ISSN 1678-0701
Número 65, Ano XVII.
Setembro-Novembro/2018.
Números  
Início      Cadastre-se!      Procurar      Submeter artigo      Fazer doação      Contato     Apresentação     Normas de Publicação     Artigos     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Dinâmicas e recursos pedagógicos     Entrevistas     Culinária     Arte e ambiente     Divulgação de Eventos     O que fazer para melhorar o meio ambiente     Sugestões bibliográficas     Educação     Você sabia que...     Plantas medicinais     Contribuições de Convidados/as     Folclore     Práticas de Educação Ambiental     Soluções e Inovações     Ações e projetos inspiradores     Gestão Ambiental     Relatos de Experiências     Notícias
Relatos de Experiências

18/09/2018OBSERVAÇÃO COMPORTAMENTAL DE ELASMOBRÂNQUIOS (GINGLYMOSTOMA CIRRATUM) NO AQUÁRIO PARAÍBA, NORDESTE DO BRASIL  
Link permanente: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=3433 
" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">

OBSERVAÇÃO COMPORTAMENTAL DE ELASMOBRÂNQUIOS (Ginglymostoma cirratum) NO AQUÁRIO PARAÍBA, NORDESTE DO BRASIL


Gil Dutra Furtado1; Emmanuel Carlos Lopes2; Karina Massei3; Patrícia Aguiar de Oliveira4; Dimítri de Araújo Costa5; Francisco de Assis da Silva6; Gabrielle Diniz dos Santos7


1Engenheiro Agrônomo/UFPB (Universidade Federal da Paraíba), Especialista em Psicopedagogia/UNINTER, Mestre em Manejo de Solo e Água/UFPB, Doutor em Psicobiologia/UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), Pós-Doutor em Desenvolvimento e Meio Ambiente/UFPB (PRODEMA), cooperado da COOPAGRO/RN (COOPERATIVA de SERVIÇOS TECNICOS do AGRONEGÓCIO). E-mail: gdfurtado@hotmail.com


2Bacharel em Engenharia Ambiental/UNPB (Faculdade Unida da Paraíba), Sócio cotista da empresa SEA SERVIN – Comércio, Serviços e Projetos Ltda (“Aquário Paraíba”) e da empresa SIG AMBIENTAL Construtora e Projetos Ltda. E-mail: aquarioparaiba@gmail.com


3Bacharel em Ciências Biológicas (Biologia Marinha)/UNISANTA (Universidade Santa Cecília), Especialista em Educação Ambiental/SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial)-PB, Mestre em Estudos Marinhos em Ambientes Costeiros/Universidade do Algarve (Portugal), Doutoranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente/UFPB. E-mail: karina.massei@gmail.com


4Bacharel em Medicina Veterinária/Universidade Federal da Bahia, Especialista em Ciências Ambientais/Faculdades Integradas de Patos, Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente/UFPB, Doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente/UFPB. E-mail: cissa.butterfly@gmail.com


5Bacharel e Licenciado em Ciências Biológicas/UFPB, Mestre em Ecologia e Monitoramento Ambiental/UFPB, Doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente/UFPB. E-mail: costa.researcher@yahoo.com.br


6Bacharel em Ecologia/UFPB, Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente/UFPB, Guarda de Endemias do Ministério da Saúde. E-mail: assismandela@gmail.com


7Bacharel em ecologia; especialista em planejamento urbano e gestão de cidades; Mestra em desenvolvimento e meio ambiente - gabrielledsantos90@gmail.com


