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ISSN 1678-0701
Número 59, Ano XV.
Março-Maio/2017.
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10/03/2017
PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS DISCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS EM RELAÇÃO À ECONOMIA E PRESERVAÇÃO DA ÁGUA  
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PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS DISCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS EM RELAÇÃO À ECONOMIA E PRESERVAÇÃO DA ÁGUA

Fernanda Jéssica Pfeifer. Bióloga. Aluna da especialização em Educação Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria e mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões(fernandapfeifer@hotmail.com).

MicheliStefanello. Bióloga. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da Universidade Federal de Santa Maria (michelistefanello@hotmail.com).

Carla Camargo Saldanha. Bióloga. (carlacsaldanha@yahoo.com.br)

Henrique Gomes Gutler Júnior. Biólogo.Professor do Ensino Básico na Escola Municipal de Ensino Fundamental Zeferino Brasil(henrike-jr@hotmail.com)

Joice Feil Fagundes. Bióloga. (joyfeilf@gmail.com)

HaidiKremer. Bióloga. Professora do Ensino Básico na Escola Estadual de Educação Básica Palmeira das Missões(haidi_kremer15@hotmail.com).

 

Tânea Maria Bisognin Garlet. Professora Adjunta do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Federal Santa Maria - campus Palmeira das Missões(taneagarlet@hotmail.com).

RESUMO

A crescente preocupação com as questões ambientais, especialmente em relação à água, fez com que as escolas adquirissem um papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e preocupados com as futuras gerações. Neste sentido, o estudo tem por objetivo avaliar os hábitos e as percepções dos discentes sobre a economia e a preservação da água a fim de criar subsídios para programas de educação ambiental. A coleta de dados foi realizada através da aplicação de questionários semi-estruturados durante o mês de outubro de 2014. Participaram do estudo 179 discentes com idades entre 11 e 18 anos. Em relação ao hábito dos discentes, 25,6% afirmam que ficam 30 minutos no banho, enquanto outros 75,4% afirmam que fecham a torneira enquanto escovam os dentes. Dos discentes, 51,9%afirmam que não é feito nenhum tipo de reaproveitamento de água em suas residências e 52,5% afirmam que a calçada de sua residência é limpa com a mangueira. Quanto à preservação, 14,5% confessaram jogar resíduos sólidos no chão e 40,7% não souberam responder qual é o destino do esgoto doméstico produzido em suas residências. Constatou-se que, em geral, os discentes têm pouco conhecimento das atitudes a serem empregadas para promover a economia e preservação dos recursos hídricos. Faz-se necessário que se promovam projetos de educação ambiental para que se tenha mudança de hábitos e promoção do conhecimento.

 

Palavras chave: Recursos hídricos, educação ambiental, educação básica.

1.Introdução

            Os debates sobre a problemática ambiental têm ganhado ênfase nas últimas décadas (FRACARRO, 2011) tanto por parte da população em geral, quanto por parte do meio acadêmico (RODRIGUES et al., 2010). Além disso, tanto em escala global, quanto regional, deixou de ser uma preocupação apenas de profissionais de áreas específicas, mas sim de todas sem distinção (CASTRO et al., 2006). Entre os numerosos problemas ambientais que a sociedade se depara, seja de contaminação, poluição, devastação ou falta de recursos naturais, a água vem sendo um dos temas mais discutidos (KUNEN eBECKER, 2010).

            Por muito tempo acreditava-se na ilusão de que a água era um bem interminável e, por isso, poderia ser desfrutada por todos de acordo com sua necessidade ou até mesmo sua vontade (SANTANA e FREITAS, 2012). A informação de queo planeta tem sua superfície coberta por aproximadamente 75% de água colaborou para esse tipo de concepção (SANTANA e FREITAS, 2012). Porém, muitos se esquecem quede toda essa água apenas 0,3% são adequadas para o consumo humano (PAIVA et al., 2015).

