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Nesta edição, a Revista Educação Ambiental em Ação celebra uma trajetória muito especial: são 24 anos na rede, com todas as edições anteriores disponíveis para consulta, memória, pesquisa, inspiração e continuidade.
Aos interessados em colaborar com esta publicação enviando contribuições, esclarecemos que a revista eletrônica Educação Ambiental em Ação nasceu a partir do Grupo de Educação Ambiental da Internet – GEAI, em 2002 [...]
Tal vez, sensibilizarnos, dejar que las emociones afloren, que se hagan visibles, sea un modo de general vínculos conscientes y profundos con toda nuestra realidad planetaria. En el diario convivir estamos todos incluidos: humanos, animales, plantas, minerales..el aire, el agua, el fuego, la tierra... todo! ¿Y si liberamos las corazas y dejamos que nuestro ser sensible y emocional aflore, libre de las barreras intelectuales y estereotipos culturales? ¿Y si dejamos que nuestras miradas recorran las visiones milenarias de todas las culturas del mundo para "recordar" (volver a pasar por el corazón) cómo eran los vínculos con la naturaleza antes de los avances tecnológicos? ¿Y si abrimos el corazón para que se produzca la magia de múltiples encuentros de corazón a corazón, de alma con alma?
Começou com uma música tranquila, numa tarde um pouco sem graça, com uma tarefa por executar, ou melhor, várias tarefas. Uma confusão de tudo um pouco. Um peso assombrava: dar conta de tudo.
O Projeto “Replantando a Vida” [...] é um estudo de caso que merece destaque nacional pela série de ações benéficas que já trouxeram mais de 6 mil pessoas em cumprimento de pena ressocializadas ao longo de sua trajetória.
Entre grande e médio porte, incluindo algumas frutíferas, temos em casa 29 espécies de árvores. Tínhamos 30, até o mês de maio/26, quando nossa linda Magnólia tombou numa madrugada chuvosa...
A obra apresenta atividades de sensibilização realizadas no curso de Especialização em Educação Ambiental da USP - São Carlos/SP. O livro contempla alguns aspectos teóricos e outros práticos sobre atividades de sensibilização para a Educação Ambiental, e, consequentemente, promove o ressignificado do sentido de viver.
O Livro do Projeto Albatroz para Educadores: Conservação Oceânica Através do Conhecimento é um guia pedagógico pensado especialmente para auxiliar educadores em sala de aula.
O Guia rápido foi especialmente desenvolvido para educadores e alunos, com informações sobre a Mata Atlântica, sua história, localização e biodiversidade.
Levar educação ambiental para a sala de aula pode começar com gestos simples: observar o clima, registrar a temperatura, investigar o consumo de água, usar histórias literárias para discutir cuidado e pertencimento, pesquisar o caminho do lixo do bairro ou refletir sobre os impactos das enchentes e ondas de calor na comunidade.
O aplicativo disponibiliza títulos de autores nacionais e internacionais que podem ser alugados gratuitamente por qualquer pessoa que tenha uma conta (Gov.br).
A cartilha foi ilustrada por desenhos de crianças moradoras de cinco Resex do Pará e do Maranhão, realizados durante as atividades de educação ambiental.
Com o objetivo de trazer educação ambiental acessível e promover a conscientização acerca dos aracnídeos, a cartilha “o mundo dos pseudoescorpiões e a educação ambiental”, desenvolvida por uma estudante da Universidade Federal do Pará (UFPA), trabalha de forma didática informações sobre animais tão pequenos que muitas vezes passam despercebidos no cotidiano.
Este livro [disponível para downlod gratuito] é o nosso convite para você levar diferentes sabores para a sua cozinha; [experimentando diferentes ingredientes dos] biomas brasileiros sem sair de casa; e para se conectar com povos e comunidades tradicionais, guardiões da natureza.
Dias 9, 10 e 11 de junho ocorre a XIV Feira Socioambiental de Bonito contará com uma programação voltada ao conhecimento, à conscientização e à troca de experiências por meio de capacitações especiais focadas em Educação Ambiental e sustentabilidade.
