ISSN 1678-0701
Número 60, Ano XVI.
Junho/Agosto/2017.
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03/06/2017
O "QUIZZ"NO PROCESSO EDUCATIVO AMBIENTAL DE ESCOLARES  
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O “QUIZZ” NO PROCESSO EDUCATIVO AMBIENTAL DE ESCOLARES

 

Jéssica de Almeida Onesko

Título acadêmico: Graduada em Estética e Cosmética pela Unicesumar; Mestranda em promoção da saúde pela UNICESUMAR.

Referência Profissional: Docente do curso técnico em Estética e Enfermagem na Faculdade Eficaz.

Endereço e Correspondência: Rua Peru, 789 – fundos. CEP: 87.033-350, Maringá – PR

Telefone: (44) 9.9912-8843 ou (44) 3346-0609

e-mail: onesko88@hotmail.com

 

Fabiana Nonino

Título acadêmico: Especialista em Morfologia do Aparelho Locomotor pela UEM; Mestranda em promoção da saúde pela UNICESUMAR.

Referência profissional: Docente do curso de fisioterapia na UNICESUMAR

Endereço para correspondência: Rua Vereador Arlindo de Souza, 665 JD. Monte Carlo Maringá PR.Fone: (44) 3225 3053; (44) 988017363

Email: Fabiana.nonino@unicesumar.edu.br

 

Patrícia Cesar Nascimento Peres

Título acadêmico: Graduada em Fisioterapia pela Unicesumar; Mestranda em Promoção da Saúde pela UNICESUMAR,

Endereço para correspondência: Av. Guedner, 1610, Maringá-PR, 87050-900;

Referência profissional: Docente do curso de fisioterapia na UNICESUMAR

Telefone: (44) 998111037E-mail: paticnasci@hotmail.com

 

Kátia Cilene Cavalcante de Oliveira

Título acadêmico; Graduada em Biomedicina pela UNINGA; Mestranda em promoção da saúde pela UNICESUMAR.

Referência profissional; não possuo.

Endereços para correspondência: Pion. Gumercindo Correia de Aguiar, 85. Telefones: (44) 991634392 –(44) 33056244

E-mail. kcco.biomedica@gmail.com

 

Rute Grossi Milani

Título acadêmico: Doutora em Medicina (Saúde Mental) pela Universidade de São Paulo.

Endereço para correspondência: Av. Guedner, 1610, Maringá-PR, 87050-900;

Referência profissional: Docente dos Programas de Mestrado em Promoção da Saúde e em Tecnologias Limpas do Centro Universitário de Maringá - Unicesumar, Bolsista do Programa Produtividade em Pesquisa do ICETI – Instituto Cesumar de Ciência, Tecnologia e Inovação. 
Telefone: (44)3027-6360 – E-mail: rute.milani@unicesumar.edu.br 

 

 

 

Resumo

A disposição incorreta dos resíduos urbanos constitui grave problema ambiental e a escola tem importante papel em estimular ações positivas à preservação. O objetivo da intervenção foi, através do “Quizz”, falar sobre os problemas que os resíduos urbanos podem acarretar ao ambiente e à saúde. Participaram 170 alunos de uma escola pública do PR.

 

Palavras-chave: Promoção da Saúde; resíduos sólidos; Ensino Fundamental;Aprendizagem; Meio Ambiente.

 

 

Abstract

 

 

 

Urban waste is a major problem and school plays an important role in stimulating positive actions for preservation. The objective of the intervention was through the "Quizz", to talk about the problems that urban waste can cause to the environment and health. 170 students from a PR public school participated.

 

Keywords: Health Promotion. Solid Waste Use. Education, Primary and Secundary. Learnig. Environment.


Introdução

Uma das grandes preocupações mundiais, debatida pela população em geral, são os resíduos sólidos urbanos, ou seja, o lixo. Essa problemática acomete principalmente países subdesenvolvidos, em grandes centros urbanos. O descarte errado, muitas vezes em céu aberto pode acarretar doenças à população, porém pouco se sabe sobre a repercussão da disposição desses resíduos no ambiente e as ações que a própria população tem em relação às práticas sanitárias (RÊGO, 2002). O que acontece na região de Humaitá, no estado do Amazonas, é um exemplo de problemas que os resíduos urbanos podem, ocasionar. O estudo mostra que os resíduos urbanos depositados na região dificultam a absorção água pelo solo, além de apontar um solo quimicamente pobre, tudo isso devido a decomposição desses resíduos urbanos no local (OLIVEIRA, 2016).