            Segundo o relatório sobre o Desenvolvimento de Recursos Hídricos: Água para um Mundo Sustentável, realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (2015), há água suficiente para suprir as necessidades de consumo de toda a população mundial, mas não sem uma rigorosa mudança no uso e gerenciamento desse recurso. Segundo Vargas e Paula (2003) essa mudança só é possível se entendermos a maneira como os usuários percebem e interagem com o meio. Compreendendo os modos de vida das pessoas diretamente relacionadas ao ambiente, será possível conhecer as necessidades da comunidade e promover as intervenções julgadas indispensáveis (GUIMARÃES et al., 2011).

            Desta maneira, o ambiente escolar é considerado um espaço propício para estudar as questões relacionadas ao consumo de água, pois se trata de um ambiente alicerce para a formação do caráter dos cidadãos e para a conscientização da importância de preservação ambiental e do uso racional (DE MELO et al., 2014). O espaço escolar reúne diversos fatores que possibilitam o emprego de ferramentas de pesquisa para realizar um levantamento do consumo de água e da percepção dos usuários para o uso racional (DE MELO et al., 2014).

            Diante do exposto, o presente estudo tem por objetivo avaliar os hábitos e as percepções dos estudantes do ensino fundamental anos finais sobre os usos e a preservação da água. A pesquisa criará subsídios para planejar ações de educação ambiental.

 

2.Material e métodos

            O trabalho foi realizado, em outubro de 2014, em uma escola estadual de ensino fundamental e médio localizada no município de Palmeira das Missões. A escolha da escola deu-se a partir do vínculo escola-universidade proporcionado pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIDIB).O município de Palmeira das Missões está situado no norte do estado do Rio Grande do Sul a368 km de Porto Alegre, capital do estado, com área de 1.471,4 km². Apresenta aproximadamente 35 mil habitantes distribuídos entre as áreas urbana e rural (IBGE, 2015).

            A coleta de dados foi realizada com os discentes de sexto a oitavo ano do ensino de nove anos e com a oitava série do ensino de oito anos através de um questionário semi-estruturado. A escolha da utilização do questionário deu-se a partir das concepções de Pessano et al. (2013) de que o procedimento é um clássico das ciências sociais para obtenção e registro de dados. Segundo Muñoz (2003), sua característica original é a obtenção de informações a partir de um determinado assunto, permitindo consultar uma grande população de forma rápida e econômica.

            O questionário abrangeu perguntas a respeito do perfil dos estudantes (idade, gênero e série) e perguntas referentes à percepção ambiental, cujo tema central é a água. No quadro 1, seguem as questões utilizadas no questionário.

 

Número

Questão

1

Quanto tempo você fica no banho?

2

Você deixa a torneira aberta enquanto escova os dentes?

3

Alguém da sua família reutiliza a água da máquina de lavar roupa ou a água da chuva para outras atividades domésticas?

4

Como é lavado o carro da sua família?

5

Como é limpa a calçada da sua casa?

6

Ao lavar a louça de sua casa, a torneira fica o tempo todo aberta?

7

Para onde vai o esgoto (água da pia, privada, chuveiro) de sua casa?

8

Você costuma jogar lixo no chão?

9

Ao comer uma bala na rua, o que você faz com o papel, vendo que não há lixeira próxima?

10

Você sobe o que é área de preservação permanente?

Quadro 1: Questões para avaliar a percepção dos discentes sobre a economia e preservação dos recursos hídricos.

 

            As respostas dos questionários foram utilizadas para a análise e estatística descritiva.

 

3. Resultados e discussão

            Participaram do estudo 179 discentes (Figura 1) com idade entre 11 a 18 anos.

 

 

Figura 1: Diferença do número de alunos por turma.

