ISSN 1678-0701
Número 65, Ano XVII.
Setembro-Novembro/2018.
Números  
Início      Cadastre-se!      Procurar      Submeter artigo      Fazer doação      Contato     Apresentação     Normas de Publicação     Artigos     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Dinâmicas e recursos pedagógicos     Entrevistas     Culinária     Arte e ambiente     Divulgação de Eventos     O que fazer para melhorar o meio ambiente     Sugestões bibliográficas     Educação     Você sabia que...     Plantas medicinais     Contribuições de Convidados/as     Folclore     Práticas de Educação Ambiental     Soluções e Inovações     Ações e projetos inspiradores     Gestão Ambiental     Relatos de Experiências     Notícias
Relatos de Experiências

16/09/2018POLUIÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: EXPERIÊNCIA DOCENTE NO ENSINO FUNDAMENTAL EM UMA ESCOLA DA AMAZÔNIA ORIENTAL  
Link permanente: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=3396 
" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">

POLUIÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: EXPERIÊNCIA DOCENTE NO ENSINO FUNDAMENTAL EM UMA ESCOLA DA AMAZÔNIA ORIENTAL

Miani Corrêa Quaresma1 & Viviane de Quadros Miranda2

1Graduada em Licenciatura em Ciências Biológicas, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Especialista em Educação Especial e Inclusiva, pela Escola Superior da Amazônia (ESAMAZ). Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ecologia Aquática e Pesca (UFPA). E-mail: mianiquaresmac@gmail.com

2Graduada em Licenciatura em Pedagogia, pela Universidade Estadual do Pará (UEPA). Especialista em Educação Especial e Inclusiva, pela Escola Superior da Amazônia (ESAMAZ). Servidora Efetiva do Município de Belém. E-mail: viquadros8@gmail.com

Resumo

Este relato de experiência é sobre a temática de poluição ambiental desenvolvida com alunos do 8º ano, durante estágio docente da graduação de ciências biológicas. Através de conversas em classe foram observadas concepções sobre a temática da poluição ambiental, e quais tipos de poluição que estes alunos acreditam existir. Percebeu-se que a questão da poluição é naturalizada pelos alunos, e que estes acreditam que a sonora e visual não são tipos de poluição graves ou degradantes ao meio ambiente e seres humanos, resumindo a poluição ao lixo exposto. A partir da intervenção, em educação ambiental, por meio dos conteúdos desenvolvidos durante o estágio houve maior conscientização dos estudantes sobre os tipos de poluição.

Palavras-chaves: Meio ambiente; Alunos; Estágio Docente.

Abstract

This report of experience is about the environmental pollution issue developed with students of the 8th year, during teaching stage of the graduation of biological sciences. Concepts about environmental pollution were observed through class conversations, and what types of pollution these students believe exist. It has been noticed that the issue of pollution is naturalized by the students, and that they believe that the sound and visual are not types of pollution serious or degrading to the environment and humans, summarizing the pollution to the exposed garbage. From the intervention, in environmental education, through the contents developed during the internship there was greater awareness of the students about the types of pollution.

Keywords: Environment; Students; Teaching Internship.

Introdução

A questão ambiental é um dos temas de maior relevância na contemporaneidade, o que inclui debates sobre preservação de ecossistemas complexos (como o Amazônico) e desenvolvimento sustentável da sociedade. Porém, muitos conceitos desta temática são negligenciados, como a relação homem, meio ambiente e sociedade (LAYRARGUES, 2000; RAIMUNDO, 2015). Tal fato torna a interpretação do que é meio ambiente exclusiva ao termo natureza, desassociando o ser humano do contexto ambiental (JUNIOR et al., 2013; VENTURIERI e SANTANA, 2016).

Tal dissociação das relações humanas com a natureza ocasiona diversos tipos de poluição ambiental, devido ao negligenciamento de causa e efeito das relações homem-ambiente. Neste sentido, a Educação Ambiental (EA) é de extrema importância, pois é uma filosofia de vida que ultrapassa os conteúdos acadêmicos, buscando soluções para as relações desarmônicas do homem com o meio ambiente. Em vista disso, a EA

Não é apenas ecológica que busca, no conhecimento das relações entre seres vivos e seu ambienta natural, explicações parciais para fatos observáveis. Não como atividades esporádicas que coloquem as pessoas em contato com a natureza por um tempo limitado da vida. Não como disciplina a ser inserida nos currículos escolares e que pode se perder em mais um dos compartimentos de nossa prática cartesiana (LINDNER, 2012, p. 15).

