ISSN 1678-0701
Número 62, Ano XVI.
Dezembro-2017/Fevereiro-2018.
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Relatos de Experiências

11/12/2017DIAGNÓSTICO QUANTO A PERCEPÇÃO DOS PARTICIPANTES NA OFICINA DE COMPOSTAGEM E VERMICOMPOSTAGEM APLICADA NO II SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO DAS ESCOLAS RURAIS DO CAMPO EM SÃO GABRIEL/RS  
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DIAGNÓSTICO QUANTO A PERCEPÇÃO DOS PARTICIPANTES NA OFICINA DE COMPOSTAGEM E VERMICOMPOSTAGEM APLICADA NO II SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO DAS ESCOLAS RURAIS DO CAMPO EM SÃO GABRIEL/RS

 

Cedinara Arruda Santana Morales1, Lurdes Zanchetta da Rosa2, Adriano Berwanger3, Altamir da Silveira Correa4, Bruno Lopes Teixeira4, Cristiano Rossato4 Maria de Jesus Calheiros Freitas4

 

1Engenheira Florestal. Drª. Engenharia Florestal. Professora Substituta da Universidade Federal do Pampa. E-mail: cedinaramorales@unipampa.edu.gov.br

2Bióloga, Mestre em Genética e Toxicologia aplicada. Professora do Instituto Federal Farroupilha. E-mail: lurdes.zanchetta@iffarroupilha.edu.br

3Pós-graduando no Curso de Especialização em Gestão Pública Municipal da Universidade Federal do Pampa. E-mail: adrianoberwanger@gmail.com

 4Técnico em Agronegócio pelo Instituto Federal Farroupilha - Centro de Referência São Gabriel/RS. E-mail: altamir@szsementes.com.br; brunolopes29@bol.com.br;

 cristiano.t.rossato@gmail.com; dijecalheirosfreitas@gmail.com

 

 

Resumo

Este artigo tem por objetivo apresentar resultados da capacitação de docentes desenvolvida no II Seminário de Educação das Escolas Rurais do Campo de São Gabriel/RS. As atividades fazem parte do projeto de extensão do Instituto Federal Farroupilha-Centro de Referência São Gabriel A educação ambiental e o campo: uma ação social nas práticas integradas dos cursos técnicos do PRONATEC - Agronegócio, Logística e Informática”. A capacitação trabalhou temas oriundos aos cuidados com o meio ambiente (importância de reciclar os resíduos sólidos orgânicos domiciliares e agropecuários por meio da compostagem e vermicompostagem. A metodologia iniciou com aplicação de um questionário de perguntas fechadas e abertas para caracterizar os participantes e seus conhecimentos sobre as temáticas de compostagem e vermicompostagem. A capacitação ocorreu por meio de palestra expositiva e material didático impresso. A montagem das composteiras foi realizada no pátio da escola, utilizando-se resíduos sólidos orgânicos gerados em atividades agropecuárias e domésticas. Na avaliação final os participantes afirmaram que as palestras de capacitação juntamente com a atividade prática de construção das composteiras contribuíram para o conhecimento na área de sustentabilidade ambiental. Conclui-se, através de depoimentos dos participantes da oficina, que os mesmos necessitam de novas capacitações motivadoras e específicas, voltadas para a sustentabilidade ambiental.

  

Palavras-chave: educação ambiental, educação continuada, resíduo sólido orgânico

 

Abstract:

This article aims to present the results of teacher training developed at the Second Seminar of Rural School Education in Campo de São Gabriel / RS. The activities are part of the extension project of the Farroupilha Federal Institute-Reference Center São Gabriel "Environmental education and the field: a social action in the integrated practices of PRONATEC technical courses - Agribusiness, Logistics and Information Technology." The training worked on themes related to environmental care (the importance of recycling household organic and agricultural solid waste through composting and vermicomposting. The methodology began with the application of a closed and open questionnaire to characterize the participants and their knowledge about the composting and vermicomposting themes The training took place through an expository lecture and printed didactic material The assembly of the composts was carried out in the schoolyard, using organic solid residues generated in agricultural and domestic activities. that the training lectures together with the practical activity of construction of the composts contributed to the knowledge in the area of environmental sustainability. It was concluded, through testimonials from workshop participants, that they needed new motivated training and specific, focused on environmental sustainability.