               Dos discentes, 25,6% revelaram permanecer no banho por aproximadamente 30 minutos, enquanto 15% afirmam permanecerpor 20 minutos. Segundo Lima et al. (2013) o tempo ideal para o banho é de 5 minutos visto que há um gasto de 15 a 81 litros de água neste tempo.  Apesar de demonstrarem pouca consciência em relação ao banho, 75,4% dos discentes afirmaram que fecham a torneira enquanto escovam os dentes. E 86% afirmam quefecham a torneira enquanto lavam a louça. Esta atitude demonstra que os discentes compreendem que esta ação causa desperdício de água corroborando assim com o estudo de Magalhães (2013), onde discentes relataram conhecer que as suas atividades diárias causavam algum tipo de dano ao meio ambiente.

               Quanto à água da máquina de lavar roupas ou água chuva, 51,9% dos discentes afirmam que não é feito nenhum reaproveitamento em suas residências. Isso demonstra que a maioria dos responsáveis pelos discentes ignora que o reaproveitamento pode reduzir os custos da conta de água e trazer inúmeros benefícios ambientais. Segundo Lira (2005) essa má utilização da água está aliada à ausência de informação e orientação dos cidadãos.

               Quando questionados como é lavado o carro da família, 25,6% afirmaram que os responsáveis mandam lavar fora, seguidos por 21,7% que lavam com a mangueira e 21,7% que lavam com o lava-jato. Isso revela que a maiorianão leva em consideração o consumo de água no momento de lavar o carro. Segundo Leitão (1999) milhares de litros de água potável são desperdiçados em estabelecimentos de lavagem de veículos anualmente. Deste modo, faz-se necessário que optar-se por estabelecimentos que façam o tratamento de efluentes e que tenham equipamentos que façam a recirculação da água. Quanto ao uso da mangueira e do lava jato, nota-se que há desperdício de água visto que, segundo Deboniet al. (2015),uma das medidas para evitar o uso inadequado deste recurso é lavar o carro com o balde.

            No presente estudo, 52,5% dos discentes afirmaram que a calçada de casa é lavada com a mangueira. Segundo Lima et al. (2013) a utilização de mangueiras para lavagem do quintal ou de calçadas utiliza 280 litros de água.Este desperdício caracteriza-se como um dos maiores problemas ambientais da atualidade (LUZ et al., 2015), contribuindopara o esgotamentoou degradação deste recurso (BRANDIMARTE,1999). Uma maneira de evitar o desperdício é armazenar água da chuva ou da máquina de lavar roupas e utilizar o balde para a limpeza. Muitas vezes, apenas a vassoura é suficiente.

            Outro grande problema ambiental da atualidade é a contaminação (SANTANA E FREITAS, 2012). No Brasil, os recursos hídricos estão bastante comprometidos devido ao lançamento indiscriminado de esgotos domésticos, despejos industriais, agrotóxicos e outros poluentes (LIRA, 2005). Os discentes, quando questionados sobre o destino do esgoto doméstico de suas residências, 43,5% afirmaram que o mesmo vai para o poço negro, enquanto 40,7% não souberam responder. Este dado demonstra que parte dos discentes ainda desconhece a destinação do esgoto.Alguns discentes, 4,4%, afirmaram que o esgoto doméstico vai diretamente para os corpos d’água, o que contribui para a deterioração e propagação de doenças. Segundo Moraes e Jordão (2002) cerca de 80% de todas as moléstias e mais de um terço dos óbitos dos países em desenvolvimento são causados pelo consumo de água contaminada, e, em média, até um décimo do tempo produtivo de cada pessoa se perde devido a doenças relacionadas à água. Segundo Deboni et al. (2015) faz-se necessário um maior engajamento dos órgãos públicos para que se conscientize a população da importância do saneamento básico na qualidade de vida.

            Outro problema frequente é o lançamento de resíduos sólidos nos corpos d’água, ou até mesmo em vias públicas. A deposição de resíduos nas vias públicas prejudica o escoamento de água em dias de chuva, contribuindo para as inundações.  Quando a isso, 32,9% dos discentes afirmaram jogar resíduos no chão dependendo da situação, enquanto outros 14,5% admitem jogar resíduos com frequência. Porém, quando questionados sobre o que fazem com um papel de bala quando não se tem nenhuma lixeira próxima, 57,5% dos discentes afirmaram que guardam o papel até encontrarem uma lixeira. Em relação aos resíduos sólidos, ações de educação ambiental poderiam produzir efeitos favoráveis à minimização de problemas como os resíduos sólidos nos bueiros (DEBONI et al., 2015).

