ISSN 1678-0701
Número 60, Ano XVI.
Junho/Agosto/2017.
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03/06/2017
CONCEPÇÕES AMBIENTALISTAS DE FUTUROS ENGENHEIROS AMBIENTAIS  
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CONCEPÇÕES AMBIENTALISTAS DE FUTUROS ENGENHEIROS AMBIENTAIS

Adriany Helem Medeiros Chaves1adrianyhelem@gmail.com

Whallaf Lima da Silva2whallafimadasilva@gmail.com

Aldelane Mendes Farias3adelane@aninha@hotmail.com

Marcio José Tavares4marciosp.tava@hotmail.com

Danilo Viana de Oliveira5daniloviana2906@gmail.com

Eleonora Celli Arenare Santiago6celli_arenare@yahoo.com.br

 

1,2,3,4,5 Graduando(a) de Engenharia Ambiental do Centro Universitário Nilton Lins – UNINILTON LINS – Manaus/AM. -

6Bacharel, Licenciada em Química pela UFAM, Mestre em Ensino Profissionalizante de Ciências pela UEA, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação da Rede Amazônica de Ensino de Ciências e Matemática- REAMEC/UFMT/polo UEA.–celli_arenare@yahoo.com.br

 

RESUMO: Questões relacionadas a temáticas ambientais tem sido muito discutidas e pesquisadas no contexto ambiental brasileiro. Por reconhecer o curso de Engenharia Ambiental como uma das formar de influenciar na capacidade do cidadão com relação a tais temáticas, investigou-se as concepções relacionadas a Educação Ambiental, Meio Ambiente dos alunos do turno matutino e noturno de uma universidade privada de Manaus-AM, que responderam uma pergunta sobre a temática. Os resultados evidenciaram que essa temática tem sido evidenciada no curso de forma muito simplista, pois os alunos apresentam concepções de Educação Ambiental do tipo Tradicionalista/Simplista, Integradora e Resolução de Problemas enquanto que as concepções sobre Meio Ambiente são do tipo Globalizante, Antropocêntrica e Naturalista. Ressalta-se a necessidade de surgir uma compreensão mais crítica na formação destes futuros engenheiros ambientais.

Palavras-Chaves: Engenharia Ambiental, Meio Ambiente, Educação Ambiental

OBJETIVOS:

Objetivo Geral: Investigar como um de alunos universitários de uma universidade privada do Município de Manaus-AM compreendem as questões ambientais articuladas ao Ensino de Química.

Objetivos Específicos:

1-           Identificar as concepções dos alunos com relação ao que é Educação Ambiental e Meio Ambiente.

2-           Averiguar se na matriz curricular deste anos existem disciplinas que envolvem temáticas ambientais em sala de aula.

3-           Sistematizar a compreensão dos alunos sobre como o Ensino de Química pode contribuir para resolver questões ambientais relacionadas a Amazônia.

 

INTRODUÇÃO

Pesquisadores (MATTAR, 2003, BAUMAN, 2008, ALCANTARA, 2011) destacam que o padrão excessivo de consumo da sociedade moderna, influenciado pelas rapidez das mudanças tecnológicas tem tornado excessiva a degradação ambiental. Seguindo a linha capitalista, onde destaca-se um consumismo desenfreado e insustentável além da falta de cuidado com a natureza e todos os elementos que a compõem. Procurar um teórico.

Existe a produção de produtos inúteis, desnecessários para que exista a evolução na qualidade da vida humana, que esgotam os recursos naturais. Segundo (REIGOTA, 1996) é imprescindível “[...] que os cidadãos do mundo insistam para que se tomem medidas de apoio a um tipo de crescimento econômico que não tenha repercussões nocivas sobre a população, que não deteriore de nenhum modo seu meio nem as suas condições de vida”  

O aluno deve desenvolver a capacidade de continuar aprendendo, por isso, exige-se não só do professor de educação básica, mas de todos os que trabalham mas universidades brasileiras um “[...] repensar-se, redefinir-se, instrumentalizar-se para lidar com um novo homem de um novo mundo, com múltiplas oportunidades e riscos ainda maiores. Precisa, também, ser instrumento de ação e construção desse novo modelo de país”. (ZUCCO; PESSINE; ANDRADE, 1999).

Acesso a informações gerais do que acontece no mundo com relação a temáticas ambientais e a influência da Química neste contexto têm sido propagado devido ao grande avanço científico e tecnológico vinculado à internet, portanto a construção do conhecimento pode ser gerado além dos muros universitários e da formação acadêmica, fato este que muitas vezes acontece de forma distorcida, explicitando a ciência “Química” como uma vilã no contexto das modificações e estruturas climáticas a nível nacional e até mundial.   

