ISSN 1678-0701
Número 65, Ano XVII.
Setembro-Novembro/2018.
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Relatos de Experiências

16/09/2018EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA TERCEIRA IDADE: UMA EXPERIÊNCIA DE EXTENSÃO COM UM GRUPO DE IDOSOS HIPERTENSOS E DIABÉTICOS NA CIDADE DE SÃO GABRIEL, RS  
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA TERCEIRA IDADE: UMA EXPERIÊNCIA DE EXTENSÃO COM UM GRUPO DE IDOSOS HIPERTENSOS E DIABÉTICOS NA CIDADE DE SÃO GABRIEL, RS

Adriano Berwanger1, Cedinara Arruda Santana Morales2

1Pós-graduando no Curso de Especialização em Gestão Pública Municipal da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)

E-mail: adrianoberwanger@gmail.com

2Engenheira Florestal. Drª. Engenharia Florestal. Professora Substituta da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)

E-mail: cedinaramorales@unipampa.edu.gov.br



Resumo

Este artigo tem por objetivo apresentar resultados da palestra aplicada ao grupo de Hipertensos e Diabébitos (HIPERDIA), organizado pela prefeitura Municipal de São Gabriel/RS, desenvolvida na Universidade da Região da Campanha (URCAMP), Campus São Gabriel/RS. A palestra faz parte da atividade do projeto de extensão do Instituto Federal Farroupilha-Centro de Referência São Gabriel “A educação ambiental e o campo: uma ação social nas práticas integradas dos cursos técnicos do PRONATEC - Agronegócio, Logística e Informática”. A palestra abordou temas oriundos aos cuidados com o meio ambiente (importância de reciclar os resíduos sólidos orgânicos domiciliares e agropecuários por meio da compostagem e vermicompostagem). A metodologia aplicada ocorreu por meio de palestra expositiva com uso de slides em PowerPoint, pôster demonstrativo dos resultados obtidos durante o período de execução do projeto e vídeo motivacional para promover reflexões sobre a vida de cada integrante do grupo HIPERDIA. Os participantes afirmaram que a palestra contribuiu para o conhecimento na área ambiental. A busca por novas alternativas de melhorar a qualidade de vida dos hipertensos e diabéticos por meio de atividades teóricas e práticas é fundamental para o bem estar de todos, abordando ações simples que podem ser praticadas diariamente.

Palavras-chave: resíduos sólidos orgânicos, compostagem e vermicompostagem



Abstract:

This article aims to present results of a speech applied to the Group of Hypertensive and Diabébitos (Hiperdia), organized by the municipality of São Gabriel/RS, developed at the University of the region of the campaign (URCAMP), Campus San Gabriel/RS. The lecture is part of the activity of the extension project of the Eth Ragamuffin-reference centre of St. Gabriel "environmental education and social action: a integrated practices of technical courses PRONATEC-agribusiness, logistics and Informatics". The lecture addressed themes from the care with the environment (importance of recycling waste household and agricultural organic solids by means of composting and vermicomposting. The methodology applied occurred through expository lecture using PowerPoint slides and poster statement of the results obtained during the implementation period of the project. Participants stated that the lecture has contributed to knowledge in the environmental area. The search for new alternatives to improve the quality of life of hypertensive and diabetic patients by means of practical activities is critical to the well-being of all.



Introdução

A questão ambiental vem sendo amplamente discutida em diversos espaços sociais, tanto locais, regionais como globais. Nestas discussões tem-se enfatizado a necessidade de intervenções educativas, como é o caso da educação ambiental que cogita possíveis soluções para a problemática ambiental. Conforme Limberger (2012), a Educação ambiental tem a função levar os indivíduos à conscientização do ambiente em que vivem e dos problemas neles existentes, motivando-os à mudança de comportamento, tornando-os comprometidos com o uso dos recursos de forma racional. Assim, é através de programas de incentivo à preservação ambiental, que se potencializa a preservação e a indução de atividades compatíveis com a realidade ambiental do lugar. Entretanto, estas ações na sua grande maioria são direcionadas a um público mais jovem, em detrimento ao público da terceira idade.

No entanto, conforme Simões (2016), no livro “Brasil: uma visão geográfica e ambiental no início do século XXI” do IBGE, até 2050, a população idosa vai triplicar no país. Passará dos 19,6 milhões (10% da população brasileira), registrados em 2010, para 66,5 milhões de pessoas, em 2050 (29,3%).  Estima-se ainda que em 2030 haja uma inversão no cenário demográfico quando o número absoluto e o porcentual de brasileiros com 60 anos ou mais de idade e que daqui a 13 anos, os idosos chegarão a 41,5 milhões (18% da população).

Diante do envelhecimento populacional e da acelerada transição demográfica, resultantes do aumento da expectativa de vida e redução das taxas de natalidade, justifica-se a importante discussão sobre a temática do envelhecimento, meio ambiente e o lugar que a educação ambiental ocupa neste território. Compreender como os fatores naturais e sociais exercem influências na qualidade de vida dos idosos, tornou-se questão fundamental para toda sociedade (PORCIUNCULA & PORTO, 2014).

