ISSN 1678-0701
Número 48, Ano XIII.
Junho-Agosto/2014.
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Práticas de Educação Ambiental

04/06/2014DISPOSITIVOS MÓVEIS E A DISCUSSÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS EM SALA DE AULA   
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DISPOSITIVOS MÓVEIS E A DISCUSSÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS EM SALA DE AULA

 

Valdir Lamim-Guedes

Biólogo e Mestre em Ecologia pela Universidade Federal de Ouro Preto.

Professor no Instituto Educadores sem Fronteiras

E-mail: dirguedes@yahooo.com.br

Blog Na Raiz: http://naraiz.wordpress.com/

 

Resumo: O acesso à internet via celulares deve aumentar muito nos próximos anos com a popularização de dispositivos móveis celulares do tipo smartphones. Desta forma, o acesso à internet via celulares em sala de aula, que já é uma realidade, deve aumentar ainda mais. Neste texto é apresentada uma oficina realizada com alunos da Organização Não Governamental Instituto Educadores sem Fronteiras em abril de 2014. Nesta oficina os alunos usaram dispositivos móveis (celulares e notebooks) e computadores de mesa para acessar à internet e buscar imagens e dados sobre problemas ambientais, na sequência, produziram slides sobre um problema ambiental escolhido por eles, por fim, foi realizado um debate para troca de informações entre os alunos. Ao todo, 21 alunos de 4 turmas de ensino médio participaram da atividade. Em relação às temáticas abordadas nos slides, foram citadas 4 vezes pelos alunos escassez da água, poluição ao ar e lixo, foram citadas 2 vezes pelos alunos desmatamento e efeito estufa e citadas 1 vezes pelos alunos chuva ácida, poluição do solo, extinção de espécies, acidentes nucleares e mortes de peixes. A atividade foi muito bem recebida pelos alunos, que participaram com bastante interesse, somado a isto, o debate foi muito intenso e contribuiu para a formação socioambiental dos participantes. No entanto, os equipamentos eletrônicos (dispositivos móveis e projetor de slides) foram usados apenas como suporte para a realização da atividade, desta forma, o papel do professor como mediador para a construção coletiva do conhecimento foi reforçado.

Palavras-chaves: educação ambiental, celulares, TICs

 

"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe."

Jean Piaget

Introdução

O avanço das TICs no Brasil e seu uso em sala de aula

O uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no ambiente escolar possui um reconhecido potencial de diversificar os processos de ensino-aprendizagem, fomentando dinâmicas mais participativas e colaborativas entre alunos e professores (CGI.BR, 2013a). Contudo, é importante que o educador aproprie estas TICs para usá-las em sala de aula.

A pesquisa TIC Educação 2012: Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas Brasileiras (CGI.BR, 2013a) identificou uma grande presença de computadores de mesa (desktops) e portáteis (laptop, notebooks, netbooks e tablets) nas escolas, cerca de 99% das escolas brasileiras possui computadores e 92% tem acesso à Internet. O laboratório de informática ainda é o local mais utilizado para o acesso às TIC pelos alunos, sendo a instalação de computadores em sala de aula baixa. Por outro lado, a existência de computadores portáteis minimiza este problema.

As principais conclusões da pesquisa TIC Educação 2012 são o crescimento da presença de computadores portáteis nas escolas públicas, no entanto, a velocidade de conexão limita o uso das TIC nas escolas públicas. O perfil do professor demonstra que este já usa dispositivos móveis em sala da aula (tablets ou notebooks, principalmente), porém a formação inicial dos docentes ainda não abrange das novas tecnologias, sendo o uso destas uma iniciativa do professor que já atua em sala de aula (veja mais dados em CETIC.BR, 2013).

O número de computadores e celulares entre os alunos e em seus domicílios tem ampliado cada vez mais. Em 2012, 74% de usuários de Internet tinham acesso domiciliar a rede, enquanto 21% das pessoas acessavam a internet via celular em qualquer lugar. Em relação aos celulares, 88% dos domicílios Brasileiros tem pelo menos um aparelho (CGI.BR, 2013b). O acesso à internet via celulares deve aumentar muito nos próximos anos com a popularização de dispositivos móveis celulares do tipo smartphones. Desta forma, o acesso à internet via celulares em sala de aula, que já é uma realidade, deve aumentar ainda mais.