     Levar os alunos ao desenvolvimento de competências que possibilitem aos mesmos habilidades geradoras de aprendizagem é um desafio para o professor de Química do Amazonas, visto que, a maioria dos professores que ministram a disciplina nunca tiveram em sua matriz curricular tal aprendizado, portanto ensinar o que não se aprendeu exige dedicação, esforço e autocontrole, além de muita disciplina, exige uma nova visão com relação a essa temática.

Portanto é papel das universidades proporcionar aos acadêmicos envolvidos em todos os cursos de nível superior, um envolvimento que gere uma participação ativa nos conhecimentos científicos gerados a partir de informações atreladas aos problemas ambientais, desta formar esses futuros profissionais poderão ter um envolvimento diferenciado na resolução de futuros problemas, sabendo expressar suas opiniões e analisar discussões relacionadas aos processos ambientais que de forma geral envolvem a natureza, a vida e a saúde.

O trabalho tem como principal objetivo de pesquisa sistematizar a compreensão de acadêmicos do curso de Engenharia Ambiental sobre Educação Ambiental e Meio Ambiente.

 

 

CONCEPÇÕES AMBIENTAIS

Muitos teóricos (VASCONCELLOS & SANTOS 2007, SANTOS et al 2009, SILVA 2009, LEITE & RODRIGUES 2010, LIMA & OLIVEIRA 2011), investigam as concepções sobre meio ambiente. SAUVÉ (1997) também identifica, por meio do discurso e da prática em educação ambiental, seis concepções paradigmáticas sobre o ambiente.

As diferentes concepções podem ser observadas na abordagem pedagógica e nas estratégias sugeridas pelos diferentes autores ou educadores. Na visão de Sauvé, o ambiente pode ser entendido como: a natureza; um recurso; um problema; um lugar para se viver; a biosfera, e como um projeto.

 

CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA EM QUÍMICA PARA O MEIO AMBIENTE

 

Na construção de uma sociedade mais consciente com relação ao meio em que habitam, o tema “meio ambiente” precisa ser muito abordado, em todas as disciplinas, tanto em escolas públicas quanto particulares, gerando desta forma discussões e reflexões que envolvam a construção de uma melhor qualidade de vida.

    De acordo com a Lei 9.795/1999, Artigo 11 “A dimensão ambiental deve constar dos currículos de formação de professores, em todos os níveis e em todas as disciplinas” (BRASIL, 1999, p. 5). Corroborando com esta questão, REIGOTA (1996, p. 25) argumenta que a EA deve permear “como uma perspectiva de educação em todas as disciplinas”.

“[...] o papel dos professores é essencial para impulsionar as transformações de uma educação que assume um compromisso com o desenvolvimento sustentável e também com as futuras gerações”.  Jacobi (2005, p. 245)

 

Torna-se portanto de expressa importância o papel do professor neste contexto, visto que, exercem o papel de mediar em sala de aula a construção e geração de conhecimentos científicos, o que possibilita a decodificação e reconstrução de conceitos gerados em torno dessa temática.

Em relação ao Ensino de Química, Teixeira (2003) afirma que o perfil do trabalho de sala de aula é marcado pelo conteudíssimo, a memorização de conteúdos, abordados de forma descontextualizada, sem articulação com a vida. O autor considera que “[...] a ciência que é ensinada nas escolas sustentando uma imagem idealizada e distante da realidade do trabalho dos cientistas, omitindo antagonismos, conflitos e lutas que são travadas por grupos responsáveis pelo progresso científico” (TEIXEIRA, 2003, p.2).

Entretanto, no contexto da disciplina de Química, já existem muitas pesquisas mais atualizadas (MORADILLO & MARINHO, (2004), TRAVASSOS, (2004), SILVA et al (2012)), que demonstram ser necessário uma nova atitude do professor, frente aos problemas ambientais, perante a transmissão de informações e a construção de conhecimentos gerados em sala de aula, relacionando os conteúdos da disciplina com questões ambientais que se agravam diariamente no mundo.

 

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

 

Dentre as vertentes da pesquisa qualitativa, adotamos o método da história oral temática (THOMPSON, 1992; MEIHY, 1996) para coletar os dados e investigar como os alunos de Engenharia Ambiental concebem e aprendem sobre Educação Ambiental e Meio Ambiente. Além disso, a história oral temática admite a utilização de roteiros flexíveis, os quais se configuram como peça fundamental para aquisição dos detalhes procurados.