 

Keywords: environmental education, continuing education, organic waste
 
 

Introdução

          A capacitação do professor se configura como fundamental para atender a demanda pedagógica no processo de ensino e aprendizagem. Nesse sentido, Sartori (2013) aponta que a docência não pode ser reduzida às atividades rotineiras de apresentação de conhecimentos em sala de aula; ela se constitui em um conjunto de ações/intervenções que favorecem ao discente a compreensão da realidade de seu entorno e consequentemente, a ampliação de sua visão de mundo.

Na educação tradicional, houve um tempo em que a formação docente se limitava à formação de profissionais que reproduziam práticas pré-estabelecidas e visavam apenas à eficácia de seu ensino na sala de aula. No entanto, as transformações sociais, educacionais e do mundo do trabalho, promoveram mudanças no papel atribuído ao professor, que deixou de ser visto como meramente um transmissor de conhecimento, e passou a ser visto como um indivíduo que pode contribuir para o processo de transformação social (BAGNOLO et al., 2010). Assim, percebe-se a necessidade de um professor que articule a teoria com a prática, que reflita sobre a própria ação em um mundo em constante evolução.

Atualmente, a preocupação com a formação docente inicial tem se estabelecido em diferentes instâncias governamentais, sendo tema de debate em documentos oficiais, haja vista sua abordagem na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNEM), nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores para a Educação Básica, nos apontamentos e metas contemplados no Plano Nacional de Educação, entre outros (CASTRO et al., 2014).

Dentro desta perspectiva de constante atualização por parte dos docentes, o II Seminário de Educação das Escolas Rurais do Campo de São Gabriel/RS focou suas atividades na capacitação de docentes da rede de ensino Municipal, Estadual e Federal. Nessa capacitação destacaram-se ações teóricas e práticas do projeto de extensão do Instituto Federal Farroupilha-Centro de Referência São Gabriel “A educação ambiental e o campo: uma ação social nas práticas integradas dos cursos técnicos do PRONATEC - Agronegócio, Logística e Informática”, através da oficina de compostagem e vermicompostagem como forma de mostrar e orientar aos participantes atitudes simples de preservação e sustentabilidade dos recursos ambientais.

Baseando-se na fundamentação teórica, procurou-se trabalhar a educação ambiental por meio da oficina educativa (compostagem e vermicompostagem) como forma de favorecer a manipulação dos resíduos sólidos orgânicos produzidos na própria escola como exemplo: capim do corte de grama, casca de ovos, cascas de frutas, verduras e legumes, erva mate, etc. Dessa forma, foi possível orientar o descarte e (re) aproveitamento correto dos mesmos, uma vez que estes resíduos podem causar diversos problemas de saúde, problemas sociais e econômicos, além da degradação ao meio ambiente, como a poluição do ar e a contaminação do solo e da água (MOTA et al., 2009).

Contudo, esses problemas estimularam discussões acerca de alternativas para o tratamento destes materiais, e resultaram no estabelecimento da Lei Federal 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Segundo Carlesso et al., (2011) a compostagem e a vermicompostagem surgem como alternativas viáveis economicamente para o reaproveitamento desses resíduos, transformando-os em fertilizantes naturais. A Embrapa (2004) caracteriza a compostagem como um processo de decomposição da matéria orgânica pela ação de fungos, bactérias e microorganismos, que transformam a matéria orgânica em composto orgânico, enquanto a vermicompostagem baseia-se no processo de decomposição da matéria orgânica por meio de minhocas, que em ação conjunta com os micro-organismos, transformam os resíduos em excelentes fertilizantes naturais.

 

 

Metodologia

A capacitação sobre os resíduos sólidos orgânicos sua produção, descarte e reutilização foi desenvolvida na Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Manuela da Cunha Teixeira, durante o II Seminário de Educação das Escolas Rurais do Campo em São Gabriel/RS com vinte e nove participantes da rede de ensino Municipal, Estadual e Federal, contemplando um total de doze instituições de ensino (Figura 1).

