ISSN 1678-0701
Número 63, Ano XVI.
Março-Junho/2018.
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Prêmio: Destaques

10/03/2018A FARMÁCIA SOLIDÁRIA COMO ESTRATÉGIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CURSO DE FARMÁCIA  
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A FARMÁCIA SOLIDÁRIA COMO ESTRATÉGIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CURSO DE FARMÁCIA



1 Dados de identificação:

Responsável pelo trabalho: Luciana Rodrigues Lessa

Escola: Universidade Estácio de Sá

Cidade: Nova Friburgo

Número de pessoas envolvidas:15 pessoas

E-mail: lurodlessa@hotmail.com



1.1 Categoria e temática do trabalho: Formação e capacitação

2 Apresentação:

A Farmácia Solidaria é um projeto de extensão da Universidade Estácio de Sá que teve início em 23 de março de 2017. O projeto tem como principais ações a arrecadação, doação de medicamentos e descarte de medicamentos.

A arrecadação de medicamentos é feita através de campanhas dentro do Campus Universitário e na comunidade. As campanhas têm o objetivo de conscientização quanto ao perigo do descarte incorreto de medicamentos não utilizados ou vencidos e da manutenção de estoque de medicamentos nas residências uma vez que são causas de danos ambientais e intoxicações acidentais.

Os medicamentos arrecadados passam por uma triagem. Os medicamentos que estão com suas características de qualidade preservadas são doados a população mediante a apresentação de receituário médico promovendo o acesso e o uso racional de medicamentos. Aqueles que estão danificados, fora dos padrões de qualidade para uso ou com seus prazos de validade expirados são recolhidos por empresa habilitada para destinação final correta segundo as normas vigentes.

Desta forma a Farmácia Solidária contribui para conscientização da população quanto à importância do descarte correto de medicamentos e também para a formação de profissionais sensíveis ás questões sociais relacionadas ao acesso aos medicamentos, conscientes do papel do farmacêutico no descarte correto de medicamentos e comprometidos com a minimização dos danos ambientais acarretados por produtos farmacêuticos.

3 Justificativa:

O avanço da ciência, além de diversos benefícios à população, também acarretou em um considerável aumento na fabricação e no consumo de medicamentos (SANTOS et al., 2016; VITOR et al., 2008).

O aumento do consumo de medicamentos, a dispensação de uma quantidade de medicamentos além da necessária para o tratamento, a impossibilidade de fracionamento, a prescrição incorreta e a distribuição de amostras-grátis, facilitam presença do estoque domiciliar de medicamentos (EICKHOFF et al.,2009).

A falta de informação e de postos de recolhimento gera a dúvida sobre o que fazer quando os medicamentos vencem ou, simplesmente, quando não são mais utilizados (FIGUEREDO et al, 2010). O acúmulo de medicamentos nos domicílios pode acarretar no descarte incorreto dos mesmos, transformando-os em resíduos que geram danos ao meio ambiente e à saúde pública (BRANDÃO, 2013).

A presença de fármacos, cosméticos e produtos de higiene pessoal foi constatada em águas para consumo, superficiais e subterrâneas em várias partes do mundo (CARVALHO et al., 2009). Estima-se que cerca de 20% dos medicamentos vendidos são lançados nas redes de esgotos sanitários ou em lixos domésticos (SERAFIM et al., 2007), sendo descartados cerca de 30 mil toneladas por ano no Brasil (CARNEIRO, 2011).

Os resíduos de medicamentos, de acordo com a RDC nº 306 de 2004 da ANVISA e a Resolução nº 358 de 2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), são classificados como resíduos químicos, apresentando ou não periculosidade, necessitando de manejo especial e tratamento adequado para seu descarte (BRASIL, 2004; BRASIL 2005).

A legislação brasileira não determina que as farmácias e drogarias recolham os medicamentos vencidos que foram adquiridos e não utilizados pelos consumidores, o que faz com que estes tenham seus destinos finais em lixo comum, pias e vasos, onde acabam nos esgotos públicos (TESSARO & ZANCANARO, 2013). O problema se agrava na medida em que os fármacos não são eliminados nos processos de tratamento de esgotos e por isso são identificados, tanto nas águas, como no solo (EICKHOFF, 2009).

As implicações destes fármacos, descartados de modo indevido no meio ambiente, ainda não são muito esclarecidas. A grande apreensão em relação a sua presença na água são os possíveis efeitos tóxicos e colaterais à saúde humana, animal e de organismos aquáticos. Algumas classes de medicamentos encontrados no meio ambiente merecem destaque, dentre estão os antibióticos antineoplásicos, imunossupressores, e os hormônios naturais e sintéticos (JOÃO, 2011; FIOCRUZ 2016).

