ISSN 1678-0701
Número 65, Ano XVII.
Setembro-Novembro/2018.
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Relatos de Experiências

18/09/2018DESENVOLVIMENTO DE UMA PEÇA MUSICAL EDUCATIVA SOBRE PROFILAXIA DE PARASITOSES PARA CRIANÇAS DA ESCOLA ESTADUAL DEUS UNIVERSO E VIRTUDE EM PASSOS – MG.  
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DESENVOLVIMENTO DE UMA PEÇA MUSICAL EDUCATIVA SOBRE PROFILAXIA DE PARASITOSES PARA CRIANÇAS DA ESCOLA ESTADUAL DEUS UNIVERSO E VIRTUDE EM PASSOS – MG



Ana Paula Lopes1

Caio Batista Santana1

Catiane Rosa da Silva Damasceno1

Célio de Oliveira Júnior1

Daniel Oliveira Santos1

Dayane de Aquino Cipriano1

Gustavo Fernandes da Silva1

Maryana Sousa Tomas Pereira1

Rafael Silva Brito1

Sigê Geraldo de Almeida Neto1

Thiago Rangel Xavier1

José de Paula Silva2



1 Acadêmicos de Medicina – UEMG

2 Professor de Parasitologia – UEMG Passos

Email: jose.paula@gmail.com

RESUMO: Parasitoses são, consideravelmente, um problema para a saúde pública principalmente nos países subdesenvolvidos. Um importante ponto a se considerar é que simples medidas e bons hábitos de higiene pessoal e alimentar podem ajudar na prevenção. Em crianças, a preocupação maior concerne na curiosidade e no comportamento inerentes a elas que, muitas vezes, favorecem práticas que facilitam a contaminação. Para além disso, algumas parasitoses podem comprometer o bom desenvolvimento infantil, uma vez que afetam a fisiologia nutricional e, por consequência, prejudicando a integridade física e intelectual desses indivíduos. Com o intuito de orientar e esclarecer a essa faixa etária sobre a importância de bons hábitos de higiene; cuidados na alimentação; vestuário e também sobre papéis profiláticos que elas podem exercer dentro dos ambientes que frequentam, o presente projeto visou, de forma lúdica, transmitir, em uma linguagem objetiva e clara, as principais manifestações clínicas das parasitoses comuns à faixa etária em questão, bem como as medidas profiláticas que cabem à elas exercer. Diante do que foi elaborado, em forma de uma brincadeira de perguntas e respostas, pôde-se notar que as crianças conseguiram fixar as informações transmitidas, e foram capazes de discutir entre si as medidas profiláticas e a importância da vigilância, por parte delas, dos bons hábitos de higiene pessoal, bem como o cuidado na alimentação. Com isso, pode-se dizer que o presente projeto atingiu com completude, seus objetivos.

PALAVRAS-CHAVE: Parasitologia; Saúde ambiental; Promoção de Saúde

ABSTRACT: Parasitoses are considerably a problem for public health, especially in underdeveloped countries. An important point to consider is that simple measures and good personal and food hygiene habits can help with prevention. In children, the major concern is the curiosity and behavior inherent in them, which often favor practices that facilitate contamination. In addition, some parasitic diseases can compromise good child development, since they affect nutritional physiology and, consequently, impair the physical and intellectual integrity of these individuals. In order to guide and clarify this age group about the importance of good hygiene habits; care in food; clothing and also on prophylactic roles that they can exercise within the environments they attend, the present project aimed, in a playful way, to transmit, in an objective and clear language, the main clinical manifestations of the parasitoses common to the age group in question, as well as the prophylactic measures that they have to exercise. In the face of what was elaborated in the form of a question-and-answer game, it was noted that the children were able to fix the information transmitted and were able to discuss prophylactic measures among themselves and the importance of their vigilance of good habits of personal hygiene as well as care in food. With this, it can be said that the present project reached with completeness, its objectives.

KEYWORDS: Parasitology; Environmental Health; Health Promotion



1. INTRODUÇÃO

As parasitoses intestinais estão intimamente relacionadas às condições sanitárias e representam um importante problema de saúde pública nos países subdesenvolvidos. As crianças são as mais acometidas e a prevalência de parasitas intestinais pode levar ao déficit nutricional prejudicando o crescimento infantil (GURGEL et al., 2005).

Os ambientes educacionais são onde as crianças provaram ser mais suscetíveis à aquisição de parasitas intestinais (GONÇALVES et al., 2011). A ocorrência dessas parasitoses em crianças em idade escolar tem sido associada a fatores como a aglomeração e contato muito próximo com outras pessoas, hábitos que facilitam a disseminação de doenças, como levar as mãos e objetos à boca, incontinência fecal e falta de higiene das mãos (PEDRAZA; QUEIROZ; SALES, 2014).

