ISSN 1678-0701
Número 59, Ano XV.
Março-Maio/2017.
Números anteriores 
Início      Cadastre-se!      Procurar      Submeter artigo      Fazer doação      Contato     Apresentação     I Prêmio Educação Ambiental em Ação     Normas de Publicação     Artigos     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Dinâmicas     Entrevistas     Culinária     Arte e ambiente     Divulgação de Eventos     O que fazer para melhorar o meio ambiente     Sugestões bibliográficas     Educação     Plantas medicinais     Práticas de Educação Ambiental     Educação e temas emergentes     Ações e projetos inspiradores     Relatos de Experiências     Notícias
Relatos de Experiências

10/03/2017A HORTA NO AMBIENTE ESCOLAR: UMA FERRAMENTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL  
Link permanente: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2698 
" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">

A HORTA NO AMBIENTE ESCOLAR: UMA FERRAMENTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

 

 

Juliana Cardozo de Farias1, David Kempson Avelino Silva 2, Maria do Rosário Alves da Costa3

 

1Bióloga,Docente da Secretaria Municipal de Santana do Maranhão/MA, mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente.E-mail: julianacardozo93@yahoo.com.br

2Pedagogo, Docente da Secretaria Municipal de Maracanaú/CE,Especialista em Docência do Ensino Superior. E-mail:david_kempson@hotmail.com

3Pedagoga e Bióloga, Docente da Secretaria Municipal de Timon/MA,  Especialista em parasitologia. E-mail:mrosario-alves@hotmail.com

 

Resumo:A horta é uma alternativa de unira teoria com a prática e representa uma maneira de conhecer diversas problemáticas ambientais. Nesse sentido, objetivou-seconstruir uma horta como método de ensino-aprendizagem da disciplina de Ciências e Educação Ambiental na escola Júlio Monteles, no município de Santana do Maranhão-MA,para facilitar o entendimento dos alunos sobre os nutrientes presentes nos alimentos. Além disso, possibilitarhábitos saudáveis e de conservação ambiental. Após as aulas teóricas das disciplinas, iniciou-se a construção da horta. Os alunos estiveram presentes em todas as etapas e atividades ocorridas, tais como a escolha do espaço, dos vegetais que iriam ser cultivados e o plantio. Assim, a atividade permitiu discutir a importância dos alimentos dentre outros temas, incentivando à curiosidade dos educandos com práticasrecreativas interdisciplinares.

 

Palavras-chave: Alimentação saudável, meio ambiente, ensino-aprendizagem.

 

Abstract:The garden is an alternativeto unite theory with practice and represent a way to know several as environmental problems. In this sense, the objective was to make a garden as a teaching-learning method of science discipline and environmental education in the school Júlio Monteles, in the city of Santana of Maranhão-MA, for facilitate from the students understanding on nutrients in food. Besides that, permit healthy habits and environmental conservation. After the theoretical classes of the disciplines, started the construction of the garden. The students were present in all the phase and actions that occurred, as the choice of space, of the plants that would be grown and the planting. Thus, the activityallowed to discuss the importance of food among other topics, inspiringto curiosity in the students with interdisciplinary recreational activities.

 

KeywordsHealthy feeding, environment,teaching-learning.

 

 

 

 

 

1. Introdução

 

A degradação ambiental provocada pela intervenção humana é cada vez mais preocupante (OLIVEIRA, 2003). O Brasil tem uma grande biodiversidade de alimentos, entretanto, a sua produção muitas vezes agride os ecossistemas com o uso de agrotóxicos e outros insumos agrícolas. Para tentar superar esse desafio e chegar à sustentabilidade, a Educação Ambiental é uma estratégia que contribui para proteção do meio ambiente.

A educação ambiental é entendida como processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente (BRASIL, 1999).

Sabendo disso, a escola desempenha a função de formar cidadãos críticos e capacitados para a vida (CRIBB, 2010). Para isso, utiliza diversas metodologias buscando o desenvolvimento de competências, posturas e valores, que norteiam a compreensão do mundo e de suas transformações.De acordo com os PCN’s de Ciências Naturais, para que tal objetivo seja alcançado é preciso envolver a vida social, a cultura, o sistema produtivo e as demais relações entre o ser humano e a natureza.

