ISSN 1678-0701
Número 65, Ano XVII.
Setembro-Novembro/2018.
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18/09/2018ARBORIZAÇÃO: BENEFÍCIOS DE UM MEIO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO  
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ARBORIZAÇÃO: BENEFÍCIOS DE UM MEIO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO

Lidiane Melos dos Santos1, João Carlos Nordi2

1Mestrado Profissional em Ciências Ambientais, Universidade de Taubaté-UNITAU

2Departamento de Ciências Agrárias, Universidade de Taubaté-UNITAU



RESUMO

A presente pesquisa, desenvolvida no IME - Instituto Municipal Engenheiro Francisco Erse, em Porto Velho, Rondônia, visou desenvolver a sensibilização e conscientização ambiental voltada para as plantas no espaço escolar como possibilidades para construções de novas práticas pedagógicas. Sendo assim, realizou-se, no espaço escolar, com 32 alunos, práticas educativas voltadas para a Educação Ambiental, com enfoque na importância de conhecer, manter, preservar, mapear, fotografar e realizar levantamento das plantas no espaço escolar. Nesse universo, o aluno vivenciou situações diversificadas que favorece o aprendizado, pois cada área do conhecimento poderá abordar conteúdos referentes às plantas encontradas no espaço escolar, de modo que contemplem conceitos sobre escola sustentável e meio ambiente, compreendendo a importância de se preservar o espaço verde escolar. Fora trabalhado um projeto de educação ambiental, para diagnosticar o conhecimento dos alunos em relação ao espaço verde no ambiente escolar, observando que os mesmos têm consciência da preservação do meio ambiente e das consequências de um ambiente não arborizado. Espera-se que esta pesquisa possa servir de incentivo e nortear ações que visem desenvolver a conscientização ambiental.

Palavras-chave: Ciências Ambientais; Plantas; Espaço Escolar; Recurso didático.



ABSTRACT

The present research, developed at IME - Instituto Municipal Engenheiro Francisco Erse, in Porto Velho, Rondônia, aimed to develop environmental awareness and awareness for plants in the school space as possibilities for constructions of new pedagogical practices. Therefore, 32 educational students were involved in environmental education, focusing on the importance of knowing, maintaining, preserving, mapping, photographing and surveying the plants in the school space. In this universe, the student experienced diversified situations that favor learning, since each area of knowledge could approach contents related to the plants found in the school space, so that they contemplate concepts about sustainable school and environment, including the importance of preserving the green space school. An environmental education project had been worked out to diagnose the students' knowledge of the green space in the school environment, noting that they are aware of the preservation of the environment and the consequences of a non-wooded environment. It is hoped that this research may serve as an incentive and guide actions aimed at developing environmental awareness.

Keywords: Environmental Sciences; Plants; School Space; Educational Resource.



  1. INTRODUÇÃO

A arborização urbana é um quesito importante para proporcionar um ambiente físico saudável e equilibrado trazendo benefícios gerais, tais como: a estabilidade microclimática, a melhoria da qualidade do ar, a redução da poluição sonora, visual e, consequentemente, a melhoria da saúde física ao qual o homem, nos últimos tempos está procurando cada vez mais se aproximar.

A vegetação no meio urbano desempenha funções ligadas a aspectos plásticos, sociais, culturais, econômicos e, sobretudo, ecológicos, interferindo fortemente no ambiental. Atua sobre o conforto no ambiente por meio das características naturais das espécies, sendo desta maneira, um tema que vem se destacando nas discussões sobre os problemas das cidades, na busca de maior qualidade de vida para a população (WESTPHAL, 2000).

A arborização urbana proporciona às cidades melhoria da qualidade de vida nas áreas urbanas, exercendo um papel muito importante, uma vez que diminuem os ruídos, melhoram a qualidade do ar no consumo de gás carbônico (CO2) e na produção de oxigênio (O2), harmonizam também as paisagens urbanas, aumentando a umidade e reduzindo a temperatura, preservando a fauna urbana entre outras utilidades.

