ISSN 1678-0701
Número 46, Ano XII.
Dezembro/2013-Fevereiro/2014.
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No. 46 - 16/12/2013
AS AÇÕES EXTENSIONISTAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO COMBATE AO CATIVEIRO ILEGAL DE FAUNA SILVESTRE  
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AS AÇÕES EXTENSIONISTAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO COMBATE AO CATIVEIRO ILEGAL DE FAUNA SILVESTRE

 

 

 

Greici Maia Behling

Camila Alvez Islas

Mestre em Educação Ambiental, Bióloga do NURFS/CETAS/UFPel, biogre@gmail.com.

Mestranda em Ecologia, UNICAMP, camilaai@hotmail.com

 

 

 

Palavras chave: Animais silvestres, educação ambiental, cativeiro ilegal.

 

Resumo: O NURFS/CETAS-UFPEL existe desde 1998 atuando no recebimento, identificação, manejo, clínica, cirurgia e destinação dos animais silvestres oriundos de cativeiro ilegal, tráfico, atropelamentos, órfãos e demandas encaminhadas por cidadãos e órgãos de fiscalização ambiental. Segundo a Política Nacional de Extensão, os programas extensionistas devem promover a renovação e ampliação de conceitos, garantindo a aprendizagem recíproca da comunidade acadêmica e da sociedade e oportunizar e estimular a comunidade universitária à realização de ações sociais, políticas e profissionais. Nesse sentido, o Programa de Educação Ambiental (PEA) do NURFS/CETAS é um projeto de extensão que teve início no ano de 2009 com a finalidade de realizar atividades variadas de Educação Ambiental (EA) para sensibilizar e formar a consciência crítica dos indivíduos com relação à preservação da fauna silvestre, demanda ainda não atendida nas ações do grupo de trabalho. O programa atua em escolas, comunidades, eventos, dentre outros, abrangendo diversas faixas etárias, pois a problemática permeia a sociedade como um todo, e atende a região de influência da UFPEL, desenvolvendo ações práticas de sensibilização e a construção de conhecimento. Dentre as ações educativas destacam-se palestras, visitas à sede do NURFS/CETAS, solturas, teatro de fantoches, participação em eventos e publicações. Conclui-se que as ações desenvolvidas pelo PEA do NURFS/CETAS-UFPEL tem impactado na conscientização da população, principalmente em crianças, adolescentes e educadores, representado uma importante contribuição no combate ao tráfico e cativeiro ilegal de animais silvestres.

 

1. Introdução e Justificativa

 

Atualmente, o comércio ilegal de vida silvestre movimenta de 10 a 20 bilhões de dólares por ano (WEBSTER, 1997), sendo a terceira atividade ilícita do mundo. O Brasil participa com cerca de 5% a 15% do total mundial (ROCHA, 1995; LOPES, 2000 apud RENCTAS, 2001), sendo a maioria dos animais silvestres comercializados ilegalmente provenientes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, escoada para as regiões Sul e Sudeste, por rodovias federais (RENCTAS, 2001).

O Núcleo de Reabilitação da Fauna Silvestre e o Centro de Triagem de Animais Silvestres (NURFS/CETAS) da UFPEL existem desde o ano de 1998 e atuam no recebimento, identificação, manejo, clínica, cirurgia e destinação dos animais silvestres oriundos de cativeiro ilegal, tráfico de animais silvestres, atropelamentos, órfãos e encaminhamentos diversos por cidadãos e pelos órgãos de fiscalização ambiental. No NURFS/CETAS são exercidas atividades de Ensino, de Pesquisa e de Extensão e também prestação de serviços à comunidade em geral. Na prestação de serviços a demanda atendida em quinze anos de existência superou dez mil animais, incluindo principalmente aves, seguidas por mamíferos e répteis, sendo que essa demanda cresce constantemente.

Nos últimos cinco anos, as ações descritas acima passaram a ser acompanhadas da atuação na Educação Ambiental (EA). Ressalta-se que mesmo com a atuação incisiva e contínua do NURFS/CETAS na sua área de abrangência, grande parte da comunidade dessa região desconhecia o trabalho desenvolvido, mesmo que atendida direta ou indiretamente pelos resultados de suas ações.