A palestra reuniu cerca de 40 lideranças e chefes de família e abordou temas como descarte correto do lixo, reciclagem, preservação da fauna e cuidados ambientais em áreas próximas aos rios.
Durante o evento, a secretária de Povos Indígenas, Francisca Arara, destacou a importância da parceria entre o governo do Acre, por meio da Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi), a Comissão Pró-Indígenas do Acre (CPI-Acre) e a Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre (Amaaiac) para fortalecer a atuação dos agentes nos territórios indígenas.
Ao todo, 1.082 pessoas, entre estudantes, feirantes e população em geral, participaram de atividades realizadas em escolas, na feira municipal e durante a 35ª Festa Cultural do Açaí.
Com foco na integração técnica e pedagógica, as oficinas reuniram mais de 150 profissionais para discutir soluções práticas diante dos desafios climáticos atuais. A programação foi marcada por painéis de experiências e grupos de trabalho que visam padronizar e potencializar as ações educativas em todo o território regional.
A atividade foi promovida pela Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca, por meio da Gerência de Educação Ambiental, em parceria com o Grupo de Observadores de Aves de Imbituba e a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca.
A atividade foi realizada no Centro de Aprendizagem em Compostagem e Agricultura Urbana (Cacau), espaço voltado à difusão de práticas sustentáveis e ao incentivo da agricultura urbana.
A educação que transforma o presente e projeta o futuro ganhou destaque em Campo Grande com a premiação de escolas da Rede Estadual que desenvolvem ações voltadas à sustentabilidade ambiental.
A proposta é incorporar o olhar socioambiental às práticas dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), promovendo ações que articulem comunidades, equipamentos públicos e educação ambiental.
A Secretaria de Estado de Educação do Pará (SEDUC), por meio da Coordenadoria de Educação Ambiental (CEAM), em parceria com o Programa Ecofalante Educação, realiza a “Mostra Cine Pará 2026: dos rios e igarapés ao oceano”, iniciativa voltada à promoção da educação ambiental em escolas da rede pública estadual.
O Sistema Fecomércio Ceará, por meio do Sesc, inaugurou nesta segunda-feira, 30, o Centro de Educação Ambiental Sesc Iparana (CEA), um espaço de educação, transformação social, responsabilidade ambiental e sustentabilidade, instrumento vivo de conexão entre pessoas e natureza.
Com foco em soluções sobre educação ambiental e preservação dos recursos hídricos no Semiárido paraibano, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) vem desenvolvendo ações de extensão que integram o projeto “Recuperação de reservatório de abastecimento eutrofizado do Semiárido: produção e aplicação de coagulantes orgânicos derivados de plantas do bioma Caatinga”.
O que começa dentro da escola pode se transformar em um hábito para a vida toda. Na Estância Turística de Olímpia, o projeto de visitas ao Centro de Educação Ambiental (CEA) e ao Viveiro de Mudas será ampliado e passará a atender também a comunidade, por meio de agendamentos. As atividades de 2026 tiveram início na última semana, com as primeiras turmas da rede municipal.
A biodiversidade de dois parques nacionais brasileiros está em destaque na exposição Tesouros Verdes do Brasil – Diversidade Tropical sob a Proteção dos Parques Nacionais, no Centro de Visitantes do Parque Nacional da Floresta Negra (Nationalpark Schwarzwald), na Alemanha.
Especialistas e lideranças do ecossistema participaram das discussões, trazendo cases e perspectivas sobre gestão ambiental estratégica, tecnologias limpas e o papel dos ecossistemas de inovação na transição climática do país.
O plantio simbólico reforçou a importância da conservação das áreas verdes e da proteção dos cursos d’água do município, especialmente em uma data dedicada à reflexão sobre o uso consciente da água.
A programação contemplou debates sobre temas estratégicos como mercado de carbono, biomonitoramento em terras indígenas, inventário florestal e iniciativas de gestão ambiental.
