ISSN 1678-0701
Número 61, Ano XVI.
Setembro-Novembro/2017.
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11/09/2017EDUCAÇÃO INCLUSIVA JOGOS PEDAGÓGICOS RECICLÁVEIS COMO FERRAMENTA INDISPENSÁVEL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM  
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EDUCAÇÃO INCLUSIVA: JOGOS PEDAGÓGICOS RECICLÁVEIS COMO FERRAMENTA INDISPENSÁVEL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

INCLUSIVE EDUCATION: RECYCLABLE PEDAGOGICAL GAMES AS AN INDISPENSABLE TOOL IN THE TEACHING-LEARNING PROCESS

WESLEY ALVES SILVA

Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Montes Claros - MG, mestre em Botânica pela UFV - MG. Atualmente professor da Faculdade São Gabriel da Palha – ES/ FASG. Email: wesleyalvesbiologo@gmail.com

 

SAIMO REBLLETH DE SOUZA

Graduado e Mestre emCiências Biológicas pela Universidade Estadual de Montes Claros – MG. Atualmente professor da escola técnica Soeducar, Janaúba/MG. Email: saimorebllethdesouza@gmail.com

 

MÁRCIO CORRÊA DA SILVA

Graduado e Mestre em Química pela UFES - ES, atualmente professor da FAESA e do IFES, Campus Vitória. Email: mcsilva200@hotmail.com

 

CINTHIA RONCONI FORRECHI

Graduada em Pedagogia pela Faculdade Capixaba de Nova Venécia - Multivix, mestranda em Ensino na Educação Básica  pela UFES - ES. Atualmente professora da Faculdade São Gabriel da Palha – ES/ FASG. Email: cinthiaronconi@hotmail.com.

 

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo evidenciar o papel dos jogos recicláveis como recurso facilitador no processo ensino-aprendizagem na educação inclusiva.O palco da realização do nosso trabalho foi uma Escola Municipal de Ensino Fundamental do município de São Gabriel da Palha – ES, onde cinco alunos, cursando o sexto ano, foram selecionados para participarem do projeto de pesquisa. Utilizaram jogos confeccionados com material reciclável. Diante dos resultados obtidospercebe-se que com os jogos recicláveis ajuda a criança na evolução, atenção, coordenação motora no seu desenvolvimento escolar.Desta forma, conseguindo assimilar o que é ensinado, mas todos aprendem brincando, cada um com seu jeito.Conclui-se é possível utilizar jogos recicláveis para desenvolver o cognitivo, a motricidade, a imaginação, a criatividade, a interpretação e as habilidades de pensamento para fazer a inclusão de verdade e garantir a aprendizagem de todos os alunos na escola.

Palavras-chave:Educação inclusiva, Jogos recicláveis, Alunos.

Abstract

This paper aims to highlight the role of recyclable games as a facilitator in the teaching-learning process in inclusive education. The stage for the accomplishment of our work was a Municipal Primary School in the municipality of São Gabriel da Palha - ES, where five students, in the sixth year, were selected to participate in the research project. They used games made with recyclable material. In view of the results obtained, it can be seen that with recyclable games, the child helps in the evolution, attention and motor coordination in his school development. In this way, managing to assimilate what is taught, but all learn by joking, each with his own way. It is concluded that it is possible to use recyclable games to develop cognitive, motor, imagination, creativity, interpretation and thinking skills to make the inclusion of truth and guarantee the learning of all students in school.

Key words:Inclusive education, Recyclable games, Students.

1.  Introdução

 

Jogos, brinquedos e brincadeira estão presentes na sociedade humana desde o seu começo e acompanham seu desenvolvimento desde então (DALLABONA e MENDES, 2004). Tornando-se produção da cultura que representando símbolos, valores, hábitos e costumes (SOMMERHALDER e ALVES, 2011). Desta maneira os jogos (principalmente de caráter reciclável) são e devem ser uma ferramenta para a educação inclusiva bem como para a conscientização ambiental. Uma vez que a cultura capitalista atual valoriza o consumismo, a cultura e a moda, comprometendo a capacidade de criação.

