera, na fronteira com o
espaço. Inclui a biosfera e é um sistema fisiológico dinâmico que vem
mantendo nosso planeta apto para a vida há mais de 3 bilhões de anos. Chamo
Gaia de um sistema fisiológico porque parece dotada do objetivo inconsciente de
regular o clima e a química em um estado confortável para a vida”
(LOVELOCK, 2006, p. 27 – grifo nosso).
Através
dessa definição, o autor vê Gaia (o planeta Terra) não como um ente vivo e
consciente em si, mas sim como um sistema dinâmico e equilibrado capaz de se
modificar para manter a vida estável sobre a Terra. A metáfora do planeta
vivo, apresentado por Lovelock, é importante para visualizarmos Gaia como algo
frágil e que tem sofrido profundas agressões do ser humano, o qual quebrou o
equilíbrio do planeta.
O
título “A Vingança de Gaia” é bastante elucidativo sobre a tese defendida
no livro: como todo organismo vivo agredido Gaia dará uma resposta ao seu
agressor, podendo colocar a civilização humana em risco.
O
aquecimento global e todas as implicações advindas dessa provável nova
configuração climática do planeta é o ponto central do livro, o qual faz críticas
e traz pontos polêmicos sobre a geração de energia e certas “bandeiras”
levantadas por ambientalistas.
Sem
a utilização de termos técnicos específicos, o livro é uma leitura fácil
voltada para estudantes e profissionais de várias áreas do conhecimento. Em
termos gerais, essa leitura é importante tanto para entender sobre a própria
teoria Gaia como para uma análise crítica sobre as transformações provocadas
pelo homem na natureza e também sobre os ideais de um desenvolvimento sustentável.
Colaboração: Rafael
Alves Orsi – doutorando em Geografia, Instituto de Geociências e Ciências
Exatas, Universidade Estadual Paulista – IGCE/UNESP, campus de Rio Claro.
Recebido:
23/Fev/2007
No. 18 - 11/09/2006 Sugestão de leitura | Livro: Escritos Ecológicos.
O novo livro do Prof. Dr.
Aziz Ab Sáber:
"Escritos Ecológicos"
Aziz Ab Sáber
é professor
emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
- FFLCH , USP e professor
honorário do IEA, onde atua desde 1990.
Geógrafo e ex-presidente da Sociedade
Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC),
Aziz Ab Sáber
foi contemplado em duas ocasiões (1997 e 2005) com o Prêmio Jabuti para Melhor
Livro de Ciências Humanas.
Para informações: Lazuli Editora,
telefone ( 0XX 11) 3819-6077
No. 16 - 17/03/2006 Sugestões do MEC |
Bibliografia
Sugestões de
bibliografia em EA do MEC:
ACOT, Pascal. História da Ecologia. Rio de Janeiro, Ed. Campus, 2a. ed., 1990.
ACSELRAD, H. Sustentabilidade e Democracia. In: Proposta, ano 25, n. 71, n. 11 -
16, 1997.
ALMEIDA, José Maria. Desenvolvimento ecologicamente auto- sustentável:
conceitos, princípios e implicações. In: Humanidades, v. 10, n. 14, p. 284 -
299, 1995.
BAEDER, Angela & et al. Jovens em Ação. São Paulo, Melhoramentos, 2000,
60p.
BARONI, M. Ambigüidades e deficiências do conceito de desenvolvimento sustentável.
In: Revista de Administração de Empresas, v. 32, n. 2, p. 14 - 24, 1992.
BARRÈRE, Martine. (Coord.) Terra - Patrimônio Comum. São Paulo, Nobel, 1992,
274 p.
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Desenvolvimento. Maceió, PRODEMA/UFAL, 1999, 193 p.
BIOCIÊNCIAS, Instituto. Cadernos de Meio Ambiente. Rio de Janeiro, UNIGRANRIO,
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BOFF, Leonardo. Ecologia: Grito da Terra, Grito dos Pobres. São Paulo, Ática,
1995.
BOFF, Leonardo. Saber Cuidar. São Paulo, Vozes,1999, 199 p.
BOFF, Leonardo. Ética da Vida. Brasília, Letra Viva, 1999, 241 p.
BOHR, Niels. Física Atômica e o Conhecimento Humano. Rio de
Janeiro,Contraponto, 1995, 129 p.
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ZOHAR, Danah. O Ser Quântico. São Paulo, Nova Cultural. Trad. de Maria A. Van
Acker, 1990, 305 p.