A ocorrência de parasitoses intestinais nessa faixa consiste em um fator agravante da subnutrição, podendo levar à morbidade nutricional, geralmente acompanhada da diarreia crônica. Esses fatores refletem diretamente no rendimento escolar, gerando consequências como a incapacitação física e intelectual dos indivíduos parasitados, sendo essas doenças consideradas como uma das principais causas mundiais de atraso no desenvolvimento físico e intelectual (FONSECA et al., 2010; MACEDO, 2005).

A sintomatologia, no entanto, pode variar de leve a grave. Nos quadros leves, as manifestações podem ser inespecíficas, como anorexia, irritabilidade, distúrbios do sono, vômitos ocasionais, náuseas e diarréia. Quadros mais graves são mais comuns em pacientes desnutridos e imunodeprimidos. É importante, portanto, lembrar que antes de iniciar o tratamento, deve-se realizar exames para o diagnóstico correto do parasita em questão (ROQUE et al., 2005).

Em relação à prevalência, um estudo multicêntrico realizado em escolares de 7 a 14 anos, cobrindo 10 estados brasileiros, constatou que 55,3% dos estudantes foram diagnosticados com algum tipo de parasitose sendo que a ascaridíase, tricuríase e a giardíase apresentaram uma distribuição mais homogênea, confirmando que as parasitoses intestinais ainda se encontram bastante disseminadas e com alta prevalência em nosso país (ROCHA et al., 2000).

Outro dado que corrobora com essa alta prevalência de parasitoses infantil no Brasil é o de Paggoti (2013). Segundo o mesmo, no Brasil, em algumas regiões, a prevalência de enteroparasitoses em crianças chega a acometer 61% da população.

Tendo em vista o alto índice de parasitoses intestinais em crianças em idade escolar, uma forma de prevenção é a conscientização desse grupo. A ludicidade, então, configura-se como uma ferramenta de entretenimento focada no aprendizado e conscientização. Por meio dela as crianças têm a possibilidade de desenvolver importantes potenciais, como a atenção, a reflexão, a descoberta e a memória, construindo sua identidade e autonomia (SALOMÃO et al., 2007).

A metodologia lúdica facilita a interpretação e assimilação daquilo que está sendo ensinado, possibilitando a construção do conhecimento e proporcionando o uso desse aprendizado para o resto da vida. Nesse sentido, a utilização de jogos e brincadeiras é uma estratégia ímpar na educação em saúde, pois prendem a atenção e despertam a curiosidade e o interesse em aprender o que está sendo transmitido, facilitando o entendimento e a adesão de hábitos saudáveis (SOUZA et al., 2010).

A relevância da temática do projeto se dá pela elevada prevalência de parasitoses nas crianças em idade escolar, especialmente se comparadas as outras faixas etárias. Dessa forma faz-se essencial uma abordagem lúdica e didática a respeito das medidas profiláticas para essa população, de forma que esse conhecimento seja passado pelas crianças tanto para suas famílias, quanto à própria comunidade em que habitam.

Em suma, almejou-se com este projeto transmitir às crianças em idade escolar, de forma lúdica e divertida, informações essenciais, bem como formas de se prevenir parasitoses comuns à faixa etária alvo. Mais especificamente, realizou-se uma peça de teatro musical apresentando formas de transmissão e prevenção de parasitoses junto aos escolares matriculados na Escola Estadual Deus, Universo e Virtude.

2. MATERIAIS E MÉTODOS

Para a elaboração da atividade de extensão em comunidade, foi realizada uma peça de teatro, tendo como local de apresentação a Escola Estadual Deus, Universo e Virtude. O teatro objetivou relacionar as parasitoses mais incidentes na comunidade escolar com as medidas profiláticas que poderiam ser tomadas para redução das doenças parasitarias.

O planejamento inicial foi efetuado utilizando-se a estratégia 5W2H como suporte, já que é uma forma simplificada de se definir ações propostas e agentes, situando-as no tempo (MEIRA, 2003). Assim, o plano de ação foi elaborado com o emprego dessa ferramenta.

Dessa forma, confeccionou-se um roteiro para o teatro, utilizando-se palavras simples e de fácil compreensão; fantasias para os personagens, com materiais recicláveis como caixas de papelão (sabão e chinelo), além de cartolinas, folhas EVA, cola, tesoura, canetinhas e tinta para fabricação das fantasias e caracterização dos intérpretes; músicas relacionadas com a transmissão e profilaxia de parasitoses direcionadas ao público infantil de seis a 07 anos, sendo estes do primeiro e segundo ano do Ensino Fundamental. Assim como, foram elaboradas cinco perguntas com respostas objetivas, sim ou não, para serem feitas ao final da atividade teatral e assim, observar se o conteúdo abordado foi compreendido pelo público infantil.