As estratégias que tem como objetivo enfrentar a problemática ambiental atual e assim construir sociedades sustentáveis envolvem uma articulação de todos os tipos de intervenção ambiental direta, principalmente ações de EA. Tais ações devem ser baseadas nos conceitos de ética e sustentabilidade, identidade cultural, mobilização e participação e práticas interdisciplinares (SORRENTINO, 1998). A EA, processo permanente que busca a formação de consciência crítica dos indivíduos para a mudança de atitudes, construção de valores de conduta, aquisição de conhecimentos e habilidades para ações éticas com vistas à solução de problemas ambientais (BRASIL, 2005), oportunizou uma necessária interface entre a comunidade e o NURFS

Com relação ao Plano Nacional da Extensão Universitária, a EA e o desenvolvimento sustentável devem ser inseridos como componentes da atividade extensionista. À Extensão Universitária, além da contribuição fundamental à área ambiental, cabe também, a articulação das ações no âmbito das novas relações entre Universidade e sociedade, não somente respondendo pelas suas demandas, mas, sobretudo, agindo efetivamente para sua transformação, de forma a interferir na solução dos grandes problemas sociais existentes no país (BRASIL, 2012).

Nesse sentido, o Programa de Educação Ambiental (PEA) do NURFS/CETAS teve início no ano de 2009 com a finalidade de realizar atividades variadas de EA, visando sensibilizar e formar a consciência crítica dos indivíduos com relação à preservação da fauna silvestre brasileira, procurando atender a demanda latente e que ainda não estava coberta pelas ações do grupo de trabalho e seus colaboradores. Assim, o projeto em questão objetivou consolidar a EA como parte das atividades do NURFS/CETAS, atuando junto à população através de escolas, eventos, oficinas e outras atividades diversas, para diversas faixas etárias, na região de influência da UFPEL.

Os objetivos específicos foram: (a) disseminar conhecimento sobre os animais silvestres na região; (b) sensibilizar a comunidade para tomada de consciência a respeito da preservação desses animais; (c) sensibilizar os indivíduos que possuam animais silvestres em cativeiro irregular para o processo de entrega voluntária (d) promover espaços para o desenvolvimento de pesquisa na área da EA e preservação da fauna silvestre; (e) elaborar material didático específico (f) realizar visitas monitoradas ao NURFS/CETAS; (g) definir novos focos para novas ações de EA; (h) Divulgar o trabalho do NURFS/CETAS; e (i) apoiar a campanha do IBAMA contra o tráfico de animais silvestres.

 

2. Detalhamento das atividades

2.1. População Beneficiada

            As atividades do PEA do NURFS/CETAS foram desenvolvidas com sujeitos de instituições educacionais, científicas, culturais, e até mesmo em empresas particulares, atuando nas próprias Instituições, na sede do NURFS e também em feiras, encontros comunitários e acadêmicos, dentre outras. As atividades foram readaptadas de acordo com a necessidade para atender as diferentes faixas etárias do público-alvo, composto principalmente por alunos de ensino fundamental, mas por vezes envolvendo também adultos.

 

2.2 Metodologia

2.2.1. Palestras

Nas escolas foram realizadas quatro palestras em cada turma, durante o horário escolar normal. Os temas abordados foram: conceito de animais silvestres, exóticos e domésticos; os cuidados necessários para ter um animal; definição e dados do tráfico de animais silvestres no Brasil e no Mundo; prejuízos do tráfico e do cativeiro de animais; sensibilização contra os maus tratos e a atuação do NURFS/CETAS. Também foi utilizado vídeo produzido pela World Society to Protection for the Animals, “Silvestre não é pet” (WSPA, 2010) como contribuição durante as palestras.

2.2.2 Visitas à sede do NURFS

A visitação foi realizada quando solicitada, para qualquer faixa etária, buscando mostrar a realidade dos animais retirados da natureza, que são encaminhados ao NURFS e nem sempre podem ser reabilitados.

2.2.3 Solturas

            As solturas foram realizadas, na maioria das vezes, após a visitação ao NURFS ou em atividades em outros municípios, com o objetivo de sensibilizar os sujeitos através da satisfação de libertar um animal. As solturas foram de passeriformes, muito visados para o cativeiro ilegal.

2.2.4 Teatro de fantoches

            O teatro de fantoches foi desenvolvido para crianças de 4 a 7 anos, por se tratar de uma atividade lúdica adequada à faixa etária. Foram apresentados fantoches de animais silvestres que entram em conflito com um personagem sem consciência ambiental, para despertar a atenção das crianças para os maus-tratos, cativeiro ilegal e tráfico de animais silvestres.

2.2.5 Participação em feiras e eventos

            O PEA também atuou em feiras de escolas, Semanas do Meio Ambiente, e outros eventos. Foi disponibilizado material informativo, desenvolvido pelo próprio programa e banners educativos, objetivando divulgar as ações e sensibilizar a população envolvida. Além disso, para divulgar as atividades do PEA, buscou-se participar de vários eventos acadêmicos, publicando os trabalhos e resultados obtidos nas atividades realizadas.