A pesquisa foi realizada no contexto de uma disciplina de 1.periodo “Química Geral” no ano de 2016, do curso de engenharia ambiental, em duas turmas, uma do período matutino e outra do período noturno, de uma universidade privada do estado do Amazonas. O questionamento é um instrumento de coleta de dados, constituído por uma pergunta, que deveria ser respondidas por escrito e sem a presença do entrevistador (MARKONI e LAKATOS 2003, p. 201). De acordo com MERRIAM (2009), esses documentos pessoais são produzidos pelos participantes e, por isso, são credíveis relativamente às atitudes, às concepções e à visão do sujeito sobre o mundo que o rodeia.

O objetivo do questionário apresentado aos alunos era investigar se a Educação Ambiental é explanada no início do curso de Engenharia Ambiental, identificando as concepções relacionadas a Educação Ambiental e Meio Ambiente, indagando se os futuros engenheiros compreendem a importância desta temática para a execução de sua profissão com qualidade.

A perguntas explorada no questionamento investigativo encontra-se na Tabela 1, como pode ser observado a seguir. Com o objetivo de manter o anonimato dos participantes, os mesmos serão representados por siglas:

 

Tabela 1 – Pergunta lançada no questionário para os futuros Engenheiros Ambientais

 

1)A Educação Ambiental (EA) é obrigatória na legislação e orientada para ser trabalhada em todos os níveis de ensino. Para você o que é Educação Ambiental e o que é Meio Ambiente?

 

 

RESULTADOS

 

Com base nos resultados da pesquisa fez-se uma confrontação com os teóricos relacionados a temáticas ambientais, analisou-se a questão de acordo com o objeto de investigação da pesquisa.

 

Questão 1- A Educação Ambiental (EA) é obrigatória na legislação e orientada para ser trabalhada em todos os níveis de ensino. Para você o que é Educação Ambiental e o que é Meio Ambiente?

 

Concepção de Educação Ambiental apresentada pelos futuros engenheiros ambientais

 

E três representações de Meio Ambiente estabelecidas por FERNANDES et al (2003): Tradicionalista/Simplista, Integradora e Resolução de Problemas.

1.  Tradicionalista/Simplista – predomina a idéia da preservação ou da conservação da natureza

2.  Integradora – o indivíduo é integrado as questões ambientais por meio de questionamentos que instiguem seu senso crítico e o façam perceber que tudo que o rodeia faz parte do meio ambiente, inclusive ele mesmo.

3.  Resolução de Problemas – os professores devem despertar nos alunos os interesses e a preocupação com problemas ambientais, de forma que ele seja capaz de assumir um papel frente a consequências negativas que tudo aquilo que trazem resultados inapropriados para ele, sua região e seu país.

A Tabela 1 e a Figura 1 expressam quantativamente os resultados obtidos na pesquisa.

 

Tabela 1: Concepções de Educação Ambiental dos futuros Engenheiros Ambientais

 

CONCEPÇÕES EXPRESSAS PELOS ACADÊMICOS

QUANTIDADES DE ALUNOS

Total Percentual (%)

Tradicionalista/Simplista

3

5

Integradora

3

5

Resolução de Problemas

53

90

 

 

 

 

 

 


Figura 1 -  Total Percentual (%) das Concepções sobre Educação Ambiental expressas pelos acadêmicos

 

Com base nas respostas dos acadêmicos foi possível identificar a concepção sobre Educação Ambiental como capaz de Resolver Problemas teve excelente destaque, entretanto, apesar dos professores preocuparem-se com as degradações ambientais, às vezes, até se mobilizam para amenizar essas situações-problemas, mas são consideradas pouco eficazes para a transformação da realidade na escola e até mesmo fora dos limites escolares (GUERRA & GUIMARÃES, 2007).

 

Concepção de Meio Ambiente apresentada pelos futuros engenheiros ambientais

Conhecendo a compreensão dos acadêmicos a respeito do Meio Ambiente, é possível fazer inferências de como a Educação Ambiental vem sendo abordada no processo de iniciação desses futuro profissionais envolvidos com o meio ambiente.

Com base nas respostas dos acadêmicos foi possível identificar três representações de Meio Ambiente segundo REIGOTA (1996): Globalizante, Antropocêntrica e Naturalista.

1.  Globalizante -concepção mais adequada e avançada, uma vez que, revela as relações recíprocas entre a natureza e sociedade.

2.  Antropocêntrica - na qual o indivíduo da ênfase a utilidade dos recursos naturais para manter a sobrevivência do homem ou ainda, um lugar ou espaço que existe para que o ser humano viva.