Dada a importância de haver uma relação indissociável entre educação e meio ambiente, que deve ser compreendida como sinônimo de reflexão e ação, que se desenvolve a partir de um processo educativo para que todos tenham uma vida sustentável, levando em conta que a arborização urbana no Brasil é considerada um tema recente, de evolução lenta e com a qual as administrações públicas e a comunidade devem envolver-se, cumprindo papéis distintos.

2. ARBORIZAÇÃO: ASPECTOS RELEVANTES NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Entre as temáticas discutidas que todas as comunidades têm em comum, está a relevância em desenvolver projetos participativos que visam proteger o planeta em que vivem, visando a melhoria da qualidade de vida de todos. Pois, é urgente a necessidade de transformar e resgatar o respeito pela vida, com justiça, equidade, diversidade, sustentabilidade e, além do mais, manter a beleza do meio ambiente.

Segundo o Programa de Educação Ambiental (2013, p. 09), “o meio ambiente é o resultado de inter-relações entre a sociedade e a natureza, em um processo histórico singular de ocupação e transformação do espaço por parte de uma sociedade”. Devendo para isso, haver uma mobilização de todos na busca de uma relação mais saudável e de cuidados com os problemas socioambientais.

Nos apontamento feito por Reigota (1994), veremos que os homens vão usufruindo e modificando os aspectos do espaço natural, transformando com o objetivo de atender suas necessidades. Aumentando os impactos causados pelas construções urbanas geram os prejuízos financeiros e socioambientais nessas áreas.

Neste sentido, versaremos a respeito da Educação Ambiental, que segundo Tozoni-Reis (2007), existem várias abordagens na compreensão da educação ambiental, deve ser trabalhada junto à comunidade escolar procurando a construção de valores, conceitos, habilidades, atitudes, visando mudanças de comportamento em relação aos problemas socioambientais e incentivando sempre os cidadãos a participarem ativamente, atuando nas suas comunidades para junto articularem ações que contribuem para a transformação humana, social e para preservação ecológica local.

[...] A aprendizagem resulta de uma ação motivada, da codificação de uma situação problema, da qual se distancia para analisá-la criticamente. Aprender é um ato de conhecimento da realidade concreta, isto é, da situação real vivida pelo educando, que se dá por meio de uma aproximação crítica dessa realidade. O que é aprendido não decorre da imposição ou memorização, mas do nível crítico de conhecimento ao qual se chega pelo processo de compreensão, reflexão e crítica (LIBÂNEO, 1983) apud (SILVA, 2007, p. 22).

Assim, a consciência ecológica como problemática educacional pode ser analisada, juntamente com os educandos, a partir de quando a criança começa a dar seus primeiros passos na instituição educacional, pois esse é um tipo de educação que não necessita de graus de escolaridade, proporcionando possibilidades que possam ser destacadas como ações visualizadas como meios de preservação do meio onde vivem.

No que se refere à possibilidade de um processo interdisciplinar e dialógico, diante das questões ambientais ampliando o olhar dos alunos para outros espaços da cidade, inclusive de seus próprios cotidianos, apoiaremos na Educação Ambiental, que figura como um campo especial e imprescindível do fazer pedagógico. E como a escola faz parte integrante do meio ambiente, deve, para tanto, articularem ações que visam aos indivíduos terem a conscientização de preservar e recuperar o Meio Ambiente. Para isso, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), trazem em seu bojo um dos temas transversais mais discutidos atualmente: a questão ambiental. Onde, nas disciplinas de história e geografia, nos objetivos de geografia para o primeiro ciclo, destaca que os educadores devem proporcionar meios para que os alunos sejam capazes de “reconhecer a importância de uma atitude responsável de cuidado com o meio em que vivem, evitando o desperdício e percebendo os cuidados que se deve ter na preservação e na manutenção da natureza”. (BRASIL, 2001).

Nesse novo cenário educacional, a Educação Ambiental é visualizada como peça chave dessa educação cidadã. Ela proporciona o encontro da escola com a comunidade, por meio de seus projetos de educação ambiental, devido ao seu caráter crítico, sensibilizador e transformador das ações humanas em seus ambientes locais. (BRASIL, 2001).