Os produtos descartados no meio ambiente, aliados com o consumo dos recursos da natureza levam a mais emissões de gazes, resíduos e poluentes. Estes impactos trazem prejuízos longos ao planeta, como a degradação de embalagens por exemplo. As garrafas de vidro e plástico podem levar até um milhão de anos para se decomporem, para as sacolas plásticas até mil anos, latas de alumínio levam cem anos e embalagens de papel cerca de 5 meses (RIEGEL, 2012).

Grandes quantidades de resíduos urbanos geradas requerem uma maior demanda de serviços de coleta pública e locais apropriados para descarte. Se não tratados adequadamente, podem trazer riscos à saúde das pessoas, além da degradação ambiental (RÊGO, 2002). Os fatores negativos que ocorrem a partir dos resíduos urbanos são muitos, como a contaminação da água, assoreamento, enchentes, proliferação de vetores transmissores de doenças, tais como cães, gatos, ratos, baratas, moscas, entre outros. Fora a poluição visual e o mau cheiro onde fica impossível ter uma vida saudável (MUCELIN, 2008).

Segundo a ABRELPE (2014), foram coletados no Brasil, aproximadamente 189 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos no ano de 2013. Isso porque o crescimento da economia leva a um consumo maior de bens e produtos, refletindo no aumento de resíduos urbano. Porém a realidade  de investimentos das regiões e municípios brasileiros são diferentes em relação ao lixo. A Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece a obrigatoriedade da disposição adequada dos rejeitos. Mas a realidade não é essa, ainda existem muitos lixões mantidos pelos municípios (BRASIL, 2010).

Outra meta da Política Nacional de Resíduos Sólidos é a coleta seletiva, que também ocorre em poucos locais no Brasil. A dificuldade da adesão deste sistema de reciclagem está ligada à falta de comprometimento da população em geral e pouca participação das industrias no desenvolvimento de um sistema de logística eficiente. Mas existem grandes centros que já estão conseguindo gerir os resíduos de modo correto e também estão em busca de conhecimento mais avançado na área (MANNARINO, 2016). Nesse sentido, a reciclagem apresenta-se como alternativa social para resolver o problema ambiental e de saúde relativo aos resíduos e também como uma alternativa econômica, pois pode trazer lucros e vantagens para o poder público.

Uma das formas de conscientização sobre o problema do lixo é a Educação Ambiental, que vem ocupando um papel fundamental na obtenção de conhecimento e ações positivas pela sociedade em relação à preservação do ambiente (SILVA, 2013).

Segundo a UNESCO (2005), a Educação afeta diretamente planos de sustentabilidade em três áreas. A primeira área é a implementação, ou seja, um plano de sustentabilidade nacional pode ser aumentado ou limitado pelo nível de educação atingido pelos cidadãos do país. Nações com altas taxas de analfabetismo e força de trabalho não qualificada têm menos opções de desenvolvimento. A segunda área é a tomada de decisão, ou seja, os cidadãos também podem agir para proteger suas comunidades, analisando relatórios e dados de saúde, de forma a ajudar o planejamento de ações. A terceira e última é que a educação também é fundamental para a melhoria da qualidade de vida.

Educação eleva o status econômico das famílias, melhora as condições de vida, reduzindo a mortalidade infantil e aumentando o nível de educação da próxima geração e, consequentemente, o desenvolvimento econômico e bem-estar social (COSTA et al., 2016). Dentro de um plano de sustentabilidade, a questão ambiental vem sendo considerada urgente e importante para a sociedade, pois o futuro de todas as nações dependerá da relação estabelecida com a natureza e o uso adequado dos seus recursos naturais disponíveis (GUERREIRO, 2016).