Tal fato resulta na concepção de valorização dos agentes sociais, construindo conhecimento, competências e habilidades na preservação ambiental (DIAS, 2004; MARQUES et al., 2010). Neste sentido, compreender como alunos concebem a questão de poluição ambiental, suas diferentes formas, agentes e causas, é de extrema valia como ponto de partida para uma EA eficaz.

Com isso, as autoras deste artigo apresentam o relato de suas experiências, durante estágio docente, no desenvolvimento da temática de poluição ambiental em vista da EA. Tais experiências foram desenvolvidas com alunos de uma escola Municipal, localizada em bairro periférico do Estado do Pará, o maior em extensão da Amazônia Oriental. Deste modo, o objetivo principal é demonstrar como os alunos da educação básica identificam as diferentes formas de poluição.



Metodologia

O estágio foi referente à disciplina Docência em Ensino Fundamental. Esta é obrigatória do curso de ciências biológicas da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O desenvolvimento das atividades ocorreram durante dois meses, no ano de 2016, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Walter Leite Caminha, Belém – PA. O público desta pesquisa foram alunos do 8° ano do ensino fundamental. O bairro Mangueirão é onde a escola localiza-se, o qual pertence à região periférica de Belém, sendo transposto pela Avenida Independência, ao qual fica próxima à escola referida. Tal avenida possui grande fluxo de veículos (muitos usados para propaganda - poluição visual e sonora), e principalmente informações publicitárias ao seu longo (Figura 1).

Figura 1: Avenida independência. Na imagem os retângulos destacam as placas de trânsito, degrade de cores da sinalização e anúncios. Fonte: Prefeitura de Belém.



Nas mediações da escola encontram-se lojas, farmácias, padarias, lanchonetes e bares, por exemplo, que são os principais utilizadores da propaganda visual, dentre eles os mais utilizados são: faixas, letreiros em muros de residências, banners e cartazes. Além deste fato, há grande quantidade de lixo e entulho nas redondezas da escola.

Assume-se, deste modo, que os alunos estão expostos a vários tipos de poluição ambiental, pois, de acordo com as informações fornecidas pela escola, a maioria dos alunos é residente das redondezas dos bairros do Bengui e Mangueirão (ambos de regiões periféricas de Belém).

As aulas (duas horas/aula, uma vez por semana durante dois meses) foram embasadas em metodologia construtivista. Conversas em classe, apresentação de slides e vídeos de bolso (Vídeo I: https://www.youtube.com/watch?v=bFOyyICUJTY; Vídeo II: https://www.youtube.com/watch?v=4H1R3dSLjnw; Vídeo III: https://www.youtube.com/watch?v=s_RUj5XdMFg; Vídeo IV: https://www.youtube.com/watch?v=hLFJhhCgx-k) foram utilizados para que houvesse interesse dos alunos sobre a questão da poluição ambiental.

Outros materiais alternativos foram utilizados para maior contextualização da temática ambiental com a realidade local dos estudantes. O livro “Água: Educar para conservar”, da secretaria de Meio Ambiente de Belém (SEMA) (2014) desenvolve questões em relação à poluição de resíduos sólidos e hídrica, e como esta afeta a biodiversidade e saúde humana, sendo este utilizado durante as aulas devido a sua fácil leitura.

O livro “Programa Estadual de Educação Ambiental: Diretrizes e Políticas”, do Governo do Estado do Pará (2008) foi utilizado para construção dos objetivos do plano de aula, a fim de propiciar a EA com os alunos. Os principais objetivos das aulas foram:

  • Conhecer quais tipos de poluição ambiental os alunos acreditam existir

  • Apresentar as diversas formas de poluição ambiental, a partir do conhecimento prévio dos alunos

  • Favorecer a visão crítica dos alunos em relação ao meio ambiente, por intermédio da EA

Durante o processo de construção do conhecimento sobre poluição ambiental utilizou-se a técnica focal. Esta busca a interação entre o pesquisador e os participantes, em vista ao desenvolvimento dos tópicos que se quer interpretar (DEBUS, 1997; MEIER, 2003).

