ISSN 1678-0701
Número 62, Ano XVI.
Dezembro/2017-Fevereiro/2018.
Números  
Início      Cadastre-se!      Procurar      Submeter artigo      Fazer doação      Contato     Apresentação     Normas de Publicação     Artigos     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Dinâmicas e recursos pedagógicos     Entrevistas     Culinária     Arte e ambiente     Sugestões bibliográficas     Educação     Você sabia que...     Contribuições de Convidados/as     Práticas de Educação Ambiental     Sementes     Ações e projetos inspiradores     Gestão Ambiental     Cidadania Ambiental     Relatos de Experiências     Notícias
Dicas e Curiosidades

27/01/2018DICA DE CURTA-METRAGEM “MAIS QUE A LAMA: MEMÓRIAS, AUSÊNCIAS E HISTÓRIA”  
Link permanente: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2946 
" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">

DICA DE CURTA-METRAGEM

MAIS QUE A LAMA: MEMÓRIAS, AUSÊNCIAS E HISTÓRIA”

 

Na semana em que se completa dois anos do maior crime ambiental do Brasil, disponibilizamos nos nossos canais o filme completo "Mais que a Lama: Memórias, Ausências e História", para que nossos parceiros possam compartilhar esta narrativa a partir da memórias dos atingidos, em um momento onde o discurso mais importante a ser ouvido sobre o caso, é o discurso deles.

 

O Curta-metragem “Mais que a Lama: Memórias, Ausências e História” é resultado da parceria entre universidades UFOP, UNIVALI e UNIVILLE, em articulação com o Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), a Sala Verde de Itajaí e o Projeto das Escolas Sustentáveis.

 

O lançamento do filme integrou a programação do 13º Festival Cultural da Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), no dia 21 e foi exibido na Universidade Regional de Joinville (UNIVILLE) no dia 22 de setembro de 2017. 

 

O próprio nome do filme, “Mais que a Lama” foi escolhido pelos atingidos para denunciar que os reais impactos desse crime ambiental extrapolam em muito a marca deixada pela passagem de mais de 55 milhões de metros cúbicos de rejeitos tóxicos despejados pelo rompimento da barragem de Fundão e galgamento da barragem de Santarém. 

 

Este crime ambiental, das mineradoras Samarco, Vale e BHP Billiton no município de Mariana (MG), continua sem apresentar uma solução efetiva para a situação dramática que se encontram as famílias das comunidades atingidas há quase dois anos. 

 

Em julho deste ano foram realizadas oficinas em Mariana (MG), direcionadas a jovens, crianças e adultos das comunidades diretamente atingidas, como uma ação do 50º Festival de Inverno de Ouro Preto, a partir de práticas da arte-educação ambiental e da abordagem metodológica "Trilha da Vida". O filme retrata processos ocorridos nestas oficinas e apresenta algumas histórias dos atingidos e seus dramas atuais, passados dois anos da tragédia.

 

Os depoimentos colhidos falam sobre as lembranças que as pessoas têm do lugar e das paisagens frente à realidade atual, em que convivem com as imagens de seus lares destruídos, sem perspectiva de retorno. Os editores do filme, Elielson Bernardino e Rafael Langella, tiveram o cuidado de envolver os participantes da oficina e os que foram selecionados para entrevista, em todo o processo de produção e edição do filme.

 

Apesar de ter chocado o país e o mundo e ser considerada uma das maiores tragédias da história ambiental da mineração, muito pouco tem sido efetivamente feito para que o drama de milhares de famílias seja amenizado, responsabilizado e reparado. Pelo contrário, reproduz-se o roteiro previsível de impunidades e violências que, tradicionalmente, ocorrem no Brasil e no mundo em termos socioambientais. 

 

Além do curta-metragem, a oficina dará origem a um livro com mais de 30 histórias de vida escritas, que está sendo editado em cartonaria e será finalizado com os Atingidos de Mariana, para disseminar e fortalecer a luta dos movimentos sociais e dos atingidos pela barragem. Todo o trabalho dialoga com a valorização da memória socioambiental, no processo de educação ambiental, no cotidiano da escola e das comunidades.

 

Estas ações – oficina, filme e livro - resultam da parceria entre a UFOP, Univali, Univille e MAB, ativada pelos projetos de pesquisa e extensão "Escolas Sustentáveis" (UFOP), "Trilha da Vida" e Sala Verde "Observatório de Educação, Saúde, Cidadania e Justiça Socioambiental do Vale do Itajaí (SC)" (UNIVALI) e Mestrado em Patrimônio Cultural e Sociedade por meio do Grupo de Estudos "Arte, Cultura, Patrimônio: da produção à institucionalização - relações e tensões - ARCUPA" (UNIVILLE/PMPCS), com apoio do Instituto Caracol (Navegantes, SC), Ladurabilité – ações para sustentabilidade, Projeto Somos do Mar e o professor de Artes José Milton Turcato.

 

Fonte: Post da Sala Verde Itajaí – Facebook – 4/11

 

Link para o vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=RP6QFcJgsrA

 

Link para a Matéria sobre os danos a Mariana, assim que o evento ocorreu:

https://www.youtube.com/watch?v=kftRHoqt0ZI




" data-layout="standard" data-action="like" data-show-faces="true" data-share="true">
 
Início      Cadastre-se!      Procurar      Submeter artigo      Fazer doação      Contato     Apresentação     Normas de Publicação     Artigos     Dicas e Curiosidades     Reflexão     Para sensibilizar     Dinâmicas e recursos pedagógicos     Entrevistas     Culinária     Arte e ambiente     Sugestões bibliográficas     Educação     Você sabia que...     Contribuições de Convidados/as     Práticas de Educação Ambiental     Sementes     Ações e projetos inspiradores     Gestão Ambiental     Cidadania Ambiental     Relatos de Experiências     Notícias