ISSN 1678-0701
Número 65, Ano XVII.
Setembro-Novembro/2018.
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Relatos de Experiências

18/09/2018DIAGNOSTICO AMBIENTAL DAS CONDIÇÕES BIOLOGICAS DE AMBIENTES AQUÁTICOS PROXIMOS DA BR 316 NO ESTADO DE ALAGOAS.  
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DIAGNOSTICO AMBIENTAL DA BR 316

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DAS CONDIÇÕES BIOLÓGICAS DE AMBIENTES AQUÁTICOS PRÓXIMOS DA BR 316 NO ESTADO DE ALAGOAS



Randolpho Savio de Araújo Marinho1;Sergio Costa de mello2; Gil Dutra Furtado3



1 Mestre no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente, Universidade Federal da Paraíba, Campus I, CEP 58051-900. João Pessoa, PB, Brasil. E-mail: rando28br@gmail.com

2 Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente, Universidade Federal da Paraíba, Campus I, CEP 58051-900. João Pessoa, PB, Brasil. E-mail: ser1biologo@gmail.com

3 Engenheiro Agrônomo/UFPB, Especialista em Psicopedagogia/UNINTER, Mestre em Manejo de Solo e Água/UFPB, Doutor em Psicobiologia/UFRN, Pós-Doutor em Desenvolvimento e Meio Ambiente/UFPB, Professor Colaborador do PRODEMA/UFPB. Email: gdfurtado@hotmail.com



RESUMO

Flutuações na composição de espécies de fitoplancton podem afetar diversos níveis tróficos, uma vez que esta comunidade aquática é a base de todo um ciclo alimentar existente em determinado ambiente aquático. Este estudo tem como objetivo realizar um diagnóstico das condições biologicas de diversos ambientes aquáticos que margeiam a BR-316-AL. O diagnóstico ambiental se refere ao trecho da BR-316 AL, subtrecho situado entre o entroncamento com a BR – 423(Carié), e o entroncamento com a PE – 345(próximo a divisa AL\PE), no município de Inajá, com aproximadamente 63 quilômetros de extensão total. Para o levantamento da composição do fitoplancton foram realizadas coletas de campo em 14 pontos, entre eles, rios, riachos, lagoas e açudes, distribuídos ao longo das margens da BR- 316/AL, com a finalidade de elaborar uma lista das espécies encontradas nestes ambientes. De acordo com as analises feitas, foram encontrados 37 gêneros diferentes entre os 14 pontos amostrados, com uma maior presença de Bacylariophyceae ( 17 generos), seguido de Clorophyceae ( 11 generos ), Cyanophyceae (6 generos), Euglenophyceae ( 3 generos ) e uma ocorrência de um protozoário ( Ameba). Podemos concluir que os pontos 1 e 9 são os ambientes mais bem estabilizados, e com boa qualidade de água



ABSTRACT

Fluctuations in the composition of phytoplankton species may affect several trophic levels, since this aquatic community is the basis of an entire food cycle in a given aquatic environment. This study aims to perform a diagnosis of the biological conditions of several aquatic environments bordering BR-316-AL. The environmental diagnosis refers to the section of BR-316 AL, sub-junction located between the junction with BR-423 (Carié), and the junction with the PE-345 (near the border AL \ PE), in the municipality of Inajá, with approximately 63 kilometers in total length. For the survey of the composition of the phytoplankton, field samples were collected at 14 points, including rivers, streams, ponds and dams, distributed along the banks of BR-316 / AL, in order to compile a list of the species found in these environments. According to the analyzes, 37 different genera were found among the 14 sites sampled, with a higher presence of Bacylariophyceae (17 genera), followed by Clorophyceae (11 genera), Cyanophyceae (6 genera), Euglenophyceae (3 genera) occurrence of a protozoan (Ameba). We can conclude that points 1 and 9 are the best stabilized environments with good water quality.





  1. INTRODUÇÃO



A importância de lagos, rios, lagoas para a humanidade é verificada, historicamente, a partir da constatação da preferência de áreas próximas a estes ambientes para o povoamento e desenvolvimento de grandes cidades do mundo.