Os antibióticos devido a sua capacidade de induzir a resistência bacteriana com a exposição sistemática dos microrganismos. Os antineoplásicos e imunossupressores merecem atenção devido a sua potencialidade mutagênica (JOÃO 2011; FIOCRUZ 2016).

O estrogênio, os fitoestrogênio e os estrogênios sintéticos usados como contraceptivos orais, na reposição terapêutica na menopausa como etinilestradiol, gestodeno, acetato de ciproterona e levonorgestrel, por serem desreguladores endócrinos, podem afetar o sistema reprodutor de organismos aquáticos, desenvolvendo características femininas em peixes machos, presentes em rios. Esses desreguladores endócrinos também podem ocasionar distúrbios prejudiciais ao sistema reprodutivo de animais selvagens e de seres humanos. Eles chegam às áreas residuárias em baixas concentrações, mas por serem despejados diariamente, podem atingir concentrações maiores ao longo do tempo (BILA&DEZOTT, 2007; JOÃO, 2011; BRANDT, 2012; GARCIA, GOLVEIA &SANTIAGO, 2014).

Efeitos destes hormônios no sistema reprodutor são descritos em diversas espécies. Além das anormalidades no sistema reprodutor, observa-se a “feminilização de peixes, masculinização e declínio populacional de algumas espécies de invertebrados, afinamento da casca do ovo, alterações no desenvolvimento gonadal e declínio populacional de aves de rapina”. Em humanos, a exposição a esses contaminantes pode ser associada a “oligospermia, alterações na esteroidogênese, criptorquidismo, hipospadia, endometriose, puberdade precoce, aborto, infertilidade, distúrbios de comportamento e doenças autoimunes”. A exposição intrauterina, na infância ou adolescência pode levar ao aumento dos casos de câncer de mama, puberdade precoce ou acelerada, além de obesidade (FONTENELE et al., 2010, p.12).

Desta forma o descarte incorreto de medicamentos não consiste apenas em um problema ambiental, mas também em uma ameaça à saúde (SANTOS et al., 2016). O descarte inapropriado é uma das três causas de intoxicação por medicamentos junto à autointoxicação e a intoxicação acidental com crianças (TESSARO & ZANCANARO, 2013).

Apesar do crescimento da produção e consumo de medicamentos em todo mundo, a parte da população mesmo favorecida continua tendo dificuldade ao acesso aos medicamentos, por isso tem sido motivo de diversas iniciativas no intuito de promover a expansão do acesso aos medicamentos (CHAVES, 2005).

Existem opiniões divergentes quanto à reutilização de medicamentos não utilizados, uma vez que não se sabe em quais condições de temperatura e umidade os medicamentos foram submetidos (JOÃO, 2011). Nos Estados Unidos da América, os medicamentos não utilizados são reciclados e enviados para países subdesenvolvidos. O FDA (Food and Drug Administration) permite que cada estado regulamente a reutilização dos medicamentos preconizando a qualidade dos medicamentos quando a reutilização é permitida no estado (FISCHER & FREITAS, 2011). No Reino Unido, os medicamentos são reutilizados por instituições de caridade (MACKRIDGE & MARRIOTT, 2007; FISCHER & FREITAS, 2011). No Brasil, não existe legislação que regulamente a reutilização dos medicamentos, a reutilização de medicamentos demanda intensa avaliação clínica e farmacêutica empregando critérios sanitários, epidemiológicos e éticos, para que não ocorra automedicação e entrega de medicamentos inadequados para pacientes (FISCHER & FREITAS, 2011).

Segundo as novas diretrizes curriculares, recém-aprovadas pela Câmara de Educação Superior (CES), do Conselho Nacional de Educação (CNE),  a formação do bacharel em farmácia “deve ser humanista, crítica, reflexiva e generalista”, deve pautar-se no compromisso com o cuidado e a defesa da saúde integral do ser humano, e contemplar “as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental, requerendo competências que compreendam sustentabilidade do meio ambiente e a minimização de riscos”. Desta forma os estudo dos malefícios que o descarte incorreto de medicamentos, objeto de estudo dos alunos de farmácia, causam a saúde e ao meio ambiente se tornam de suma importância. Também é de suma importância a incorporação de formas alternativas para prevenir tal situação (BRASIL, 2017).