Trabalhar com jogos inclusivos promove a ânsia de criar e recriar do indivíduo, e mesmo lhe dando um brinquedo pronto, vai fazer muitas das vezes com que ela o desmonte para estudá-lo e analisá-lo(BRUNELLO etal., 2010). Esses jogos tornam-se uma ferramenta para assegurar aos educandos algo que já lhes é garantido por lei (A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Lei Nº 9.394, de 20 DE dezembrode 1996-PNE), que é uma educação igualitária independente de suas condições. Haja visto que, a educação brasileira nos dias atuais se encontra em uma situação muito precária para que este tipo de aprendizado seja realmente concretizado. Mas o fato é que, garantir uma educação inclusiva é um desafio às instituições de ensino necessitam enfrentar, sejam elas privadas ou públicas.

 

1.2.    Jogos recicláveis

 

Entende-se por jogos recicláveis o objeto construído artesanalmente, utilizando-se materiais como madeira, papel, lata, plástico e outros de uso cotidiano que teriam como destino o lixo. A reutilização de materiais que seriam descartados em jogos mostra uma interessante proposta na educação, por reaproveitar matéria prima e como forma de educação ambiental, além de promover uma melhoria na saúde física e mental dos indivíduos envolvidos na confecção dos jogos (BRUNELLO et al., 2010).

A construção de jogos em ambiente escolar pode desempenhar mais que a função proposta (diversão), pode, também, proporcionar um elo entre professores, alunos e comunidade (WEISS, 1988). A qual, a elaboração do jogo, além de se desenvolver novas habilidades, passa também a incorporar nos objetos o conhecimento do educando (WEISS, 1989). Isso, sem contar que tal processo permite a construção de materiais que promovem uma interação com os demais colegas, por meio da exposição e da valorização do trabalho do outro, acompanhado da visão sobre um material que seria descartado sem valor pelos alunos.

Os jogos confeccionados com material reciclável tende a despertar nos envolvidos novos interesses, desenvolvendo a criatividade de transformar objetos e destreza manual na confecção de objetos. Esse caminho faz com que o brincar com o reciclado não seja apenas lazer, estimulação da criatividade ou um bom gerenciamento do lixo. Pois ao ter essa prática em ação, atuamos diretamente no meio ambiente e, consequentemente, na economia, no comportamento e na cultura dos envolvidos na atividade, que ainda não tem a prática habitual da reciclagem no seu dia a dia.

 

1.2. Educação inclusiva

 

A educação inclusiva pressupõe uma educação de qualidade para todos os alunos de maneira apropriada, levando em conta as necessidades dos alunos dentro da normalidade e os alunos com necessidades especiais (CARVALHO, 1998; OLIVEIRA E POKER, 2002). Sendo assim, a educação inclusiva torna-se a prática da inclusão de todos, não levando em conta a sua deficiência (sensorial, física ou cognitiva) e origem (étnica, cultural ou econômica) (CARDOSO, 2003).

Entretanto a educação inclusiva está longe de ser uma realidade em nosso país, pois alguns fatores como: ignorância, negligência, superstição e o medo (WERNEK, 1997), bem como interesse político-social dificultam que a inclusão realmente ocorra nas tentativas empregadas. Uma vez que, devemos reconhecer que as barreiras à inclusão estão em sua maioria associados à escola e a sociedade e não na criança (MITTLER, 2003).

Quando verificamos estas dificuldades fica nítido que o ensino regular, principalmente os professores não estão preparados para receber os deficientes. Entretanto, a educação inclusiva é uma mudança visando a uma sociedade mais humana e justa (MITTLER, 2003), e mesmo com condições desfavoráveis é necessário um grande empenho de todos, pois, com esses passos, estaríamos próximos de uma educação, com qualidade de ensino e que garanta o acesso e sua permanência para quem queira. Tornando a questão de ser deficiente ou não algo secundário, mas focando no compromisso de todo educador que busca a construção de uma sociedade democrática.

O presente trabalho tem como objetivo evidenciar o papel dos jogos recicláveis como recurso facilitador no processo ensino-aprendizagem na educação inclusiva.

 

2.Metodologia

O palco da realização do nosso trabalho foi uma Escola Municipal de Ensino Fundamental do município de São Gabriel da Palha – ES, onde cinco alunos, cursando o sexto ano, foram selecionados para participarem do projeto de pesquisa. Os alunos escolhidosapresentavamnecessidades educativas especiais na sala de aula regular, sendo, física, sensorial ou mental.