RESUMO

Objetivou-se neste estudo registrar os comportamentos mais constantes, dentro de sua área de criação, dos elasmobrânquios Ginglymostoma cirratum, em um aquário marinho de visitação pública. No Oceano Atlântico Oriental, esta espécie habita desde as Ilhas do Cabo Verde até o Gabão, e desde a Carolina do Norte nos EUA até o sul do Brasil no Atlântico ocidental. Este tubarão é um dos mais adaptados em ambiente controlado, uma vez que é encontrada na maioria dos aquários que possuem em exposição elasmobrânquios. O acompanhamento e coleta de dados comportamentais foram realizadas no Aquário Paraíba. Foi desenvolvido um etograma onde foram anotados todos os comportamentos específicos para este trabalho. Estes tubarões possuem um comportamento gregário, onde se observa que os elasmobrânquios sempre estão juntos, mantendo um contato corporal. A observação comportamental em ambiente controlado proporciona uma fonte de conhecimentos que permite compreender o processo adaptativo, contribuindo para que a criação destes e de outros em similar condição possam refletir numa criação com aceitável padrão de bem-estar animal.


Palavras-chave: Cativeiro, Tubarão-lixa, Comportamento animal.



ABSTRACT

The objective of this study was to record the most consistent behavior of the elasmobranch Ginglymostoma cirratum in a marine aquarium of public visitation. In the Eastern Atlantic Ocean, this species inhabits from the Cape Verde Islands to Gabon, and from North Carolina in the USA to southern Brazil in the western Atlantic. This shark is one of the most adapted in controlled environment since it is found in most aquariums that have on display elasmobranchs. The follow-up and collection of behavioral data were performed at the Paraíba Aquarium. An etogram was developed in which all the specific behaviors for this work were noted. These sharks have a gregarious behavior, where it is observed that the elasmobranchs are always together, maintaining a corporal contact. Behavioral observation in a controlled environment provides a source of knowledge that allows us to understand the adaptive process, contributing to the creation of these and others in similar conditions can reflect a creation with an acceptable standard of animal welfare.


Keywords: Captivity, Shark, Animal behavior.


INTRODUÇÃO


Os elasmobrânquios são organismos aquáticos que devido seu comportamento calmo e ser um tubarão comum do litoral brasileiro, chamam muita atenção nos aquários marinhos. Estes são encontrados naturalmente em toda costa oceânica do Brasil. Popularmente, são conhecidos como tubarão-lixa, lambaru ou enfermeiro. Pertence à classe Chondrichthyes, subclasse Elasmobranchii, ordem Orectolobiformes, família Ginglymostomatidae, gênero Ginglymostoma, espécie cirratum (FIGUEIREDO, 1977; MMA, 2008; BARBOUR, 2015).

Esta Subclasse Elasmobranchii, sempre têm de cinco a sete aberturas branquiais separadas. A família Ginglymostomatidae tem barbilhões carnosos e curtos na margem de cada abertura nasal (FIGUEIREDO, 1977).

A espécie Ginglymostoma cirratum habita nos ambientes costeiros, amplamente distribuídos no globo terrestre, sendo que no Atlântico oriental ocorre desde as Ilhas do Cabo Verde até o Gabão, e desde a Carolina do Norte nos EUA até o sul do Brasil no Atlântico ocidental. É também encontrado na costa oeste das Américas, desde o Golfo da Califórnia até o Panamá e Equador (COMPAGNO, 2002; CASTRO, 2000; BARBOUR, 2015).

Esta espécie é uma das mais adaptadas em ambiente controlado, uma vez que é encontrada na maioria dos aquários que possuem em exposição elasmobrânquios. Também foram observados indivíduos se reproduzindo e apresentando sucesso reprodutivo em ambiente controlado (COMPAGNO, 2002; PRATT; CARRIER, 2001; EBERT et al., 2013; CASTRO, 2000).

Levando em conta a importância da educação ambiental que o aquário marinho tem na comunidade, estudos do comportamento do elasmobrânquio Ginglymostoma cirratum com o objetivo de entender o processo de adaptação que ocorre com estes em ambiente de criação artificial são muito importantes e desejáveis (ALCOCK, 2011).

Como as informações de criações destes animais é escassa dentro da literatura nacional, faz-se necessário realizar trabalhos de estudos comportamentais para se entender como ocorre todo o processo de adaptação e criação em aquário marinho. O estudo do comportamento é uma ferramenta de trabalho científico que possibilita o correto registro e entendimento dos sistemas fisiológicos, neurológico e a interação destes refletida nas ações observadas (BRES, 1993; SNOWDON; ELOWSON, 1999).

