ISSN 1678-0701
Número 66, Ano XVII.
Dezembro/2018-Fevereiro/2019.
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Relatos de Experiências

07/12/2018A IMPORTÂNCIA DA AULA DE CAMPO PARA O RECONHECIMENTO DE IMPACTOS AMBIENTAIS E A PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL  
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A IMPORTÂNCIA DA AULA DE CAMPO PARA O RECONHECIMENTO DE IMPACTOS AMBIENTAIS E A PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

THE IMPORTANCE OF THE FIELD CLASS FOR THE RECOGNITION OF ENVIRONMENTAL IMPACTS AND AN ENVIRONMENTAL EDUCATION PRACTICE

Aline Bezerra da Silva Santos1, Sinara Luísa Veloso2, Alik Timoteo de Sousa2



1Bióloga, Mestranda do Programa de Pós-Graduação, stricto sensu em ambiente e sociedade, Universidade Estadual de Goiás, Campus Morrinhos, e-mail: aline_bezerras@hotmail.com

2 Bióloga, Mestranda do Programa de Pós-Graduação, stricto sensu em ambiente e sociedade, Universidade Estadual de Goiás, Campus Morrinhos, e-mail: sinaraluisa@hotmail.com

3Geógrafo, Doutor em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás, Docente na Universidade Estadual de Goiás, Campus Morrinhos, e-mail: aliktimoteo@gmail.com

Resumo: A aula de campo é o momento em que os alunos têm a oportunidade de associar a teoria com a prática. O objetivo desse artigo é descrever a importância da aula campo para o reconhecimento dos impactos ambientais e discutir a importância da educação ambiental no processo de ensino aprendizagem.

Palavras-Chave: Aula de campo, Cerrado, Impactos ambientais, Educação Ambiental

Abstract: Field class is the time when students have the opportunity to associate theory with practice. The purpose of this article is to describe the importance of the classroom field for the recognition of environmental impacts and discuss the importance of environmental education in the process of teaching learning.

Key words: Field class; Cerrado; Environmental impacts.



1. Introdução

A preocupação pela preservação e conservação ambiental têm aumentado, principalmente em função das condições ambientais contemporâneas (NASCIMENTO, 2012). Atualmente existe interesse muito grande em torno deste assunto em todos os níveis de ensino, em que fala-se bastante na preservação do ambiente, reciclagem do lixo, redução do consumismo e no impacto ambiental (MATTHES; CASTELEINS, 2009).

A educação ambiental exerce função essencial no que se trata do papel do homem no ambiente, mostrando os caminhos que devem ser tomados para a conservação e preservação dos recursos naturais (LIMA, 2015). Para tratar das questões ambientais, o governo brasileiro criou no ano de 1992 o Ministério do Meio Ambiente (MMA, 2018), com o objetivo de promover a adoção de princípios e estratégias para o conhecimento, a proteção e a recuperação do meio ambiente, o uso sustentável dos recursos naturais, a valorização dos serviços ambientais e a inserção do desenvolvimento sustentável na formulação e na implementação de políticas públicas, em todos os níveis e instâncias de governo e sociedade (BRASIL, 1998). Dentre as políticas elaboradas, surge a proposta da Educação Ambiental (MMA, 2018)

Uma das maneiras de se promover educação ambiental é por meio da aula de campo, momento em que os estudantes têm a oportunidade de observar os fenômenos mencionados em sala de aula, associar teoria à prática e melhorar o processo de ensino aprendizagem (KRASILCHIK, 2005; LIBÂNEO, 2003). Carbonell (2002) diz que os espaços fora da sala de aula despertam a mente e a capacidade de aprender, pois se caracterizam como espaços estimulantes que, se bem aproveitados, se classificam como um relevante cenário para a aprendizagem. Para Viveiro e Diniz (2009), a aula de campo se propaga também como um aumento de afeto e confiança entre discentes e docentes.

Diante da realidade dos problemas ambientais vivenciados atualmente pela sociedade, e buscando discutir a aula/trabalho de campo como uma alternativa didática a ser implementada para a formação de uma consciência ambiental, o presente artigo tem como objetivo descrever a importância da aula de campo para o reconhecimento dos impactos ambientais e discutir a importância da educação ambiental no processo de ensino-aprendizagem.