Utilizaram jogos confeccionados (Figura 1) com material reciclável procurando discutir e analisar a importância desses recursos para o aprendizado significativo do aluno.  A ludicidade é um mundo em que a criança está em constante exercício. É o mundo da fantasia, do faz de conta, do jogo e da brincadeira. É possível afirmar que o lúdico é um grande laboratório que merece toda a atenção dos pais e educadores, pois é através dele que ocorrem experiências inteligentes e reflexivas, praticadas com emoção, prazer e seriedade (MELO, 2011).

 

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Figura 1: Jogos pedagógicos recicláveis: A) Bingo geográfico; B) Formação de palavras; C) Jogo dos pares e D) As quatros operações matemática.

Fonte: autores.

 

2.1.Confecção dos jogos recicláveis:

 

A) Bingo geográfico: Material: Uma caixa de sapato; Imagens sobre o ensino da geografia e 6 tampinhas de garrafas pet.

B) Formação de palavras: Embalagem de papelão para ovos; Tiras de papel com o alfabeto; Imagens aleatórias,

C)   Jogo dos pares: Papelão e imagens de animais aleatórias.

D) As quatros operações matemática: Papelão; Palito de picolé; Canudo de rolo de papel higiênico. 

 

3. Resultados e discussão

 

3.1. Objetividade dos jogos recicláveis

 

O Bingo Geográfico foi confeccionado de acordo com o conteúdo da Geografia, deixando que o aluno descubra através da chamada dele, o resultado do mesmo. Foram sorteadas as palavras e cada um deles tinha que colocar a tampinha da garrafa pet em cima da imagem. Desta forma, desenvolvendo a capacidade de observação e concentração.

O jogo da formação de palavras o aluno tinha que colocar letra por letra de cada imagem pregada corretamente. Este jogo teve como objetivoa junção de letras para formar palavras no contexto da Língua Portuguesa.

O jogo dos pares é um clássicoformado por peças que apresentam uma figura em um dos lados. Neste jogo foi feito diferente, cada figura se repetia em seu nome. As peças foram postas com as figuras e nome de cada animal voltadas para baixo, para que não possam ser vistas. Cada participante devia, na sua vez, virar duas peças e deixar que todos as vejam. Caso as figuras sejam compatíveis com o nome, o participante deve recolher consigo esse par. Se forem peças diferentes, estas devem ser viradas novamente, e sendo passada a vez ao participante seguinte. Este jogo foi produzido na proposta de trabalhar com o conteúdo "Animais" da disciplina de Ciências.

Para o jogo das quatros operações cada aluno tinha que resolver uma conta de adição, subtração,  divisão e multiplicação. Posteriormente pegar o valor do resultado em quantidade exata de palitos de picolé e adicionar no rolo de papel higiênico com o número. A intenção deste jogo foi desenvolver o gostar de aprender edespertar o interesse pela Matemática.

Através da reciclagem, o lixo passa a ser visto de outra maneira, não como um final, mais como o início de um ciclo em que podemos preservar o meio ambiente, a participação consciente e a transformação de hábitos (MARODIN e MORAIS, 2004). Desta forma, de acordo com Funk e Santos (2009) a educação ambiental tem fundamental importância na formação da consciência sobre a responsabilidade ambiental do ser humano, para que cada cidadão compreenda a sua responsabilidade em relação aos valores de preservação e cuidado com o mundo que nos cerca, levando esse conhecimento consigo e utilizando em toda sua vida.

 

3.2. Descrição dos resultados da aplicação dos jogos recicláveis

         

No decorrer de todo o processo desta pesquisa sobre os jogos pedagógicos com materiais recicláveis contraímos informações fundamentais para o aprendizado da docência, bem como, a importância dos recursos pedagógicos no processo de ensino e aprendizagem.

Na tabela 1 percebe-se que 80% dos alunos não apresentaram dificuldades com os jogos A e B. Os Jogos C e D 60% dos discentes também não apresentaram dificuldades. Ressaltando que durante a aplicação do jogo das quatros operações observou que os alunos sentiam aflição só em falar em conta. Alguns alunos usavam o dedo para resolver as contas principalmente à de divisão e multiplicação. Desta forma, levando os mesmos a limitaçõese habilidades diferentes que são aperfeiçoadas de acordo com o desenvolvimento.