3.  Naturalista - aquela em que se evidenciam os aspectos naturais abióticos do meio ambiente.

A Tabela 2 e a Figura 2 expressam quantativamente os resultados obtidos na pesquisa.

 

Segue na Tabela 2, as concepções de Meio Ambiente, as categorias e o número de unidades de análise identificadas nas respostas dos pesquisados.

 

Tabela 2: Concepções de Meio Ambiente dos futuros Engenheiros Ambientais

 

CONCEPÇÕES EXPRESSAS PELOS ACADÊMICOS

QUANTIDADES DE ALUNOS

TOTAL PERCENTUAL (%)

Globalizante

30

51%

Antropocêntrica

15

45%

Naturalista

7

12%

Outras

7

!2%

 

 

 

 


Figura 1 -  Total Percentual (%) das Concepções sobre Meio Ambiente expressas pelos acadêmicos

 

De acordo com as respostas dos alunos percebe-se que compreendem no que consiste Meio Ambiente, Uma visão Globalizante (51%), Antropocêntrica (45%), Naturalista (12%) e outros tipos de concepções (12).

 

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Participantes de um contexto Amazônico, os futuros engenheiros ambientais, refletem suas concepções sobre Educação Ambiental e Meio Ambiente de forma simplista resultando a necessidade de uma formação crítica mais acentuada em sua formação de nível superior. Entretanto expressar uma concepção sobre Meio Ambiental de forma a resolver problemas é uma visão significativa, porém efetuá-la na prática depende de vários fatores, dentre os quais pode-se destacar a formação dos professores destes alunos.

 

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

BAUMAN, Z. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadorias.      

Tradução Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2008

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. ParâmetrosCurriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental; temas transversais. Brasília: MEC/ SEF, 1998.

FERNANDES, E. T.; CUNHA, A. M. O. C.; MARÇAL JÚNIOR. Educação ambiental e       meio ambiente: concepções de profissionais da educação. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIENCIAS, 2., 2003, São Carlos.

Anais eletrônicos... São Carlos: UFSCar. 2003. p. 1-5LEITE, R. F.; RODRIGUES, M. A. Representações de Meio Ambiente de um grupo de       professores de Química. XV Encontro Nacional de Ensino de Química (XV  

ENEQ). Brasília, DF, Brasil – 21 a 24 de julho de 2010.

LIMA, A. M.; OLIVEIRA, H. T. A (re) construção dos conceitos de natureza, meio

ambiente e educação ambiental por professores de duas escolas públicas. Ciência & Educação, v. 17, n. 2, p. 321-337, 2011.

MATTAR, H. Consumo consciente e responsabilidade social empresarial. In: Meio  

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MEIHY, J.C.S.B. (1996). Manual de história oral. São Paulo: Edições Loyola.

MORADILLO, Edilson Fortuna. OKI, Maria da Conceição Marinho. Educação  

ambiental na universidade: construindo possibilidades. Quím. Nova 2004, vol.27, n.2,  pp. 332-336. ISSN 0100-4042.

REIGOTA, M. O que é educação ambiental. Brasiliense, São Paulo, Brasil, 63p, 1996.

SANTOS, J. A. E.; RODRIGUES, J.; IMBERNON, R. A. L. As diferentes concepções  de natureza, meio ambiente e ciências da natureza para alunos do ciclo básico da  Escola de Artes Ciências e Humanidade – EACH – USP. Revista Metáfora Educacional (ISSS 1809-2705) - versão on-line, n. 7, p. 15-26, dez. 2009.

SAUVÉ, L. (1997). Educação ambiental e desenvolvimento sustentável:uma análise complexa.

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TEIXEIRA, P. M. A educação científica sob a perspectiva da pedagogia histórico-crítica e do movimento CTS no ensino de ciências. Ciência & Educação, v.9, n.2, p.177-190, 2003.

THOMPSON, P (1992). A voz do passado: história oral. São Paulo: Paz e Terra, 1992.

VASCONCELLOS, E. S.; SANTOS, W. L. P. Educação ambiental em aulas de química: refletindo sobre a prática a partir de concepções de alunos sobre meio ambiente eEducação Ambiental. Atas do VI Encontro Nacional de Pesquisadores em Ensino de Ciências, Florianópolis, SC, 2007. p. 1-11.

ZUCCO, C.; PESSINE, F. B. T.; ANDRADE, J. B. Diretrizes Curriculares para os cursos de Química. Química Nova, São Paulo, v. 22, n. 3, p. 454-460, 1999.



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