Além disso, as instituições de ensino representam um elo com a comunidade local, uma vez que, é um espaço de conhecimento e dispersão de saberes,promovendo, uma mudança social e a superação das injustiças ambientais (SORRENTINO et al. 2005).

Os alimentos são um dos conteúdos programáticos do ensino fundamental, sendo de sumaimportância para sobrevivência de todos os organismos vivos. Uma alimentação saudável fornece nutrientes necessários para o bomfuncionamento do corpo humano, também previne doenças crônicas não transmissíveis,a exemplo da obesidade, diabetes, câncer, osteoporose edoenças cardiovasculares (SICHIERI et al., 2000; RODRIGUES et al., 2007).

Aumentar o consumo de vegetais é fundamental para uma boa qualidade de vida. Pensando assim, a construção dehortas escolares propicia conhecimentos e habilidades que permitem os alunos produzir, descobrir, selecionar e consumir os alimentos de forma adequada, bem comopodem ser usadas para sensibilizar os educandos em relaçãoàs práticas alimentares saudáveis efortalecer a cultura alimentar da comunidade local (MORGADO; SANTOS, 2008).

Segundo Dias et al. (2004), a horta é uma ferramentaque uni o lúdico ao meio ambiente e pode ser trabalhada por meio de ações interdisciplinares (CRIBB, 2010),contribuindopara mudanças nas atitudes dos estudantes referentes à maneira como percebem o meio ambiente e incentivana utilização dos recursos naturais de maneira correta.Com isso, os alunos aprendem na prática, diversos temas. Atividades como essasão bastante significativas durante o processo de ensino, poisdespertam a curiosidade e a busca de conhecimentos.

Norteado por esse pensamento, objetivou-se construir uma horta como método de ensino-aprendizagem na disciplina de Ciências e Educação Ambiental, com alunos do 6° ano na escola Júlio Monteles,no município de Santana, Maranhão-MA,para facilitar o entendimento da função e importância dos nutrientes presentes nos alimentos, possibilitando hábitos saudáveis e a sensibilização da problemática ambiental.

 

 

 

2. Material e métodos

 

O município de Santana do Maranhão possui aproximadamente11.661 habitantes, localiza-se no território do Baixo Parnaíba, no leste maranhense com área de 1.385,80 km². As principais atividades econômicas são agricultura, criação de animais e comércio(MDA, 2005).

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Deputado Júlio Monteles ficalocalizada no município de Santana do Maranhão, no estado do Maranhão. Oferece Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) nos turnos manhã/tarde e Educação de Jovens e Adultos (EJA) no turnoda noite.

Este trabalho foi realizado de abril de 2015 a novembro de 2016 com duas turmas de alunos do 6°ano do ensino fundamental do período da manhã.As atividades referentes à horta foram divididas em duas etapas, a primeira foia teórica no qual,ministrou-se o conteúdo programático sobre Alimentação saudável e Reciclagem nas disciplinas de Ciências e Educação Ambientale a segunda foia prática, por meio da construção da horta e conhecendo os principais nutrientes presentes nos vegetais cultivados. Para isso, foi pedido que os alunos trouxessem mudinhas de plantas que eles tivessem em casa. Em seguida, fizeram-se as covas para colocação das espécies vegetais. Depois da plantação, dividimos as tarefas, onde foi acompanhando o desenvolvimento das plantas, observando semanalmente, além de realizar a limpeza, rega e colheita.

Para melhor conhecimento sobre as plantas, as espécies foram classificadas em famílias de acordo com o sistema de Cronquist (1981).Os sitios IPNI (2015) e MOBOT (2015) foram consultados para conferência da grafia dos nomes científicos das espécies e dos autores.

 

3. Resultados e discussão

 

Os alunos estiveram presentes em todas as etapas ocorridas. Durante aescolha do espaço em que iria ser feito o plantio, aproveitou-se para conversar com os mesmos, abordando questões sobre o que é uma horta, para que serve e o que podemos plantar nela, seleção das mudas que iriam ser cultivadas, manejo, plantio, cuidados e colheita. Sendo os estudantesauxiliadosdurante o desenvolvimento das atividades e na manutenção da hortapelos professores de Ciências e Educação Ambiental.