Contudo, o uso do celular em sala de aula é entendido muitas vezes como um fator que atrapalha a atenção dos alunos nas atividades escolares. Desta forma, têm sido propostos no país diversos projetos de lei que propõem proibir o uso dos celulares nas escolas. As justificativas são de que o uso do telefone pode desviar a atenção dos alunos, possibilitar fraudes durante as avaliações e provocar conflitos entre professores e alunos e alunos entre si, influenciando o rendimento escolar. O uso de celulares em sala de aula é proibido em vários Estados (Leis estaduais nº. 5.222/2008 no Rio de Janeiro, 12.730/07 em São Paulo, 14.146/2008 no Ceará, 14.486/2002 em Minas Gerais e 12.884 no Rio Grande do Sul). Além disto, há na Câmara dos Deputados o projeto de Lei Federal 2806/2011, que pretende proibir “o uso de aparelhos eletrônicos portáteis nas salas de aula dos estabelecimentos de educação básica e superior” (CAMARA, 2014), que trata-se da reapresentação do projeto de Lei 2246/07, arquivado por problemas na tramitação no fim da legislatura anterior. Pela proposta, só serão permitidos aparelhos relacionados ao “desenvolvimento de atividades didáticas e pedagógicas” após autorização dos professores ou da diretoria da escola (CÂMARA NOTÍCIAS, 2012).

Este assunto causa divergências entre educadores, pais e políticos. Allan (2013), faz uma sugestão de como deve ser envarado o uso do celular em sala da aula:

 

Ao invés de coibir o uso do celular, as escolas deveriam incorporá-lo como um recurso que já tem uma forte ligação com a rotina dos estudantes. Se bem aplicados e com um planejamento bem elaborado, eles podem contribuir fortemente para envolver os alunos em um processo de aprendizagem baseado em projetos, envolvendo atividades desafiadoras e que são conectadas ao cotidiano do aluno. As escolas devem estimular a criação de conteúdos e o desenvolvimento de projetos educacionais e pedagógicos que o transformem em uma poderosa ferramenta de ensino e aprendizagem (ALLAN, 2013).

 

Segundo a pesquisa Lendo na Era da Mobilidade, produzida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), tecnologias móveis como celulares ou e-books podem fazer avançar a causa da alfabetização e do aprendizado em comunidades desfavorecidas em todo o mundo (ONUBRASIL, 2014). Com isto, evidencia-se que os dispositivos móveis têm um potencial educativo muito grande, sendo necessário, um uso adequado. Em outro documento, intitulado Policy guidelines for mobile learning (UNESCO, 2013), são indicados 10 dicas e 13 motivos para usar celular na aula (GOMES, 2013):

Description: http://porvir.org/wp-content/uploads/2013/02/Tecnologias-Moveis-em-Sala_Info.jpg

Figura 1: Dicas e motivos para usar o celular em sala de aula. Fonte Gomes (2013), dados UNESCO (2013).

A web 2.0 - refere-se à “facilidade de publicação online e a facilidade de interação entre os cibernautas” (CARVALHO, 2008, p. 7) - facilita a construção do conhecimento de forma interativa, nos moldes da visão sociointeracionista (VYGOTSKY, 1998), segundo a qual o desenvolvimento cognitivo se dá por meio da interação social em que, no mínimo, duas pessoas estão envolvidas ativamente, trocando experiência e ideias, gerando novas experiências e conhecimento (MOREIRA, 2009). Recentemente, a web 2.0 vem consolidando um novo paradigma de ensino pautado na interatividade, no uso crescente dos recursos oferecidos pelas TICs e na ideia de que a aprendizagem envolve um processo de participação entre elementos de uma comunidade, visando a construção e a reconstrução do conhecimento (LAMIM-GUEDES, 2012).