Trabalhando a temática de poluição ambiental e Educação Ambiental com alunos do ensino fundamental

Este relato não está estruturado de forma descritiva das hora/aula, e sim, o total de experiências e atividades desenvolvidas ao longo de 8 encontros, distribuídos em dois meses. Apresento as informações subjetivas dos alunos, através de suas informações e reconstruções de saberes sobre a poluição ambiental e conscientização ambiental, por intermédio da EA durante as aulas.

A classe em que realizei o estágio era composta por 37 alunos, sendo a maioria do sexo masculino (62%). A faixa etária variou entre 13-16 anos, sendo 57% dos alunos com 14 anos (Tabela 01).

Tabela 01: descrição da Idade, sexo e porcentagem de ambas variáveis do quadro de alunos pertencentes ao 8º ano. Fonte: autores.


Idade (Anos)

Sexo


13

14

15

16


Masculino

Feminino

Alunos

3

21

9

4


23

14

%

8

57

24

11


62

38



Durante as aulas observou-se que assuntos referentes à poluição ambiental eram negligenciados, pois esta temática é “amplamente conhecida”, não demandando maiores reflexões em classe, segundo a maioria dos alunos. Entretanto, quando questionados sobre os tipos de poluição ambiental, a maioria respondeu somente lixo exposto, sendo totalmente negligenciada a poluição sonora, visual e hidrográfica em suas falas, por exemplo.

Tal resposta revela que a poluição sonora e visual é neutralizada pelos alunos. O marketing forma um “ambiente cultural” no qual os indivíduos nascem e crescem assumindo como se fosse esta sua “própria” cultura (MOREIRA, 2003). A indústria midiática, através do marketing, da publicidade e seus símbolos estão presentes em nossas vidas desde muito cedo, fazendo parte do nosso cotidiano.

Assim, a poluição sonora e visual, é constante no cotidiano desses alunos, levando-os a crer que esta forma de degradação ambiental não é uma forma de poluição “válida” ou que cause danos graves ao meio ambiente. Para lecker et al. (2006) as visões naturalizada e dicotomizada prevaleceram em detrimento da visão integrada. Deste modo, para este autor, os elementos socioculturais ainda não são totalmente associados à visão de ambiente, de degradação e poluição visual. Tal fato parece ocorrer com os alunos

Assim, estes jovens, antes de se apropriarem dos conhecimentos científicos na escola, já foram “alfabetizados” pelas marcas e pelas logomarcas (principal causa de poluição visual). Logo, em uma sociedade formada para o mercado capitalista que encara os anúncios como algo natural e não como poluição visual (CODATO, 2017), o que por vezes ocasionara a poluição sonora, leva-os a considerar apenas lixo exposto como poluição.

Acreditamos também que erros conceituais, no processo de ensino-aprendizagem, de assuntos relacionados à poluição ambiental é um dos fatores principais para a leitura errônea do processo de degradação ambiental. Esta realidade foi observada por Carneiro et al. (2016), ao qual a maioria dos professores restringem-se ao falar de poluição aos temas de lixo (o que explica a resposta dos alunos em restringirem a poluição a lixo exposto) e saneamento, excluindo-se, por vezes, as consequências do despejo inadequado desses resíduos (como a poluição hídrica, que não foi citada pelos alunos).

Para Costa e Gomes (2015) os docentes são pouco qualificados em questões ambientais, sendo estes formados em áreas afins (como pedagogia e física), o que corrobora a hipótese que durante a construção do conceito de poluição ocorrem erros conceituais. Tal fato pode ter ocorrido com os alunos, pois estes já tiveram aulas sobre esta temática, mas o conhecimento específico sobre os tipos de poluição é incipiente.

Quando os alunos foram questionados sobre as soluções das problemáticas ambientais, 80% consideram ser necessário maior fiscalização por parte das autoridades, 10% maior conscientização e 10% acreditam que tanto leis como conscientização devem favorecer a solução destes problemas.

Este resultado corrobora os encontrados por Silva e Silva (2015), pois os alunos entrevistados em sua pesquisa concebem que os recursos naturais devem ser preservados pelas atitudes, tanto de cunho pessoal (favorecido pela conscientização) ou coletivo (avigorado pelas Leis). Tal realidade se revela de extrema importância para manter em harmonia com o ambiente natural, social e cultural. Porém, é valido ressaltar que somente 20% dos alunos acreditam que deve ocorrer conscientização para a solução desta problemática, o que comprova que grande parte dos alunos se sente alheia as questões de poluição ambiental (LEIKER et al., 2006).