Sendo a extensão universitária uma via de mão-dupla (SERRANO, 2008),além de promover o acesso da população carente aos medicamentos e a minimização dos impactos ambientais pela coleta descarte dos mesmos, a Farmácia Solidária também permite a prática do conhecimento acadêmico junto à sociedade, promovendo a capacitação, qualificação e conscientização ambiental dos acadêmicos do curso de farmácia.

4 Desenvolvimento:

A preocupação quanto aos resíduos relacionados à cadeia de produção de medicamentos e aos serviços farmacêuticos surgiu durante o curso de mestrado em Ciências Ambientais. Desde então, houve um envolvimento em pesquisas nos diferentes aspectos relacionados ao assunto.

Com a abertura do edital de processo seletivo para concessão de apoio financeiro a docentes nas modalidades de Pesquisa Produtividade e Extensão Social da UNESA-RJ, em outubro de 2016, surgiu a oportunidade de transformar as pesquisas teórica e experimentais em ações juntos aos discentes e a sociedade. Assim teve início o projeto de extensão Farmácia Solidária que tem como objetivos a promoção do acesso, do uso racional, do descarte correto de medicamentos e a promoção da educação dos discentes quanto a esses aspectos.

O projeto teve início em fevereiro de 2017, mês em que ocorreu a captação de alunos voluntários e a montagem da estrutura física. Em 23 de março de 2017 foi inaugurado o espaço físico do projeto contando com a participação dos alunos, coordenação do curso e direção do campus. Toda a montagem da farmácia foi doada pela própria Universidade ou por colaboradores.

Na prática a farmácia solidária realiza campanhas de arrecadação e coleta de medicamentos dentro do campus, como o “Trote Solidário”; em conjunto com a prefeitura como as “Ações Sociais” e em redes sociais. Nestas campanhas são arrecadados medicamentos e veiculadas informações quanto ao uso e descarte correto de medicamentos. Outra finalidade das campanhas é reduzir o estoque de medicamentos no âmbito domiciliar prevenindo a automedicação e as intoxicações relacionadas aos medicamentos. O Trote Solidário, uma iniciativa de “boas-vindas” aos calouros da universidade, integrando-os ao meio e aos veteranos, também constitui uma forma de chamar a atenção de todos os universitários sobre os perigos relacionados ao descarte incorreto de medicamentos.

Nas campanhas são coletados medicamentos com prazo de validades expirados, danificados, aqueles cuja parte já fora utilizadas, “amostras grátis”, ou seja, qualquer medicamento é aceito, com exceção dos medicamentos sujeitos a regime de controle especial, conhecidos como controlados.

Os medicamentos arrecadados passam por triagem realizada pelos alunos. As doações recebidas já com o prazo de validade expiradas são encaminhadas diretamente para descarte por empresa terceirizada habilitada. Medicamentos em frascos na forma líquida, em cápsulas e comprimidos, que foram abertos, ou aqueles danificados, também são encaminhados para destinação final. Os medicamentos na forma de comprimidos e cápsulas, embalados em blister, mesmo que parte já tenha sido utilizada, são encaminhados para doação, desde que não apresentem sinais de deterioração. Medicamentos fechados, com suas embalagens preservadas, também são encaminhados para doação.

Os medicamentos encaminhados para descarte são separados de suas embalagens primárias e bulas. Desta forma as bulas e as caixas destes medicamentos são descartadas junto à coleta seletiva já implantada no campus. Apenas os frascos e blisters são encaminhados para destinação final por empresa terceirizada devidamente habilitada. O cuidado em dar a destinação correta a cada tipo de resíduo faz parte da metodologia estabelecida para a educação ambiental dos discentes.

Para doar ou receber os medicamentos, é necessário que o doador ou o paciente faça um cadastro, onde fica registrado o nome do paciente, endereço, telefone, número de documento (RG ou CPF). Para receber medicamentos também é necessária a apresentação do original e da fotocópia da receita médica. Os medicamentos doados ao paciente também são registrados juntamente com a dosagem, o lote e quantidade de caixas. Ao final do registro, o aluno responsável assina a ficha e de igual modo à farmacêutica. Deste modo, fica garantida a rastreabilidade dos medicamentos arrecadados e doados. Toda a operação segue as normas vigentes de dispensação de medicamentos, sendo indispensável a presença de, pelo menos, um professor farmacêutico.

O controle de estoque é feito por meio de planilha eletrônica elaborada e alimentada pelos próprios alunos.