A educação ambiental, devidamente entendida, deve ser constituída por uma prática educacional permanente, geral, que reaja às mudanças produzidas em um mundo em rápida evolução (DIAS, 2001, p. 105). Neste sentido, o acesso à informação pela internet permite que o indivíduo possa aumentar seu conhecimento sobre os problemas socioambientais. Sobretudo, porque estes problemas são variáveis quanto à escala (de locais a globais) e apresentam-se de forma dinâmica no tempo e no espaço (LAMIM-GUEDES, 2012).

A seguir é descrita uma oficina realizada com alunos da Organização Não Governamental Instituto Educadores sem Fronteiras (ESF) de São Paulo capital. A proposta da oficina foi usar os celulares para buscar imagens e informações sobre problemas ambientais, na sequência, foram produzidos slides e, por fim, um debate sobre os slides produzidos.

Metodologia

A Organização não Governamental Instituto Educadores Sem Fronteiras (ESF) desenvolve desde 2008 um importante trabalho de permitir aos educandos complementar os estudos formais fora do período escolar. Isto tem sido essencial para os oitenta educandos atendidos no projeto, entre Ensino Fundamental (ciclo II) e Ensino Médio. A atividade principal do ESF é a de proporcionar educação complementar gratuita em regiões de alta vulnerabilidade sócio-cultural-educacional – Jardim Ângela e próximo ao Conjunto Habitacional (Cohab) Raposo Tavares, respectivamente, região sul e oeste de São Paulo/SP -, oferecendo aulas transdisciplinares, com vários elementos lúdicos e conectadas com a realidade dos alunos e também encontros e expedições culturais que possibilitem, além do acesso, a construção autônoma do conhecimento (EDUCADORES SEM FRONTEIRAS, 2013).

A oficina foi realizada em 4 turmas de ensino médio do ESF de São Paulo capital durante o mês de abril de 2014. Cada turma tem entre 4 e 12 alunos. Os recursos utilizados foram computadores com programa para produção de slides e acesso à internet; projetor multimídia; dispositivos móveis (como celulares inteligentes – smartphonestablets, computadores de mesa e notebooks).

A atividade foi dividida em 3 fases:

Fase 1: (Coletiva) “o que são problemas ambientais?”. Foi realizado um debate buscando compreender o que são os problemas ambientais, mas sem citar exemplos destes, para estimular que os alunos buscassem informações na internet. A seguir, foi proposto aos alunos que buscassem imagens na internet, usando o celular, com o tema “problemas ambientais”, e que compartilhassem as imagens encontradas com os colegas (mostrando a tela de seus dispositivos móveis com os resultados da busca).

Description: C:\Users\Valdir\Pictures\Fotos\Projeto celular e problemas ambientais\2014-04-18 11.36.12.png

Figura 2: resultado obtido através da busca da imagem com a expressão “problemas ambientais” usando um dispositivo móvel.

Fase 2: (individual) Cada aluno escolheu um problema ambiental e preparou um ou mais slides no Power Point com o título (nome do problema ambiental), imagem que representa o problema, algumas causas e soluções para este. Nesta fase foram utilizados diversos equipamentos eletrônicos como computadores de mesa e portáteis e smartphones.

Description: C:\Users\Valdir\Pictures\Fotos\Projeto celular e problemas ambientais\DSC00726.JPG

Figura 3: alunos durante a busca de imagens para produção dos slides sobre os problemas ambientais.

Description: C:\Users\Valdir\Pictures\Fotos\Projeto celular e problemas ambientais\DSC00720.JPG

Figura 4: Aluna usado um smartphone para a realização da atividade.

Fase 3: (coletiva) fase de análise e debate sobre os slides produzidos pelos alunos. Inicialmente, os slides foram analisados pelos alunos, com a mediação do professor. A seguir, o professor fez uma exposição explicando aspectos não apresentados nos slides, nem pela turma, sobre o problema ambiental em questão.

O tempo estimado para a realização da atividade foi de 2 a 3 horas (com aulas de 60 minutos, portanto, distribuídos em dias diferentes). Os critérios de avaliação foram os slides produzidos (ortografia, consistência e relevância das informações apresentadas, layout) e a participação nos debates e nas outras atividades da oficina.

