“No final, nossa sociedade será definida, não pelo que criamos, mas pelo que nos recusamos a destruir” (John C. Sawhill).
ISSN 1678-0701 · Volume XV, Número 57 · Setembro-Novembro/2016
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Plantas medicinais
11/09/2016 (Nº 57) PROJETO PRESERVAR ESTIMULA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E PROMOVE A UTILIZAÇÃO DAS ERVAS MEDICINAIS
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Projeto Preservar estimula a educação ambiental e promove a utilização das ervas medicinais

Estimular a preservação do meio ambiente e resgatar o conhecimento popular sobre ervas medicinais. Esses são os objetivos do projeto Preservar, criado pela Farmacotécnica em 2001. Desde então, o grupo vem ensinando gerações de jovens estudantes e educadores das redes pública e privada de ensino, profissionais da área da Saúde e à comunidade do Distrito Federal o manejo, cultivo, colheita, armazenamento e transformação dessas plantas. “Nossa proposta, além de estimular a educação ambiental, também visa promover a cultura brasileira na utilização das ervas medicinais e manutenção da tradição de seu uso”, afirma o farmacêutico Rogério Tokarski, diretor da Farmacotécnica.

O projeto é realizado na Chácara Farmacotécnica, no Núcleo Rural Vargem Bonita (Park Way), na época da colheita da camomila. Durante este período, o local fica aberto a visitação de interessados em conhecer um pouco mais sobre a importância das plantas medicinais. No roteiro da visita estão os canteiros de ervas; os laboratórios onde são feitas demonstrações da produção de extrato de algumas plantas, além de processamento e secagem. “Essa experiência possibilita um aprendizado ainda mais rico, pois permite que as informações teóricas ganhem uma dimensão real. Hoje vemos uma geração que mais trata patologias do que as previnem. Isso muito nos preocupa e o Preservar foi a forma que encontramos de combater essas estatísticas”,explica Tokarski.

Cerca de 30 espécies são cultivadas na chácara, como capim santo, o guaco, a camomila, a carqueja, a hortelã e a stévia, entre outras, que também são usadas para a produção de cosméticos. Há também espécies que não são típicas do Cerrado, mas foram adaptadas ao clima da região central do país – como a espinheira-santa, planta nativa da região sul que, até então, não crescia em outros ambientes fora de seu habitat natural. “É muito gratificante ver que após a visita, muitas crianças que não tinham esse contato tão próximo com a natureza, saem daqui encantadas ao ver uma plantação de camomila, reconhecendo o que é uma babosaentre outras plantas medicinais”, conclui o diretor da Farmacotécnica.


Fonte: http://www.responsabilidadesocial.com/

 

Ilustrações: Silvana Santos