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ISSN 1678-0701
Número 59, Ano XV.
Março-Maio/2017.
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Relatos de Experiências

10/03/2017
EDUCAÇÃO AMBIENTAL ASSOCIADA À ATIVIDADE FÍSICA EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE GOIÂNIA-GO: REUTILIZAR BRINCANDO  
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL ASSOCIADA À ATIVIDADE FÍSICA EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE GOIÂNIA-GO: REUTILIZAR BRINCANDO

 

ENVIRONMENTAL EDUCATION ASSOCIATED WITH PHYSICAL ACTIVITY IN A PUBLIC SCHOOL OF GOIÂNIA-GO: REUSE OF PLAYING

 

Thaísa Fernandes Souza1

¹Fisioterapeuta. Mestranda do Programa Strictu Sensu em Ciências Ambientais e Saúde da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-Goiás). Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (FAPEG). (thaa-fernandess@hotmail.com)

Fabrício Ramalho Costa2

2Professor de Educação Física. Mestrando do Programa Strictu Sensu em Ciências Ambientais e Saúde da PUC-Goiás. (fabricioramalhocosta@gmail.com)

Ismael Franco de Souza3

3Professor de Educação Física. Mestrando do Programa Strictu Sensu em Ciências Ambientais e Saúde da PUC-Goiás. (ismaelfranco_go@hotmail.com)

Matheus Godoy Pires4

4Biólogo. Docente do departamento de Biologia e do Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu em Ciências Ambientais e Saúde da PUC-Goiás. (piresmg@gmail.com)

 

RESUMO

O presente trabalho é fruto de um projeto de extensão elaborado no programa de mestrado da Pontifícia Universidade Católica de Goiás e desenvolvido em uma escola pública de Goiânia, Goiás. E teve por objetivo incentivar e despertar a consciência ambiental por meio da reutilização de material reciclável associado à atividade física em alunos de uma turma do 6º ano. Participaram do projeto 43 alunos do ensino fundamental II com idade entre 10 a 12 anos. Foram realizadas várias ações como palestras educativas, aplicação de questionário, coletas de materiais recicláveis e confecção de brinquedos. Os resultados encontrados na pré e pós-intervenção constataram a melhora de rendimento no conhecimento acerca das questões trabalhadas ao longo do projeto ampliando o leque de informações dos alunos. Neste contexto a escola é um espaço propício para o desenvolvimento de ações de conscientização ambiental e promoção de saúde. O trabalho se torna mais relevante quando o ponto de partida das ações está inserido na realidade social dos alunos, tornando-os cidadãos autônomos e conscientes em relação à preservação do meio ambiente e a prática de atividade física.

 

Palavras-chave: Educação ambiental; Atividade física; Meio ambiente; Saúde.

 

 

ABSTRACT

The present work is the result of an extension project elaborated in the master's program of the Pontifical Catholic University of Goiás and developed in a public school in Goiânia, Goiás. The objective was to encourage and awaken environmental awareness through the reuse of recyclable material associated with physical activity in students of a 6th grade class. The project involved 43 elementary students II aged between 10 and 12 years. Several actions were carried out such as educational lectures, application of questionnaire, collections of recyclable materials and confection of toys. The results found in the pre- and post-intervention showed improvement in the knowledge about the issues worked on throughout the project, increasing the range of information of the students. In this context, the school is a space conducive to the development of actions of environmental awareness and health promotion. The work becomes more relevant when the starting point of the actions is inserted in the social reality of the students, making them autonomous and conscious citizens in relation to the preservation of the environment and the practice of physical activity.

 
Key-words: Environmental education; Physical activity; Environmental, Health.

 

 

 

 

INTRODUÇÃO

 

Alterações ambientais físicas e biológicas ao longo do tempo modificam a paisagem e comprometem ecossistemas. As alterações ambientais ocorrem por inumeráveis causas, muitas denominadas naturais e outras oriundas de intervenções antropológicas, consideradas não naturais (MUCELIN; BELLINI, 2008).