Resultados e discussão

Participaram da oficina 21 alunos, de 4 turmas de ensino médio do ESF. Em relação às temáticas abordadas nos slides, escassez da água, poluição ao ar e lixo foram citadas 4 vezes pelos alunos; desmatamento e efeito estufa foram citadas 2 vezes; e chuva ácida, poluição do solo, extinção de espécies, acidentes nucleares e mortes de peixes foram citadas 1 vez. Abaixo estão apresentados 3 slides produzidos pelos alunos.

Description: I:\Apresentações alunos - problemas ambientais\Problemas ambientais médio 3.jpg

Figura 5: slide sobre efeito estufa produzido por um aluno do ESF Jardim Ângela, São Paulo-SP.

Description: I:\Apresentações alunos - problemas ambientais\Problemas ambientais RT tarde.jpg

Figura 6: slide sobre mortandade de peixes produzido por um aluno do ESF Cohab Raposo Tavares, São Paulo-SP.

Description: I:\Valdir\Apresentações alunos - problemas ambientais\Problemas ambientais médio 2.jpg

Figura 7: slide sobre desmatamento produzido por um aluno do ESF Jardim Ângela, São Paulo-SP.

As temáticas abordadas mas vezes (escassez da água, poluição ao ar e lixo) deve-se ao fato de serem problemas ambientais atuais e que afetam as comunidades dos alunos durante a realização da oficina. O caráter atual destas temáticas é nítido no caso da escassez da água, devido à falta de chuvas e a manutenção do consumo que fez com que o nível de reservatórios do sistema Cantareira, que abastece parte da região metropolitana de São Paulo, chegasse a níveis alarmantes (abaixo de 10% da capacidade) (ALERIGI JR, 2014).

A oficina teve dois resultados interessantes: ela foi geradora de um debate sobre os problemas ambientais e permitiu que os alunos exercitassem a obtenção de informações e a organização destas nos slides.

O debate gerado durante a oficina foi interessante porque os alunos, inicialmente, não sabiam citar exemplos de problemas ambientais. Depois da busca por imagens, alguns exemplos foram apresentados pelos alunos. Contudo, muitos dos exemplos ainda eram dissociados da realidade destes. Com a produção dos slides e o debate a seguir, os alunos passaram a identificar algumas situações cotidianas como decorrentes de problemas ambientais por se tratar de uma grande cidade, devido, por exemplo, a problemas com o crescimento urbano e com a mobilidade (falta de transporte público de qualidade). As habilidades de selecionar fontes de informações, analisar a relevância de cada uma, organizar as informações obtidas e apresenta-las em um slide decorrentes desta atividade reforçam a ideia de que a diversificação das ações educativas favorece a aprendizagem.

A compreensão de que os problemas ambientais são variáveis em escala (local - global) e que a internet, incluindo o acesso desta via dispositivos móveis, pode ser uma fonte importante de informações demonstram a importância da web 2.0 em sala da aula (LAMIM-GUEDES, 2012). Mas, é claro que é preciso, em primeiro lugar, ter um propósito educacional e só depois escolher que tecnologia melhor se adequa a esse plano (GOULART, 2011), desta forma, a proposta da oficina surgiu primeiro e o uso dos dispositivos móveis facilitariam alcançar os resultados esperados.

"Os educadores pensam em tecnologia como mágica e acreditam que apenas usando o computador ou a internet coisas boas vão acontecer. Na educação as coisas não funcionam dessa forma", salienta Christopher Dede, professor da Faculdade de Educação da Universidade Harvard (GOULART, 2011). De forma semelhante, em atividades de educação ambiental é importante que o professor faça a mediação para promover uma reflexão crítica, essencial para que além da consciência ambiental, mudanças de comportamento aconteçam e que os alunos sejam treinados para ser emancipados. A tecnologia não é uma solução por si só.

Conclusão

O uso de dispositivos móveis em sala de aula é uma tendência mais forte a cada dia, no entanto, seu uso deve ser inserido no planejamento das disciplinas a fim de maximizar os resultados positivos e não cair no uso da tecnologia por ser novidade, sem objetivo pedagógico definido.

