ISSN 1678-0701
Número 65, Ano XVII.
Setembro-Novembro/2018.
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Relatos de Experiências

18/09/2018WORKSHOP DE CONSCIENTIZAÇÃO NÃO DEIXE RASTRO: OITO ANOS DE EXPERIENCIAS  
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WORKSHOP DE CONSCIENTIZAÇÃO NÃO DEIXE RASTRO: OITO ANOS DE EXPERIENCIAS



Ana Paula Lima Teixeira

Graduação em Educação Física. Email: ana_esef@yahoo.com.br



Rafael Falcão Breyer

Graduação em Educação Física; Mestrado em Ciências do Movimento Humano pela UFRGS. Email: rfbreyer@gmail.com



Rodrigo Cavasini

Graduação em Educação Física; Especialização em Metodologias do Ensino de Educação Ambiental e em Educação Ambiental; Mestrado e Doutorado em Ciências do Movimento Humano pela UFRGS; Professor da PUCRS.

Email: rcavasini@yahoo.com.br

RESUMO

O Workshop de Conscientização Não Deixe Rastro é uma proposta de Educação Ambiental voltada ao desenvolvimento de práticas de mínimo impacto ambiental para atividades ao ar livre. Este trabalho objetiva relatar os oito anos de experiências da realização de Workshops de Conscientização Não Deixe Rastro. Essas propostas de Educação Ambiental foram realizadas através de atividades teóricas e experienciais em diversos ambientes, como áreas de universidades e unidades de conservação no município de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. As avaliações apontaram para os seguintes resultados: desenvolvimento de competências e transferência de comportamentos; ampliação da percepção de relevância da Educação Ambiental e das atividades ao ar livre; valorização dos espaços naturais, da gestão de riscos e do uso de dispositivos móveis.



Palavras-chave: Ética em atividades ao ar livre; Esportes de aventura; Gestão de riscos; Educação Experiencial; Unidades de conservação.

ABSTRACT

The Leave no Trace Awareness Workshop is an activity of Environmental Education focused on the development of practices of minimal environmental impact for outdoor activities. This paper aims to report the eight years of experiences of Leave no Trace Awareness Workshops. These Environmental Education approaches were carried out through theoretical and experiential activities in several environments, such as areas in universities and conservation units in the city of Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Evaluations suggested the following results: skills development and transference of behaviors; broadening the perception of relevance of Environmental Education and outdoor activities; enhancement of natural spaces; valuation of risk management; the relevance of using mobile devices.

Keywords: Outdoor Ethics; Adventure sports; Risk management; Experiential Education; Conservation Units



Introdução

Nos últimos anos ocorreu uma expansão do número de interessados e praticantes de atividades ao ar livre, como canoagem, slackline, surfe, skate, vela, ciclismo e stand up paddle. É facilmente percebida a presença de ciclistas se deslocando por ruas, avenidas e vias específicas em centros urbanos, assim como em trilhas de terra ou chão batido distantes das cidades, em especial, nos finais de semana.

Em paralelo a possíveis benefícios advindos da prática estruturada de atividades ao ar livre, como melhorias em indicadores de saúde e a geração de oportunidades de emprego, impactos ambientais podem ser gerados. Esses impactos são exemplificados pelo surgimento de trilhas paralelas às utilizadas para o trekking e mountain bike, além de resíduos largados em locais inapropriados. Os impactos ambientais gerados pela prática de atividades ao ar livre vão além da multiplicação de trilhas ou questões relacionadas aos resíduos, também podendo afetar vegetação, recursos hídricos, vida silvestre (LNT, 2016; MOORE; DRIVER, 2005, LEUNG; MARION, 2001), seres humanos (LNT, 2016; MOORE; DRIVER, 2005), qualidade do ar (MOORE; DRIVER, 2005) e objetos e locais de valor histórico e cultural (LNT, 2016).

Os impactos ambientais produzidos pela realização de atividades ao ar livre podem ser evitados ou minimizados, através do uso de práticas de mínimo impacto ambiental (MARION, 2014; TILTON, 2003; MACGIVINEY, 2003; HARMON, 1997). Os Princípios de Não Deixe Rastro estão entre as práticas de mínimo impacto ambiental em atividades ao ar livre mais empregadas no planeta. Eles possuem fundamentação científica e são desenvolvidos levando em consideração questões relacionadas a diferentes atividades ao ar livre e períodos do ano, além de características específicas de populações e ambientes de prática (THE LEAVE NO TRACE CENTER FOR OUTDOOR ETHICS, 2018).