2. Metodologia

O trabalho de campo desempenha na prática educativa quatro funções: Ilustrativa, cujo objetivo é ilustrar os vários conceitos vistos nas salas de aula; motivadora, em que o objetivo é motivar o aluno a estudar determinado tema; treinadora, que visa a orientar a execução de uma habilidade técnica; e geradora de problemas, que visa orientar o aluno para resolver ou propor um problema (COMPIANI; CARNEIRO, 1993, p. 90). Silva, Faria et al. (2013) ressaltam que o professor deve desafiar seus alunos para que eles saibam analisar, compreender, contextualizar o conteúdo; e ainda afirmam que essa mudança exige que o professor procure outros métodos para inovação e para desenvolver essas habilidades nos alunos.

É importante destacar também que o […] professor deve aguçar, na medida do possível, a curiosidade dos alunos para que, a partir das suas observações e das informações coletadas, possam construir suas aprendizagens, alcançando, assim, os objetivos propostos para a saída ao campo (FALCÃO; PEREIRA et al., 2005, p. 112). Sustentado nessa premissa, realizou-se uma aula / trabalho de campo na disciplina “Clima, Solo e Produção no Cerrado”, do curso de Mestrado em Ambiente e Sociedade, no período de 23 a 25 de junho de 2017 pelo sul e sudeste do estado de Goiás, com o intuito de observar as paisagens, o solo, os tipos de produção e os impactos causados pela ação antrópica.

Foram visitados os municípios de Morrinhos, Rio Quente, Piracanjuba, Caldas Novas, Santa Cruz de Goiás, Palmelo, Pires do Rio, Urutaí, Ipameri, Cristalina, Campo Alegre de Goiás, Catalão, Goiandira, Nova Aurora, Corumbaíba, Marzagão, Água Limpa, Buriti Alegre e Itumbiara.

Durante a aula de campo foram observados problemas ambientais relacionados com a produção no Cerrado, entre eles o desmatamento para implantação de extensas áreas de monoculturas destinadas à produção de grãos (soja, milho, sorgo), cana de açúcar e outros cultivos. Observou-se também erosões hídricas laminares e lineares de grande porte do tipo ravinas e voçorocas, assoreamento de cursos d’água, ausência de Mata Ciliar, Mata de Galeria e Veredas fortemente impactadas.

Vale salientar que foi visitada também uma agroindústria abatedora de frangos, instalada no município de Pires do Rio, buscando compreender a relação entre a produção agrícola do entorno e a referida agroindústria que fornece alimentos para Goiás, Brasil e exporta para diversos países asiáticos.

A partir dessa aula de campo pôde-se, através da observação empírica, analisar as diferentes formas de uso e ocupação dos solos na região, e elencar os principais problemas ambientais visualizados. A análise de atribuição de ensino e aprendizagem foi realizada por meio de uma roda de conversa e perguntas feitas pelos docentes da disciplina.

3.Resultados e Discussão

Durante o trabalho de campo realizado no sudeste goiano foram observados problemas ambientais relacionados com a produção no Cerrado, para isso o clima e solo também foram analisados. A princípio monoculturas de milho (Figura 1) e sorgo foram observadas em grandes áreas, relacionando-as com a produção de ração. Os grãos são armazenados em depósitos dispostos ao longo das rodovias goianas (Figura 2).

Vários são os problemas ambientais relacionados com as grandes monoculturas. A plantação de grãos, como milho e sorgo, destinados a produção de ração para criação de animais, devasta grandes áreas e provoca a erosão do solo (DE DEUS; BAKONYI, 2012). Outro grave problema refere-se ao uso indiscriminado de agrotóxicos nas referidas lavouras, gerando riscos de contaminação do solo, da água, do alimento, da fauna, flora e até mesmo dos seres humanos (VEIGA, 2007).

Durante o percurso foram observadas diversas áreas recém-desmatadas para fins agrícolas, bem como, para a duplicação da rodovia Federal BR 050, entre Cristalina e Catalão. Os alunos ficaram revoltados com o tamanho do impacto ambiental causado pela ação antrópica, fizeram vários questionamentos sobre a aplicação das leis ambientais, código florestal e preservação da biodiversidade e fizeram apontamentos sobre a criação de Unidades de Conservação no Cerrado e Áreas de Preservação Permanente.

