OFICINAS PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UM CAMINHO PARA A REDUÇÃO DE RESÍDUOS
THAMIRES LELIS1,2,4, CINTIA ROBERTA SEVILHA DOS SANTOS2,4, VÂNIA FIRMINO VIEIRA GRAÇA2,4, JESSICA TAVARES MAIA GOMES2,4, PAULA BEATRIZ DA SILVA LIMA2,4, IVETE RAMOS DE ARRUDA BUFFOLO2,4; JUDITH LILIANA SOLÓRZANO LEMOS3,4 & MARISE COSTA DE MELLO3,4
1 Aluna de Graduação em Ciências Biológicas. Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). tlelis.bio@gmail.com.
2 Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental. Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (UEZO).
3 Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental. Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (UEZO).
4 Grupo de Educação Ambiental do Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (UEZO) - (GEA/UEZO).
RESUMO
O presente estudo teve por objetivo apresentar proposta de exposição por meio de um circuito composto por cinco estações, em evento de grande repercussão para contribuição na Educação Ambiental com a finalidade de divulgar ações e alternativas de preservação ambiental que impliquem nas possíveis mudanças conceituais, procedimentais e atitudinais dos participantes. Em cada estação o conteúdo foi transmitido por meio de oficinas que deram aos visitantes uma demonstração de que é possível diminuir o impacto da poluição ambiental com medidas simples, e economicamente viáveis. Conclui-se que é possível conscientizar a sociedade utilizando a Educação Ambiental como ferramenta para ampliar as práticas sustentáveis, e assim diminuir a exploração dos recursos naturais e o impacto ambiental, bem como promover a pegada ecológica para viver num mundo melhor, e de forma mais sustentável, beneficiando tanto as presentes gerações, quanto as futuras.
Palavras- Chave: Meio Ambiente; Circuito Ecológico; Sustentabilidade.
ABSTRACT
The present study aimed to present an exhibition proposal through a circuit composed of five stations, in an event of great repercussion to contribute to Environmental Education with the purpose of disseminating actions and alternatives for environmental preservation that imply in possible conceptual, procedural and attitudinal changes of the participants. In each station, the content was transmitted through workshops that gave visitors a demonstration that it is possible to reduce the impact of environmental pollution with simple and economically viable measures. It is concluded that it is possible to raise awareness in society using Environmental Education as a tool to expand sustainable practices, and thus reduce the exploitation of natural resources and environmental impact, as well as promote the ecological footprint to live in a better world, and in a more sustainable way, benefiting both present and future generations.
Keywords: Environment; Ecological Circuit; Sustainability.
INTRODUÇÃO
O meio ambiente deve ser interpretado como o somatório de condições indispensáveis à vida, alusivas à natureza, ao homem e ao produto resultante das relações entre eles. Por tanto, sabe-se que promover a qualidade ambiental é essencial para a humanidade. Deve-se, desde a mais tenra idade, começar a estimular o equilíbrio na relação homem X ambiente (FREITAS & RIBEIRO, 2007).
Por meio da Educação Ambiental (EA) busca-se o desenvolver da consciência crítica e a sensibilização ambiental a fim de promover atitudes e condutas que favoreçam o exercício da cidadania, a preservação do ambiente e a promoção da saúde e do bem-estar (MELO et al., 2015).
Segundo Barros e Recena (2017) a EA pode ser definida como um processo que visa desenvolver uma população que seja consciente e preocupada com o ambiente e com seus problemas associados, e que tenham conhecimentos, habilidades, atitudes, motivações e compromissos para trabalhar individual e coletivamente na busca de soluções para os problemas existentes e para a prevenção de novos. Cuidar do destino do nosso meio ambiente é responsabilidade de todos. Então, é importante que se trabalhe no sentido de envolver crianças, jovens, adultos e educadores para que esta situação modifique, formando novos hábitos. Partindo do princípio que a EA é um processo longo e contínuo, é preciso mudar nossos hábitos e atitudes de maneira espontânea.
A EA é muito mais do que conscientizar sobre o lixo, a reciclagem e a poluição. É trabalhar situações que possibilitem a comunidade pensar em propostas de intervenção na realidade que nos cerca. O trabalho de conscientização da destruição do meio ambiente será para resgatar a necessidade de conciliar a teoria com a prática no dia a dia, garantindo, o futuro do planeta e da humanidade.