No primeiro semestre foram arrecadadas 2.732 unidades de medicamentos cujas classes terapêuticas estão descritas na Figura1.

Figura 1 – Classes de medicamentos arrecadadas

Analgésicos

Antivaricosos/ anti-hemorroidais

Antidiarreicos

Antivertiginosos

Antialérgicos/Anti-histamínicos/ Corticoesteróides

Calmantes

Antianêmicos

Diuréticos

Antianginosos

Estimulantesdo sistema imunológico

Antiarrítmicos

Fármacos usados na disfunção erétil

Antibacterianos tópicos

Fármacos usados na insuficiência cardíaca congestiva

Anticoagulantes

Fitoesteróis

Anticoncepcionais

Hepatoprotetores

Antidiabéticos

Hormônios do sistema reprodutor

Antieméticos/  Antinauseantes

Hormônios Tiroidiano

Antiespasmódicos

Incontinência urinária

Antifúngicos

Lactases

Antigotosos

Laxantes/ Reguladores intestinais

Antigripais

Orexígenos.

Anti-hemorrágicos

Outros

Anti-hipertensivos/ Diuréticos

Probióticos

Anti-inflamatórios

Relaxantes musculares

Antilipêmicos

Fármacos usados na reposição hormonal/menopausa

Antineoplásicos

Suplementos minerais e vitamínicos

Antiparasitários

Supressores de reabsorção óssea

Antirreumáticos

Vasoprotetores sistêmicos

Antitussígenos/ Expectorantes

Vitamina E

Antiulcerosos

Vitamina D3

Fonte: A autora, 2017.

Na Figura 1 podemos observar que medicamentos de classes que possuem potencial risco ambiental como hormônios, antineoplásicos, anticoncepcionais, antibióticos e fitoesteróis foram arrecadados. Na cidade de Nova Friburgo-RJ não existe posto de coleta para descarte de medicamentos vencidos ou não utilizados, desta forma, estes medicamentos seriam descartados incorretamente no lixo comum.

O Gráfico1 demonstra a relação entre as classes terapêuticas arrecadadas.

Grafico 1- Relação entre as classes terapêuticas arrecadadas.

Fonte: A autora, 2017.

No Gráfico 1 observa-se a arrecadação maciça de anticoncepcionais, fitoesteróis além de quantidades consideráveis de outros hormônios, classes que reconhecidamente, quando descartadas incorretamente, chegam aos corpos hídricos e causam distúrbios no sistema reprodutivo e feminilização de organismos aquáticos, além de diversas alterações metabólicas em humanos e animais que consomem água contaminada por esses poluentes.

Outras classes de medicamentos arrecadadas em quantidade menor, mas que causam preocupação quanto a preservação ambiental e da saúde, são os antibióticos e os antineoplásicos, indutores de resistência bacteriana e mutação.

No primeiro semestre foram atendidas e cadastradas 86 pessoas. Foram doadas 230 unidades de medicamentos, a participação de cada classe na dispensação está descrita, em percentagem, na Tabela 1.



Tabela 1- Relação entre classes terapêuticas dispensadas

Classes

Percentagem (%)

Analgésicos

1,74

Antialérgicos

1,74

Antianêmicos

10,87

Anticoagulantes

2,61

Anticoncepcionais

7,83

Antieméticos

3,48

Antifúngico

0,87

Anti-hipertensivos

9,13

Anti-inflamatórios

3,91

Antilipemicos

2,17

Antiparasitários

0,87

Diuréticos

2,61

Fitoterápico

0,87

Hormônios tiroidiano

3,04

Supressores de reabsorção óssea

1,3

Suplementos minerais e vitamínicos

46,96

Fonte: A autora, 2017.

No mesmo período foram descartados, de acordo com a legislação vigente e por empresa devidamente licenciada, 17,8 Kg de medicamentos em suas embalagens secundárias.

Desta forma, o Projeto de Extensão Farmácia Solidária constitui uma ferramenta ímpar como forma de Educação Ambiental em uma Faculdade de Farmácia, além de contribuir para a conscientização socioambiental e para a formação acadêmica dos discentes, assim como para o suprimento das demandas das novas diretrizes curriculares e da carência de medicamentos de uma parcela da sociedade, sendo de fácil execução e reprodutibilidade. Ele também participa na minimização dos danos ambientais decorrentes do comércio de medicamentos na medida em que promove o descarte correto dos mesmos.

5 Referências Bibliográficas:

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