Seguindo procederes saldáveis de condução da criação destes no seu tanque, as observações são favorecidas, proporcionando uma fonte de rica informação que comporá um rol de dados científicos que contribuirão para a ampliação dos conhecimentos e aprimoramento da lida com estes animais.

Objetivou-se neste estudo registrar os comportamentos mais constantes, dentro de sua área de criação, dos elasmobrânquios Ginglymostoma cirratum, em um aquário marinho de visitação pública.


MATERIAL E MÉTODOS


O acompanhamento e coleta de dados comportamentais foram realizadas no Aquário Paraíba, que tem sua localização na Praia do Seixas, na Rua das Lagostas (Figura 01).


Figura 01. Mapa de localização do Aquário Paraíba, no município de João Pessoa-PB.


A educação ambiental e a conservação in situ e ex situ são alguns dos objetivos propostos pela Empresa Aquário Paraíba, e com sua diversidade de animais marinhos oriundos da própria região da Paraíba, realiza a conscientização da existência de diversos tipos de organismos, favorecendo a população visitante a melhor compreensão destes e consequente preservação, sendo que os tubarões são o objeto do estudo presente.

Os materiais utilizados para a realização deste trabalho foram fichas de anotações etológicas, aparelhos digitais para registros fotográficos e filmagens, papéis para anotações diversas, lápis e canetas (YAMAMOTO; VOLPATO, 2008).

Como primeiro passo foi realizado pesquisas bibliográficas quanto ao comportamento da espécie e informações no próprio aquário quanto a experiências que já possuíam com estes animais. Em seguida foram realizadas observações do ambiente onde são criados/mantidos, anotando os dados inerentes ao período de visitação, alimentação e repouso (GIL, 2002; YAMAMOTO; VOLPATO, 2008).

Para este trabalho foi desenvolvido um etograma onde foram anotados todos os comportamentos específicos para este trabalho. Foram utilizados registros fotográficos em intervalos de cinco em cinco minutos e filmagens para registro de comportamento e posterior avaliação e estudo.

Os indivíduos observados neste trabalho foram quatro tubarões lixa (Ginglymostoma cirratum), sendo estes dois casais, oriundos da própria região costeira.


RESULTADOS E DISCUSSÃO


A criação de tubarões em cativeiro/ambiente controlado é uma responsabilidade muito grande, sendo os aquários marinhos os ambientes mais adequados para este.

O tanque de criação/recinto tem que ter boa oxigenação, boa qualidade de agua, boa alimentação e um acompanhamento constante para que os animais tenham um bom desenvolvimento (BRASIL, 2002).

No Aquário Paraíba, observa-se quatro tubarões, sendo estes dispostos em dois casais. Todos ficam no mesmo tanque/recinto e dividem o mesmo ambiente, proporcionando que o comportamento destes seja a expressão do comportamento adaptativo de cada animal.

Estes possuem um comportamento gregário, onde se observa que os elasmobrânquios sempre estão juntos, mantendo um contato corporal (Figura 02). Estes tubarões apresentam o comportamento de grupo muito forte. Na maior parte do tempo sempre estão próximos um do outro e em contato físico.


Figura 02. Tubarões-lixa (Ginglymostoma cirratum) no Aquário Paraíba. Fonte: os autores.


Este tipo de comportamento e bem conhecido pelos pesquisadores, que pode ser entendido como sendo um comportamento saudável destes animais estudados.

Estes escolheram um determinado ponto do tanque para se estabelecer. Esta escolha de local específico (estratégico) pode ter tido uma motivação de defesa de território, pois observa-se que do ponto escolhido pelo grupo eles, teoricamente, tem uma visão mais abrangente dos que se aproximam do tanque/recinto em que se encontram (BRES, 1993; KREBS; DAVIES, 1996). Outro ponto importante que se teoriza e que o local escolhido deixa-os mais distante da incidência da luz direta, que pode incidir no tanque/recinto durante um período do dia.