Os Princípios de Não Deixe Rastro são tratados por: Cavasini e Breyer (2017), Cavasini (2016), Cavasini e Breyer (2015a; 2015b), Maryon (2014), Cavasini, Petersen e Petkowicz (2013), Hutson (2012), Tilton (2003), McGivney (2003), Hampton e Cole (2003), Harvey (1999) e Harmon (1997). Os Princípios de Não Deixe Rastro para áreas próximas aos centros urbanos ou de grande circulação de indivíduos podem ser resumidos da seguinte forma:

  • Conhecer antes de ir. Esse princípio busca valorizar o planejamento de qualquer atividade ao ar livre;

  • Permanecer nas trilhas e acampar em locais permitidos. Esse princípio prioriza a utilização de locais adequados e previamente determinados ou estabelecidos às práticas;

  • Tratar dos resíduos produzidos e recolher os dejetos de animais de estimação. Esse princípio enfatiza a importância do uso dos sanitários existentes, de encaminhar adequadamente os resíduos produzidos e recolher os dejetos de animais de estimação;

  • Deixar os locais como foram encontrados. Esse princípio destaca a importância de não alterar os locais utilizados nas práticas;

  • Ser cuidadoso com as fogueiras. Esse princípio enfatiza que as fogueiras só podem ser acessas nos locais permitidos e, sempre, empregando técnicas de mínimo impacto;

  • Permitir que os animais silvestres se mantenham silvestres. Esse princípio destaca que os animais silvestres não devem ser perturbados ou alimentados;

  • Compartilhar as trilhas e cuidar dos animais de estimação. Esse princípio enfatiza tanto a necessidade de considerar e respeitar os demais indivíduos, como as responsabilidades em relação aos animais de estimação.

Os Princípios de Não Deixe Rastro são propostos pelo The Leave no Trace Center for Outdoor EthicsLNT Center (Centro de Ética em Atividades ao Ar Livre Não Deixe Rastro – Centro NDR). O LNT Center desenvolve várias atividades de Educação Ambiental realizadas em conjunto com atividades ao ar livre. Essas atividades de Educação Ambiental realizadas pelo LNT Center atingem centenas de milhares de indivíduos a cada ano (CAVASINI, BREYER, 2017).

Desde 2011 são realizadas no Brasil atividades de Educação Ambiental focadas nos Princípios de Não Deixe Rastro, em especial, Workshops de Conscientização Não Deixe Rastro. Esses Workshops buscam o desenvolvimento de competências para minimizar impactos ambientais em atividades ao ar livre, através de atividades teóricas e experienciais (CAVASINI, BREYER, 2017).

Este estudo objetiva relatar os oito anos de experiências de desenvolvimento de Workshops de Conscientização Não Deixe Rastro. O texto a seguir apresenta aspectos das disciplinas em que as atividades educacionais foram realizadas, dos participantes, das abordagens utilizadas, dos resultados encontrados, além de algumas considerações e perspectivas.

As Experiências Realizadas em Oito Anos



O Workshop de Conscientização Não Deixe Rastro integrou as propostas de Educação Ambiental ao ar livre desenvolvidas em disciplinas de dois cursos de Educação Física: na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul de 2011 a 2018; e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul entre 2013 e 2014. Essas disciplinas foram estruturadas em encontros de duas, quatro, seis e oito horas/aula. Elas possuem caráter teórico-prático e objetivam desenvolver conhecimento relacionado às atividades ao ar livre, à Educação Ambiental, à gestão de riscos, à ética em atividades ao ar livre, entres outros.

O grupo de participantes foi formado por professores e estudantes. Os docentes possuem expertise em atividades ao ar livre, Educação Ambiental, gestão riscos e educação ao ar livre. Além disso são graduados em Educação Física e pós-graduados em áreas como Educação Ambiental, Pedagogia Esportiva e Ciências do Movimento Humano. Os estudantes eram oriundos de cursos de graduação e pós-graduação em Educação Física, Pedagogia, Nutrição, Geografia, Administração de Empresas, Engenharias, Biologia, Química, entre outros. Durante os dezesseis semestres de realização dos Workshops de Conscientização Não Deixe Rastro, mais de 1200 indivíduos participaram das atividades educacionais.