Fonte: http://www.mec.gov.br/se/educacaoambiental/salto75.shtm
No. 15 - 14/12/2005 Sugestões bibliográficas | Extraídas do Programa Ambiental: A Última Arca de Noé
Nova pagina 1
Sugestões
bibliográficas extraídas do
Programa
Ambiental: A Última Arca de Noé
Elaborada
por Antônio Silveira Ribeiro dos Santos
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Cubatão. São Paulo, CETESB, 1984. [Projeto]
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SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Guia de Atividades Didáticas. São Paulo: COEA/SEMA, sem data, 42p.
SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Guia Didático sobre o Lixo no Mar. São Paulo: SEMA, 1997, 117p.
SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Guia Pedagógico do Lixo. São Paulo: COEA/SEMA, 1998, 90p.
SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Operação Rodízio como Instrumento de Educação Ambiental. São Paulo: COEA/SEMA, 1997, 126p.
SÃO PAULO, Secretaria de Meio Ambiente Resíduos Urbanos: Um Problema Global. São Paulo: SEMA, 1998, 64p.
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Contribuição de Paulo Diaz
Doutorando em Educação - Faculdade de Educação /USP
Conferir listagem completa em Fonte: http://www.radarambiental.com.br/fonteseapublic.doc
No. 13 - 02/06/2005 Algumas Sugestões Bibliográficas | Para enriquecer sua leitura sobre EA.
Sugestões Bibliográficas
BUBER,
M. Eu
e Tu.
São Paulo: Cortez & Moraes, 1978.
CAPRA,
F. A
Teia da Vida.
São Paulo: Cultrix, 2000.
MATURANA,
H. R. El
Sentido de lo Humano.
Santiago:
Hachette, 1992.
SÁBATO,
E. Homens
e Engrenagens.
Campinas: Papirus, 1988.
SCHWEITZER,
A. Decadência
e Regeneração da Cultura.
São Paulo: Melhoramentos, 1959.
No. 13 - 26/05/2005 Dicas de livros | Livros: Alfabetização ecológica – um caminho para a sustentabilidade (autora: Ellen Regina Mayhé Nunes)e A prática da mediação em busca de um mediador de emoções (autora: Marina Patrício de Arruda).Dicas de
livros:
Livro:
Alfabetização ecológica – um caminho para a
sustentabilidade Autora: Ellen Regina Mayhé Nunes Porto
Alegre, 2005
Resenha - A alfabetização ecológica é
o processo de aprendizagem dos princípios de organização dos ecossistemas que
constituem a vida na terra. Ensinar e aprender os princípios básicos da ecologia
para nos tornarmos “ecologicamente alfabetizados”, conhecendo as diversas redes
de interações, que constituem a teia da vida, são objetivos da alfabetização
ecológica. Através dela é possível entender as múltiplas relações que se
estabelecem entre todos os seres e o ambiente onde vivem, e como tais relações
se configuram na teia d que sustenta a vida no planeta.
A alfabetização
ecológica objetiva contribuir para que a educação ambiental inclua o estudo da
ecologia, como a dimensão que abrange a natureza biológica do ambiente e do ser
humano, considerado um ser biopsicossocial.
Depois dos avanços da
educação ambiental no âmbito socioambiental, restringir a sua grandeza aos
aspectos biológicos do ambiente, seria desconhecer ou negar sua história, em
especial a latino-americana. A alfabetização ecológica contribui para o
processo de conscientização ambiental dos indivíduos, que desejam uma sociedade
ecologicamente viável e socialmente justa.
Cada um precisa fazer a sua
parte e reconhecer que todos nós em algum aspecto precisamos ser ecologicamente
alfabetizados.
O livro alfabetização ecológica – um caminho para a
sustentabilidade pretende contribuir para este processo e foi o organizado em
quatro capítulos, e três anexos.
O primeiro capítulo apresenta a origem
do desenvolvimento sustentável e da sustentabilidade, destacando como é
possível emular a natureza para a sustentabilidade, usando como exemplo a
proposta metodológica do programa ZERI (Emissão Zero). No capítulo dois é
discutida a relação necessária entre a alfabetização ecológica e a educação
ambiental. O capítulo três apresenta o conhecimento de Gaia – entender, amar e
respeitar o planeta terra, a partir dos princípios da ecologia. O último
capítulo trata dos projetos de alfabetização ecológica, sugerindo maneiras de
organizar e elaborar um projeto. Nos anexos podem ser encontrados a sugestão de
um roteiro para caracterizar comunidade-alvo e de um modelo de relatório, além
da Carta da Terra.