A Revolução Industrial e o processo de êxodo rural, ocorrido na Inglaterra em meados do século XVIII provocaram o aumento na expectativa de vida das pessoas que viviam nas cidades, gerando crescimento da população e urbanização. Fenômenos semelhantes ocorreram por toda Europa e posteriormente em todo mundo. O aumento populacional acentuou problemas ambientais, especialmente os relativos ao lixo (OLIVEIRA; PEREIRA, 2014).

A postura da atual sociedade, convivendo com o estabelecimento de padrões de consumo e utilização crescente de produtos com menores ciclos de vida e de embalagens descartáveis, tem produzido uma quantidade enorme de lixo. A relação crescente entre as substâncias oriundas dos sistemas produtivos diversos, o uso ampliado dos recursos naturais e produção aumentada de lixo tem provocado transformações preocupantes no espaço geográfico do planeta.

 As transformações que nosso planeta passa atualmente são reforçadas diante da incapacidade da própria natureza em se reproduzir de forma tão rápida quanto à velocidade de sua exploração, o que impede a absorção dos resíduos gerados pelas sociedades, em escala global (GOMES; SILVA, 2013).

Vários são os impactos ambientais negativos que podem ser originados a partir da ação antrópica no ambiente, e a produção e destinação do lixo ganha destaque neste cenário. Entre os efeitos prejudiciais percebidos a partir do lixo urbano produzido estão os efeitos decorrentes da prática de disposição inadequada de resíduos sólidos em fundos de vale, às margens de ruas ou cursos d’água. Essas práticas habituais podem provocar, entre outras coisas, contaminação de corpos d’água, assoreamento, enchentes, proliferação de vetores transmissores de doenças, tais como cães, gatos, ratos, baratas, moscas, vermes, entre outros. Além disso, ainda notório a poluição visual, o mau cheiro e a contaminação do ambiente (MUCELIN; BELLINI, 2008).

O problema ambiental gerado pelo lixo é de difícil solução, e dados do IBGE (2011) apontam que 50,8% dos municípios brasileiros adotam uma solução, reconhecidamente, inadequada para a destinação final dos resíduos sólidos, que são os vazadouros a céu aberto (lixões). Entretanto, uma das soluções viáveis para a redução do volume de lixo produzido tem sido apontada em relatórios do IBGE (2011):

Uma das soluções mais viáveis para reduzir o volume de lixo produzido, e, consequentemente, a disposição inadequada dos resíduos sólidos, é a coleta seletiva do lixo. Esta vem se expandindo no país, tendo passado de 8,2% dos municípios, em 2000, para 17,9%, em 2008, sobretudo nos estados das Regiões Sul e Sudeste. O percentual ainda é baixo, sendo que entre os que realizam a coleta seletiva, apenas 38% a fazem em todo o município. A coleta seletiva contribui para diminuir a quantidade de resíduos disposta em aterros sanitários e outros destinos. Gera empregos, melhora a condição de trabalho dos catadores de lixo, permite a reciclagem e, com isso, economiza energia e recursos naturais (IBGE, 2011).

 

Assim, uma das maneiras de desacelerar a interferência negativa da ação antrópica no ambiente vai de encontro com ações que potencializem a educação e gestão ambiental, desenvolvendo o senso de coletividade, bem como o combate ao desperdício, além do incentivo à coleta seletiva, proporcionando uma melhor eficiência dos processos de reciclagem e reutilização de materiais.

Além das questões ambientais, a prática regular de atividades físicas também influência demasiadamente a saúde humana, principalmente os indivíduos em idade escolar. Os hábitos de atividade física adquiridos na infância podem ser capazes de influir no nível de atividade física na idade adulta. A prática regular de atividade física demonstra uma relação inversa com enfermidades cardíacas e tem um efeito positivo na qualidade de vida e em outras variáveis psicológicas, sendo que estas últimas possuem uma associação importante com o nível de atividade física (MATSUDO et al., 1998).