A oficina apresentada neste texto é uma sugestão de modelo para desenvolver com alunos em sala de aula ou em outras atividades educativas. É importante comentar que a atividade foi muito bem recebida pelos alunos, que participaram com bastante interesse, somado a isto, o debate foi muito intenso e contribuiu para a formação socioambiental dos participantes. No entanto, a tecnologia (dispositivos móveis e projetor de slides) foram usados como suporte para a realização da atividade, desta forma, o papel do professor como mediador para a construção coletiva do conhecimento foi reforçado.

Referências

ALERIGI JR, A. Nível da água de Sistema Cantareira cai abaixo de 10% pela 1º. Vez. O Estado de São Paulo. 06-maio-2014. Disponível em  <http://www.estadao.com.br/noticias/geral,nivel-de-agua-de-sistema-cantareira-cai-abaixo-de-10-pela-1a-vez,1162951>. Acesso em junho de 2014.

ALLAN, L. M. A proibição do celular nas escolas faz sentido? Porvir. 2013. Disponível em <http://porvir.org/porpensar/proibicao-celular-nas-escolas-faz-sentido/20130730>. Acesso em junho de 2014.

CÂMARA DOS DEPUTADOS. PL 2806/2011. 2014. Disponível em <http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=529264>. Acesso em junho de 2014.

CÂMARA NOTÍCIAS. Uso de aparelhos eletrônicos poderá ser proibido em sala de aula. 2012. Disponível em <http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/207838-USO-DE-APARELHOS-ELETRONICOS-PODERA-SER-PROIBIDO-EM-SALA-DE-AULA.html>. Acesso em junho de 2014.

CARVALHO, A. A. A. Introdução. In: CARVALHO, A. A. A. (org.). Manual de Ferramentas da Web 2.0 para professores. Brasília: Ministério da Educação. 2008. p. 7-14. Disponível em <http://www.crie.min-edu.pt/publico/web20/manual_web20-professores.pdf>. Acesso em junho de 2014.

CETIC.BR (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação). Pesquisa TIC Educação 2012, Coletiva de imprensa (apresentação de resultados). 2013. Disponível em <http://www.cetic.br/educacao/2012/apresentacao-tic-educacao-2012.pdf>. Acesso em junho de 2014.

CGI.BR (COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL). TIC Domicílios e Empresas 2012: Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação no Brasil. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2013. Disponível em <http://www.cetic.br/publicacoes/2012/tic-domicilios-2012.pdf>. Acesso em junho de 2014.

CGI.BR (COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL). TIC Educação 2012: Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas Brasileiras. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2013. Disponível em <http://www.cetic.br/publicacoes/2012/tic-educacao-2012.pdf>. Acesso em junho de 2014.

DIAS, G. F. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia. 2001.

EDUCADORES SEM FRONTEIRAS. 2013. Disponível em <http://www.educadoressemfronteiras.org.br/home#!educadores>. Acesso em junho de 2014.

GOMES, P. 10 dicas e 13 motivos para usar celular na aula. Porvir. 2013.  Disponível em <http://porvir.org/porfazer/10-dicas-13-motivos-para-usar-celular-na-aula/20130225>. Acesso em junho de 2014.

GOULART, N. Dispositivos móveis podem revolucionar a educação. Veja. 2011. Disponível em <http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/os-dispositivos-móveis-podem-revolucionar-a-educacao>. Acesso em junho de 2014.

LAMIM-GUEDES, V.  WEB 2.0 e a construção do conhecimento de forma interativa: educação e meio ambiente. Educação Ambiental em Ação, v. 42, 2012. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=1390&class=41>. Acesso em junho de 2014.

MOREIRA, M. A. Teorias de Aprendizagem. São Paulo: Epu, 1999.

ONUBRASIL. Celulares, e-books e outras tecnologias móveis ajudam no combate ao analfabetismo, diz UNESCO. 2014. Disponível em <http://www.onu.org.br/celulares-e-books-e-outras-tecnologias-móveis-ajudam-no-combate-ao-analfabetismo-diz-unesco/>. Acesso em junho de 2014.

UNESCO. Policy guidelines for mobile learning. Paris: UNESCO. 2013. Disponível em <http://unesdoc.unesco.org/images/0021/002196/219641E.pdf>. Acesso em junho de 2014.

VYGOTSKY, L. S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1998.



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