 

3. Análise e discussão

Nas ações de EA em espaços formais, que incluíram palestras e visitações, as instituições de ensino envolvidas foram: Escola Adventista (35 alunos), Escola Municipal Carlos André Laquintinie (60 alunos); Escola Estadual Félix da Cunha (30 alunos); Escola Municipal de Ensino Fundamental Jacob Brod (90 alunos); Escola Municipal Rafael Brusque (30 alunos) e Escola Estadual Sylvia Mello (100 alunos), pertencentes ao município de Pelotas. No Capão do Leão, RS, foram envolvidas as Escolas Municipais Margarida Gastal (30 alunos); Elmar Costa (35 alunos); Elberto Madruga (90 alunos) e Barão de Santo Ângelo (50 alunos). As escolas que participaram do projeto e, além das palestras, também realizaram a visitação no NURFS foram: Escola Adventista (35 alunos), as Escolas Municipais Margarida Gastal (30 alunos); Elmar Costa (35 alunos); Elberto Madruga (90 alunos) e Barão de Santo Ângelo (50 alunos).

Destaca-se também a realização de uma oficina para aproximadamente 40 alunos durante as atividades do 30º SEURS, no município do Rio Grande.

Para visitação no NURFS foram recebidos alunos Escola Mário Quintana (90 alunos), da Escola Rural Delfina Bordalo de Pinho (Fig. 1) e Álvaro Berchon, vinculados ao projeto “De olho no Bicho” de uma Empresa da região (50 crianças). Além dessas escolas, também foram recebidas a Escola La Salle e seu projeto socioambiental (30 alunos), e também de alunos do curso de Ciências Biológicas da UNIASSELVI (25 alunos) e do Curso Técnico em Veterinária (30 alunos). Ainda foram recebidos alunos vinculados aos projetos “Novos Talentos” e “Vizinhança”, ambos da UFPel (60 pessoas) e também do projeto “ORI” (30 crianças, Fig. 1).

 

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Figura 1. Alunos visitando a sede do NURFS.

Destaca-se ainda a participação de servidores da UFPEL ligados a um curso de capacitação (50 servidores) e de crianças vinculadas às ações da Patrulha Ambiental Mirim, da Companhia Ambiental da Brigada Militar (90 participantes, incluindo Pelotas, Rio Grande, Colônia Z3 e Colônia de Pescadores Santa Isabel).

Além das atividades já citadas, também foram realizadas solturas em Camaquã, RS, de pássaros com a Escola Técnica Santa Isabel (100 alunos) e, com o apoio do 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar de um Bugio e de 70 passeriformes apreendidos na região (participação de aproximadamente 20 pessoas). Na cidade de São Lourenço do Sul, RS foram realizadas solturas de Passeriformes durante a Semana do Meio Ambiente (100 alunos) e em uma escola rural (60 alunos) (Fig. 2). Todas as escolas que além das palestras, realizaram visitação ao NURFS, também participaram de soltura de animais.

A partir das reações dos participantes foi possível observar que a soltura é parte fundamental das ações educativas, pois, a reflexão sem a ação e a ação sem reflexão não criam sujeitos capazes de serem críticos ou multiplicadores.

Além disso, atividades de EA não formal na zona rural em Turuçu (30 pessoas); e com os moradores no entorno do Campus Capão do Leão, onde se objetivou entender a percepção dos moradores sobre os animais silvestres da região (50 pessoas).

Figura 2. Soltura de animais silvestres realizado com crianças de uma escola pública de São Lourenço do Sul, RS.

A divulgação das ações do NURFS/CETAS também foi uma característica importante do projeto, pois conforme já discutido anteriormente, grande parte da população da área de abrangência desconhecia a atuação e também a importância dos Órgãos para a região. Assim, a participação em diversos eventos, científicos ou informativos, também foi relevante, a saber: XI e XII Semana Acadêmica da Biologia/ UFPEL; Simpósio Gaúcho de Animais Selvagens, XIX, XX e XXI Congresso de Iniciação Científica (CIC), da UFPEL, Congresso de Ecologia do Brasil; Semana Integrada da EcoSul, III Simpósio de Biodiversidade; 30º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul (SEURS); Feiras do Meio Ambiente na cidade de Rio Grande, São Lourenço do Sul, Pelotas e Camaquã, Multifeira do Colégio Adventista; 11º Encontro sobre o Poder Escolar; Seminário Internacional de Ensino em Ciências (SINTEC); Simpósio Nacional de Interdisciplinaridade na Escola (SNIE) e 9º Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia (SBEE).