Diante disto, o ambiente escolar se consolida como um espaço propício para o desenvolvimento de atividades que estimulem um estilo de vida ativo. Através da participação nas aulas de educação física, as crianças podem começar a perceber a atividade física regular ou vigorosa como parte normal de suas vidas (MATSUDO et al., 1998). Isto pode contribuir para o combate à obesidade e ao sobrepeso.

O excesso de peso na infância pode ocasionar complicações ortopédicas como desconfortos musculoesqueléticos, fraturas e dificuldades de mobilidade. O aumento da obesidade infantil pode estar relacionado com a diminuição no nível de atividade física e qualidade da dieta. Além disso, a quantidade de horas assistindo televisão, o número de refeições, o hábito de tomar café da manhã ou não, também são hábitos que estão associados à obesidade infantil (RECH et al., 2010).

Desta forma, o desenvolvimento deste projeto, “Reutilizar Brincando” teve como objetivo incentivar e despertar a consciência ambiental por meio da reutilização de material reciclável associado à atividade física em uma turma do 6º ano inserida em uma escola pública de Goiânia-GO.

 

 

MATERIAIS E MÉTODOS

 

 

O projeto de extensão “Reutilizar Brincando” foi desenvolvido em uma escola pública da cidade de Goiânia-Goiás. Trata-se do Colégio da Polícia Militar de Goiás Polivalente Modelo Vasco dos Reis, localizado no Setor Oeste.

Após aprovação do comandante e diretor responsável pela instituição, foram selecionados por meio de sorteio, todos os alunos matriculados no 6º ano “C”, que tinham idade entre 10 e 12 anos, somando 43 alunos no total.

A execução do projeto foi realizada em quatro etapas, que consistiam na avaliação dos conhecimentos prévios, recolhimento de materiais recicláveis, construção de jogos e brincadeiras e reavaliação. Na primeira etapa, foi realizada a aplicação de um questionário para avaliação dos conhecimentos prévios dos alunos e uma palestra sobre sustentabilidade. O questionário aplicado apresentava 13 questões de múltipla escolha.

As perguntas que integravam o questionário foram: 1.Você conhece ou já ouviu falar de coleta seletiva do lixo? 2. O que a cor azul representa na coleta seletiva do lixo? 3. A garrafa PET é feita de qual material? 4. Qual a matéria-prima das garrafas PET? 5. Quanto tempo em média o meio ambiente demora para decompor uma garrafa PET? 6. Quanto tempo em média o meio ambiente demora para decompor uma latinha? 7. Quais das opções abaixo é consequência do descarte inadequado do lixo? 8. O que é lixo biodegradável? 9. Depois de utilizar qual seria o melhor descarte do lixo que não é biodegradável? 10. O que é reciclar? 11. O que é reutilizar um material? 12. Você já reutilizou um material que já foi jogado fora? 13. Você já brincou com algum brinquedo feito a partir de lixo?

Na segunda fase do projeto foi solicitado aos alunos que ao longo de duas semanas realizassem uma campanha de arrecadação de materiais recicláveis, tanto na escola, quanto nas suas residências, levando estes materiais para a escola. Concomitante a isto, os alunos ficaram responsáveis de pensar em jogos e brincadeiras que pudessem ser criados a partir da reutilização destes materiais e que fosse necessário a realização de uma atividade física na brincadeira.

A terceira fase iniciou-se após o recolhimento destes materiais, e consistiu na construção e execução dos jogos e brincadeiras que foram pensados pelos alunos. Para isto, os alunos do 6º ano “C” foram divididos em 7 grupos de 6 integrantes e foram utilizadas as aulas de Educação Física da turma.

Na quarta e última etapa do projeto, foi feita a reavaliação do mesmo. Para isto, o questionário utilizado na fase inicial foi reaplicado com o intuito de verificar a assimilação dos conceitos trabalhados durante o processo de desenvolvimento do projeto, e também foi solicitado aos alunos que elaborassem uma redação sobre a reutilização de materiais recicláveis.