A reflexão sobre as práticas sociais, em um contexto marcado pela degradação permanente do meio ambiente e do seu ecossistema, envolve uma necessária articulação sobre a educação ambiental. A dimensão ambiental configura-se crescentemente como uma questão que envolve um conjunto de atores do universo educativo, potencializando o engajamento dos diversos sistemas de conhecimento, a capacitação de profissionais e a comunidade universitária numa perspectiva interdisciplinar (JACOBI, 2003).
O trabalho educacional é, sem dúvida, um dos mais urgentes e necessários meios para reverter essa situação, pois atualmente, grande parte dos desequilíbrios está relacionada a condutas humanas geradas pelos consumistas que geram desperdícios, e pelo uso inadequado dos bens da natureza e, é através das instituições de ensino, que poderemos mudar hábitos e atitudes do ser humano, formando sujeitos ecológicos (FELIX, 2007).
É importante ressaltar que a EA ainda é um campo em construção, já que ela é uma práxis que está diretamente relacionada às diversas concepções de mundo e, ainda, inscrita em princípios metodológicos alicerçados nessas concepções (LELIS & SOARES, 2016).
A realidade atual exige uma reflexão cada vez menos linear, e isto se produz na inter-relação dos saberes e das práticas coletivas que criam identidades e valores comuns e ações solidárias diante da reapropriação da natureza, numa perspectiva que privilegia o diálogo entre saberes. A preocupação com o desenvolvimento sustentável representa a possibilidade de garantir mudanças sociopolíticas que não comprometam os sistemas ecológicos e sociais que sustentam as comunidades (JACOBI, 2003).
O presente estudo teve por objetivo apresentar proposta de exposição em evento de grande repercussão para contribuição na educação ambiental com a finalidade de divulgar ações e alternativas de preservação ambiental que impliquem nas possíveis mudanças conceituais, procedimentais e atitudinais dos participantes.
METODOLOGIA
Foi realizada a apresentação de um stand denominado “Circuito Ecológico Sustentável”, no evento da XIII Semana Nacional de Ciência e Tecnologia da Zona Oeste do Rio de Janeiro, com o tema “A Matemática está em tudo”, que ocorreu no Centro Esportivo Miécimo da Silva, localizado no bairro de Campo Grande, nos dias 24 e 25 de outubro de 2017, o qual abrangeu a participação de instituições escolares e visitantes da região, com as estimativas de 4500 pessoas. O Circuito Ecológico Sustentável foi construído de forma a integrar os cinco conceitos abordados no percurso, através da exposição de banners autoexplicativos e ilustrativos, na qual cada etapa continha uma abordagem sobre as alternativas de atitudes sustentáveis existentes.
O Circuito Ecológico Sustentável foi representado por cinco estações:
Coleta Seletiva: simulação da poluição do Rio Guandu, proposta de limpeza aos participantes adotando a separação de resíduos, exposição de lixeiras de coleta seletiva e banner autoexplicativo ilustrativo.
Reciclagem: Exposição de objetos feitos de resíduos sólidos inorgânicos, e banner autoexplicativo e ilustrativo de reciclagem e de como descartar seus resíduos corretamente.
Compostagem: Exposição de uma composteira orgânica do tipo vermicomposteira, com minhocas californianas e banner autoexplicativo e ilustrativo.
Hortas suspensas: Exposição e oficina de confecção de hortas com o uso terra adubada, garrafas pet e embalagens Tetrapak; e banner autoexplicativo e ilustrativo.
Pegada Ecológica: Exposição de um banner autoexplicativo e ilustrativo sobre como calcular a própria pegada ecológica, além de medidas simples e conscientes para reduzir a forma como impactamos o mundo.
A Pegada ecológica é uma ferramenta criada para medir o desenvolvimento sustentável: o ecological footprint method, traduzida para o português como Pegada Ecológica que consiste em um indicador de sustentabilidade que mede o impacto do homem sobre a Terra, um indicador da pressão exercida sobre o ambiente, e permite calcular a área de terreno produtivo necessária para sustentar o nosso estilo de vida (CERVI & CARVALHO, 2007).