E para o bom entendimento dos alunos e logística da atividade, as crianças foram divididas em dois grupos e a apresentação teatral realizada duas vezes, sendo a peça e a atividade idêntica para ambos os grupos.

O teatro apresentou uma finalidade educativa e englobou várias situações nas quais foram simulados episódios de transmissão e as principais medidas preventivas de infecções parasitárias intestinais. Utilizou-se uma apresentação atrativa e lúdica, com vários personagens, entre eles uma criança que tinha maus hábitos de higiene, a presença do parasito, o médico que representava um super-herói, além de personagens como o sabão, a água e o chinelo que contribuíam para a profilaxia da parasitose.

Como meta de ensino, foram escolhidos os hábitos de saúde relacionados com a prevenção das parasitoses intestinais: higienização correta das mãos, lavagem dos alimentos e uso de calçados. Neste contexto, a proposta didática teve um caráter fortemente lúdico, aliando o conteúdo cômico e divertido da peça teatral à seriedade da importância da realização das medidas profiláticas, buscando, dessa forma, o enfoque educacional.

3. RESULTADOS

O teatro apresentado para as crianças do 1º e 2º anos do ensino fundamental da Escola Estadual Deus, Universo e Virtude, em Passos-MG, abordou em seu roteiro tópicos sobre a prevenção e profilaxia contra as parasitoses mais prevalentes no Brasil e região, de acordo com levantamento da Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade (2009) (Tabela 01) de forma lúdica, no formato de canções e representações chamativas.



Tabela 01 – Meios de prevenção e profilaxia citados durante a apresentação.

Profilaxia / Prevenção

Parasitoses mais relevantes associadas

Lavar as mãos antes das refeições

Ascaris lumbricoides, Giardia lamblia, Trichuris trichiura, Ancylostomas duodenale

Lavar as mãos após utilizar o banheiro

Ascaris lumbricoides, Giardia lamblia, Trichuris trichiura, Ancylostomas duodenale

Sempre utilizar calçado

Ancylostomas duodenale

Higienização adequada de alimentos antes do consumo

Ascaris lumbricoides, Giardia lamblia, Trichuris trichiura, Ancylostomas duodenale

Fonte: Elaborado pelos autores.



As representações cômicas e por vezes exageradas de algumas cenas foram bem recebidas pelas crianças, que reagiam com risadas altas e comentários com os colegas. As canções compostas são de fácil associação e identificação, com versos como: “Eu sou o parasita, Sou um cara muito mal, Quero entrar na sua vida E você não vai ficar legal!”.

A interação dos alunos com o enredo do teatro e com as músicas foi notável, principalmente nos momentos em que participavam ativamente do desenrolar, com tentativas de proteger a personagem principal, Mariazinha, das investidas do parasita não percebidas por ela. Durante a apresentação, os próprios atores instigavam a curiosidade dos alunos, com o intuito de perceber se a mensagem estava sendo transmitida efetivamente, por meio de interlocução constante com eles, que respondiam com clareza e animação as perguntas que lhes eram dirigidas.

Quando a apresentação foi encerrada, foi aberto espaço para que os alunos pudessem tirar suas dúvidas e comentar aspectos de seu cotidiano que se associassem com aquilo que foi representado, onde foram relatados alguns maus hábitos de higiene, tais como higienização inadequada dos alimentos e o costume de andar descalço. Sendo assim, os estudantes concluíram suas falas dizendo que iriam incorporar os novos conhecimentos que o teatro proporcionou em seu dia-a-dia.

Ao final da atividade, com o intuito de fixar ainda mais o conteúdo repassado, foram realizadas perguntas com resposta “sim” ou “não”, por meio de uma pequena brincadeira que promoveu, entre eles, diálogos e interação que objetivaram o esclarecimento de possíveis dúvidas. As perguntas e quantidades de crianças que responderam corretamente estão associados na Tabela 02. Apesar de erros pontuais, o resultado final foi satisfatório, já que o aproveitamento foi visível e ao fim as crianças demonstravam ter compreendido o intuito do projeto e, aquelas que demonstravam dúvidas, foram esclarecidas pelos próprios colegas de classe.

Tabela 02 – Relação perguntas-acertos.

Pergunta

Crianças do 1º ano (n=31)

Crianças do 2º ano (n=35)

Devemos lavar as mãos antes de comer?

31

35

Depois de fazer xixi e cocô devemos lavar as mãos?

31

35

Podemos comer alimentos que caíram no chão?