A iniciativa teve como objetivo conscientizar os alunos da rede municipal de ensino sobre a importância da preservação das florestas e do uso consciente da água, evidenciando a relação direta entre esses recursos essenciais para a vida.
O Instituto Socioambiental (ISA) participa da 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias (COP15), que acontece de 23 a 29 de março, em Campo Grande (MS), levando três frentes de atuação: a pesquisa intercultural com povos indígenas, a conservação de paisagens aquáticas e a governança territorial em Sítios Ramsar na Amazônia.
Publicado o livro “Saberes Ambientais e interdisciplinaridade: panorama das pesquisas do PPGMA-IFCE”, que reúne produções acadêmicas de professores e mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente do IFCE - campus Juazeiro do Norte.
A obra apresenta evidências e caminhos concretos de como a Educação Ambiental opera como vetor de governança climática multinível, conectando políticas públicas, territórios e atores institucionais. Sistematiza a construção participativa, em diálogo com todos os estados, de indicadores para monitoramento e avaliação de colegiados de políticas de educação ambiental.
Desde 1989, comemora-se o Dia Nacional de Conservação do Solo, em 15 de abril, uma oportunidade de aprofundar os debates sobre a importância do solo e a necessidade da utilização adequada desse recurso natural.
Mais de cem jornalistas ambientais de 40 países estiveram reunidos em Treviso, na Itália, para debater o cenário de crise global multifacetada e a importância do acesso à informação qualificada rumo ao entendimento e à busca de soluções.
Governo da Paraíba ignora alternativas de traçado e desmata área-chave para sobrevivência de macaco-prego-galego e outras espécies sob risco de extinção.
Ação em parceria com a Iniciativa Inter-religiosa pelas Florestas Tropicais exibiu filmes em realidade virtual e promoveu conscientização ambiental entre crianças e famílias em Belém.
Games digitais desenvolvidos na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) estão sendo usados como ferramentas de educação ambiental, acessibilidade, inclusão social e pesquisa científica.
A iniciativa reúne municípios de vários países em uma mobilização para registrar espécies da fauna e da flora em áreas urbanas, usando a plataforma iNaturalist.
Mais do que apresentar atividades isoladas, o projeto do Alto da Independência propõe uma nova forma de olhar para a escola e para a comunidade: como espaços de experimentação, expressão e construção de futuro.
No site, os visitantes de parques e unidades de conservação do quadradinho podem registrar fotos do que avistaram nos passeios, reforçando a conexão entre a população e a natureza local.
O documento reforça a urgência de colocar a Educação Ambiental no centro das políticas públicas, reconhecendo avanços recentes, mas destacando que ainda são insuficientes diante da crise socioambiental global.
A iniciativa se estrutura como uma ponte entre ciência e território, com o objetivo de tornar o conhecimento mais acessível e útil para quem vive nos manguezais do Pará.
Uma iniciativa que busca promover a conscientização de crianças e jovens sobre a importância da preservação das áreas públicas, aliando educação, cidadania e sustentabilidade.
As unidades de conservação (UCs) federais têm papel fundamental na proteção dos chamados “céus escuros”, ambientes onde a baixa incidência de luz artificial permite a observação clara do firmamento.
Direcionada a estudantes do 6º aos 9º anos do ensino fundamental, a ação oferece palestras, dinâmicas educativas e atividades interativas voltadas à conscientização ambiental. A proposta é estimular a adoção de atitudes sustentáveis no ambiente escolar e no dia a dia dos alunos, fortalecendo a cultura do cuidado com a natureza.
Os idosos realizaram visita técnica guiada pelas dependências do Parque, aprendendo sobre cuidados com a saúde pessoal, preservação e consciência ambiental.
A enchente que atingiu o Rio Grande do Sul em 2024 passou a fazer parte das discussões dentro e fora das salas de aula. Em escolas públicas, iniciativas lideradas por estudantes e professores têm aproximado temas como água, energia e uso do território no cotidiano das comunidades.