Durante o estágio foi extremamente perceptível que a professora de biologia regente da classe usava predominante o quadro, livro e lousa, não ofertando em suas aulas recursos atrativos para o desenvolvimento do currículo escolar, o que ocasionava monotonia e desinteresse dos alunos em suas aulas. Em vista disso, para que ocorresse maior conscientização dos alunos acerca da temática de poluição ambiental, e de uma EA eficaz (a partir do conhecimento prévio dos alunos), construímos aulas atrativas, usando recursos que a escola dispunha.

Partindo desta realidade agendei oito aulas na sala de recursos da escola, onde lecionei com retroprojetor, usando figuras que retratavam a questão da poluição ambiental (sonora, visual, de resíduos sólidos, hídrica, etc.) e consequências para o meio ambiente e sociedade. Esses momentos foram demasiadamente reflexivos, onde a participação dos alunos foi intensa. Tal realidade se deve a base da construção do conhecimento, ao qual nos foi apresentado conceitos e possibilidades de ampliação das discussões a cerca do conhecimento sobre poluição (a partir da leitura que os alunos tinham sobre sua realidade), oportunizando, assim, a reflexão e conscientização em relação em torno da temática desenvolvida. Nesse sentido, Freire (1979, p.15) afirma que:

A conscientização implica, pois, que ultrapassemos a esfera espontânea de apreensão da realidade, para chegarmos a uma esfera crítica na qual a realidade se dá como objeto cognoscível e na qual o homem assume uma posição epistemológica. A conscientização é, neste sentido, um teste de realidade. Quanto mais conscientização, mais se “desvela” a realidade, mais se penetra na essência fenomênica do objeto, frente ao qual nos encontramos para analisá-lo. Por esta mesma razão, a conscientização não consiste em “estar frente à realidade” assumindo uma posição falsamente intelectual. A conscientização não pode existir fora da “práxis”, ou melhor, sem o ato ação – reflexão. Esta unidade dialética constitui, de maneira permanente, o modo de ser ou de transformar o mundo que caracteriza os homens.

O vídeo I exibido em classe tem como título “Poluição- As suas consequências- Meio Ambiente”, este retrata as diversas formas de poluição, levando o telespectador a uma reflexão do tema abordado. O vídeo II, que foi exibido durante a semana de conscientização da ambiental do SENAC/SP, corrobora a reflexão proposta pelo vídeo I. O vídeo III e IV desenvolvem o conceito de poluição visual. Reservamos dois vídeos em específico para poluição visual, pois percebemos que a falta de conhecimento sobre esta é relativamente maior quando comparado com as demais.

O livro “Água: Educar para conservar” (2014) foi utilizado em leitura coletiva. Cada aluno lia trechos do livro, sendo que estes eram posteriormente instigados a buscar lembranças relacionadas à poluição ambiental em seu cotidiano, que remetessem a temática abordada. Neste sentindo muitos alunos retomaram em suas memórias o constante alagamento do Canal do Mangueirão (próximo a escola), ocasionado pelo despejo inadequado de lixo pela comunidade.

Tal metodologia (debate, aulas interativas, apresentação de vídeos, etc.) possuiu o objetivo de instigar a EA nos alunos, para o surgimento de outra forma de analisar o ambiente (através de suas lembranças, historia do livro e vídeos de bolso), com responsabilidade e comprometimento (GAMA, 2017). Em resultado muitas reflexões surgiram durante as aulas, que se valeram dos recursos alternativos, avigorando significativamente a criticididade dos alunos. Tal fato é perceptível com este depoimento:

Nunca tinha pensando sobre a questão de poluição desta maneira. Ver essas fotos me fez refletir que sempre estou exposta a poluição e nunca percebi que isso pode gerar problemas. (Aluna do 8º ano)

Outro aluno ressaltou:

Depois de perceber que existe tanta poluição, acho que vou parar de fazer muita coisa que prejudica a Terra. (Aluno do 8º ano)

Ao fim do estágio sugeri à professora a criação, junto com a escola e comunidade, projetos de EA, pois foi notório que os alunos estavam dispostos a desenvolver soluções para a poluição existente na comunidade. Sugeri a criação de um projeto similar ao de Raimundo (2015), que tem como título “Debatendo as questões ambientais no mundo”, ao qual resultou em mudanças atitudinais, favorecendo a visão critica dos alunos em relação ao meio ambiente.