Foram cultivadas sete espécies vegetais, distribuídas em seis famílias botânicas (Tabela 1). Tais plantas foram escolhidas devido o uso ser bastante comum no município e as mesmas serem cultivadas na casa dos educandos. Além disso, as plantas poderiam ser utilizadas para a preparação da merenda escolar, garantindo a segurança Alimentar e Nutricional, que é assegurada na Constituição Federal de 1988 em seus artigos 205 e 206, que estabelece o acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.

 

Tabela1.Plantas cultivadas na horta na escola Júlio Monteles, Santana do Maranhão/MA.

Família/Espécie/Nome vernacular

Nutrientes presentes/ Funções

Apiaceae

Coriandrum sativum L.(coentro)

Contém potássio, vitaminas C e A. É antioxidade; tem óleos essenciais que ajudam na digestão; é usado como antitérmico, analgésico e auxilia no tratamento de dores articulares e reumatismo(RAIMUNDO; BERALDO, 2015).

Asteraceae

 

Lactuca sativa L. (alface)

A alface tem muitas vitaminas A, B1, B2, C e sais minerais. Destaca-se na alimentação pela utilização em dietas balanceadas (OHSE, 1999; SALA et al., 2008).

Brasicaceae

 

Brassica oleracea L. (couve)

É uma das hortaliças verdes, possui vitamina B2, B5, B9, C, K, cálcio, ferro, magnésio e potássio. No geral, auxilia no crescimento, manutenção da pele, ossos, cabelos e visão(EMBRAPA HORTALIÇAS, 2012).

Lamiaceae

 

Mentha x villosa Huds (hortelã)

Possui vitaminas A, B e C; cálcio, fósforo, ferro e potássio. Tem propriedade descongestionante(RAIMUNDO; BERALDO, 2015).Broncodilatadora tem ação antifúngica, colerética e diurética, analgésica e espasmolítica (CUNHA; SILVA; ROQUE, 2003).

Liliaceae

 

Allium schoenoprasum L. (cebola de palha)

Possui vitaminas A e C. Assim como, potássio, cálcio e fósforo. Tem propriedades antioxidade, ajuda na digestão e melhora a circulação sanguínea(RAIMUNDO; BERALDO, 2015).

Solanaceae

 

Capsicum annuum L. (pimentão)

Possui vitamina C, é uma das hortaliças verdes que possui vários sais minerais (EMBRAPA HORTALIÇAS, 2012) Além disso, possui óleo essencial, resinas, amido, açúcares e outros compostos (EMBRAPA PANTANAL, 2007).

 

CapsicumchinenseJacq. (pimenta de cheiro)

O gênero Capsicum é uma fonte importante de três antioxidantes naturais, as vitaminas C, E e os carotenoides. Além disso, são ricas em minerais e são fontes de vitaminas do complexo B (REIFSCHNEIDER, 2000; RIBEIRO et al., 2008).

 

Solanno lycopersicumL.(tomate)

O tomate é umas das hortaliças vermelha que possui licopeno, vitamina A, C e ácidos fenólicos. Entre os benefícios para a saúde está a redução dos riscos de câncer.  Melhora a resistência do organismo e é bom para os tecidos da pele e também para as unhas, cabelos(EMBRAPA HORTALIÇAS, 2012).


A hortelã (Mentha x villosa Huds)é uma planta que pode ser utilizada na alimentação e como medicinal. Seu cultivo ocorreu também para proteger as espécies vegetais contra pragas agrícolas, ou seja, é um repelente natural. Alguns de seus óleos voláteis representam uma proteção contra predadores e infestantes, como o mentol e mentona que são inibidores do crescimento de vários tipos de larvas (SIMÕES, 1999).

Foram reutilizadas garrafas pet na construção da cerca em volta da horta, como uma maneira de diminuir a quantidade de lixo, que nas últimas décadas tem acarretado problemas ambientais. Os resíduos sólidos, quando jogados em locais inadequados ocasionam enchentes nas ruas das grandes cidades após uma chuva. Em muitos casos o lixo polui o ambiente e pode transmitir doenças (ALENCAR, 2005). Areutilização e a reciclagemtêm sido recomendadas como uma maneira de geri os resíduos sólidos (ROSA et al., 2005).

