ISSN 1678-0701
Número 44, Ano XII.
Junho-Agosto/2013.
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No. 44 - 31/05/2013
TEATRO DE FANTOCHES: UMA FERRAMENTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL  
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Na folha de rosto devem constar o título do trabalho (em português ou espanhol e inglês) e afiliação completa de todos os auto

TEATRO DE FANTOCHES: UMA FERRAMENTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

 

Rezende, I. M. N. de¹; Magalhães, K. M ².

 

1.    Graduanda em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas e bolsista do Programa de Educação Tutorial (PET) Ecologia e Conservação, Departamento de Biologia, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Dois Irmãos, Recife, Pernambuco, izabelle_rezende@yahoo.com.br, Rua Capitão Vicente Moutinho, 67-A, Areias, Recife, Pernambuco, CEP: 50870-100.

2.   Karine Matos Magalhães. Doutora em Botânica, Área de Concentração em Ecologia, Professora Adjunta da Área de Ecologia, Departamento de Biologia, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Dois Irmãos, Recife, Pernambuco, karinemmagalhaes@yahoo.com.br.

 

 

Resumo: A sociedade atual vem valorizando o consumo e a produção sem refletir sobre as conseqüências da geração de resíduos. Diante da necessidade de incorporar o saber ambiental em nossos hábitos e atitudes, alunos e professores da UFRPE implantaram, em 2008, o projeto Recicla Rural para atuar na coleta e destinação de papel reciclável gerado na Instituição. Para divulgação do projeto e de temas relacionados optou-se pela apresentação de um teatro de Mamulengos. A avaliação desse recurso foi realizada utilizando-se questionários semi-estruturados através dos quais verificou-se que 89% dos entrevistados consideraram as apresentações ótimas ou boas e 91% recomendou a continuidade da ação. O tema reciclagem foi o que mais chamou atenção dos questionados, seguido pelo texto e pelos Mamulengos. Pode-se concluir que o teatro, concomitantemente, diverte, ensina, informa e é um recurso eficaz na divulgação de projetos de reciclagem como o Recicla Rural.

 

Palavras – chave: Teatro. Meio ambiente. Reciclagem.

 

Introdução                                                                                                                      

A relação do homem com o planeta e seus hábitos culturais tem sofrido alterações e transformações cujas consequências são sentidas na geração de resíduos. “O processo produtivo atual privilegia o ponto de vista econômico e valoriza o consumo e a produtividade, sem ter aprendido formas sustentáveis e socialmente justas da produção do lucro” (STRAUCH e ALBUQUERQUE, 2008).

Alternativas que visam reduzir excessos produzidos preocupam e estimulam diversos segmentos de mercado, entre elas o ambiente de ensino. Segundo Strauch e Albuquerque (2008, p. X) “A escola, ao atuar como organização ambiental, deve refletir sobre desenvolvimento, resultante de relações sócio-ambientais, e discutir a questão dos resíduos na vida da sua comunidade”. Desta forma, as Instituições de Ensino Superior (IES), como formadoras de futuros líderes e profissionais, necessitam pensar no elo social e ambiental e, como afirma Leff (2008), incorporar o saber ambiental. Segundo o autor, deve-se pensar em formas de discutir e atingir esses pensamentos e reflexões sobre o meio ambiente como um todo. Além disso, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, deferida pela lei nº12.305/2010, institui a cooperação entre o setor público e privado na gestão, reciclagem, reutilização, tratamento e descarte de resíduos.

Desta forma, alunos, representantes do PET (Programa de Educação Tutorial) e professores da Universidade Federal Rural de Pernambuco se uniram para lançar o projeto Recicla Rural visando buscar alternativas que contribuam com o desenvolvimento e afirmação da Universidade como uma IES que possui responsabilidade social e ambiental. Entre as propostas do projeto, iniciado em 2008 na sede da Instituição, o Campus de Dois Irmãos, está a de sensibilizar a comunidade acadêmica sobre coleta seletiva, tratamento e destinação de papel reaproveitável, estimulando-os a assumir uma atitude responsável perante o resíduo gerado. Atualmente, é desenvolvida a coleta e destinação de papel reciclável para a ONG Trapeiros de Emaús, que converte esse material em renda e ações socioambientais junto à comunidade carente de Linha do Tiro, zona norte da capital.