Com objetivo de demonstrar a práxis da preservação ambiental no cotidiano optamos pela metodologia da pesquisa-ação. A pesquisa-ação é definida, por Thiollent & Silva (2007), como uma metodologia derivada da pesquisa social com base empírica, concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou a resolução de um problema coletivo, e nas quais pesquisadores e participantes representativos da situação ou problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo. Sato (1997) considera essa metodologia a mais indicada para pesquisas em Educação Ambiental por permitir a participação dos envolvidos por meio de reflexões críticas de um problema percebido por todos, potencializando a emancipação e a participação social.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Coleta Seletiva – 1ª Estação (Figura 1): Nesta primeira estação, os participantes do circuito eram convidados a escolher um resíduo que foram, supostamente, despejados no Rio Guandu e colocá-lo na lixeira de coleta seletiva, de acordo com a sua respectiva cor. Após isso, eram direcionados ao banner explicativo sobre Coleta Seletiva. O ato de participar da despoluição do Rio Guandu, associada à Coleta Seletiva, trouxe satisfação aos participantes, principalmente as crianças. A coleta seletiva é utilizada como uma metodologia que pretende minimizar o desperdício excessivo da matéria prima, que em conjunto com a reciclagem torna-se uma forma mais racional de gerenciar os resíduos sólidos urbanos. O lixo também chamado de rejeito passa por um processo de exclusão: ele é “posto para fora de casa” e deve cumprir ritos de passagem, respeitando regras próprias. Assim, não deve ser deixado em qualquer lugar, pois não há dúvidas que os resíduos sólidos contenham várias substâncias que podem afetar tanto a saúde do homem, como também pode causar impactos extremamente negativos ao meio ambiente (FELIX, 2007).
Figura 1 (A, B e C): Coleta Seletiva – 1ª Estação.
Fonte: Arquivo do Autor, 2017.
Segundo Lemos et al., (1999) a questão do “lixo”, é um problema ambiental sério, o qual diz respeito a cada um de nós. Abordar a problemática da produção e destinação do “lixo” no processo de educação é um desafio, cuja solução passa pela compreensão do indivíduo como parte atuante no meio em que vive.
Reciclagem – 2ª Estação (Figura 2): Na estação sobre Reciclagem, eram apresentados aos participantes materiais para enfeites e utilização social feitos a partir de materiais reciclados. A seguir, os participantes eram conduzidos até o banner contendo explicações sobre a política dos 3R’s. A oficina de Reciclagem proporcionou aos visitantes a identificação de resíduos como materiais potenciais para confecção de artesanatos. Além disso, mostrou a sua importância na redução da extração de matéria prima pelas indústrias. Segundo Calderoni (1997), a reciclagem na sua essência, é uma maneira de educar e fortalecer nas pessoas o vínculo afetivo com o meio ambiente, despertando o sentimento do poder de cada um para modificar o meio em que vivem.
Figura 2 (A e B): Reciclagem - 2ª Estação.
Fonte: Arquivo do Autor, 2017.
Compostagem – 3ª Estação (Figura 3): Chegando a esta estação, os participantes podiam observar uma composteira pronta e como era o processo de decomposição até a saída do chorume, sendo levados após isso ao banner que ensinava como fazer uma composteira, os processos de decomposição e a importância dos resíduos sólidos orgânicos. A oficina de Compostagem trouxe para o público uma alternativa simples, econômica e sustentável do reaproveitamento de resíduos orgânicos para produção de húmus e biofertilizantes. Segundo Alcantara (2010), os resíduos sólidos domiciliares no Brasil apresentam alto percentual de resíduos orgânicos formados por restos de comida e cascas de frutas e legumes, e até mesmo resíduos de jardinagem. Entretanto, a compostagem dos resíduos orgânicos presentes no lixo urbano é relativamente pouco praticada, e quando praticada vem sendo tratada apenas sob a perspectiva de eliminar o lixo doméstico e não como um processo industrial que poderia gerar produtos e que necessita de cuidados ambientais, ocupacionais, entre outros (MMA, 2010).
As fontes de contaminação antropogênica em águas subterrâneas estão, em geral, diretamente associadas a despejos domésticos orgânicos, industriais e ao chorume oriundo de aterros de lixo que contaminam os lençóis freáticos com microrganismos patogênicos (FREITAS & ALMEIDA, 1998).
Figura 3 (A e B): Compostagem – 3ª Estação.
Fonte: Arquivo do Autor, 2017.