Ao mesmo tempo em que a diversidade física e a produtividade biológica são características importantes destes sistemas, também é reconhecida a sua fragilidade frente as agressões antrópicas típicas de grandes centros urbanos, como, despejos de efluentes, captação de água para abastecimento, irrigação, pesca, etc. ( FRAGOSO JR. ET AL. 2009; CHAPRA,1997;).

Estas explorações podem afetar fortemente a comunidade biológica, a diversidade da fauna ameaçada de extinção, bem como alterar padrões de qualidade de água chegando a prejudicar ou inviabilizar os usos desta mesma água para abastecimento, recreação e irrigação.

Nesse sentido, é necessário um esforço de otimização entre as aptidões do meio ambiente e a exploração humana através de uma gestão racional (GOMES,2004), onde toda a interferência externa, assim como o comportamento hidrodinamico, químico e biológicos dentro do sistema sejam cuidadosamente estudados, observados e monitorados com continuidade para evitar o desequilíbrio ambiental nesses corpos d’água

Esses ecossistemas são habitados, em uma grande proporção, por microorganismos chamados de fitoplancton (algas). Flutuações na composição de espécies de fitoplancton podem afetar diversos níveis tróficos, uma vez que esta comunidade aquática é a base de todo um ciclo alimentar existente em determinado ambiente aquático. (FISCHER 1995). Além disso, o intenso crescimento de algas pode afetar os padrões de qualidade de água para o consumo.

Outro fato importante relacionado ao crescimento algal, é o fenômeno da eutrofização de rios, lagos e reservatórios. A eutrofização é o processo pelo qual as águas de determinado ambiente aquático, se enriquecem de nutrientes minerais e orgânicos, provocando uma proliferação de algas, e desse modo, por falta de oxigênio, dificultando a vida animal.

Este fenômeno está, relacionado frequentemente, associado com a abundância de biomassa fitoplanctonica, resultando em um aumento na turbidez da água e um rápido declínio de macrofitas aquáticas submergentes (

.Portanto, fica claro que muitas mudanças ecológicas em diversos ecossistemas aquáticos estão relacionadas com mudanças na população de fitoplancton.(SPERLING,1996)

Por esse motivo faz-se necessário realizar um diagnostico ambiental das condições biológicas de diversos ambientes aquáticos que margeiam a BR-316 em Alagoas, a fim de determinar quais as espécies de algas existentes nestes ambientes.

2. OBJETIVO GERAL

  • Este estudo tem como objetivo realizar um diagnóstico das condições biologicas de diversos ambientes aquáticos que margeiam a BR-316 procurando atender o Termo de Referência fornecido pelo órgão ambiental – IBAMA.



3. METODOLOGIA

3.1. Área de estudo



O diagnóstico ambiental se refere ao trecho da BR-316 AL, subtrecho situado entre o entroncamento com a BR – 423(Carié), e o entroncamento com a PE – 345(próximo a divisa AL\PE), no município de Inajá, com aproximadamente 63 quilômetros de extensão total. (Figura 1)

A área encontra-se inserida na Mesorregião do Sertão Alagoano e na Microrregião Serrana do Sertão Alagoano, predominantemente na Folha Delmiro Gouveia (SC.24-X-C-III) e, parcialmente, na Folha Santana do Ipanema (SC.24-X-D-I), ambas na escala 1:100.000, editadas pelo MINTER/SUDENE em 1996. A área que será objeto da intervenção avança até o seu limite noroeste com o estado de Pernambuco, tendo como município fronteiriço Inajá. A mesma apresenta Canapi, Mata Grande, Inajá e o distrito de Curie, como municípios que sofre a sua influência mais direta.

Figura 1. Localização dos municípios de Inajá e Mata Grande-AL,com os ambientes que margeiam a BR 316.



3.2. Composição Fitoplanctonica

Para o levantamento da composição do fitoplancton foram realizadas coletas de campo em 14 pontos, entre eles, rios, riachos, lagoas e açudes, distribuídos ao longo das margens da BR- 316/AL, com a finalidade de elaborar uma lista das espécies encontradas nestes ambientes.

Posteriormente, as amostras da água coletadas foram trazidas para a Consultoria Ambiental de João Pessoa, e conservadas em freezer, a fim de preservar as espécies ali presentes, para análise.