            As publicações são fundamentais para qualquer trabalho acadêmico, inclusive para o trabalho extensionista, pois divulgar as atividades educativas em diversas cidades em eventos com públicos diferenciados permite a expansão das ações e do público contemplado indiretamente. Assim, o NURFS/CETAS que atende a todas as cidades da região sul do Rio Grande do Sul (em especial da AZONASUL) permite que qualquer instituição solicite a participação nas atividades do PEA.

 

4. Considerações finais

É de fundamental importância, para o processo da EA, que os indivíduos se identifiquem como parte do meio ambiente, estando concentrados nas situações ambientais do seu entorno local, dentro da perspectiva histórica, percebendo as causas reais dos problemas. Portanto, é fundamental que sejam executadas ações que possibilitem sensibilizar os indivíduos a respeito da importância da manutenção da biodiversidade da sua região e do país, ameaçada ou não de extinção, reduzindo ou, preferencialmente, anulando o tráfico de animais silvestres, a captura e a criação em cativeiro ilegal, os maus tratos e as mortes de espécies silvestres.

Por meio deste projeto, além de difundir conhecimento relativo ao tema na região, foram atendidas cerca de 1405 pessoas nas atividades de EA. Através das ações evidenciou-se a necessidade de levar os sujeitos para a realidade dos animais silvestres, não apenas por meio de apresentações verbais e visuais transmitidas pelas apresentadoras, mas, também por seus próprios sentidos, possibilitando uma sensibilização maior, por ser algo que vivenciavam.

O PEA do NURFS/CETAS buscou incluir todas as faixas etárias e níveis socioeconômicos na realização de suas atividades, bem como diversas Instituições de Ensino, públicas e privadas, e ainda Empresas, Projetos Independentes e Órgãos Públicos em ações educativas voltadas à preservação da fauna silvestre.

Conclui-se, dessa forma, que as ações desenvolvidas pelo PEA do NURFS/CETAS tem importante contribuição frente ao combate ao tráfico de animais silvestres e cativeiro ilegal, seja pela divulgação de informações importantes ou sensibilização dos indivíduos com relação à temática.

Destaca-se, também, a importância da atividade extensionista na formação integral dos estudantes envolvidos e na contribuição social que a Universidade proporciona às comunidades da área de atuação. Essa atividade permitiu diminuir a distância e o desconhecimento da comunidade em geral no que se refere às ações e atividades desenvolvidas pelo NURFS e CETAS da UFPEL na sua região de influência e no cumprimento de sua finalidade primordial que é a preservação dos animais pertencentes à fauna silvestre brasileira.

E, finalmente, as ações permitiram talvez o primeiro passo para a criação de uma relação mais harmoniosa entre o ser humano e os animais silvestres, pois desenvolver ações de preservação sem considerar o envolvimento das pessoas é condenar qualquer intenção preservacionista ao fracasso.

 

 

Referências:

 

BRASIL. Programa Nacional de Educação Ambiental – PRONEA. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Ministério do Meio Ambiente, Diretoria de Educação Ambiental; Ministério da Educação. Coordenação Geral de Educação Ambiental. - 3. ed - Brasília : Ministério do Meio Ambiente, 2005. 102 p.

BRASIL. Política Nacional de Extensão Universitária. In: XXXI ENCONTRO NACIONAL DO FORPROEX. Carta de Manaus. Maio de 2012. Disponível em http://www.proec.ufpr.br/downloads/extensao/2012/legislacao/Politica%20Nacional%20de%20Extensao%20Universitaria%20maio2012.pdf. Acesso em Junho de 2013.

REDFORD, K. H. The empty forest. BioScience, California, v. 42, n. 6, p. 412- 422, 1992.

RENCTAS. 1º Relatório Nacional sobre o Tráfico da Fauna Silvestre. Brasília, p.108, 2001 Disponível em: < http://www.renctas.org.br/files/REL_RENCTAS_pt_final.pdf>. Acesso em: 04 jun. 2012.

SORRENTINO, M. De Tbilisi a Tessaloniki, a educação ambiental no Brasil. In: JACOBI, P. et al. (orgs.). Educação, meio ambiente e cidadania: reflexões e experiências. São Paulo: SMA. p.27-32, 1998.

WEBSTER, D. The Looting and Smuggling and Fencing and Hoarding of Impossibly Precious, Feathered and Scaly Wild Things. N.Y. TIMES MAG: New York, n. 28, 1997.

WORLD SOCIETY TO PROTECTION FOR THE ANIMALS. Silvestre não é pet. 2010. Disponível em http://www.wspabrasil.org/latestnews/2010/Documentario-Silvestre-nao-e-PET-discute-posse-de-animais-silvestres-fora-da-natureza.aspx. Acesso em Junho de 2013.



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