ORIENTAÇÕES PARA AQUISIÇÃO DO LIVRO. Depósito no
Banco do Brasil no valor de R$ 24,35 ( R$ 20,00 do livro e R$ 4,35 despesas do
correio taxa única para qualquer parte do Brasil) Agência 1899-6 - Conta
corrente 25.870-9 Porto Alegre – RS Ellen Regina Mayhé Nunes Após
enviar por fax ( 51) 3223 9811 o recibo do depósito Mandar um e-mail
(emayhe@terra.com.br) com o endereço completo (CEP) para recebimento do livro
que será enviado pelo correio, registrado, e entregue em três dias
úteis.
Livro: A prática da mediação em busca de um mediador de
emoções Autora: Marina Patrício de Arruda Editora: Seiva
Publicações / Pelotas - RS Ano:
2004
Síntese: Este ensaio tem como proposta
despertar a sensibilidade dos profissionais dispostos a compreender e a inventar
a prática da mediação digital. Estas idéias foram elaboradas a partir da
problematização da própria prática profissional da autora em ambientes de
Educação à Distância (EAD) e diz respeito àqueles que buscam compreender de que
forma a cultura contemporânea questiona as profissões. À venda na
livraria: Palavraria, Rua Vasco da Gama, 165 Bom Fim / fone: 32684260
palavraria@palavraria.com.br ou diretamente com a autora:
marininh@terra.com.br
No. 12 - 06/03/2005 DICAS DE LINKS: | » Quebrando barreiras idiomáticas no mundo das Águas » Decenio de las Naciones Unidas para la Educación con miras al Desarrollo Sostenible (2005-2014) » Links sobre Resíduos, Coleta Seletiva, Reciclagem : textos, dicas, informações etc
Dicas
de links
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FONTE D'ÁGUA - Quebrando barreiras idiomáticas no
mundo das Águas
Fale conosco: fontedagua-owner@yahoogrupos.com.br
Arquivos: http://br.groups.yahoo.com/group/fontedagua/
Excelente trabalho realizado de tradução e difusão de
notícias e informações sobre recursos hídricos, desenvolvido por Maria do Carmo
Zinato.
Decenio
de las Naciones Unidas para la Educación con miras al Desarrollo Sostenible
(2005-2014)
Arquivos:
http://portal.unesco.org/education/en/ev.php-URL_ID=27234&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html
várias informações, notícias e outros
documentos sobre as principais chaves temáticas.
"La educación ambiental: pilar de un desarrollo
sostenible” [Perspectivas 127, septiembre de 2003] http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001321/132190s.pdf#132208
Colaboração: Sol Guimarães, acessos: 01 de março, 2005
Links sobre Resíduos, Coleta Seletiva, Reciclagem
: textos, dicas, informações, etc:
www.ambientebrasil.com.br
www.akatu.org.br
www.wwiuma.org.br
www.cempre.org.br
www.polis.org.br
www.idec.org.br
www.5elementos.org.br
www.lixoecidadania.org.br
www.cetesb.sp.gov.br
www.mma.gov.br
www.ambiente.sp.gov.br
www.institutogea.org.br
Colaboração: Juliana da Costa Miranda, acessos: 28 - 02
de março, 2005
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No. 11 - 11/12/2004 Guia Bibliográfico de Educação Ambiental | Você poderá fazer uma consulta ao Guia Bibliográfico de Educação Ambiental acessando no link disponível.
Sugestões
Bibliógráficas
Navegando
pelo site do Jornal do Meio
Ambiente, parceiro da nossa revista através do seu editor Vilmar Berna,
encontrei um link que direciona para o Guia Bibliográfico de Educação
Ambiental. O guia foi organizado pelo Departamento de Educação Ambiental da
Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.
Vale a
pena conferir.
Para
acessar, clique no link abaixo:
Uma boa
pesquisa para todos.
Berenice
Gehlen Adams.
No. 3 - 20/12/2002 Bibliografia indicada | Estas são referências bibliográficas do manifesto encontrado na seção Reflexão.
DÍAZ, A. P. Educação Ambiental Como Projeto. Porto Alegre: ARTMED, 2002.
CAPRA, Fritjof. As Conexões Ocultas Ciência Para Uma Vida Sustentável. São Paulo: Cultrix, 2002.