A abordagem utilizada para o desenvolvimento dos Workshops de Conscientização Não Deixe Rastro pode ser estruturada em três momentos. O primeiro momento ocorreu anteriormente a saídas de campo realizadas nas disciplinas, quando conteúdos relacionados à ética em atividades ao ar livre, à Educação ambiental e à gestão de riscos foram tratados. Para tanto foram desenvolvidos atividades em sala de aula, no ambiente Moodle e em espaços ao ar livre nas universidades, ao longo de seis horas/aula em média. Esse momento também buscou desenvolver competências básicas às atividades seguintes, em especial, relacionadas à gestão de riscos em atividades ao ar livre.

O segundo momento ocorreu durante saídas de campo que tiveram a duração de seis a oito horas/aula. Elas ocorreram nas unidades de conservação (UCs) Parque Natural Morro do Osso e Reserva da Vida Silvestre Morro Santana, ambas situadas no município de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. As saídas de campo podem ser descritas da seguinte maneira: na entrada das UCs, quando foram tratadas questões relevantes à proposta de aula, como características dos locais visitados, das atividades ao ar livre e educacionais planejadas; em trilhas e espaços nas zonas de uso intensivo das UCs em que foram realizadas atividades de trekking, de observação do ambiente e de sensibilização; e em espaços no topo dos morros, quando foram realizadas leituras de materiais, apresentações, debates, além de, lanche integrativo e roda de chimarrão.

O terceiro momento ocorreu após as saídas de campos nas UCs quando foram realizadas atividades em sala de aula, no ambiente Moodle da disciplina e demais saídas de campo em várias regiões do estado do Rio Grande do sul. Essas atividades somaram aproximadamente 20 horas/aula e podem ser descritas da seguinte forma: observação de impactos ambientais causados pela prática de atividades ao ar livre; desenvolvimento de propostas de Educação Ambiental ao Ar Livre; realização de tarefas avaliativas; e discussões sobre possíveis desdobramentos das experiências desenvolvidas na disciplina em relação ao cotidiano dos participantes e seus futuros acadêmicos e profissionais.

As figuras 1 e 2 expressam momentos complementares dos Workshops de Conscientização de Não Deixe Rastro.

Discussões sobre os Princípios de Não Deixe Rastro no Parque Municipal Morro do Osso

Figura 1: Elaborada pelos autores.



Observação de impactos ambientais gerados pela prática de atividades ao ar livre, como trekking, mountain bike e motocross, na Reserva da Vida Silvestre Morro Santana

Figura 2: Elaborada pelos autores.

A análise dos dados produzidos pelos processos avaliativos dos Workshops de Conscientização Não Deixe Rastro apontou para o seguinte:

  • Desenvolvimento de competências e transferência de comportamentos pró-ambientais. Os Princípios de Não Deixe Rastro foram utilizados nas saídas de campo realizadas nas disciplinas, em especial, os relacionados ao planejamento, utilização de espaços adequados, responsabilização sobre os resíduos e consideração dos demais indivíduos. Foram recorrentes os relatos de que as atividades realizadas nas disciplinas influenciaram os comportamentos dos estudantes em seus cotidianos, em relação a questões de sociais e ambientais;

  • Ampliação da percepção de relevância da Educação Ambiental e das atividades ao ar livre. Isso pode ser exemplificado pelo desenvolvimento de propostas de Educação Ambiental em instituições formais de ensino, projetos esportivos educacionais e centros de atividades ao ar livre, bem como através do envolvimento dos estudantes em iniciativas de trekking, canoagem, slackline, ciclismo e kitesurfe;

  • Valorização dos espaços naturais utilizados para o desenvolvimento das atividades educacionais e experienciais. Essa valorização foi mais expressiva em relação às UCs visitadas, como o Parque Natural Morro do Osso e a Reserva da Vida Silvestre Morro Santana;

  • Valorização da gestão de riscos. Em face da exposição dos participantes de propostas de Educação Ambiental realizadas em conjunto com atividades ao ar livre a riscos, os estudantes enfatizaram que a intenção de realizar aulas seguras deve ser superada e, de fato, propostas estruturadas de gestão de riscos devem ser desenvolvidas e empregadas.

  • Valorização do uso de dispositivos móveis. De maneira mais enfática nos últimos semestres, os participantes apontaram o papel complementar dos dispositivos móveis, como celulares e tablets, para o desenvolvimento dos Workshops. Esse papel complementar se relacionou aos seguintes pontos: disponibilidade e familiaridade com os dispositivos móveis; aprimoramento das tarefas de coleta de dados durante as saídas de campo; facilitação tanto da comunicação e troca de materiais, como da navegação nos espaços ao ar livre.