Durante a pesquisa percebemos que os educandos apresentavam desvio da média considerada padrão para uma faixa etária determinada.  Devemos ficar atentos que os alunos com necessidades especiais também são aqueles que apresentam algum tipo de dificuldade de aprendizado devido a: problemas de dicção, bloqueio e rejeição ao aprendizado de uma disciplina e ou transtornos comportamentais. 

A inclusão significa afiliação, combinação, compreensão, envolvimento, continência, circunvizinhança, ou seja, inclusão significa convidar aqueles que (de alguma forma) têm esperado para entrar e pedir-lhes para ajudar a desenhar novos sistemas que encorajem todas as pessoas a participar da completude de suas capacidades como companheira e como membros, ou seja, incluir aquele que de alguma forma teve seus direitos perdidos ou por algum motivo não os exercem (ARANHA, 2002).

 

 

Tabela 1: Resultados da aplicação dos jogos recicláveis.

Jogos

Alunos Sem Dificuldades

Alunos Com Dificuldades

A

80%

20%

B

80%

20%

C

60%

40%

D

60%

40%

Total

100%

Fonte: autores.

 

Os jogos apresentam como recurso eficaz de construção, segundo Kishimoto (1995) enquanto fato social, o jogo assume a imagem, o sentido que cada sociedade lhe atribui. É este aspecto que nos mostra porque o jogo aparece de modos tão diferentes, dependendo do lugar e da época. Outros aspectos relacionados ao trabalho, à inutilidade ou à educação da criança emergem nas varias sociedades em diferentes tempos históricos. Enfim, cada contexto social constrói uma imagem de jogo conforme seus valores e modo de vida, que se expressa por meio da linguagem.

Observa-se que com os jogos recicláveis ajuda a criança na evolução, atenção, coordenação motora no seu desenvolvimento escolar. Desta forma, conseguido assimilar o que é ensinado, mas todos aprendem brincando, cada um com seu jeito. Todo brinquedo confeccionado com material reciclável tende a despertar nas crianças novos interesses, desenvolve grandiosamente a criatividade, mostrando as possibilidades de transformar objetos e também a destreza manual na confecção dos brinquedos.  Brincar com brinquedo reciclado não é apenas lazer, estimulação da criatividade ou outros aspectos relevantes na criança, ou ainda um bom gerenciamento do lixo. 

Esta pesquisa propõe um trabalho interdisciplinar entre as matérias escolar. Os jogos recicláveis confeccionados podem ser utilizados em todas as matérias com intuído de expandir para todas as outras áreas. Desta forma, garantindo maior interação entre os alunos, destes com os professores, sem falar na experiência e no convívio grupal. Vale ressaltar que o desenvolvimento de atividades interdisciplinares o aluno não constrói sozinho o conhecimento, mas sim em conjunto com outros e tendo a figura do professor como uma orientação, um norte a ser seguido, mas  sempre pensando na educação inclusiva, e que com estes jogos e a interdisciplinaridade pode beneficiar qualquer criança, jovens e adultos que esta na sala de aula, assim proporcionar a este público a consequência natural de uma escola de qualidade para todos.

Segundo Capra (2003), com o novo entendimento do processo de aprendizagem que sugere a necessidade de estratégias de ensino mais adequadas e torna evidente a importância de um currículo integrado que valorize o conhecimento contextual, no qual as várias disciplinas sejam vistas como recursos a serviço de um objeto central. O processo de ensino se caracteriza pela combinação de atividades do professor e dos alunos, ou seja, o professor dirige o estudo das matérias e assim, os alunos atingem progressivamente o desenvolvimento de suas capacidades mentais (LIBÂNEO, 1994).

Conforme ressalta Lopes (2005, p.45) quanto ao jogo “[...] É importante, que o educador trabalhe sempre com o objetivo de desenvolver cada vez mais a capacidade do raciocínio lógico da criança. Todos os jogos que exijam antecipação, planejamento e estratégias estimulam a criança a raciocinar”. Dessa forma, cada jogo tem um objetivo e uma finalidade que permite o desenvolvimento de novas habilidades ou percepções. O lúdico é um mecanismo concreto que proporciona aproximar o aluno da realidade, tornando o conteúdo ou processo ensino aprendizagem significativo.