É preciso compreender que todas as transformações ocorridas na sociedade refletem no espaço escolar, por este, parte integrante dessa sociedade e ainda que as ações desenvolvidas pelos indivíduos possam ser como uma formação continuada, pois as ações que envolvem em Educação Ambiental devem ter em seus objetivos a preocupação com as mudanças de hábitos e costumes dos cidadãos, em relação ao uso e conservação dos recursos naturais e a qualidade de vida no planeta. A Educação Ambiental não é algo exclusivo da escola. Como todos já podem perceber nas discussões anteriores, teve uma significativa projeção no mundo a partir dos movimentos sociais de recorte ambiental.

[...] A educação para e com o desenvolvimento local está diretamente relacionada a produção de conhecimentos capazes de formar alunos mais questionadores e preocupados em resolver os problemas de sua comunidade. Por isso mesmo, são mecanismos de disputas e conflitos que envolvem a manutenção ou alteração das relações de poder. Também podem se configurar como estratégias em que os conhecimentos produzidos tornam-se ferramentas mobilizadoras de ações voltadas para melhorar as condições de vida dos alunos e de sua comunidade. (BRASIL, 2012, p. 14).

Assim, percebe-se que a Educação Ambiental é algo não restrito ao tratamento escolar, mas uma responsabilidade social que cobra de todos, uma posição e um compromisso.

A questão ambiental é constituída por aspectos naturais e pelos fenômenos culturais. Nos aspectos naturais incluem os mananciais e os estoques dos recursos naturais, além das degradações dos mesmos representados pela poluição, erosão, assoreamento dos rios, uso desenfreado de agrotóxicos, enchentes, queimadas, desflorestamentos. Reconhece por outro, que os constructos culturais estão constituídos pelas contradições sócio históricas, quanto à produção de alimentos em larga escala para os mercados e as multidões de famintos espalhados pelo mundo.

Dessa forma, com o propósito de oferecer um ensino de qualidade que auxilie a comunidade local a fazer as relações entre a sociedade/natureza, que lhes permitam trabalhar a responsabilidade do aluno no tratamento do meio ambiente, este estudo tem como objetivo desenvolver a sensibilização ambiental como ferramenta essencial.

3. ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DO SENSO CRÍTICO, QUANTO À ARBORIZAÇÃO

Existe uma infinidade de atividades que o professor pode desenvolver, para despertar o senso crítico dos alunos quanto à sensibilização ambiental, começando pelo espaço verde escolar, desenvolvendo projetos interdisciplinares.

De tal modo, o professor pode realizar um parâmetro de atividades que serão desenvolvidas e analisadas quanto à adequação da arborização urbana tais como:

Adequação da árvore em relação ao espaço físico (Altura e diâmetro da copa em relação ao espaço onde está plantada), de acordo com CESP (1988) altura do fuste antes das ramificações (pernadas básicas), presença de substâncias e ou princípios tóxicos ou alergênicos, presença de fiação, proximidade com muro e prédio da escola, área de circulação, sanidade das árvores (presença de pragas e doenças), época de florescimento, coloração da flor, persistência das folhas, soerguimento de muros e calçamento e aspectos relacionados à poda das árvores. O professor poderá realizar com os alunos um mapeamento em termos de áreas livres, compreendendo o pátio interno e o entorno da escola, para averiguar se esta encontra-se arborizada, utilizando das normas técnicas específicas em relação ao passeio público, respeitando as medidas, largura da calçada, da via asfáltica, distância entre árvores, presença de fiação, presença de placas de sinalização e soerguimento da calçada.

Por meio das aulas de ciências, o professor poderá realizar uma revisão do currículo escolar, orientando o trabalho cotidianamente, propiciando aos alunos, através desses currículos, exercerem a função social que se faz necessária. É nesse universo que o aluno vivenciará situações diversificadas que favorecem o aprendizado, cada área do conhecimento abordando conteúdos referentes à arborização, de modo que contemplem conceitos sobre escola sustentável, meio ambiente compreendendo que uma escola sustentável é também uma escola inclusiva, que respeita os direitos humanos e a qualidade de vida e que valoriza a diversidade.