Conforme o Estatuto do Idoso (BRASIL, 2003), todo idoso tem o direito a educação, cultura e lazer de maneira que possam garantir a sua integração a vida moderna. Em contrapartida, existem poucos registros na literatura a respeito de propostas metodológicas referente à educação ambiental, que se adéqüem ao universo do idoso. 

Segundo Leff (2001), a Educação Ambiental tem por objetivo buscar uma teoria alternativa de desenvolvimento que implante, através dos potenciais da natureza e dos valores democráticos, a mobilização de ações sociais e novas estratégias de vida, padrões de consumo e estilos de vida.

O Ministério da Saúde aconselha a realização de atividades educativas em grupo, como ferramenta estratégica para o controle da Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus (LIMA et al., 2014). O processo de grupo estabelece múltiplas relações entre seus componentes: o indivíduo se entrega ao grupo, tornando–se membro operante e transpondo, para sua família e comunidade, conhecimentos construídos no processo grupal (ZIMERMAN, 2000). Para Dias et al., (2009) o encontro em grupo fomenta o estímulo para as pessoas expressarem sua vivência do dia-a-dia.

A inserção social de idosos na temática ambiental torna-se cada vez mais necessária, considerando de suma importância as interlocuções entre terceira idade, meio ambiente e as possibilidades da educação não–formal, na construção de uma participação social para o desenvolvimento ou potencialização de uma sensibilização ambiental dentro das famílias. Os idosos podem tornar–se interlocutores de práticas e idéias, influenciando seu contexto familiar e social, como demonstrado por Miranda et al., (2005).

Investir em Educação Ambiental e discutir medidas alternativas para a redução do descarte inadequado de resíduos orgânicos gerados pela humanidade são necessários. Visto que, a destinação incorreta desses resíduos apresenta-se como um sério problema em grande parte dos municípios brasileiros, podendo ser geralmente mais aparente nas grandes cidades.

Para o Ministério do Meio Ambiente (BRASIL, 2017), o acondicionamento inadequado de resíduos orgânicos gera chorume, emissão de gás metano e favorece a proliferação de vetores de doenças. Conforme Tada et al., (2009), esse acondicionamento inadequado provoca a proliferação de vetores biológicos como: moscas, mosquitos, ratos, baratas e outros, como também, pode propiciar a contaminação de animais domésticos e, por conseguinte a contaminação do ser humano.

É neste contexto que a compostagem e a vermicompostagem, surgem como alternativa para reciclar os resíduos sólidos orgânicos gerados pelo grupo HIPERDIA, nas reuniões de grupo, festividades, nas suas residências e de seus familiares, etc, evitando o destino aos lixões do município.

Assim, a palestra sobre compostagem e vermicompostagem de resíduos sólidos orgânicos: alternativa viável para a “saúde do homem e do meio ambiente”, buscou aprimorar as condições de qualidade de vida de cada integrante, mostrando alternativas viáveis que podem ser utilizados por todos para a prevenção da saúde e melhor qualidade de vida pessoal e do meio ambiente em que estão inseridos.



Metodologia

A palestra de capacitação sobre compostagem e vermicompostagem de resíduos sólidos orgânicos: alternativa viável para a “saúde do homem e do meio ambiente” foi aplicada para o grupo de hipertensos e diabéticos (HIPERDIA), na Universidade da Região da Campanha (URCAMP), Campus São Gabriel/RS, como forma de empregar de maneira adequada os resíduos sólidos orgânicos por eles gerados, sem agredir ao meio ambiente e a saúde do homem (Figura 1). A palestra contou com a participação de vinte e cinco integrantes do grupo HIPERDIA.

Figura 1. Grupo de hipertensos e diabéticos (HIPERDIA), na palestra de compostagem e vermicompostagem de resíduos sólidos orgânicos: alternativa viável para a “saúde do homem e do meio ambiente”



Para esse trabalho, empregou-se como artifício metodológico uma palestra com slides em PowerPoint e Pôster demonstrativo (Figura 2), dos resultados obtidos durante a execução do projeto A educação ambiental e o campo: uma ação social nas práticas integradas dos cursos técnicos do PRONATEC - Agronegócio, Logística e Informática”, desenvolvido no Instituto Federal Farroupilha-Centro de Referência São Gabriel/RS sobre compostagem e vermicompostagem de resíduos sólidos orgânicos.

Figura 2. Palestra expositiva sobre compostagem e vermicompostagem

Foi apresentado um vídeo motivacional de Tony Melendez - Exemplo de vida, com o intuito de promover reflexões sobre a vida de cada integrante do grupo HIPERDIA e motivar a busca de superação dos limites e desafios que cada um possui, cuidando da saúde e obtendo melhor qualidade de vida.