Concluímos que a falta de aulas dinâmicas e visitas a espaços não formais, por exemplo, foram essenciais para erros conceituais sobre a temática de poluição ambiental. Os agentes sociais desta pesquisa (alunos), como os de Almeida e Oliveira (2016), com a comunidade residente no município de Marapanim/PA, demonstram desinformação em relação à questão ambiental. Tal realidade demanda EA e melhor gestão ambiental no Estado do Pará.

A mudança metodológica em classe foi fundamental para a alteração da perspectiva ambiental nos alunos, e a implementação de projetos, como de Raimundo (2015), são essenciais em comunidades afetadas pela poluição ambiental.

Referências

ALMEIDA, O.M.P.N.; OLIVEIRA, E. Gestão dos resíduos sólidos urbanos – ação participativa no Município de Marapanim. Revista Núcleo do Conhecimento. 2016.

CARNEIRO, B.S.; OLIVEIRA, M.A.S.; MOREIRA, R.F. Educação ambiental na escola pública. Revista brasileira de educação ambiental, n.1, v. 11, p. 25-36. 2016.

COSTA, L.T.; GOMES, A.L.S. Concepções dos professores de ciências no ensino fundamental sobre a educação ambiental. Revista amazônica de ensino de ciências, n. 17, v. 8, p. 128-141. 2015.

CODATO, M.V.F. Poluição visual e sonora: uma relação conturbada entre meio ambiente e sociedade. Revista do Centro do Ciências Naturais e Exatas - UFSM, Santa Maria, v. 18, n. 4, p.1312-1317. 2017.

DIAS, G.F. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2004.

DEBUS, M.; NOVELLI, P. Manual para excelência em La investigación mediante grupos focales. Comunication for child survival: Healthcom. 1997.

FREIRE, P. Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. – São Paulo: Cortez & Moraes. 1979

GAMA, A.A. Educação ambiental: Abordagens e Perspectivas. Revista Núcleo do Conhecimento. 2017.

JUNIOR, R.G.; JUNIOR, S.N.P.; MALYSZ, S.T. Meio Ambiente: Poluição Visual no Meio Urbano. Anais do VII Encontro de Produção Científica e Tecnológica. 2013.

LECKER, I.; ANJOS, M.B.; RÔCAS, G. Escola-comunidade-ambiente: um relato de sala de aula, v. 5, n. 19. 2006.

MARQUES, L.M.; CARNIELLO, M.A.; GUARIM NETO, G.A. percepção ambiental como papel fundamental na realização de pesquisa em educação ambiental. Projeto Saber. Revista Travessias, v. 4, n. 3. 2010.

MEIER M.J.; KUDLOWIES S. Grupo focal: uma experiência singular. Texto Contexto, v. 12, n.3, p. 394-9. 2003.

MOREIRA, A. S. cultura midiática e educação infantil. Educação e Sociedade, v. 24, n. 85, p. 1203-1235. 2003.

RAIMUNDO, S.G. Cidadania e educação ambiental em foco: um relato de experiência em uma escola da rede particular, v. 14, n. 52. 2015

SILVA, L. R.; SILVA, M. F. V. Práticas de educação patrimonial ambiental no campo. Revista amazônica de ensino de ciências, v. 8, n. 17, p. 107-116. 2015.

VENTURIERI, B.; SANTANA, A. Concepções sobre meio ambiente de alunos do Ensino Fundamental em Belém – PA: Estudo de caso com a E.E.E.F.M. Prof. Gomes Moreira Junior. Revista brasileira de educação ambiental, n. 1, v. 11, p. 234-245. 2016.



" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">
 
Início      Cadastre-se!      Procurar      Submeter artigo      Fazer doação      Contato     Apresentação     Normas de Publicação     Artigos     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Dinâmicas e recursos pedagógicos     Entrevistas     Culinária     Arte e ambiente     Divulgação de Eventos     O que fazer para melhorar o meio ambiente     Sugestões bibliográficas     Educação     Você sabia que...     Plantas medicinais     Contribuições de Convidados/as     Folclore     Práticas de Educação Ambiental     Soluções e Inovações     Ações e projetos inspiradores     Gestão Ambiental     Relatos de Experiências     Notícias