Hortas Suspensas – 4ª Estação (Figura 4): A Oficina prática de Hortas Suspensas corroborou com as experiências vividas pelos participantes nas oficinas anteriores, pois todos os participantes aprendiam a fazer a sua Horta Suspensa a partir de garras pets a ser reaproveitadas e de terra adubada, obtida no processo de compostagem. Nesses recipientes foram plantadas mudas de plantas medicinais. Um total de 140 visitantes se inscreveu para participar da oficina durante todo o evento, todos ficaram satisfeitos e felizes em saber que poderiam aprender a confeccionar a sua própria horta suspensa sustentável. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1998), para administrar a problemática do lixo é necessária uma combinação de métodos, que inclui desde os rejeitos e a sua própria redução, durante a produção, até as soluções técnicas de destinação, como a reciclagem, a compostagem, o uso de depósitos e os incineradores.
Figura 4 (A, B, C, D, E e F): Hortas Suspensas – 4ª Estação.
Fonte: Arquivo do Autor, 2017.
Considerando que os resíduos sólidos podem caracterizar impactos ambientais significativos, Correa (2001) relata o desenvolvimento de atitudes e ações de conservação e preservação do ambiente natural, na comunidade, demonstrando que a utilização de práticas de proteção ao meio ambiente resulta no proveito próprio e comunitário. Além disso, ajuda também a desenvolver uma postura social e política preocupada e comprometida com a questão da vida na Terra. Assim, fica mais fácil reconhecer os prejuízos que o “lixo” acumulado causa na saúde pública e a importância da sua redução, bem como a sua reutilização e reciclagem para a preservação da natureza.
Pegada Ecológica – 5ª Estação (FIGURA 5): Nesta última estação existia um banner autoexplicativo e ilustrativo sobre como todas essas ações feitas nas estações anteriores ajudavam na diminuição da pegada ecológica de cada um, demostrando assim a todos como cuidar melhor do nosso planeta, como reduzir a utilização da matéria prima mediante a reutilização dos resíduos, e como se tornarem pessoas sustentáveis, encerrando o circuito ao levar os visitantes a refletirem como todas estas atividades podem reduzir o impacto ambiental, melhorar a qualidade de vida e reduzir o cálculo matemático da nossa pegada ecológica no mundo. O público interagiu e mostrou interesse por todas as etapas do circuito.
Figura 5: Pegada Ecológica – 5ª Estação.
Fonte: Arquivo do Autor, 2017.
O cálculo da Pegada Ecológica é uma medida da área (em hectares globais) ocupada para a construção de prédios e rodovias e para o consumo da água, do solo para plantio agrícola, da vida marinha e de outros elementos que compõem a biodiversidade do planeta. Os resultados apresentam como um indivíduo, cidade ou país utiliza os recursos naturais, conforme os hábitos de consumo e estilos de vida. No entanto, tal uso de recursos não tem sido compatível com a capacidade natural do planeta em regenerá-los (SCARPA & SOARES, 2012).
O crescimento populacional e as atividades desenvolvidas pelo ser humano são apontados como os principais responsáveis pela poluição do meio aquático. O descarte inadequado de resíduos ao longo do leito dos rios, a lixiviação de produtos químicos, como fertilizantes e a disposição inadequada de esgotos domésticos em rios e lagos contribuem com elevadas cargas orgânicas, e consequentemente com o comprometimento da vida aquática, o que é confirmado por relatório da Fundação SOS Mata Atlântica (2014).
Ao longo dos tempos, a humanidade cresceu de forma acelerada e isso ocasionou várias consequências ao meio ambiente. Um dos principais fatores de degradação ambiental ocorreu devido ao uso inadequado dos recursos naturais. A partir dessa realidade, surge então, a necessidade de mudar esse quadro, e a EA é uma das maneiras de reverter essa situação, pois ela busca modificar valores, comportamentos, atitudes a fim de poder levar qualidade de vida a todos os cidadãos e pensar num mundo sustentável (BARROS & RECENA, 2017).
CONCLUSÃO
O Circuito Ecológico Sustentável levou, ao público alvo, conhecimentos e alternativas simples e econômicas para o reaproveitamento de resíduos sólidos inorgânicos e orgânicos, considerados lixos, por muitas pessoas, anteriormente. Na tentativa de sensibilizar as pessoas à preservação e cuidados ao meio ambiente, percebeu-se a eficácia do ensino compartilhado, devido à observação de muita participação, interesse, alegria e entusiasmo dos visitantes. Ficando claro que a maioria dos visitantes se alegrava em saber que com algumas adoções de práticas sustentáveis simples poderiam promover a diminuição da exploração dos recursos naturais, a redução do impacto ambiental e da nossa pegada ecológica no planeta, contribuindo assim para um mundo mais equilibrado e consciente.
REFERÊNCIAS
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