Considerações e Perspectivas

A prática de atividades ao ar livre pode gerar impactos ambientais, em especial, quando desconsideradas questões éticas. As propostas de Educação Ambiental centradas nos Princípios de Não Deixe Rastro, como os Workshops de Conscientização, buscam desenvolver competências para minimizar esses impactos, além de ampliar as oportunidades de contato dos indivíduos com o meio ambiente.

Durante os oito anos de realização dos Workshops de Conscientização Não Deixe Rastro, as avaliações apontaram para os seguintes aspectos: desenvolvimento de competências e transferência de comportamentos; ampliação da percepção de relevância da Educação Ambiental e das atividades ao ar livre; valorização dos espaços naturais, da gestão de riscos e do uso de dispositivos móveis.

Quanto a perspectivas dessas iniciativas de Educação Ambiental dois pontos podem ser tratados. O primeiro ponto é relacionado à necessidade da ampliação do número de propostas educacionais que tratem dos Princípios de Não Deixe Rastro. Nesse sentido pode ser destacado o curso a distância e gratuito desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, intitulado Esportes e Atividades ao Ar Livre, o qual pode ser acessado em https://lumina.ufrgs.br.

O segundo aspecto se relaciona com a continuidade e aprimoramento da atividade de Educação Ambiental relatada. Os Workshops de Conscientização Não Deixe Rastro continuarão a ser desenvolvidos no curso de Educação Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. De maneira complementar estão em fase de elaboração na Universidade Federal do Rio Grande do Sul cursos presenciais e a distância que tratarão da Educação Ambiental realizada em conjunto com atividades ao ar livre e, em especial, dos Princípios de Não Deixe Rastro.

Referências

CAVASINI, R.; PETERSEN, R. D. S.; PETKOWICZ, F. Projeto PST/Navegar: Aspectos Técnicos e Pedagógicos. Maringá: EDUEM, 2013.

CAVASINI, R.; BREYER, R. F. Educação Ambiental ao Ar Livre: Experiências em Unidades de Conservação. Educação Ambiental em Ação, v. 53, 2015a.

______. Educação Ambiental ao Ar Livre. In: Guerra, T. Educação Ambiental: contribuição para a gestão socioambiental na Bacia Hidrográfica do Rio Gravataí. Rio de Janeiro: MC&G Editorial, 2015b.

_______. Workshop de Conscientização Não Deixe Rastro: Educação Ambiental em Atividades ao Ar Livre. Educação Ambiental em Ação, n. 59, 2017.

CAVASINI, R. Intervenções Pedagógicas de Educação Ambiental no Programa Segundo Tempo. Tese (Doutorado). Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano. Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança, 2016.

HAMPTON, B.; COLE, D. Soft Paths: How to Enjoy the Wilderness Without Harming It. Mechanicsburg, USA: Stackpole Books, 2003.

HARMON, W. Leave no Trace: Minimum Impact Outdoor Recreation. Helena, USA: Falcon, 1997.

HARVEY, M. The National Outdoor Leadership Scholl’s Wilderness Guide. New York, USA: Ed. Fireside, 1999.

HUTSON, G. The Seeds of Leave No Trace Grow Well Beyond Backcountry Boundaries. In: MARTIN, Bruce; WAGSTAFF, Mark. Controversial issues in adventure programming. Champaign, USA: Human Kinetics, 2012.

LEUNG, Y.; MARION, J. L. Recreation Impacts and Management in Wilderness: A State-of-Knowledge Review. USDA Forest Service Proceedings, vol. 5, 2000.

MANNING, R. E. Studies in Outdoor Recreation: Search and Research for Satisfaction. Corvallis, USA: Oregon State University Press, 2011.

MARION, J., L.; REID, S. Development of the United States Leave No Trace Programme: A historical perspective. In: USHER, M.B. Enjoyment and Understanding of the Natural Heritage. Edinburgh, Scotland: The Stationery Office Ltd., 2001.

_______. Leave no Trace in the Outdoors. Mechanicsburg, USA: Stackpole Books, 2014.

MCGIVNEY, A. Leave No Trace A Guide To The New Wilderness Etiquette. Seattle, USA: Mountaineers Books, 2003.

MOORE, L; DRIVER, B. L. Introduction to Outdoor Recreation: Providing and Managing Natural Resource Based Opportunities. State College, USA: Venture Publishing, 2005.

THE LEAVE NO TRACE CENTER FOR OUTDOOR ETHICS. Disponível em: www.lnt.org, acesso em 12 de março de 2018.

TILTON, B. The Leave no Trace Master Educator Handbook. Boulder, USA: The Leave No Trace Center for Outdoor Ethics, 2003.



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