Do ponto de vista da interdisciplinaridade, os professores da escola foram envolvidos e orientados parautilizarem a horta em suas disciplinas. Essaé uma estratégia que uni diferentes áreas do saber em busca da compreensão e da resolução de problemas. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) criados pelo Ministério da Educação em 1998 indicam que a aprendizagem de valores e atitudes deve ser mais explorada, a partir do pensamento pedagógico,possibilitando o conhecimento dos problemas ambientais e de suas consequências desastrosas para a vida humana,afim de promover uma atitude de cuidado e atenção com essas questões e incentivar ações conservacionistas (BRASIL, 1998).

A horta permitiu trabalhar o conteúdo dos alimentos, assim como a temática do meio ambiente, solo, e outros temas referentes ao conteúdo programático do 6º ano das disciplinas de Ciências e Educação ambiental, bem como outras disciplinas na escola. Nogueira (2005) argumenta que a utilização da horta desenvolvida no ambiente escolar possibilita excelentes atividades didáticas, proporcionando grandes vantagens na obtenção de alimentos, devido ao baixo custo e seu emprego em programas de alimentação e saúde em instituições de ensino.

Outros temas discutidos foram o uso de agrotóxicos e o perigo que eles trazem para a humanidade e para o meio ambiente, assim como a conservação dos ecossistemas. Foi possível ainda desenvolver várias competências como o trabalho em equipe, cooperação entre os alunos e inserção de hábitos alimentares saudáveis. Tais atividades auxiliam na integração dos alunos com a problemática ambiental vivenciada a partir do âmbito da horta escolar (CRIBB, 2010; COSTA; SILVA, 2011).

 

Figura1. Construção da horta na escola Júlio Monteles, Santana do Maranhão/MA.

 

 

 

Dessa maneira, incentivou-se o conhecimento e aprática de uma alimentação saudável, e ainda a conservação ambiental, bem comoa importância do trabalho com a terra, já que uma das principais atividades do município de Santana é a lavoura.

Além disso, a construção da horta na escola promoveuaulas diferenciadas que incentivaram a curiosidade dos alunos com ações didáticas, favorecendo a socialização dos mesmos, auxiliando ainda na higiene pessoal em relação aos alimentos e cuidados com o meio ambiente.

 

4. Conclusão

 

A construção da horta permitiu a sensibilização dos alunos e possibilitou uma maior compreensão da função e importância dos nutrientes presentes nos alimentos. Foi possível perceberuma maior interação dos estudantes com as plantas cultivadas.

Atividades como essa, incentivam práticas ambientais importantes para a conservação dos ecossistemas, o que contribui para mudanças de hábitose o fortalecimento de valores, pois estes são fundamentais parao uso racional dos recursos naturais, pautados em conceitos e ações da educação ambiental.

 

 

 

Referências bibliográficas

 

ALENCAR, M. M. M. Reciclagem de lixo numa escola pública domunicípio de salvador, Revista virtualcandombá, v.1, n.2, p.96-113, 2005.

 

BRASIL. Constituição (1989). Construção da República Federativa do Brasil. Organização de Alexandre de Morais. 16 d. São Paulo: Atlas, 2000.

 

BRASIL. Lei n. 9795 de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental. Política Nacional de Educação Ambiental. Brasília, 1999.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Ciências Naturais/ Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.

 

CRIBB, S. L. S. P. Contribuições da educação ambiental e horta escolar na promoção de melhorias ao ensino, à saúde e ao ambiente.Revista eletrônica do mestrado profissional em ensino de ciências da saúde e do ambiente, v.3, n.1 p. 42-60, 2010.

 

COSTA, A. O.; SILVA, W. C. M.A compostagem como recurso metodológico para o ensino de ciências naturais e geografia no ensino fundamental.Enciclopédia biosfera, centro científico conhecer - Goiânia, v.7, n.12, 2011.

 

CRONQUIST, A. An integrated system of classification of flowering plants.New York: Columbia Universaty Press. 1262p, 1981.

 

CUNHA, A. P.; SILVA, A. P.; ROQUE, O.R. Plantas e produtos vegetais em fitoterapia. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2003.

 

DIAS, A. A Organização do espaço com a construção de uma horta lúdica. 2004. 130f. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Pedagogia em Educação Infantil) – Centro de Educação a Distância, Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, 2004.

 

Embrapa hortaliças. Hortaliças em revista. Impresso especial,v.1, n.2, p.1-16, março/abril, 2012.