 

Figura 1. II Seminário de Educação das Escolas Rurais do Campo em São Gabriel/RS (A-B).

 

 

Para esse trabalho, utilizou-se como processo metodológico uma palestra com slides em PowerPoint, dois questionários e material didático impresso (Figura 2). Os questionários, estruturados com perguntas fechadas e abertas foram aplicados em dois momentos: no início dos trabalhos, antes da palestra de capacitação e das práticas de construção de composteira e vermicomposteira; após as atividades como avaliação final da oficina.

 

 

C            C

 

   C

 
Figura 2. Público presente na oficina (C) e material didático fornecido aos participantes (D).

 

 

 A avaliação inicial teve como propósito verificar o nível de escolaridade e conhecimento prévio dos participantes sobre compostagem e vermicompostagem, sustentabilidade e conceitos básicos de ecologia. Na avaliação final, o questionário teve como objetivo verificar se houve aprendizado após a capacitação, além de indicar o nível de conhecimento dos participantes sobre a importância da reciclagem dos resíduos sólidos orgânicos, e o conhecimento das técnicas de compostagem e vermicompostagem para a transformação desses resíduos em fertilizantes naturais e possíveis aplicações nas escolas.

A atividade prática da construção de uma vermicomposteira no pátio da Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Manuela da Cunha Teixeira (Figura 3) levou em consideração fatores importantes, tais como: escolha do local, material utilizado (bambu), tipos de resíduos sólidos orgânicos e procedimentos fundamentais para o monitoramento do processo de compostagem e vermicompostagem, no controle da temperatura, umidade, aeração, relação carbono/nitrogênio e pH do composto.

 

Figura 3. Orientações sobre a escolha do local (E), construção da vermicomposteira (F e G), forma de distribuição dos resíduos orgânicos, temperatura, umidade, aeração, relação carbono/nitrogênio e pH do composto (H).

 

 

Após a construção da vermicomposteira foram inoculadas minhocas do gênero Eisenia andrei aos resíduos orgânicos (Figura 4). De acordo com Eckhardt et al., (2016), as minhocas ingerem, trituram e degradam os resíduos orgânicos em ação conjunta com os microrganismos.

As minhocas carecem de uma mistura de resíduos sólidos orgânicos de decomposição lenta, com maior granulometria, os quais serão responsáveis por formar poros nos resíduos, que facilitarão o seu deslocamento no interior do composto (ECKHARDT et al., (2016).

 

 

Figura 4. Inoculação das minhocas nos resíduos orgânicos (I), minhocas inoculadas (Eisenia andrei) (J).

 

 

Resultados e discussões

Com a análise das informações contidas nos questionários, evidenciou-se o grau de escolaridade dos vinte e nove participantes. De modo geral, o universo pesquisado apresenta grau de instrução que varia entre ensino médio completo (10%), e ensino superior (90%) conforme apresentado na (Figura 5).

 

Figura 5. Representação da escolaridade dos participantes da oficina

 

 

Essa discussão da análise dos questionários demonstrou que, embora o grau de escolaridade dos participantes que participaram da oficina de capacitação seja na sua maioria de curso superior, muitos não demonstravam domínio dos conceitos básicos sobre a destinação final dos resíduos sólidos orgânicos. Assim, percebeu-se a necessidade de trabalhar a importância da destinação correta dos resíduos sólidos orgânicos, bem como a responsabilidade socioambiental. 

Segundo Vieira et al., (2012), a falta de responsabilidade perante os problemas relacionados aos resíduos é o ponto de maior importância a ser trabalhado. De acordo com Richter (2014), muitas vezes a destinação incorreta desses resíduos é fruto de padrões culturais da sociedade.

Os resultados do questionário aplicado antes da palestra de capacitação (Figura 6) mostraram o nível de conhecimento sobre o processo de compostagem e vermicompostagem como forma de aproveitamento dos resíduos sólidos orgânicos, evidenciando que a maioria dos participantes (79%) não tinham conhecimento sobre o assunto a ser abordado. Para Rossato (2007), a falta de conhecimento e o despreparo das pessoas podem agravar os problemas ambientais. Contudo, verificou-se que as pessoas que tinham conhecimento sobre o assunto abordado na oficina (21%), utilizavam esses materiais compostados e vermicompostados como fertilizantes naturais para aplicação em horta e jardim.