A iniciativa, que já marcou outras gestões e retornou em 2026, tem como principal objetivo oportunizar a crianças e adolescentes o contato com o mar, para muitos, um momento inédito e inesquecível, aliado a vivências educativas, culturais e ambientais.
Com o tema “Onde a água flui, a igualdade cresce”, o projeto mobilizou centenas de estudantes e envolveu professores, coordenadores e instituições parceiras em uma programação educativa voltada ao uso sustentável dos recursos hídricos.
Voltado a estudantes das redes municipal e estadual de Ensino, o Barco Escola estimula uma percepção crítica sobre as problemáticas socioambientais do reservatório, do entorno e da própria comunidade.
A Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (FIPERJ) continua expandindo suas iniciativas de educação ambiental ao levar conhecimento científico, inclusão e conscientização para o ambiente escolar.
Considerado o maior plantador de árvores do Espírito Santo, este ambientalista calcula ter plantado mais de meio milhão de árvores ao longo de 30 anos.
Durante cerca de quatro meses, crianças do quarto ano de escolas públicas foram responsáveis pelo cuidado, rega e crescimento de mudas de temperos diversos. Nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental Dagoberto Barcellos, de Caçapava do Sul, e Lourenço Dalla Corte, de Santa Maria, oficinas de sustentabilidade e empreendedorismo social foram responsáveis por introduzir a prática da educação financeira.
Durante a execução, o projeto promoveu trilhas interpretativas inclusivas no Parque da Gare e no Parque Ambiental Banhado da Vergueiro, envolvendo estudantes, educadores e instituições como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), a Associação de Pais e Amigos dos Surdos de Passo Fundo (APAS) e a Associação de Cegos de Passo Fundo (APACE). As atividades foram planejadas para assegurar acessibilidade plena, com adaptações físicas, comunicacionais e metodológicas.
Criado para aproximar estudantes das pautas ambientais de forma prática e criativa, o programa Educame – Educação Ambiental na Escola vem se consolidando como uma experiência pioneira no país. Idealizado pelo Grupo A Hora, o projeto aposta na integração entre educação, comunicação e sustentabilidade para formar cidadãos mais conscientes.
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) anunciou a formalização de Protocolos de Intenção (PI) e de Acordos de Cooperação Técnica (ACT) com os governos estaduais para estruturar uma agenda de cooperação federativa voltada ao fortalecimento das Comissões Interinstitucionais de Educação Ambiental (CIEAs), à municipalização da educação ambiental e à consolidação do monitoramento e da avaliação das políticas públicas.
Três projetos de Benim, Brasil e Panamá receberam o Prêmio UNESCO–Japão de 2025 em Educação para o Desenvolvimento Sustentável, em reconhecimento às suas abordagens inovadoras, inclusivas e transformadoras.
O Dia Nacional da Conservação do Solo é celebrado no Brasil todo dia 15 de abril, desde 1990. O objetivo é incentivar a reflexão sobre a necessidade da utilização adequada desse recurso natural essencial para a sustentação da vida.
Criado em 2019, o programa busca sensibilizar a sociedade sobre os impactos do atropelamento de fauna nas rodovias brasileiras. Dados da Plataforma Urubu indicam que cerca de 17 animais são atropelados por segundo no país, totalizando aproximadamente 475 milhões por ano.
A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus de Toledo, tem se consolidado como referência em estudos voltados à sustentabilidade e à formação cidadã desde os primeiros anos de vida.
Após passarem por um processo criterioso de triagem, os jabutis foram separados, avaliados clinicamente, submetidos a exames e identificados com microchip. A análise de saúde e o comportamento observados indicaram que estavam aptos à reintegração ao ambiente natural.
A iniciativa alcançou 5.074 alunos e 562 profissionais da educação, com a distribuição de 6.032 mudas de espécies nativas e frutíferas, incentivando o plantio de árvores e práticas sustentáveis dentro da comunidade escolar.