O professor poderá desenvolver também projetos de educação ambiental, para diagnosticar o conhecimento dos alunos em relação à arborização urbana. Com observação durante o desenvolvimento do projeto nas mudanças de hábitos e suas relações com o ambiente da escola e as árvores ali encontradas.

Entre as questões que trata o estudo, o professor poderá divulgar as atividades desenvolvidas através da confecção de uma cartilha as ações, dentro das normas da Educação Ambiental, esclarecendo a comunidade escolar sobre a importância da implantação e da preservação da arborização no ambiente escolar. E entre essas questões ambientais, há vários conteúdos que podem ser trabalhados nas escolas de forma integrada a outras disciplinas. Entre eles os quatro elementos (água, ar, terra, fogo), os resíduos gerados em seu espaço (lixo), os plásticos, os óleos, a importância de reciclar, tipos de energia, petróleo, biomassa, entre outros. (BRASIL, 2001).

De tal modo, as atividades envolvendo a arborização em espaço escolar, podem ir além, envolvendo todo espaço escolar, seja arborizado ou jardinagem, cabe ao professor desenvolver projetos que envolva toda comunidade escolar, para que seja realizados projetos de cunho sensibilizador em relação ao meio ambiente.

4. SUGESTÕES DE ATIVIDADES EM ESPAÇO ESCOLAR.

O professor que desejar desenvolver um projeto voltado para a conscientização ambiental em espaço escolar poderá desenvolver as atividades por etapas, de acordo com a proposta:

1ª Etapa: prática informativa sobre Educação Ambiental com enfoque nas Plantas em Espaço Escolar, buscando conhecer, manter e preservar o meio ambiente. Pelo fato de visar uma escola sustentável, onde os alunos incorporem em suas atividades cotidianas, atitudes voltadas à preservação do meio ambiente, onde serão desenvolvidas atividades, abordando os benefícios que as plantas, incluindo as árvores, podem trazer para o ambiente escolar, como um laboratório vivo, onde diferentes áreas e disciplinas poderão explorar em seus conteúdos programáticos,

2ª Etapa: Mapeamento do local com os alunos que estarão participando da pesquisa, em seguida trabalhar com a elaboração de um croqui do espaço escolar. Para a realização desta etapa será necessário dos seguintes materiais: lápis, borracha, 2 folhas de papel A3 e A4 e pranchetas;

3ª Etapa: Realizou-se uma manhã fotográfica registrando as plantas e ambientes dentro e no entorno da escola.

4ª Etapa: Concurso de melhor fotografia com os três primeiros colocados. Este momento foi envolvido a direção e coordenação da escola onde os mesmos participaram da escolha de melhor fotografia e premiação dos alunos vencedores. Foi utilizado o laboratório de informática para descarregar as fotos e também onde as mesmas foram selecionadas. A premiação foram cestas de chocolates diversificadas de acordo com a categoria premiada.

5ª Etapa: Levantamento da vegetação pelas crianças. Foram vivenciados na prática como se realiza o levantamento da vegetação e as etapas para catalogação das espécies. Para esta etapa a turma foi divida em grupos de 5 crianças, cada grupo recebeu o seu quite arbóreo, que consistira em: um jogo de prensa, dois pedaços de corda com dois metros cada, jornais, papelão, lápis e borracha;

6ª Etapa: Por meio das aulas de ciências foi desenvolvido um jogo de cartas construído com imagens das plantas do pátio da escola, onde os alunos mostraram os conhecimentos adquiridos no decorrer das atividades desenvolvidas e responderam um questionário relacionado ao jogo e o decorrer da pesquisa.

7ª Etapa: Proposta da elaboração de uma coletânea didático-pedagógica envolvendo os alunos que participaram de todas as etapas da pesquisa.

É nesse universo que o aluno vivenciou situações diversificadas que favoreceram aprendizado.

Assim, cada área do conhecimento poderá abordar conteúdos referentes à arborização, de modo que contemplem conceitos sobre escola sustentável, meio ambiente compreendendo que uma escola sustentável é também uma escola inclusiva, que respeita os direitos humanos e a qualidade de vida e que valoriza a diversidade. Trabalhando assim, no projeto de educação ambiental, a realização de diagnósticos do conhecimento dos alunos envolvidos, em relação à arborização urbana. Com observação durante o desenvolvimento do projeto nas mudanças de hábitos e suas relações com o ambiente da escola e das plantas ali encontradas.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS.