Embora funcione desde 2008, Rocha et al. (2009) verificaram que 60% dos docentes entrevistados desconheciam o projeto, alegando a ineficácia de sua divulgação junto a comunidade acadêmica. Diante do verificado, foram determinadas estratégias de divulgação do Projeto Recicla Rural e contextualização de temas em Educação Ambiental (EA) com ênfase na elaboração e apresentação de um teatro de Mamulengos. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficácia deste recurso na sensibilização de universitários e divulgação do Projeto Recicla Rural.

 

 

A construção do teatro: confecção de mamulengos e roteiro  

 

A partir dessa problemática e de questões relacionadas ao gerenciamento e destinação adequada do resíduo papel na Universidade, o teatro de Mamulengos foi confeccionado com materiais de baixo custo e reaproveitados para as ações de Educação Ambiental. A ferramenta de EA, teatro de fantoches, foi escolhida por seu caráter lúdico e por ser alegre, colorido e atrativo, facilitando a mediação do conhecimento e a transmissão da mensagem, assim como relatado por Dias (2004), que afirma que “a arte do teatro permite discutir a problemática dos resíduos sólidos de forma lúdica e dinâmica, suscitando reflexões sobre o assunto”.

Os bonecos Mamulengos foram confeccionados através da técnica francesa papier coller que utiliza argila, papel jornal, água fervente e amido de milho. As cabeças dos fantoches foram moldadas em argila que, logo em seguida, eram recobertas por uma camada de pequenos pedaços de jornal umedecido em água e mais três camadas de jornal umedecido em solução colante de água fervente e amido de milho. Após secar ao sol, o papel foi destacado da argila e pintado e caracterizado de acordo com o roteiro. Cabelos e olhos foram feitos de lã, isopor usado, entre outros materiais. Optou-se por não construir um cenário uma vez que as apresentações se dariam em diferentes salas de aulas.

O roteiro elaborado alerta os espectadores sobre desperdício de recursos, reciclagem e responsabilidade ambiental, além das ações do Recicla Rural, e foi intitulado: “Isso é bem legal, Recicla Rural”. Os bonecos/personagens ganharam vida a partir da interpretação de duas alunas integrantes do projeto Recicla Rural apresentando um diálogo entre dois personagens: uma universitária, Manuela, e um matuto, Jurandi. Na peça, os amigos se encontram na Universidade e iniciam uma conversa sobre suas vidas profissionais. De repente, Manuela joga uma embalagem de chocolate no chão e Jurandi a recrimina e a questiona sobre o projeto do qual participa, o Recicla Rural. Constrangida, a universitária reconhece sua ação anti-cidadã e informa Jurandi a respeito do trabalho desenvolvido pelo Projeto de Extensão Recicla Rural. O amigo mostra-se bastante interessado pelo assunto e pergunta sobre como pode participar, onde doar papel e quais os parceiros desse projeto.

A história do teatro buscou retratar um pouco do cotidiano dos alunos, para que, ao assistirem a peça, pudessem se identificar com a narrativa e personagens sendo despertado, ainda mais, o interesse dos acadêmicos pela trama, uma vez que, segundo Medeiros et al. (2008, p. X):

 

A EA baseada no interesse e nas representações que os indivíduos tem do ambiente, permite o acesso ao saber mais voltado para observação, investigação, discussão e ação dos problemas do nosso tempo, além de facilitar ao aprendente uma relação dialógica com o conhecimento adquirido.

 

O teatro junto à comunidade acadêmica: apresentações e avaliação da eficácia   

 

As apresentações duraram, em média, quatro minutos e foram apresentadas durante os meses de outubro e novembro de 2010 em cinco turmas dos cursos de graduação em Ciências Biológicas (Bacharelado e Licenciatura), no campus Dois Irmãos, Recife, nos turnos da tarde e noite, sempre com o consentimento do docente presente. Os cursos de Biologia foram selecionados como público-alvo devido à atuação do Recicla Rural ser mais intensa nesse Departamento, obtendo-se, desta forma um diagnóstico mais eficaz e preciso do panorama investigado.