As análises do fitoplancton, foi realizada com a ajuda de um microscópio ótico com luz direta equipado com objetivas de 4, 10, 40 (retrátil) e de 100X (retrátil e de imersão), da marca Tainin, onde foram feitas 3 lâminas de cada ponto. Para uma melhor identificação, foi acoplada uma câmera fotográfica a um computador, para que fossem registradas as espécies presentes na água.

A identificação foi feita com base nas características morfológicas das células e das suas formas de organização em cadeias e/ou colônias, baseando-se na literatura especializada (Bicudo, 1970; Bourrelly, 1972; 1982; 1985), considerando também as informações sobre a ecologia e distribuição dos taxa identificados.

4. RESULTADOS

De acordo com as análises feitas, foram encontrados 37 gêneros diferentes entre os 14 pontos amostrados, com uma maior presença de Bacylariophyceae ( 17 generos), seguido de Clorophyceae ( 11 generos ), Cyanophyceae (6 generos), Euglenophyceae ( 3 generos ) e uma ocorrência de um protozoário ( Ameba).

De todas as microalgas encontradas, apenas a Clorophyceae da espécie Chlorella vulgaris esteve presente em todas as amostras, seguida da Cyanophyceae Oscilatória sp. (Tab. 1) ( Fig. 2)

Tabela. 1. Lista das espécies encontradas nos 14 ambientes próximos a BR 316;AL

 

P1

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P12

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P14

BACYLARIOPHYCEAE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Achnantes sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

X

 

 

 

 

X

Amphora sp.

 

 

 

 

 

X

X

 

 

 

 

 

 

X

Ciclotella sp.

 

X

X

X

X

 

 

 

X

 

 

 

 

 

Coconneis sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

X

Cosmarium sp.

X

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cymbella sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diatoma sp.

X

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Frustulia sp.

 

 

X

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gyrosigma sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

X

Mastogloia sp.

X

X

 

 

X

X

X

 

X

 

 

X

 

X

Melosira sp.

X

 

 

X

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Navicula sp.

X

 

 

 

X

X

X

 

 

 

X

X

X

X

Nitzchia sp.

X

 

 

 

 

X

 

 

 

 

 

 

 

 

Pinnullaria sp.

X

 

 

 

X

X

X

 

X

 

X

X

 

X

Pleurosigma sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Surirella sp.

 

 

 

 

 

X

 

 

 

 

 

 

 

 

Synedra sp.

X

 

 

 

 

X

 

 

 

 

X

 

 

 

CLOROPHYCEAE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ankistrodesmus sp.

 

 

 

 

X

X

 

 

X

X

 

 

 

 

Chlorella vulgaris

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

Chroococcus sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

X

 

 

 

Closterium sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

X

X

 

 

 

X

Kinercheriella sp.

X

 

 

X

X

 

 

 

X

 

X

 

 

 

Pediastrum sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

X

 

 

 

 

 

Scenedesmus sp.

X

X

 

X

 

 

 

 

X

X

 

 

 

 

Selenastrum sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Syrogira sp.

 

X

 

 

X

 

X

 

 

 

X

 

 

 

Tetraedron sp.

X

 

 

 

 

 

 

 

X

 

 

 

 

 

Treubaria sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CYANOPHYCEAE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cilindrospermopsis sp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

X

 

 

 

Merimospedia sp.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

X

 

 

 

 

Microcistis sp

X

X

X

X

X

X

 

X

X

X

X

X

 

X

Nostoc sp.

 

 

 

 

 

 

X

 

 

 

 

 

 

 

Oscilatoria sp.

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

 

 

Spirulina sp.

X

 

 

 

 

 

 

 

 

 

X

 

 

 

EUGLENOPHYCEAE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Phacus sp.

X

X

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trachelomonas sp.

X

 

X

 

 

X

X

 

X

 

 

 

 

X

Euglena sp.

 

X

 

 

 

 

X

 

 

 

 

 

 

 

PROTOZOARIOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entamoeba sp.