Figura 1: Monocultura de milho no município de Piracanjuba, entre Caldas Novas e Santa Cruz de Goiás.

Fonte:(Santos, 2017)



Figura 2: Depósito de grãos (Silo) – Município de Santa Cruz de Goiás, rodovia Estadual GO 139.

Fonte:(Santos, 2017)

Segundo Brasil (1998) para que a aprendizagem seja significativa é essencial considerar o desenvolvimento cognitivo do estudante relacionando as suas experiências. A aula de campo é fundamental para assimilar o conteúdo ministrado em aula teórica. É na aula de campo que se desenvolve o caráter pesquisador, investigador do estudante e que essa contextualização entre conteúdo e aula prática no campo influencia diretamente a construção da ciência e sua relevância social (NEVES, 2010).

O contato com o meio externo proporciona emoções, através dos órgãos sensoriais, que auxiliam na compreensão da realidade, nas tomadas de decisão e julgamento moral, havendo uma estreita relação entre raciocínio e emoções (DAMÁSIO, 2001). “A utilidade das observações de campo não se limita apenas à resolução de problemas de aprendizado, mas também à de problemas reais que envolvam o ambiente e a sociedade” (MACHADO, 2006, p. 10).

No caso da Pedologia, os trabalhos de campo se tornam essenciais para que o acadêmico possa aprender na prática como fazer a delimitação e descrição de um perfil de solo, bem como identificar e mapear os diversos tipos de solos existentes” (MACHADO, 2006, p.15). O solo é importante para produção no Cerrado e seu estudo é imprescindível para compreensão do seu potencial produtivo (CARVALHO, 2007). Por meio da análise do perfil do solo pode-se observar sua classificação e suas principais características físicas e químicas, o que não seria tão bem compreendido apenas na teoria pelos alunos (Figura 3). Os alunos conseguiram obter uma melhor compreensão das características do solo, conseguindo fazer a ligação entre o conhecimento teórico e o prático.

Figura 3: Delimitação dos horizontes e descrição Macro morfológica de solo em campo, Ipameri (GO).

Fonte:(Santos, 2017)

Conforme as características do solo compreende-se que técnicas de manejo inadequadas expõe o solo a uma extrema fragilidade, estando sujeito a diversos impactos, sobretudo à formação de processos erosivos (CASTRO; HERMANI, 2015). Assim, é comum encontrar nessa região do estado de Goiás voçorocas muito instáveis, que ainda não foram devidamente estudadas e que necessitam de obras urgentes para sua adequada estabilização visando o estancamento dos impactos ambientais decorrentes, dentre eles, o assoreamento dos recursos hídricos locais e regionais (FERREIRA, 2007)

A vegetação ripária constituída pela Mata de Galeria e/ou Mata Ciliar protege os cursos hídricos contra os sedimentos provenientes das vertentes adjacentes que causam o assoreamento do talvegue, bem como, protege os seus taludes da ação da erosão fluvial (SILVA JUNIOR et al., 2001). Quando os cursos d’água não possuem essa proteção natural, ficam expostos ao ataque dos referidos impactos ambientais (CASATTI, 2010), como ocorre no município de Água Limpa (Figura 4). Essas alterações no meio físico modificam a vazão do curso d’água, pois, a água da chuva encontra dificuldade para infiltrar no solo, reduzindo o abastecimento e armazenamento do lençol freático e consequentemente diminuindo a perenidade e a vazão dos córregos e rios da região ao longo do ano (BERTONI, LOMBARDI NETO, 2008).

Figura 4: Erosão fluvial e assoreamento de um córrego de 3ª. Ordem, em Água Limpa, GO.

Fonte: (Santos, 2017)

Na prática de campo foram observadas, in loco, quais são as consequências da ausência da Mata de Galeria e/ou Mata Ciliar que deveria ser protegida por lei, considerada pelo Código Florestal como Área de Preservação Permanente (APP). Algumas veredas com indícios de degradação ambiental foram observadas durante o percurso da aula de campo em vários municípios do sul Goiano.