Conclui-se este estudo, com a justificativa de trabalhos a partir da proposta em realizar um trabalho de cunho científico, envolvendo o âmbito escolar, lugar onde boa parte da população se insere em alguma etapa da vida e pela necessidade de orientar para o desenvolvimento de ações educativas, uma vez que os alunos nessa fase estão abertos ao conhecimento, aprendem com facilidade e tendem a levar as informações adquiridas aos familiares e demais indivíduos.

Dessa forma, com o propósito de oferecer um ensino de qualidade que auxilie a comunidade local a fazer as relações entre a sociedade/natureza, que lhes permitam trabalhar a responsabilidade do aluno no tratamento do meio ambiente, este estudo tem como objetivo desenvolver a sensibilização ambiental como ferramenta essencial para mudança de atitudes em relação às soluções concretas e coletivas nos alunos de seja de escolas públicas ou particulares, cabendo ao professor desenvolver projetos ambientais envolvendo seus alunos.

A partir dos estudos para realização deste trabalho, podemos verificar que a presente pesquisa, tem propósitos positivos quanto ao desenvolvimento da sensibilização ambiental voltada para as plantas em espaço escolar como possibilidade para construção de novas práticas pedagógicas e conscientização da comunidade escolar sobre a importância de um ambiente verde e arborizado e a preservação do mesmo, desenvolvendo a conscientização ambiental na população pesquisada. Pois, é evidente dentre os autores estudados quando se trata de trabalhos “in loco” o envolvimento dos alunos é evidente, sendo que estes tem “sede” de conhecimento, principalmente quando se trata de atividades ao ar livre, com materiais inseridos no meio em que vivem.

Por fim, concluímos que tais atividades pedagógicas são de suma importância nas atividades escolares, e que os professores não podem ficar “presos” a uma sala de aula, sendo que o mesmo tem um mundo fora desta, onde podem desenvolver projetos de acordo com o conteúdo trabalhado, levando seus alunos para além dos livros didáticos, e mostrando na prática as atividades desenvolvidas teoricamente.

Podendo, desenvolver atividades interdisciplinares, não somente em sua disciplina, mas envolvendo as demais, ou até mesmo trabalhando com outras turmas em um projeto ambiental. Pois, este tema é muito abrangente e de suma importância na atualidade, onde os nossos alunos precisam vivenciar os trabalhos de preservação e cultivo das plantas e este processo começa na escola para que sejam levadas para o meio onde se encontram inseridas. A escola tem o papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem das crianças e quando realizado um bom trabalho desde pequenas, estas serão reprodutoras de conhecimento e conscientização ambiental.



6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

APG III An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG III. Botanical Journal of the Linnean Society, 2009, 161, 105–121

BRASIL. Lei 9.795, de 27 de abril de 1999. Instituiu Política Nacional de Educação Ambiental. Brasília: MEC/ SEF. 2012.

__________________ Secretária de Educação Fundamental. Meio Ambiente in: Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclo. Brasília: MEC/ SEF, 2001.

_______________.Guia de Meio Ambiente – Barsa Planeta. Brasília: MEC/ SEF 2013.

CESP. Guia de arborização. 3 ed. São Paulo: Coleção Ecossistemas Terrestres. 1988. 33p.

REIGOTA, Marcos. O que é educação ambiental? São Paulo: Brasiliense, 2001.

SILVA, Rodrigo Barbosa e Didática e Planejamento / Faculdade Educacional da Lapa (Org.) – Curitiba: Editora Fael, 2007.

TOZONI-REIS, M. F. C. Contribuições para uma pedagogia crítica na educação ambiental: reflexões teóricas. In: LOUREIRO. C. F. B. A questão ambiental no pensamento crítico: natureza, trabalho e educação. Rio de Janeiro: Quartet, 2007.

WESTPHAL, M. F. O Movimento Cidades/Municípios Saudáveis: um compromisso com a qualidade de vida. Ciência e saúde coletiva, v.5, n.1, p.39-51, 2000.







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