Comunicação da Prefeitura de Sidrolândia
A Prefeitura de Sidrolândia, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (SEMAA) , em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente (SEDEMA), promoveu uma atividade de educação ambiental em escolas da zona rural do município, utilizando mudas produzidas por meio do programa “Troque e Plante”.
Durante o evento, o Ibama contribuiu com três frentes de trabalho, prevenção a incêndios, educação ambiental e a reintegração de animais silvestres na natureza.
Realizado em meio à natureza, o festival, construído a partir de parcerias com o CBH Rio das Velhas, teve como um de seus principais marcos o lançamento do livro “Brincar de mundo novo: práticas pedagógicas para encantar e semear consciência”, resultado de anos de pesquisas, vivências e ações extensionistas do Laboratório de Sistemas Socioecológicos da UFMG.
A ação foi realizada em parceria com o professor doutor Marcos Athaydes e os acadêmicos do projeto de extensão do curso de Biologia da Universidade Federal do Acre (UFAC). A parceria entre poder público e comunidade acadêmica reforça a importância da integração entre ciência, educação e preservação ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região do Juruá.
Promovido por meio da Coordenadoria de Unidades de Conservação (CUC), com apoio da Coordenadoria de Educação Ambiental (Ceam), o projeto contou ainda com a parceria do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e apoio do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Governo Federal, consolidando-se como uma importante iniciativa de educação ambiental no estado.
A atividade, intitulada “Mural do Clima”, foi realizada em colaboração com o Climate Reality Project Brasil, uma organização reconhecida por seu trabalho na conscientização sobre as mudanças climáticas.
Representantes da comunidade, lideranças locais e autoridades ambientais participaram de uma reunião na sede do Instituto Brasília Ambiental (IBRAM-DF) para discutir o futuro do Parque Ecológico Ezechias Heringer e da Reserva Biológica do Guará.
A preservação ambiental nas cidades envolve legislação, planejamento urbano, participação da sociedade e ações de conscientização. Esses temas estiveram no centro do debate do programa Uirapuru Ecologia, apresentado pelo geólogo Luiz Paulo Fragomeni , que tratou da importância das áreas verdes e das áreas protegidas para o equilíbrio ambiental e para a qualidade de vida da população.
A iniciativa, decorrente da ação Viva o Taquari-Antas Vivo, passa a oferecer experiências que integram teoria e prática, ampliando e qualificando o aprendizado de estudantes das redes pública e privada da região.
As atividades incluem a construção de canteiros, o plantio de hortaliças e a produção de mudas em viveiro, realizadas semanalmente com a participação de servidores e estudantes do campus, além de docentes, discentes e equipe gestora da Escola Municipal Professora Joanice Silva Santos, parceira da iniciativa no município de Santa Inês (BA).
Durante o encontro foram apresentadas os projetos de educação ambiental realizados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Secretaria de Educação de Sapucaia do Sul.
A ação de educação ambiental foi realizada em parceria com a Secretaria de Educação, fortalecendo a atuação conjunta dentro do ambiente escolar. Esse tipo de trabalho integrado amplia o alcance da orientação e reforça que educação ambiental não é assunto isolado, é formação para a vida.
A iniciativa foi liderada pela equipe de educação ambiental da companhia, que levou aos alunos uma programação leve e participativa, com jogos lúdicos e gibis temáticos sobre saneamento. A proposta foi aproximar os estudantes do tema de forma simples, despertando a atenção para a importância da água e dos cuidados com o meio ambiente.
O documento é instrumento crucial para a execução da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). Estabelece diretrizes para orientar a atuação do Estado brasileiro no enfrentamento à mudança do clima, integrando políticas públicas de redução de emissões de gases de efeito estufa (mitigação) e de adaptação aos impactos climáticos, além de indicar, por meio das Estratégias Transversais para Ação Climática, os instrumentos financeiros disponíveis para que essas políticas sejam executadas.
A iniciativa considera as particularidades da educação formal, que acontece propriamente dentro das escolas, e irá integrar a Política Nacional de Educação Ambiental – esta última mais ampla, envolvendo ações de educação também em outros ambientes, como nas comunidades.