 

4. Considerações finais

Diante dos resultados obtidos, podemos atestar que as ferramentas didáticas pedagógicas por meio de materiais lúdicos recicláveis podem promover estratégias de ensino aprendizagem e a promoção da consciência cidadã dentro da educação inclusiva.A realização desse estudo buscou identificar como os materiais reciclados podem proporcionar reflexões aos educandos, assim conclui-se que o professor deve proporcionar momentos de ensino aprendizado por meio da ludicidade como ferramenta significativa no processo educativo dos discentesno processo de sua formação, envolvendo os materiais reciclados visando o desenvolvimento de uma consciência sustentável e educação ambiental.

Conclui-se é possível utilizar jogos recicláveis para desenvolver o cognitivo, a motricidade, a imaginação, a criatividade, a interpretação e as habilidades de pensamento para fazer a inclusão de verdade e garantir a aprendizagem de todos os alunos na escola.

 

5. Referências Bibliográficas

 

ARANHA, M. S. F. Integração social do deficiente: análise conceitual e metodológica. Temas em Psicologias, v. 2, p. 63-70, 2002.

 

BRUNELLO, M. I. B; MURASAKI, A. K; NÓBREGA, J. B. G. Oficina de construção de jogos e brinquedos de sucata: ampliando espaços de aprendizado, criação e convivência para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Revista Terapia Ocupacional Universidade de São Paulo. V. 21, n. 1, p. 98-103. 2010.

 

CAPRA, F. Alfabetização Ecológica: O Desafio para a Educação do Século 21. In: TRIGUEIRO, A. (coord.) Meio Ambiente no Século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.

 

CARDOSO, C. S. Aspectos Históricos da Educação Especial: da exclusão a inclusão uma longa caminhada. Educação, n. 49, p. 137-144, 2003.

 

CARVALHO, R. E. Temas em Educação Especial. Rio de Janeiro: WVA, 1998.

 

CONGRESSO NACIONAL – lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996.

 

DALLABONA, S; MENDES, S. M. S. O lúdico na educação infantil: jogar, brincar, uma forma de educar. Revista de divulgação técnico-científica do ICPG, v. 1, n. 4, p. 107-112, 2004.

 

FUNK, S.; SANTOS, A. P. A educação ambiental infantil apoiada pelo design gráfico através das histórias em quadrinhos. Actas de Diseño, v. Ano 4, p. 236-238, 2009.

 

KISHIMOTO, T. M. O brinquedo na Educação: Considerações Históricas. Série Idéias, São Paulo: FDE , nº7, p.39-45, 1995.

 

LIBÂNEO, J. C. O processo de ensino na escola. São Paulo: Cortez, 1994. P. 77-118.

 

LOPES, M. G. Jogos na educação: criar, fazer, jogar. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2005.

 

MARODIN, V. S, MORAIS, G. A. Educação Ambiental com os temas geradores lixo e água e a confecção de papel reciclável artesanal.Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária. Belo Horizonte. UEMS. www.ufmg.br/congrext/educa/.Acesso em 27 de maio de 2017.

 

MELO. F. C. M. Lúdico e musicalização na Educação Infantil. Indaial: GRUPO UNIASSELVI, 2011.

 

MITTLER, P. Educação inclusiva: contextos sociais. Trad.: WindyzBrazão Ferreira.Porto Alegre: Artmed, 2003.

 

OLIVEIRA, A. A. S.; POKER, R. B. Educação inclusiva e municipalização: a experiência em educação especial de Paraguaçu Paulista. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 8, n. 2, p. 233-244, 2002.

 

SOMMERHALDER, A; ALVES, F. D. Jogo e a educação da infância: muito prazer em aprender. – 1 ed. – Curitiba: CRV, 2011.

 

WEISS, L. Brinquedos e engenhocas: atividades lúdicas com sucata. São Paulo: editorascipione, 1989.

 

WERNECK, C. Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva.Rio de Janeiro:WVA,1997.



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