Os materiais recicláveis úteis para a reutilização em forma de jogos e brincadeiras foram: garrafas pet, jornais e revistas velhos, caixas de papelão, latas de aço e alumínio, garrafas e potes de vidro.

 

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

 

 

Participaram deste projeto 43 alunos do 6º ano “C” do ensino fundamental II sendo 55,8% do gênero feminino e 44,2% do gênero masculino com idade média de 11 anos.O desempenho dos alunos nos questionários pré e pós-intervenção constatam a melhora de rendimento no conhecimento das questões trabalhadas ao longo do projeto. O Gráfico 1 apresenta o percentual de acerto nas duas etapas do projeto.

gráfico.png

Algumas questões relacionadas a coleta seletiva do lixo e ao reaproveitamento do lixo para a confecção de brinquedos recicláveis (questão 2, 8, 12 e 13) apresentaram maiores diferenças no pré e pós-intervenção.

 Os alunos apresentavam algumas dificuldades no início do projeto em relação às cores correspondentes de cada tipo de lixo descartado. Após inserção dos alunos de forma mais incisiva no projeto e apresentação das cores da coleta seletiva, os alunos demonstraram maior interesse e preocupação com as questões relacionadas ao destino de cada material descartado. Para Silva (2004), os projetos educacionais é um facilitador do mecanismo de conscientização, gerando uma responsabilidade mútua entre os envolvidos em prol do coletivo.

A participação dos alunos na busca pelos materiais recicláveis e na construção dos equipamentos confirma o que diz Venâncio e Carreiro (2005), sobre a importância da participação no processo de planejamento e execução das ações propostas. Isto vai além da simples participação dos alunos na elaboração dos brinquedos, mas podem estimular os alunos sobre a necessidade de reciclar o lixo produzido para utilizá-los em confecções de novos brinquedos.

Muitos alunos relataram não terem utilizado brinquedos, e muito menos terem construídos objetos feitos a parti de lixo reciclável. No momento da execução das atividades foram explorados diversos tipos de solicitações motoras, desafiando os alunos a utilizarem suas possibilidades corporais. Alguns alunos demonstraram dificuldades na execução de atividades que exigiam maior domínio e consciência corporal. Para Soler (2006), quando o brincar atua junta com a construção do conhecimento, as habilidades motoras são trabalhadas, a visão e audição são estimuladas, a imaginação e criatividade são afloradas é há uma maior interação entre os envolvidos.

Diante das questões abordadas, percebe-se que a ações que exijam o envolvimento e a participação efetiva dos alunos em suas realidades cotidianas apresentam uma boa possibilidade de intervenção pedagógica. Os alunos puderam entender melhor a realidade ambiental na qual todos estão inseridos e também se perceberem como agentes ativos nesta interação homem e ambiente, fato este percebido nas redações desenvolvidas por eles. Como percebemos na declaração abaixo, extraída de uma das redações:

“Em minha opinião, esse tipo de iniciativa é muito importante, pois se quisermos ter um futuro melhor para o nosso planeta, deve-se conscientizar os jovens sobre a sustentabilidade. A sociedade necessita de projetos tão importantes assim. Os jovens são o futuro da humanidade, e então eles devem ter a idéia de que, se não cuidarmos da TERRA, não termos onde morar” (R.C.M.S).

Em outra declaração percebe-se a preocupação do aluno em como propor medidas para contribuir com a construção de uma sociedade mais sustentável.

“Em minha opinião, uma das melhores propostas para a melhoria da coleta seletiva em casa e na escola são o engajamento de campanhas publicitárias conscientizando a população a reciclar(...)”. (I.A.B.)