A responsabilidade de agir a favor do ambiente é de toda a sociedade e esta deve ser orientada para buscar alternativas de garantir qualidade de vida para as gerações futuras. De acordo com Tonize-Reis (2007), a Educação Ambiental não se restringe ao controle de comportamentos ambientais, à sensibilização ambiental, ao ativismo ambiental ou à informação sobre o ambiente, mas cumpre uma outra tarefa educativa, a da formação plena, crítica e reflexiva.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais regulamentam que o ensino do meio ambiente deve se dar a partir do local onde o aluno vive para que ocorra a formação do cidadão consciente com as questões ambientais de sua região. Ele deve entrar em contado direto com o que está estudando para não se prender somente em folhetos de Educação Ambiental. Além disso, os PCN’s (1998) abordam que o aluno deverá compreender que todos os ambientes são dinâmicos e há a interferências do ser humano no meio natural. A Educação Ambiental tem que ser trabalhada de maneira interdisciplinar e transversal dentro das escolas.

A aplicação de dinâmicas de grupo é uma maneira agradável de se trabalhar tanto com adultos, quanto com crianças. Um exemplo deste modelo de didática é o Quizz, o qual consiste em dividir a sala em dois grupos, onde todos participam para responder as perguntas referentes a diversos temas. Isso ajuda a memorizar assuntos importantes e estimula o aprendizado de forma mais leve e criativa, rompendo a monotonia, frequentemente apontada nas aulas expositivas (LABEGALINI et al., 2009).

O objetivo da intervenção foi de informar as crianças de uma escola municipal sobre os problemas que o lixo pode acarretar ao ambiente e à saúde, utilizando um Quizz de perguntas.

Relato de Experiência

 O local do estudo foi uma escola pública, do ensino fundamental, de uma cidade da Região Sul do Brasil. O município faz parte da mesorregião Norte do Paraná, a 432,97 Km da Capital do Estado, os primeiros colonizadores chegaram em 1947, com emancipação político-administrativa em 1961. Possui uma população estimada de 6.201 habitantes e apresenta o Índice de Desenvolvimento Humano – Renda de 0,691, que pode ser classificado como baixo (IPARDES, 2016). Em 2001 sofreu com a diáspora de seu povo, sua economia e seu capital, com redução das chances de crescimento econômico e social.

Os participantes foram alunos do 2º ao 5º ano do ensino fundamental, com idade entre 8 e 14 anos, totalizando 170 alunos, foram divididos em 3 grupos, compostos por alunos especiais e regulares. A atividade foi realizada em um único dia, no período do contra turno escolar.

Os temas abordados nas perguntas foram saúde, meio ambiente, resíduos urbanos, doenças relacionadas ao lixo, reciclagem de lixo, vetores e curiosidades a respeito do município. Os respectivos assuntos foram abordados previamente antes do Quizz, através de uma palestrarealizada por mestrandos da área da saúde.

A experiência apresentada buscou avaliar e estimular o conhecimento infantil em relação aos resíduos urbanos e seus fatores ambientais e patológicos, tendo a pesquisa-ação como incentivadora de mudanças sociais relacionados a problemática do lixo (REIS et al., 2016). No presente estudo, a situação problema desafio constatada foi: Como a situação municipal política em relação à coleta de resíduos urbanos e presença de lixo na cidade interferiram no conhecimento das crianças sobre o tema?

Cada grupo foi subdividido e caracterizado pelas cores amarelo e vermelho. Posteriormente foram convidados a participar da Oficina “Quizz sobre resíduos urbanos”, realizada através de perguntas, do tipo “passa-repassa” durante aproximadamente 20 minutos, totalizando 20 perguntas por turma.

            As atividades foram montadas em circuitos na quadra poliesportiva, biblioteca, pátio e em duas salas de aula com alterações locais para a dinâmica das atividades sugeridas por cada grupo.

            Divididos os grupos, as mestrandas empregavam a brincadeira, faziam as perguntas e acionavam o cronômetro para que os participantes entrassem em consenso da resposta correta e somente um aluno de cada grupo corria para tocar um sino que ficava à frente da sala de aula e responder à pergunta. Se fosse a resposta esperada, o sino era tocado em comemoração do ponto para a equipe.           

Ao final do jogo, todos os participantes foram valorizados em relação à participação do Quizz, como uma oportunidade de aprendizado e cooperação entre os colegas, o que serviu como incentivo para os grupos na busca do conhecimento sobre resíduos urbanos.