GADOTTI, Moacir. Pedagogia da Terra. São Paulo: Editora Fundação Peirópolis, 2000.
LEFF, Enrique. Saber Ambiental Sustentabilidade Racionalidade Complexidade Poder. Petrópolis: Vozes, 2001.
SCHINKE, Gert. Ecologia Política. Santa Maria: Tchê! Editora, 1986.
SORRENTINO, Marcos. Desenvolvimento Sustentável e Participação, In: LOUREIRO, Carlos Frederico B. et alli (Orgs). Educação Ambiental: repensando o espaço da cidadania. Editora Cortez. São Paulo, SP. p.15-22. 2002.
No. 1 - 30/05/2002 Plantas medicinais |
Nome científico: a)Plantago major L.; b)plantago
media L.; c)plantago lanceolata L.
Família: Plantagináceas
Características: planta
perene que atinge cerca de 10 a 60cm de altura, com a) folhas espessas,
ovais, com pecíolos compridos e em roseta; corola acinzentada e avermelhada; b)
folhas ovais com pecíolos curtos e em roseta, corola branca; c)folhaslanceoladas,
pecíolos delgados, corolas esbranquiçadas;
Utilização: culinária e medicinal
Utilização medicinal: em
forma de chá (infusão)´tem ação expectorante, resolutiva e adstringente, sendo
benéfica para problemas do aparelho respiratório. Atua como depurativa, diurética
e emoliente . O emplastro feito com as folhas facilita a cicatrização,
porém, o sumo só é ativo quando está fresco.
Propagação: sementes.
Fontes:
Demattê, M.E.S.P. e Coan, R.M. Jardins com Plantas Medicinais.
Jaboticabal: FUNEP, 1999.
Reader´s Digest. Segredos e Virtudes das Plantas Medicinais.
Rio de Janeiro: The Reader´s Digest, 1999.
Responsável: SIMMONS,
I.G. Interpreting Nature: cultural constructions of the environment.
London: Routledge, 1993. ( Uma leitura deliciosa, como os textos da
Michèle, a gente viaja e sonha e depois volta e pensa)
DOUGLASS,
Robert W. Forest Recreation. Toronto: Pergamon Press, 1975. <?xml:namespace
prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />
HAMMIT,
William E. and COLE, David. Wildland Recreation: ecology and management.
New York: John Wiley & Sons, 1998.
WILSON,
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Solange T. “Ecoturismo: percepção, valores e conservação da paisagem”, Caderno
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JUNQUEIRA,
Paulo C. et al. Curso de Trilhas de Interpretação da Natureza. Poços
de Caldas: CEPA/ALCOA, 1
Responsável: No. 1 - 25/05/2002 Compartilhando Bibliografia | Veja as sugestões bibliográficas indicadas nesta edição - Colaboração: Solange Guimarães Responsável: Solange T. de Lima GuimarãesTUAN, Yi-Fu. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. São Paulo: DIFEL, 1980, tradução de Lívia de Oliveira.
DEL RIO, Vicente e OLIVEIRA, Lívia (org) Percepção ambiental: a experiência brasileira. São Paulo: Studio Nobel/São Carlos: EDUSFCar, 2a edição, 1999.
SHOCRON, Mónica e WAISMAN, Laura. EducarNos: nuevas propuestas para la educación y la convivencia. Buenos Aires: Lugar Editorial, 2001.
GUIMARÃES, Solange T. de L. e GUIMARÃES, Hamilton C.(ed). OLAM/Percepção Ambiental: a interdisciplinaridade no estudo da paisagem. Rio Claro: Aleph Engenharia & Consultoria Ambiental S/C, 2001.
Responsável: Solange T. de Lima GuimarãesTUAN, Yi-Fu. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. São Paulo: DIFEL, 1980, tradução de Lívia de Oliveira. DEL RIO, Vicente e OLIVEIRA, Lívia (org) Percepção ambiental: a experiência brasileira. São Paulo: Studio Nobel/São Carlos: EDUSFCar, 2a edição, 1999.
SHOCRON, Mónica e WAISMAN, Laura. EducarNos: nuevas propuestas para la educación y la convivencia. Buenos Aires: Lugar Editorial, 2001. GUIMARÃES, Solange T. de L. e GUIMARÃES, Hamilton C.(ed). OLAM/Percepção Ambiental: a interdisciplinaridade no estudo da paisagem. Rio Claro: Aleph Engenharia & Consultoria Ambiental S/C, 2001.
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