            Além do desperdício, da contaminação por esgoto doméstico e resíduos sólidos, o descuido com as áreas de preservação permanente também contribuem para a deterioração dos recursos hídricos. A grande maioria dos discentes, 86,5%, não sabe o que significa o termo “Área de Preservação Permanente”, dificultando assim ações de conservação envolvendo os mesmos.

            Diante dessa problemática relacionada à água, a Educação Ambiental surge como meio de promoção do uso consciente, da preservação ambiental e consequentemente da construção de um mundo sustentável. Corroborando assim com Marodin et al. (2004), a Educação Ambiental visa o desenvolvimento sustentável, ou seja, busca mudar hábitos enraizados na sociedade para possibilitar que as gerações futuras também possam fazer uso dos recursos naturais disponíveis atualmente.

           

4. Considerações finais

            Baseado no que foi exposto,constatou-se que, em geral, os discentes têm pouco conhecimento das atitudes a serem empregadas para promover a economia e preservação dos recursos hídricos.É imprescindível o desenvolvimento de programas de educação ambiental para que se tenha mudança de hábitos. Os projetos devem abordar as maneiras de evitar o desperdício, a contaminação e enfatizar o quanto as Áreas de Preservação Permanente são importantes para a manutenção e conservação dos recursos hídricos. Além disso, essas temáticas devem ser abordadas de forma interdisciplinar em sala de aula.Tornando assim, a educação ambiental constante e permanente.Além da sala de aula, faz-se necessário projetos de educação ambiental que envolvamos responsáveis pelos discentes, uma vez que na maioria das vezes, são a principal fonte de informação e inspiração para eles.

 

5. Agradecimento:

À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) pelo apoio financeiro.

6. Referências bibliográficas

BRANDIMARTE, A.L.; Crise da Água: modismo, futurologia ou uma questão atual?Água Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v.26, n.154, p.36-42, 1999.

 

DE LIMA, C. A. I.;  DA SILVA, A. P.; DE OLIVEIRA, V. DE P. S.; MACIEL, C. P.; Percepção de alunos da modalidade de ensino para jovens e adultos (EJA) em relação ao consumo consciente da água em uma escola estadual de Campos dos Goytacazes (RJ). Revista Educação Ambiental em Ação, n. 45, setembro-novembro 2013. Disponível em:  http://revistaea.org/artigo.php?idartigo=1616. Acesso em: 03 jun 2016.

 

DE MELO, N. A.; SALLA, M. R.;DE OLIVEIRA, F. R. G.; FRASSON, V. M.;Consumo de água e percepção dos usuários sobre o uso racional de água em escolas estaduais do Triângulo mineiro. Ciência & Engenharia, v. 23, p. 01-09, 2015.

 

DEBONI, T. L.;MOMBACH, G. N. N.; DAS NEVES, M. L.; SIMIONI, F. J. Percepção e consciência ambiental: um estudo exploratório em Lages-SC. Geoambiente On-line, 2015.

 

FRACARRO, L. C. Z. Percepção ambiental e uso de recursos naturais: a população rural de Ipeúna, SP. 2011, 125 p., Dissertação - Universidade de São Paulo. Dissertação apresentada para obtenção de título de mestre em Ciências. Área de concentração: Ecologia Aplicada.

 

GUIMARÃES, S. O.; NETO, A. P. S.; PAULA, A. de. Percepção ambiental da população da vila bem querer acerca do rio verruga, vitória da conquista – Bahia. Enciclopédia biosfera, Goiânia, v.7, n.12, p. 1-8, 2011.