A capacidade de relacionar os dois temas propostos ficou explícita no desenvolvimento das atividades propostas, possibilitando a reutilização de materiais, bem como a criação de jogos e brincadeiras que envolvam atividades físicas, contribuindo assim para a adoção de um estilo de vida ativo, que pode contribuir para o desenvolvimento de um estado de saúde de forma satisfatória na vida adulta.

Os jogos e brincadeiras realizados envolveram habilidades motoras como equilíbrio estático e dinâmico, coordenação motora grossa e fina, velocidade, agilidade, potência muscular, entre outras solicitações motoras. As figuras 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 apresentam os jogos e brincadeiras que foram confeccionados e executados pelos alunos.

 

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Figura 1: Boliche                                             Figura 2: Trave de equilíbrio

 

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Figura 3 e 4: Escada de agilidade com obstáculos

 

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Figura 5: Basquete seletivo                                    Figura 6: Bate-volta

 

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Figura 7: Andar sobre latas com obstáculos

 

O projeto teve a limitação do término de ano letivo, o que não permitiu que demais grupos finalizassem seus jogos/brincadeiras para a competição, porém, os alunos concluíram suas propostas após cerimônia de encerramento, dessa forma, não houve prejuízos ao projeto.

Além disso, o diretor e comandante juntamente com a coordenação manifestaram interesse em dar continuidade ao projeto e/ou sua implementação no ano letivo de 2017, em todas as unidades do Colégio da Polícia Militar no Estado de Goiás, assim como sua divulgação nas mídias eletrônicas da instituição.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Diante da conclusão do projeto, podemos destacar a importância das ações de educação ambiental com crianças, visando o aumento do nível de conhecimento a respeito do tema abordado e a conscientização dos impactos ambientais e na saúde. Além de sensibilizar sobre o problema atual que enfrentamos no país e no mundo, buscando o incentivo as práticas de atividade física e a preservação do meio ambiente.

Cabe ressaltar também, que o envolvimento dos alunos em ações que partam da realidade social deles e que os envolvam no processo de apropriação e transformação do ambiente em que vivem é fundamental para o processo educacional, principalmente, em assuntos que necessitam de uma conscientização coletiva.

 

 

REFERÊNCIAS

 

GOMES, A. A. M.; SILVA, A. C. P. Ações ambientais para o desenvolvimento socioespacial no Rio de Janeiro: estratégias de gestão para as sustentabilidades. Revista Ambiência, v. 9, n. 1, p. 25–42, 2013.

 

IBGE. Atlas de saneamento 2011. 1a. ed. [s.l: s.n.]

 

MATSUDO, S.; ARAÚJO, T. L.; MATSUDO, V. K. R.; ANDRADE, D. R.; VALQUER, W. Nível de atividade física em crianças e adolescentes de diferentes regiões de desenvolvimento. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, 1998.

 

MUCELIN, C. A.; BELLINI, M. Lixões impactos perceptíveis no ecossistema urbano. Sociedade e Natureza, v. 20, n. 1, p. 111–124, 2008.

 

OLIVEIRA, A. G. S.; PEREIRA, H. F. Proposta didática de conscientização ambiental em ambiente não formal. Anais da XI Semana de Licenciatura Comunicação Científica, 2014.

 

RECH, R. R.; HALPERN, R. R.; COSTANZI, C. B.; BERGMANN, M. L. A.; ALLI, L. R.; MATTOS, A. P.; TRENTIN, L.; BRUM, L. R. Prevalência de obesidade em escolares de 7 a 12 anos de uma cidade Serrana do RS , Brasil. Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, v. 12, n. 2, p. 90–97, 2010.

 

SILVA, A. C. B. Projeto pedagógico: instrumento de gestão de mudança. Belém: Unama, 2000.

SOLER, Reinaldo. Educação física: uma abordagem cooperativa. Rio de Janeiro: Sprint, 2006.

VENÂNCIO L.; CARREIRO E. A. Ginástica. In: DARIDO, S. C.; RANGEL, I. C. A. (Org.). Educação Física na escola: Implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

 

 

 

 

 



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