Observa-se também que estes possuem um comportamento de patrulha dentro do tanque. Dentre eles, um realiza deslocamento circular (seguindo a geografia do tanque onde se encontram), sendo este deslocamento em maior porcentagem em sentido horário. Este comportamento demonstra que eles reconhecem o território onde se encontram e que distribuem atividades entre eles, pois esta patrulha é realizada não por um animal especifico, mas por todos do grupo.

Estes comportamentos demonstram que eles conseguem se comunicar e tomar decisões, demonstrando certo nível de atividades neurológicas de organização e sociabilização.

Estes animais possuem apêndices sob suas cabeças/abaixo de seus focinhos (barbilhões/vibrissas) que podem ser utilizadas para a localização de alimentos e provavelmente de captação e interpretação de outros estímulos que lhes sirvam de comunicação.

Durante as observações estes animais demonstraram que distinguem sons distintos e a aproximação de grupos específicos, como grupos de crianças.

Segundo a bibliografia registra, estes animais demonstram mais atividade física durante o período noturno, fato confirmado pelo próprio aquário (BRES, 1993).

Outro período onde se observa grande agitação entre eles é antes/durante a sessão de alimentação, momento este em que os tratadores do aquário administram alimento aos animais presentes no recinto. Esta alimentação é baseada num programa nutricional elaborado pelo Aquário, baseado em orientações de profissionais como o biólogo e o Veterinário, procurando proporcionar uma alimentação similar ao que os tubarões desta espécie consomem, quando em ambiente natural (peixes, moluscos e crustáceos).


CONCLUSÃO


A observação comportamental destes elasmobrânquios criados sob cuidados humanos - em cativeiro/ambiente controlado - proporciona uma fonte de conhecimentos que permite compreender o processo adaptativo, contribuindo para que a criação destes e de outros em similar condição possam refletir numa criação com aceitável padrão de bem-estar animal.

Todos os comportamentos aqui transcritos demonstram que estes animais estão bem adaptados ao ambiente atual.


ANEXO:


Modelo de Etograma.


Etograma de observação realizada em um período no Aquário Martinho da Praia da Penha.

ANIMAL: Tubarão lixa (Ginglymostoma cirratum)

LOCAL: AQUÁRIO PARAIBA

DATA: 07/05

HORÁRIO DE OBSERVAÇÃO: Inicial: 11:30 horas – Final: 12:35 horas

DADOS AMBIENTAIS: Temp. da água 28ºC

RESPONSÁVEL: GIL DUTRA FURTADO


IMAGEM

TEMPO (em minutos)

Discriminação

00’

Os tubarões lixa (Ginglymostoma cirratum) tem o comportamento de grupo muito forte. Na maior parte do tempo sempre estão próximos um do outro e em contato físico.

05’

Observa-se que pequenas mudanças ocorrem entre o estar tocando acima dos demais ou abaixo dos demais. O maior toque se observa é o das partes frontais, cabeça com cabeça.

10’

Em intervalos irregulares, um dos animais se desloca pelo tanque, geralmente no sentido horário e retorna para perto dos demais do grupo.

15’

Não se observa comportamento agonístico entre estes.

20’

No tanque existem duas rêmoras que em ambientes naturais são bem comuns, tendo uma convivência pacífica entre os elasmobrânquios e estes. Nestas observações registra-se que o comportamento dos tubarões são distintos quanto a presença destes peixes.

25’

Em grupo os tubarões realizam deslocamentos de áreas, porém sempre mantendo a posição geográfica dentro do tanque.

30’

Pequenos deslocamentos dos tubarões dentro do tanque.

35’

Pequenas mudanças entre o estar tocando acima ou abaixo dos demais tubarões.

40’

Pequenas mudanças entre o estar tocando acima ou abaixo dos demais tubarões.

45’

Pequenas mudanças entre o estar tocando acima ou abaixo dos demais tubarões.