Durante as apresentações, os discentes e docentes mostraram-se surpresos e empolgados, além de atentos. O público se divertiu com o diálogo descontraído dos personagens, corroborando com o verificado por Guerra, Gusmão e Sibrão (2003) que relatam que o desenrolar da ação teatral coloca o tema abordado em sintonia direta com o contexto cotidiano, tanto do educando quanto do educador. Leff (2008) ressalta a necessidade de transformar as estruturais educacionais mediante inovações de métodos pedagógicos e o teatro atrai a atenção dos discentes, possibilitando o aprendizado pelo teatro ser um recurso simples, contudo, diferenciado. Dantas e Nakayama (2008) consideram que o teatro de fantoches possibilita a discussão também de temáticas significativas em EA.

Para avaliação da eficácia desta ferramenta na sensibilização, divulgação do Projeto e na abordagem de temas em Educação Ambiental, após uma semana das apresentações, aplicou-se um questionário semi-estruturado com 14 discentes de cada uma das cinco turmas onde ocorreram as apresentações, totalizando 70 discentes questionados.

Quando perguntados sobre a qualidade da apresentação teatral, 55% dos questionados consideraram a apresentação como ótima, 31%, boa e 12% regular (Figura 01). Os dados confirmaram desta forma, a satisfação dos discentes no quesito qualidade da apresentação da peça “Isso é bem legal, Recicla Rural”, conforme também destacado por Baldin et al. (2010) ao indicar o interesse do público pelos assuntos tratados na apresentação do teatro de fantoches.

 

 

 

 

Figura 01. Opinião dos discentes dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas da UFRPE quanto à qualidade da apresentação da peça teatral Isso é bem legal, Recicla Rural, no ano de 2010.

 

Sobre que elemento da peça teatral chamou mais atenção dos espectadores 53 % elegeram o tema reciclagem como sendo o fator mais atrativo, enquanto 21% responderam o texto como sendo o de maior relevância na peça (Figura 02). A postura dos atores (10%) e os Mamulengos (13%) também foram destacados pelos entrevistados.

 

Figura 02. O que mais chamou atenção dos discentes na apresentação da peça Isso é bem legal, Recicla Rural durante o ano de 2010 nas salas de aula do Departamento de Biologia da UFRPE.

 

O cotidiano dos acadêmicos e assuntos relevantes para tais alunos foram pontos considerados na construção do teatro e, segundo Sachs e Vieira (2007, p. 73), “é importante a incorporação dos grupos envolvidos no planejamento e estabelecimento de projetos ambientais”.

Existe uma rede de relações que se estabelecem entre espectador e o espetáculo teatral, pois permeiam o universo da cena e o universo subjetivo do discente, suas indagações, experiências, imagens, formando o sentido da história individualmente e distintamente. Sobre o teatro Boal (2000, p. X) afirma:

 

O teatro nasce quando o ser humano descobre que pode observar-se a si mes­mo: ver-se em ação. Descobre que pode ver-se no ato de ver – ver-se em situação. Ao ver-se, percebe o que é, descobre o que não é, e imagina onde pode ir. Cria-se uma tríade: EU observador, EU em si­tuação, e o Não-EU, isto é, o OUTRO. [...] Esta é a essência do teatro: o ser huma­no que se auto-observa.

 

              De acordo com o que relatam Guerra, Gusmão e Sibrão (2003), a conscientização é um processo pessoal, portanto não pode ser imposto ou deve acontecer de fora para dentro. É preciso que todos participem dele para promoverem a sensibilização, processo inicial, que é externo que desencadeia a conscientização. A Educação Ambiental atua como mediadora na sensibilização e capacitação do ser humano em relação à temática ambiental. O lúdico, no caso o teatro de fantoches, auxilia na concretização dessa proposta, permitindo discutir temas diversos também em Educação Ambiental, objetivando a sensibilização dos cidadãos para mudanças de comportamentos e atitudes.

              Sobre o conhecimento prévio dos alunos em relação ao Recicla Rural, apenas 34% já conheciam o projeto antes de assistirem a apresentação do teatro, contra 66% que relataram desconhecer o projeto até então. Esses dados são bastante expressivos e comprovam a necessidade de divulgação do projeto, corroborando com o verificado por Rocha et al. entre os docentes da IES. Peixoto (1998) destaca a mutabilidade da função social do teatro, alterando também a maneira de conceber e realizar atividade teatral. Nesse contexto, observamos que o teatro de Mamulengos mostra-se uma ferramenta eficiente no que tange a divulgação do Recicla Rural, assim como na abordagem de outros temas transversais em EA, outras disciplinas ou projetos.