Em relação à destinação dos resíduos sólidos orgânicos, os resultados apontam que 55% dos participantes da oficina fazem a separação correta dos mesmos e demonstraram preocupação com os resíduos produzidos em suas residências (Figura 6). Leite (2011) comenta que as pessoas que fazem a separação de resíduos estão mais sensibilizadas para as questões ambientais. No entanto, percebeu-se que ao mesmo tempo em que os participantes se mostraram preocupados, apenas 21% destinam os resíduos sólidos orgânicos na forma de fertilizantes naturais, enquanto 24% dos que praticam a separação não sabem o que fazer com os mesmos devido ao desconhecimento das técnicas de compostagem e vermicompostagem. Silva et al., (2013), enfatiza que uma educação ambiental bem planejada e bem aplicada, favorece resultados positivos para a conservação do meio ambiente.

 

Figura 6. Informações sobre os participantes da oficina de compostagem e vermicompostagem

 

 

Após a oficina de compostagem e vermicompostagem, 100% dos participantes afirmaram que a palestra de capacitação, juntamente com atividade prática de montagem e construção da composteira e a vivência das diferentes etapas de monitoramento da oficina, contribuíram para a formação e conhecimento na área de sustentabilidade ambiental (Figura 7). Dessa forma, após a oficina de capacitação os participantes asseguraram que estão aptos a multiplicar o conhecimento sobre o assunto e melhorar os problemas ambientais decorrentes da falta de gerenciamento adequado desses resíduos no meio ambiente escolar.

 

Figura 7. Conhecimento adquirido com a oficina de compostagem e vermicompostagem

 

 

Para Scarlato e Pontin (1992), uma das propostas de Educação Ambiental é justamente construir no indivíduo e na coletividade uma conscientização na mudança de atitude que valorize a preservação do ambiente. Adotar a reciclagem mostra novos comportamentos diante do ambiente ao qual estão inseridos.

 

 

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conclui-se que os participantes da oficina de compostagem e vermicompostagem necessitam de capacitação motivadora e específica, voltada para a prática de educação ambiental e sustentabilidade, indiferente do grau de escolaridade que apresentam.

Observou-se, também, que a metodologia aplicada por meio de oficina é uma ferramenta eficaz na difusão da educação ambiental e sustentabilidade, e que as atividades práticas motivam, capacitam e incentivam a reflexão da forma mais adequada da utilização dos resíduos sólidos orgânicos.

Levando em consideração o processo de formação continuada dos professores, a capacitação por meio da participação ativa dos docentes foi incentivadora na mudança de atitudes em relação aos descartes de resíduos orgânicos e a forma como os mesmos podem ser aproveitados.

 

 

5. Bibliografia

BAGNOLO, C.M.; Rocha, M.B.; Rink, J.; Souza, A. O.; Pereira, F. A.; Fernandes, R.C.A.; Untaler, L.O. Contribuições de uma oficina de produção em educação ambiental para a formação inicial docente. Revista Educação Ambiental em Ação. Número 34, Ano IX. Dezembro/2010.

BRASIL, Lei 12.305 de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm>. Acesso em Set. de 2017.

CARLESSO; Wagner Manica et al. Tratamento de resíduos a partir de compostagem e vermicompostagem. REVISTA DESTAQUES ACADÊMICOS, ANO 3, N. 4, 2011 - CETEC/UNIVATES.

CASTRO, G.; SIQUEIRA, T. A.C; PINHEIRO, A. D; PUGLIESE, A. Oficinas pedagógicas na formação docente inicial: uma maneira alternativa de aprender a ensinar.  Revista da sbenbio. Nº7, 2014.

ECKHARDT; Daniel Pazzini et al. Vermicompostagem como alternativa para o tratamento de resíduos nas propriedades rurais do Sul do Brasil. UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Faculdade de Agronomia, Porto Alegre, RS.

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SCARLATO, F. C. e PONTIM, J. A. Do Nicho ao Lixo: Ambiente sociedade e educação. São Paulo: Atual, 1992.

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