Depois de três meses da aplicação da palestra foi permitido um novo contato com o grupo, com o objetivo de verificar a eficiência e a eficácia da palestra, evidenciando informações sobre o percentual de participantes que buscaram aplicar as práticas de destinação de resíduos ensinadas na oficina de compostagem e vermicompostagem no dia-a-dia.



Resultados e discussões

As informações obtidas durante a palestra evidenciaram que o sexo feminino esteve presente em número expressivo (80%) e o masculino (20%), conforme apresentado na (Figura 3).



Figura 3. Sexo dos participantes da Palestra de compostagem e vermicompostagem



Durante a troca de saberes em meio à palestra, percebeu-se a forte ligação das mulheres às questões de saúde e qualidade de vida voltada ao tema de compostagem e vermicopostagem. Para Jacobi et al., (2015) a Organização das Nações Unidas (ONU) destaca em inúmeros documentos que o papel da mulher é fundamental na conservação do meio ambiente propondo alternativas de consumo sustentáveis e de redução do desperdício.

A palestra teve momentos de interação com o grupo, onde vários integrantes relataram que buscam soluções para os resíduos orgânicos, tais como: em forma de alimentação para o tratamento de animais, e destino para hortas e jardins. Ficou compreendida a maneira como esses resíduos são aplicados na horta e jardim, sem o uso de técnica específica de preparo e manejo desses resíduos.

Estas trocas de experiências possibilitaram aos participantes ampliarem seus conhecimentos, dividirem experiências, erros e acertos, colaborando com os resultados obtidos por Limberger (2012), em seu estudo do processo de compostagem doméstica como instrumento de educação ambiental para a terceira idade, onde a autora observou que a atividade, possibilitou aos participantes do grupo de terceira idade, ampliarem conhecimentos e dividirem suas experiências, o que contribuiu para uma maior compreensão sobre resíduos. Segundo Dias e Pieper (2013), a história oral mostra-se como um método adequado não somente nos estudos sociais, como também ambientais. Ao escutarmos a fala de um idoso e valorizarmos a sua experiência, praticamos e promovemos a educação ambiental.

Verificou-se também que os idosos foram muito participativos e demonstraram satisfação por participarem da atividade, corroborando com Bento et al., (2017) em seu relato referente a uma ação em educação ambiental com idosos na cidade de São Carlos, SP.

Os resultados evidenciaram que no decorrer de três meses após a aplicação da palestra, apenas (4%) dos participantes do grupo HIPERDIA buscaram alternativas corretamente viáveis para os resíduos gerados em suas residências (Figura 4). Isto se deve ao fato de que aplicar a prática da compostagem e vermicompostagem no dia-a-dia, às vezes, pode ser complicado para quem ainda não tem esse hábito, mesmo tendo consciência dos benefícios que essa prática pode oferecer.

Figura 4. Aplicação da Técnica de compostagem e vermicompostagem após a palestra



No entanto, quando as pessoas gostam de cultivar hortaliças e verduras em casa e apresentam algum conhecimento básico sobre a técnica de compostagem e vermicompostagem, isso acaba se tornando mais fácil (Figura 5). Segundo Batista et al., (2016), o conhecimento da técnica de compostagem e vermicompostagem e suas utilidades são fundamentais para que exista incentivo para aplicá-la.

Figura 5. Composteira realizada por integrante da palestra em sua residência



De acordo com informações do Ministério do Meio Ambiente (2017), os baldes/galões são ideais para domicílios com compostagem individual ou coletiva/comunitária.

Para Scarlato e Pontin (1992), uma das propostas de Educação Ambiental é justamente construir no indivíduo e na coletividade a conscientização na mudança de atitude que valorize a preservação do meio ambiente. É importante o uso de compostagem doméstica, mas também apoiar iniciativas de compostagem municipal e comunitária, para poder alcançar a totalidade dos benefícios que a prática potencializa (BATISTA et al., 2016).



Considerações Finais

Cabe ressaltar, que mesmo o grupo sendo portador de doença crônica (hipertensão e diabetes), é possível buscar a qualidade de vida, através de ações simples, como é o caso da compostagem e vermicpompostagem que podem ser praticados diariamente.

A palestra buscou auxiliar na solução de problemas ambientais e sanitários causados pelos resíduos sólidos orgânicos. Buscou-se a troca de experiência e conhecimento para que os participantes tomassem consciência e atitude sobre o tema e também multiplicassem a informação para os filhos, netos e amigos.

Os participantes alocaram em suas falas, a importância de motivar o grupo para o aprendizado, valorizando suas experiências anteriores, desenvolvendo sua criatividade e, sobretudo, despertando o interesse para os cuidados com o meio ambiente.

Um dos fatores que determinou a execução deste trabalho foi à possibilidade da inserção do grupo HIPERDIA em ações sociais, permitindo que eles resgatem seu reconhecimento social e a sua capacidade criativa, dando possibilidades de atuar na prática de fazer compostagem e vermicompostagem, e melhorar sua autonomia numa ação social que pode beneficiar o próprio idoso e o ambiente no qual ele se insere.

Bibliografia



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