50’

Observa-se mudanças entre o estado de inatividade e deslocamento entre os tubarões.

55’

Nova mudanças na ordem de localização entre o grupo. Pequeno deslocamento dos tubarões.

60’

Mudança da localização do grupo de tubarões no tanque.

65’

No geral o comportamento que realizam está disposto em pequenos deslocamentos, e alteração entre os constantes pontos de toques corporais deles.



AGRADECIMENTOS


Agradecemos à Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA), como também ao Laboratório de Ecologia Aquática (LABEA) pelas pesquisas desenvolvidas e apoio científico. G.D.F. agradece à bolsa de pós-doutorado fornecido pelo Programa Nacional de Pós-Doutorado (PNPD/CAPES). K.M. e D.A.C. agradecem pela bolsa de doutorado fornecida pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (FAPESQ) em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Agradecemos especialmente à empresa de entretenimento “Aquário Paraíba” pelo espaço científico concedido.


REFERÊNCIAS


ALCOCK, J. Comportamento Animal: uma abordagem evolutiva. 9 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.


BARBOUR, M. 2015. "Ginglymostoma cirratum" (On-line), Animal Diversity Web. Accessed April 25, 2018 at http://animaldiversity.org/accounts/Ginglymostoma_cirratum/.


BRASIL. Instrução Normativa Nº 04, de 04 de março de 2002. Para a obtenção do registro de jardins zoológicos públicos ou privados, consoante com o disposto no Art. 2º da Lei nº 7.173, de 14 de dezembro de 1.983, deverá ser cumprido o disposto nesta Instrução Normativa.


BRES, M. The behaviour of sharks. Reviews in Fish Biology and Fisheries. 3: 133-159, 1993.


CASTRO, J. 2000. The biology of the nurse shark, Ginglymostoma cirratum, off the Florida east coast and the Bahama Islands. Environmental Biology of Fishes, 58/1: 1-22.


COMPAGNO, L. J. V. Sharks of the world. An annotated and illustrated catalogue of shark species known to date.Volume 2. Bullhead, mackerel and carpet sharks (Heterodontiformes, Lamniformes and Orectolobiformes). FAO Species Catalogue for Fishery Purposes. 1, (2). Rome, FAO. 2002. 269p.


EBERT, D. A.; FOWLER, S.; COMPAGNO, L. Sharks of the World: a Fully Illustrated Guide. Plympton St. Maurice: Wild Nature Press, 2013.


GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002


FIGUEIREDO, J. L. Manual de Peixes Marinhos do Sudeste do Brasil: I: Introdução - Cações, Raias e Quimeras. São Paulo: Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, 1977.


KREBS, J.R.; DAVIES, N.B. Introdução à Ecologia Comportamental. São Paulo: Atheneu, 1996.


MMA. Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. Biodiversidade, 19. v. 2. 2008. 1420p.


PRATT Jr., H. L.; CARRIER, J. C. A review of elasmobranch reproductive behavior with a case study on the nurse shark, Ginglymostoma cirratum. Environmental Biology of Fishes, 60/1-3: 157-188, 2001.


SNOWDON, C. T.; ELOWSON, A. M. Pygmy marmosets alter call structure when paired. Ethology, 105: 893-908, 1999.


YAMAMOTO, M. E.; VOLPATO, G. L. Comportamento animal. 2ª edição. Natal: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2008.




" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">
 
Início      Cadastre-se!      Procurar      Submeter artigo      Fazer doação      Contato     Apresentação     Normas de Publicação     Artigos     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Dinâmicas e recursos pedagógicos     Entrevistas     Culinária     Arte e ambiente     Divulgação de Eventos     O que fazer para melhorar o meio ambiente     Sugestões bibliográficas     Educação     Você sabia que...     Plantas medicinais     Contribuições de Convidados/as     Folclore     Práticas de Educação Ambiental     Soluções e Inovações     Ações e projetos inspiradores     Gestão Ambiental     Relatos de Experiências     Notícias