26

34

Precisamos lavar as mãos depois de brincarmos com cachorros e gatos?

31

35

Podemos comer frutas e verduras sem lavá-las muito bem?

31

35

Fonte: Elaborado pelos autores.



O teatro, como exposto por Freitas e Gonçalves (2018), para além de entreter e divertir, é capaz de possibilitar ações educativas e reflexivas. Ainda, há estudos que apontam que o uso do lúdico, por auxiliar no interesse e na aproximação com aqueles para quem se deseja repassar informação, é a melhor forma de transmissão de conhecimentos (REIS, GUERRA e BRAGA, 2006). Esses fatos puderam ser observados durante a performance realizada, de forma que é possível afirmar que o objetivo principal do projeto foi alcançado.

4. CONCLUSÃO

Por intermédio desse projeto de extensão na comunidade, conseguimos visualizar como ocorre a inter-relação entre saúde e população. Dessa forma, com a meta de levar conhecimento às crianças sobre medidas gerais de prevenção de parasitoses, observamos que houve grande interesse desse público, pois, participaram ativamente da atividade lúdica executada.

Diante disso, constatou-se, também, que a brincadeira de ‘’sim ou não’’ proposta ao término da apresentação do teatro mostrou-nos o quão importante fora o projeto, uma vez que todos alunos envolvidos discutiram as perguntas realizadas promovendo entre eles, o diálogo e a orientação acerca do tema. Portanto, pode-se afirmar que, indubitavelmente, a atividade citada proporcionou, naquele momento, uma profunda reflexão nas crianças em relação às medidas preventivas de parasitoses, bem como conhecimento para levarem consigo no curso da vida e disseminaram os conteúdos aprendidos tanto para suas respectivas famílias e nas comunidades em que vivem.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FONSECA, E.O.L.; TEIXEIRA, M.G.; BARRETO, M.L.; CARMO, E.H.; COSTA, M.C.N. Prevalência e fatores associados às geo-helmintíases em crianças residentes em municípios com baixo IDH no Norte e Nordeste brasileiros. Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, v. 26, n. 1, p. 143-52, 2010.

GONÇALVES, A.L.R.; BELIZÁRIO, T.L.; PIMENTEL, J.B.; PENATTI, M.P.A.; PEDROSO, R.S. Prevalence of intestinal parasites in preschool children in the region of Uberlândia, State of Minas Gerais, Brazil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Uberaba, v. 44, n. 2, p. 191-3, 2011.

GURGEL, R.Q., SILVA, A.M., OLIVEIRA, R.C.V. Creche: ambiente expositor ou protetor nas infecções por parasitas intestinais em Aracaju, SE. Revista Brasileira de Medicina Tropical, v.38, p.267-269, 2005.

MACEDO, H. S. Prevalência de parasitos e comensais intestinais em crianças de escolas da rede pública municipal de Paracatu (MG). Revista Brasileira de Análises Clínicas, v. 37, n.4, p. 209-213, 2005.

MEIRA, R. C. As ferramentas para a melhoria da qualidade. Porto Alegre: SEBRAE, 2003.

PAGOTTI, R.E. Prevalência de enteroparasitas na área de abrangência de uma unidade de saúde de família no município de Ribeirão Preto – SP. 2013. 103 folhas. Dissertação (Mestrado em Ciências), Universidade de São Paulo, 2013.

PEDRAZA, D. F.; QUEIROZ, D.; SALES, M.C. Doenças infecciosas em crianças pré-escolares brasileiras assistidas em creches. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v. 19, n. 2, p. 511-28, 2014.

ROCHA RS, SILVA JG, PEIXOTO SV, CALDEIRA RL, FIRMO JOA, CARVALHO OS, KATZ N. Avaliação da esquistossomose e de outras parasitoses intestinais, em escolares do município de Bambuí, Minas Gerais, Brasil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2000.

ROQUE, F. C., BORGES F. K., SIGNORI L. G. H., CHAZAN M., PIGATTO T., COSER T. A., MEZZARI A., WIEBBELLING A. M. P. Parasitos Intestinais: Prevalência em Escolas da Periferia de Porto Alegre – RS. NewsLab, v. 69, 2005.

SALOMÃO, Hérica Aparecida Souza, et al. A importância do lúdico na educação infantil: enfocando a brincadeira e as situações de ensino não direcionado, 2007. Disponível em: http://www.psicologia.pt/artigos/. Acesso em: 28 de junho de 2018.

SOUZA, M. M. A., et al. A inserção do lúdico em atividades de educação em saúde na creche-escola Casa da Criança, em Petrolina – PE. REVASF, v. 1, n. 1, p. 39 – 49, 2010.





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