ISSN 1678-0701
Número 32, Ano IX.
Junho-Agosto/2010.
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Breves Comunicações

30/05/2010Considerações para o desenvolvimento de atividades práticas com o uso do feijão em sala de aula  
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Educação ambiental em ação 32

Considerações para o desenvolvimento de atividades práticas com o uso do feijão em sala de aula

Autor: Ronaldo Gomes Alvim

Doutor em Biologia Social pela Universidad de Salamanca, Professor de Pós-Graduação em Ecologia Humana. Tel: (31) 9778-5436.

E-mail: alvimrg@yahoo.com.br 

 

Estratégia didática

O uso de vegetais nas aulas de ciências, biologia e/ou ecologia é de grande importância para a compreensão dos fatores que impedem ou propiciam o crescimento dos organismos vivos.

Objetivo

- Realizar experiências que levem os estudantes dos diversos níveis de ensino, a compreensão dos fatores que propiciam ou impedem o desenvolvimento do crescimento de organismos vivos sobre diversas situações ambientais;

- Criar o senso científico de observação-ação junto aos alunos dos diversos níveis de ensino.

Materiais e métodos

A experiência consistirá em reunir informações sobre o crescimento de sementes de feijão em meios distintos.

- Serão necessários, 12 copos descartáveis (tamanho pequeno), caneta marcadora, terra, areia, sal, água e caixa de sapato.

- Os copos enumerados deverão ser separados entre os que ficarão em ambientes abertos (ensolarados) daqueles que serão acondicionados em uma caixa de sapato vedada da presença de luz, sendo aberta apenas para a observação diária do padrão de desenvolvimento das sementes nos ambientes distintos e regar a terra.

- Cada copo receberá um identificador com a caneta e na sua base deverá ser feito um pequeno orifício para expulsar o excedente de água exceto os de número 1 e 7;

- Encher cada um com pelo menos até a metade de terra ou água com os seguintes materiais exceto os de número 6 e 12:

Ambiente ensolarado (aberto)

Ambiente escuro

1.        Copo apenas com água + semente

2.        Copo com terra seca + semente

3.        Copo com terra molhada + semente

4.        Copo com terra + sal + semente

5.        Copo com areia úmida + semente

6.        Copo vazio + semente

7.        Copo apenas com água + semente

8.        Copo com terra seca + semente

9.        Copo com terra molhada + semente

10.     Copo com terra + sal + semente

11.     Copo com areia úmida + semente

12.     Copo vazio + semente

- O experimento deverá ser vistoriado ao menos 3 vezes por semana e quando necessário, umedecer a terra;

- Aqueles que tiverem misturas terra e sal (um terço ao menos), aconselha-se durante o preparo do experimento gerar mistura com a terra;

- Aconselha-se utilizar ao menos três sementes de forma a evitar o comprometimento do experimento;

- Poderão ser utilizadas fotografias para ilustrar os resultados;

- As informações coletadas serão apresentadas em sala de aula.

O acompanhamento

- O aluno a cada observação, deverá anotar as situações verificadas em cada copo como a existência ou não do nascimento do vegetal, seu desenvolvimento, cor das folhas, espessura do caule a característica dos cotilédones.

- tentar obedecer a mesma hora de observação durante o experimento e anotar em um quadro como este:

Dia

Hora

Observação por copo

 

 

01.

02.

03.

04.

05.

06.

 

 

07.

08.

09.

10.

11.

12.

- A atividade deverá durar até pelo menos a queda dos cotilédones e cada grupo apresentará o resultado verificado;

- O professor poderá, durante o procedimento da pesquisa, acompanhar cada grupo e trabalhar com eles na confecção do relatório;

- Sugere-se que caso haja a formação de três ou mais grupos, que uma das caixas seja feito um orifício para a entrada de energia luminosa para ver a influência da luz direcionamento do caule do vegetal.

Resultado

O professor, sabendo explorar os temas que possam envolver o experimento acima, poderá chamar atenção dos alunos sobre a importância do projeto numa discussão em sala de aula.

Tem-se observado entre os alunos um grande interesse pelo trabalho de pesquisa executado. Muitos têm relatado grande interesse nos estudos de ciências e ecologia.



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