 

 

 

 

X

 

 

 

X

 

 

 

 

 



Sistemas lóticos caracteriza-se por apresentar condições ambientais que estão variando no espaço e no tempo, com maior turbulência e menor transparência da agua, e redução fótica. As comunidades fitoplanctonicas desses sistemas são geralmente perifiticas, sendo pouco comuns as espécies verdadeiramente planctônicas. Portanto, a medida que o ambiente torna-se lentico, a densidade e riqueza de espécies fitoplanctonicas tendem a aumentar.

O crescimento intensivo de microalgas que constituem o fitoplâncton pode gerar fenômenos denominados de florações, algumas delas nocivas ou produtoras de toxinas potentes como algumas cianobactérias, com importantes consequências para a qualidade da água, alterando suas características químicas e o restante do ecossistema aquático (Paerl, 1988; Sandgren, 1988).

As cianóficeas são bem representadas em ambientes lacustres e podem apresentar dominância, especialmente em lagos eutrofizados devido as suas estratégias de sobrevivência. Muitas cianófitas conseguem absorver fósforo e amônia, mesmo em baixas concentrações. Alguns gêneros fixam nitrogênio gasoso. As florações terminam pelo efeito do sol e esgotamento de nutrientes ou por doenças e infecções (GOLDMAN e HORNE,1983).

Para cada situação, a comunidade sofre mudanças que afetam a sua abundância e a composição das espécies. Em um ambiente com limitação de nutrientes, por exemplo, a capacidade de sobreviver com níveis menores do que os exigidos por outros organismos podem significar o sucesso de uma determinada alga, pois a disponibilidade de certos recursos pode atuar como um fator limitante ao crescimento da comunidade (ESTEVES, 1998).

Happey-Wood (1988) afirmou que as cloróphyceas podem ser encontradas em qualquer corpo de água doce, mesmo que em densidades reduzidas. Reynolds (1984) comentou que as clorófitas ocorrem em diversas temperaturas, preferencialmente em lagos eutróficos.

A ocorrência de espécies parasitas como Entamoeba sp., confirma que este ambiente está com uma má qualidade de água, podendo fornecer riscos a saúde da comunidade que a utiliza para abastecimento.

Esse número variado de espécies pertencentes a classe das Bacillariophyceae, é devido a uma sedimentação existente na água deste ambiente, o que pode ocorrer uma maior deposição de sílica, material utilizado pelas diatomáceas, para a constituição da suas carapaças.

As diatomáceas, organismos dependentes de turbulência (REYNOLDS, 1997),. Muitas delas usam espinhos ou setas para flutuar, reduzindo a taxa de sedimentação e até mesmo para causar rotação. A mucilagem também é um aparato para evitar a sedimentação (SOMMER, 1988).



5. CONCLUSÕES



  • Podemos concluir que os pontos 1 e 9 são os ambientes mais bem estabilizados, e com boa qualidade de água

  • Nos pontos 5, 7 e 8, são ambientes que estão em eutrofização, por causa de algumas algas tóxicas, como as espécies Microcystis sp. e Oscilatória sp. indicando que estes ecossistemas estão comprometidos para o abastecimento urbano.



6. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS



BICUDO, C.E.M. & BICUDO, R.M.T.. Algas de águas continentais brasileiras: chave ilustrada para identificação de gêneros. Fundação Brasileira para o Desenvolvimento do Ensino das Ciências, São Paulo. 1970

CHAPRA, S. C. Surface water quality modeling. McGraw-Hill, 1997.

ESTEVES, Francisco de Assis. Fundamentos de Limnologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998.

FRAGOSO JR, C.R.; FERREIRA, T.F.; MOTTA MARQUES, D.). Modelagem Ecológica em Ecossistemas Aquáticos. Oficina de Textos. 304p. (2009

FISCHER, E. G. Determinação de contaminação do ribeirão do Feijó através de levantamento de dados e modelo matemático de qualidade da água. São Carlos: Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo, 1995. (Dissertação de Mestrado).

GOMES, L. A. Avaliação da capacidade de autodepuração do rio Salgado, município de Juazeiro do Norte - CE, através da modelagem computacional QUAL-2E. Juazeiro do Norte: Centro Federal de Ensino Tecnológico, 2004. (Monografia).

SPERLING, M.; Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos (princípios do tratamento biológico de águas residuárias). Minas Gerais: ABES, 1996. v. 1





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