 

Embrapa Pantanal, Embrapa Cerrados, Embrapa Acre. Série Plantas Medicinais, Condimentares e Aromáticas.Corumbá/MS, novembro, 2007.

 

IPNI.The International Plant Names Index.Disponívelem: <http://www.ipni.org>. Acesso: junho/2015.

 

MDA – Ministério de Desenvolvimento Agrário SDT – Secretaria de Desenvolvimento Territorial Território Baixo Parnaíba. Plano territorial de desenvolvimento rural sustentável. São Luís, Maio/2005.

 

MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: meio ambiente: s aúde. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.

 

MOBOT- Missouri Garden W3 trópicos. Disponível em: <http:// www.tropicos.org>. Acesso: junho/2015.

MORGADO, F. S.; SANTOS, M. A.A. A horta escolar na educação ambiental e alimentar: experiência do projeto horta viva nas escolas municipais de florianópolis– Revista Eletrônica de Extensão, n. 6, 2008.

 

NOGUEIRA, W. C. L. Horta na escola: uma alternativa de melhoria na alimentação e qualidade de vida. Anais do 8º Encontro de Extensão da UFMG. Belo Horizonte, 3 a 8 de outubro de 2005.

 

OHSE, S. Rendimento, composição centesimal e teores de nitrato e vitamina c em alface sob hidroponia. 1999. 103f. Tese (Doutorado em Produção Vegetal) - Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo, Piracicaba.

 

OLIVEIRA, M. V. C. Princípios Básicos do Saneamento do Meio. São Paulo, editoraSenac, São Paulo, 2010.

 

RAIMUNDO, M. G. M.; BERALDO, M. R.Sabores da horta: do plantio ao prato. São Paulo: Coordenadoria de Desenvolvimento do Agronegócio, 2015. 44p.

 

REIFSCHNEIDER, F. J. B.( Org.) Capsicum: pimentas e pimentõesdo Brasil.Brasília: Embrapa Comunicação para Transferência de Tecnologia; Embrapa Hortaliças, 2000. 113p.

 

RIBEIRO, A.; COSTA, C. P. Inheritance of pungency in Capsicum chineseJacq. (Solanaceae) Revista Brasileira de Genética, v. 13, n. 14, p. 815-823, 1990.

 

RODRIGUES, M. L. C. F.; SCHMITZ, B. A. S.; CARDOSO, G. T.; SOUSA, E. O.Alimentação e nutrição no Brasil. Brasília: Universidade de Brasília, 2007.

 

ROSA, B. N.; MORAES, G. G.; MAROÇO, M., CASTRO, R. A importância da reciclagem do papel na melhoria da qualidade do meio ambiente. XXV Encontro Nacional de Engenharia de Produção – Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005.

 

SALA, F.C.; COSTA, C.P.; TEIXEIRA, L.D.; FABRI, E.G.; BLAT, S.F. Reação de cultivares de alface a Thielaviopsisbasicola. Horticultura Brasileira, Brasília, v. 26, n. 3, 2008.

 

SICHIERI, R.; COITINHO, D. C.; MONTEIRO, J. B.; W. F. COUTINHO.  Recomendações de Alimentação e NutriçãoSaudável para a População Brasileira. Arquivo Brasileiro Endocrinologia Metabólico,v. 44, n.3, p. 227-232, 2000.

 

SIMÕES, C.M.O.; SPITZER, V. Óleos voláteis. In: SIMÕES, C.M.O et al. (Org.). Farmacognosia: da planta ao medicamento.Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS; Florianópolis: Ed. da UFSC, 1999.

 

SORRENTINO, M.; TRAJBER, R.; MENDONÇA, P.; FERRARO JUNIOR, L. A. Educação ambiental como política pública. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 285-299, 2005.

 



" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">
 
Início      Cadastre-se!      Procurar      Submeter artigo      Fazer doação      Contato     Apresentação     I Prêmio Educação Ambiental em Ação     Normas de Publicação     Artigos     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Dinâmicas     Entrevistas     Culinária     Arte e ambiente     Divulgação de Eventos     O que fazer para melhorar o meio ambiente     Sugestões bibliográficas     Educação     Plantas medicinais     Práticas de Educação Ambiental     Educação e temas emergentes     Ações e projetos inspiradores     Relatos de Experiências     Notícias