As cabeceiras e áreas do entorno destes subsistemas do Cerrado estão fortemente impactados com a presença de lavouras de sequeiro e irrigadas, pastagens para criação de gado e barramento de seus leitos contribuindo para o seu “afogamento” e consequente morte da palmeira buriti (Mauritia flexuosa), principal espécie desse ambiente (Figura 5).

Ressalta-se ainda a contaminação por agrotóxicos reduzindo sua diversidade biológica, e até mesmo com sérios riscos de sua extinção (ARIAS et al, 2006). Nesse momento houve grande inquietação dos alunos, preocupados com a degradação das veredas que pode leva-las a morte. Levantaram a questão da importância das veredas para o abastecimento do lençol freático e simultaneamente se ocorre a morte de veredas, ocorre também a escassez de recursos hídricos. Ressaltaram mais uma vez sobre implementação da fiscalização das políticas públicas no que se diz respeito aos recursos hídricos e a conservação da biodiversidade.

Figura 5: Vereda degradada, efeito paliteiro nos buritis, município de Nova Aurora.

Fonte: (Santos, 2017)

Machado (1982) em discussão acerca da educação ambiental, afirma que o ser humano só cuida, preserva e respeita aquilo que conhece. Nesse sentido, é de grande importância fazer com que a consciência ambiental seja levada a toda a sociedade. Ressalta-se aqui que uma das principais ferramentas para se chegar a isso é por meio da educação ambiental, a qual pode ter como alternativa didática a utilização da aula prática de campo. Após aula de campo, os alunos mostraram mais interessados e preocupados com os impactos ambientais, a degradação das veredas, o desmatamento das matas de galerias e ciliares que são fundamentais para a manutenção dos rios e córregos e com o futuro do Cerrado em si.

Nesse sentido, a aula prática de campo vivenciada pelo grupo de alunos possibilitou tratar de vários assuntos como o solo, a vegetação, os tipos de produção no Cerrado e os impactos ambientais decorrentes. Por meio de uma roda de conversa, com a realização de questionamentos e apontamentos pelos docentes observou-se que os alunos conseguiram por meio da explicação dos professores e das experiências vividas na aula prática de campo ter uma visão mais crítica da realidade, e o conteúdo teórico, que foi visto na teoria em sala de aula, foi reforçado

Assim, por meio da aula de campo realizada na disciplina clima, solo e produção do Cerrado, foi possível observar diretamente os impactos ambientais causados pela ação antrópica, como o desmatamento para implantação de atividades agropecuárias com destaque para lavouras de sequeiro/irrigadas e criação de gado. Tais atividades têm produzido impactos negativos ao meio físico, a flora e fauna do nosso bioma, representados pela intensa degradação do subsistema Veredas, erosões hídricas: laminar e linear de pequeno e grande porte, culminando em assoreamento e poluição química dos cursos d’água, devido ao intenso uso de agrotóxicos nas lavouras, na referida aula prática.

A prática de campo permitiu compreender as relações de produção vigentes, e estabelecer parâmetros para que a partir de uma proposta de educação ambiental, possa-se nortear a formação do indivíduo enquanto um elemento que venha a contribuir para uma melhor consciência ambiental

Considerações Finais

As aulas de campo são oportunidades para que os alunos conheçam ambientes fora da sala de aula e a realidade da problemática ambiental. Estas aulas também oferecem possibilidade de trabalhar de forma interdisciplinar, momento em que vários assuntos podem ser tratados. Na aula teórica muitos assuntos não despertam o interesse do aluno, como quando é vivenciado. Ao ver, o aluno consegue despertar o interesse pela realidade. Antes da aula prática áreas com monocultura, Veredas em processo de degradação, erosões lineares do tipo voçorocas, rios assoreados, muitas vezes passavam despercebidos pelos alunos, algo que depois de discussões durante a aula prática de campo passaram a ser vistas como problemas que devem ser resolvidos.

Durante a realização do trabalho / aula de campo, constatou-se que a partir de uma visão interdisciplinar empregada nas práticas de ensino a campo, tornou-se possível fazer com que os alunos se atentem para as diversidades do meio que os rodeiam, sejam elas de cunho social, econômico ou relativo à degradação ambiental. Permitiu assim compreender que as relações de produção estabelecidas nas regiões visitadas, constituem práticas produtivas que na maioria das vezes pautam por um conjunto de ações que visem à elaboração de uma prática de preservação ambiental.

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