A maioria dos discentes, 91%, recomendou a continuidade do teatro de Mamulengos como ferramenta na divulgação do projeto Recicla Rural. Lupetti (2006) relatou que também fez uso do teatro na divulgação de projetos e de temas científicos, e que foi comprovada a eficiência dessa ferramenta na mediação de conhecimento e informações para diversos tipos de público.

 A partir dos resultados obtidos nessa avaliação optou-se por prosseguir com esse recurso didático nas atividades futuras do Recicla Rural, aliando essa ferramenta a outras estratégias de divulgação a fim de estabelecer-se um elo entre Educação Ambiental (dinâmica, criativa, interativa e diferenciada) e ações pró-ambientais intra e extra-muros da Universidade. Como afirma Peixoto (1998, p. 11): “o teatro é um instrumento de transformação e por isso, provoca modificações”; assim também se espera que ocorra no âmbito das Instituições Superiores de Ensino (IES).

 

Considerações Finais

 

O teatro de Mamulengos é uma ferramenta que atinge esses requisitos na contextualização da Educação Ambiental nos diversos seguimentos de ensino. De uma maneira geral, o roteiro “Isso é bem legal, Recicla Rural” permitiu divulgar, através de uma história leve e descontraída, as ações e funcionamento do projeto de reciclagem de papel e promoveu, ainda, a discussão sobre o dever dos alunos como cidadãos na preservação do meio ambiente.

A Constituição brasileira em seu artigo 255, parágrafo 1 e inciso VI, incumbe ao poder público o dever de promover a Educação Ambiental (EA) em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para preservação do meio ambiente. Essa normativa ressalta a participação das instituições públicas na discussão de temas inseridos na Educação Ambiental. “A emergente crise ambiental acarretou na orientação do processo educacional para sensibilização e regulação de condutas sociais que evitem efeitos negativos sobre o ambiente” (LEFF, 2008, p. 205).

Portanto, ações de caráter educativo como o teatro de Mamulengos que objetiva minimizar os impactos ambientais gerados pelo consumo e geração de papel na Universidade Federal Rural de Pernambuco através da sensibilização de estudantes se enquadra nesse panorama identificado por Leff (2008). As IES possuem um papel fundamental na formação cidadã de profissionais conscientes de sua atuação responsável sobre o meio ambiente.

De acordo com Guimarães (2000) a demanda pela Educação Ambiental, seja pelos aspectos legais, ambientais e/ou sociais, torna necessária a formação de profissionais aptos para trabalhar essa nova dimensão do processo educativo. Metodologias dinâmicas, atrativas, interativas e que informam divertindo, como o teatro de bonecos, acrescentam ao processo de ensino e aprendizagem esse caráter inovador fundamental as abordagens atuais em Educação Ambiental. A excelente receptividade da comunidade acadêmica e ótimos resultados dessa ação provocam nos participantes do projeto o desejo de prosseguir com o teatro, abordando outros temas e textos que contextualizam a Educação Ambiental e a relaciona com projetos, como Recicla Rural, e a outras ações pró-ambientais semelhantes.

 Segundo Souza [2010, p.X]:

 

As atividades de educação ambiental devem ser consideradas no âmbito do aprimoramento de sua cidadania, levando a sensibilização, de direitos e deveres com relação ao ambiente, sendo um trabalho lúdico, criativo e participativo, levando aos educandos à construção de cidadãos participativos.

Referências

 

BALDIN,  N.; et al. Teatro de fantoches e educação ambiental: a importância pedagógica dessa relação. Revista eletrônica Educação Ambiental em Ação. Nova Hamburgo, n. 34, dez. 2010. Disponível em < http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=959&class=02 > Acesso em: 28 de fev. de 2010.

                                                                                  

BOAL, A. Jogos para atores e não atores. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.

 

BRASIL. Lei nº 12.305, Política Nacional de Resíduos Sólidos. Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Brasília, DF, 8 fev. 2010. Disponível em: <http://www.abes-dn.org.br/legislação/lei12305.pdf.> Acesso em: 10 fev. 2011, 15:00:00.

 

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LEFF, E. Tradução Lúcia Mathilde Endlich Orth. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 6. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. 494 p.

 

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