 

KUHNEN, A.; BECKER, S. M. da S.; Psicologia e Meio Ambiente: Como jovens e adultos representam água de abastecimento. Psico, v. 41, n. 2, 2010.

 

IBGE. Palmeira das Missões - Infográficos: dados gerais do município. Disponível em: http://www.cidades.ibge.gov.br/painel/painel.php?lang=&codmun=431370&search=rir-grande-do-sul|palmeira-das-missoes|infograficos:-dados-gerais-do-municipio Acesso em: 15 jun 2016.

 

LIRA, O. de O. Curso de Fluoretação para operadores de Estação de Tratamento de Água. Itabirito, 2005. 91 p.

LUZ, P. V. DE M.; CHIG, L. A.; FAVARO, E. G. P.;Avaliação de aspectos e impactos ambientais na comunidade de São Gonçalo beira rio em Cuiabá, Mato Grosso.Revista de Ciências Agroambientais, Alta Floresta, MT, v.13, n.1, p.1-10, 2015

 

MAGALHÃES, M. J.; A percepção ambiental dos alunos do nono ano do ensino fundamental em duas escolas da cidade de Formosa-GO.Revista Educação Ambiental em Ação, n. 43, março-maio 2013.Disponível em: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=1440&class=21.  Acesso em: 13 mai. 2016.

 

MARODIN, V. S.; BARBA, I. S.; MORAIS, G. A. Educação Ambiental com os Temas Geradores Lixo e Água e a Confecção de Papel Reciclável Artesanal. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, 2., 2004, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte : Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS. 2004. p. 1-7. Disponível em: < http://www.ufmg.br/congrext/Educa/WORD/Educa62a.doc>. Acesso em: 22 mai. 2016.

MORAES, D.S.de L.; JORDÃO, B.Q.; Degradação de recursos hídricos e seus efeitos sobre a saúde humana. Revista Saúde Pública. Corumbá, p. 370-374, março 2002.

MUÑOZ, T. G. Etapas del proceso investigador -instrumentación: elcuestionario como instrumento de investigación/evaluacion. ManualSociologia –Centro Universitário Santa Ana. Almendralejo, Espanha, 2003. Disponível em: <http://www.univsantana.com/sociologia/El_Cuestionario.pdf>. Acesso em: 20 mai. 2016.

 

PAIVA, C. O. DE L.; LIMA, M. B. DE F.; SOARES, J. DE F.; A educação ambiental como mecanismo de promoção do uso consciente da água In: II Congresso Nacional de Educação. Campina Grande, 2015.

 

PESSANO, E. F. C.; DÁVILA, E. DA S.; SILVEIRA, M. G.; PESSANO, C. L. A.; FOLMER, V.; PUNTEL, R.; Percepções socioambientais de estudantes concluintes do ensino fundamental sobre o rio Uruguai. Revista Ciências & Ideias, v.4(2), p.61-84, 2014.

 

RODRIGUES, A. S. de L.; BÁRBARA, V. F.; MALAFAIA, G.; Análise das percepções ambientais e dos conhecimentos de alguns conceitos referentes às nascentes de rios revelados por jovens e adultos de uma escola no município de Ouro Preto, MG. Revista Brasileira de Biociências, v. 8, n. 4, 2010.

 

SANTANA, A. C.; FREITAS, D. A. F.; Educação ambiental para a conscientização quanto ao uso da água. Revista Eletrônica Mestrado Educação Ambiental, v. 28, janeiro a junho de 2012.

 

UNESCO. Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos. Água para um mundo sustentável. Itália: WWDR, 2015.

 

VARGAS, M. C.; PAULA, G. O. Introdução à Percepção Social da Água: Estudo de caso no interior paulista In: MARTINS, R. C.; VALENCIO, N. F. L. da S. (Org.). Uso e Gestão dos Recursos Hídricos no Brasil: desafios teóricos e político-institucionais São Carlos: Rima, v. 2, p. 127-147, 2003.



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