 

Discussão

Na experiência descrita observou-se o interesse pelos temas apresentados e participação ativa dos alunos nas atividades propostas. A presença da Universidade como ator social por meio de projetos na Promoção da Saúde, com ênfase em reciclagem e consequência de resíduos, contribui positivamente na conscientização da população, aproximando-a da Universidade. A educação ambiental acontece em todos os momentos por toda a vida (TRINDADE, 2011) e, de acordo com Recio (2015), a educação deve levar à transformação, ao protagonismo, à cidadania.

No decorrer da atividade os alunos foram estimulados a interagir entre si, testando a agilidade em direcionarem-se até o sino e o poder de memorização sobre os assuntos previamente abordados, corroborando com estudo realizado por Trindade (2011), que aplicou metodologia similar, onde os ensinamentos sobre o assunto resultaram em informações a serem repassadas em seu lar e em sua comunidade, contagiando um maior número de pessoas a se comprometerem com a situação mundial.

Têm-se formas diferenciadas de repassar a prática ambiental, sendo de responsabilidade do professor organizar e mediar o conteúdo ensinado, mobilizando afeto e desejo do aluno para que o mesmo se aproprie e transforme o conhecimento (TRINDADE, 2011).

Acredita-se que com a atividade proposta obteve-se um resultado multiplicador em relação à coleta de resíduos, reciclagem e consequências do lixo, considerando o grande número de alunos participantes, no entanto, sugere-se a realização de novas abordagens, com ampliação da faixa etária participante, pois os temas abordados contribuem na promoção de saúde da população, influenciando nas atitudes futuras.

Em um estudo realizado por Silva (2014), no qual foi proposto aos alunos abordar o tema sustentabilidade por meio de jogos e Quizz, obtiveram como resultados uma participação efetiva dos estudantes durante a atividade, o que mais tarde confirmou-se com  conhecimentos adquiridos sobre  educação ambiental. Tais constatações vêm ao encontro da experiência obtida por este estudo, em que as crianças mostraram-se interessadas e adquiriram conhecimentos por meio das oficinas propostas sobre educação ambiental.

 Atividades estimulantes, que sejam diferentes da rotina escolar, elevam a curiosidade e a vontade de aprender dos alunos, bem como um ambiente motivador e agradável para fazer as atividades, possibilitando assim o conhecimento de forma mais divertida. As  vantagens de usar esses métodos são muitos, porque trazem mais facilidade na aprendizagem e desenvolvem conceitos que em sala de aula poderia ser de difícil compreensão, também promovendo uma maior socialização, estimulando a capacidade de resolver problemas, a criatividade e melhora do senso crítico (ZANON, 2008). Exatamente como foi feito na escola estudada, tirando os alunos de suas salas de aulas, trazendo materiais diferentes e trabalhando com a proposta do Quizz para ensinar e conscientizar sobre a questão do lixo. O fato de ter crianças com problemas cognitivos, levou-as a se ajudarem mais, querendo que todos participassem de forma igual. Desta forma simples e efetiva, foi possível proporcionar uma socialização maior entre as crianças, mostrando como os jogos são técnicas interessantes de aprendizagem e integração social.

Conclusão

Com a intervenção foi constatada a importância de promover a conscientização dos resíduos urbanos para as crianças no contexto escolar. Saber os problemas que causam e o que podem acarretar na saúde e no ambiente é uma maneira de incentivá-las a pensarem mais a respeito do tema. O uso de dinâmicas como o Quizz aumenta o interesse, pois se torna uma atividade divertida e instigante de aprendizado. Por isso, o entusiasmo ao acertar as perguntas e elas mesmas observarem que havia assuntos que não sabiam, despertou mais a curiosidade em aprender. Concluímos que as abordagens lúdicas dentro da escola são bastante oportunas ao estimularem a reflexão sobre a temática ambiental e o prazer em aprender.

 

Referências

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ANGELIM, Ana Ester Sampaio; DA SILVA, Cláudia Maria Lourenço. Metodologia de Pesquisa-ação aplicada a ações interventivas do Centro de Referência de Assistência Social-CRAS I, Salgueiro–PE. Revista de Psicologia, v. 10, n. 31, p. 81-99, 2016.

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