“No final, nossa sociedade será definida, não pelo que criamos, mas pelo que nos recusamos a destruir” (John C. Sawhill).
ISSN 1678-0701 · Volume XV, Número 57 · Setembro-Novembro/2016
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Folclore
11/09/2016 (Nº 57) FOLCLORE NA ERA DA SUSTENTABILIDADE
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FOLCLORE NA ERA DA SUSTENTABILIDADE

Um país forma sua identidade, principalmente pela tradição e pela preservação dos costumes populares, ou seja, o folclore. A riqueza do nosso folclore é ímpar, pois, três povos ajudaram a criar a nossa identidade cultural: o luso, o negro e o índio.  Com isso, trabalhar o folclore no processo de ensino-aprendizagem não só inspira novas produções, como também possibilita o conhecimento histórico, os ensinamentos de diversas etnias e costumes e o desenvolvimento do gosto musical, ritmo, harmonia e criatividade.

 

Segundo PIAGET (1971), o desenvolvimento da criança acontece através do lúdico, ela precisa brincar para crescer, pois o brincar é o principal modo de expressão da infância e uma das atividades mais importantes para que a criança se constitua como sujeito da cultura.

 

Veja como a Escola Municipal Miguel Couto articula o Brincar, a Diversidade Cultural e o Processo Ensino/Aprendizagem
 

"Com o objetivo de superar o modelo tradicional em que a educação estava pautada, nossa unidade escolar abriu as portas nessa sexta feira, dia 31 de agosto, para um dia diferente, onde a Diversidade Cultural foi amplamente comunicada através das diversas atividades desenvolvidas.


Tendo como tema “Planeta Sustentável: Momento da Ação”, alunos e professores estiveram trabalhando durante os últimos meses a importância da valorização da vida e, consequentemente, do ser humano, frente a uma consciência sustentável, culminando o Projeto Político Pedagógico na Ação desenvolvida através da escola aberta.


Esse foi o momento da efetiva ação que envolveu toda a comunidade escolar numa perfeita mobilização onde a Integração, a Participação e o Dinamismo estiveram presentes na exposição que retratou o Folclore na Era da Sustentabilidade.

Apresentação de danças, Cordel, Contação de Lendas, Jogos e Brincadeiras típicas foram exploradas tendo como pano de fundo as manifestações advindas da cultura popular.
Os responsáveis que chegavam à escola eram recepcionados pelos alunos que explicavam sobre os trabalhos expostos, enquanto outros serviam chá-mate, relatando os benefícios da planta e contavam a Lenda da Erva Mate." Texto: Professora CLAUDIA DE AZEVEDO LIMA

Parabéns pelo excelente trabalho realizado pela Escola, pois leva o aluno a pensar e a viver no mundo atual com o reconhecimento da pluralidade e diversidade de sujeitos e de culturas com base no respeito e tolerância recíproca, concebendo as diferenças culturais não como sinônimo de inferioridade ou desigualdade, mas equivalente a plural e diverso. 

 Contatos:
Ana Accioly
Representante Rioeduca.net da 4ª CRE
anaaccioly@rioeduca.net
     Twitter: @Ana_Acioly   

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Ilustrações: Silvana Santos