ISSN 1678-0701
Número 66, Ano XVII.
Dezembro/2018-Fevereiro/2019.
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04/12/2018IMPORTÂNCIA DO MUSEU DE MINERAIS E ROCHAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO ENQUANTO ESPAÇO DE ENSINO, PESQUISA E POPULARIZAÇÃO DE GEOCIÊNCIAS  
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IMPORTÂNCIA DO MUSEU DE MINERAIS E ROCHAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO ENQUANTO ESPAÇO DE ENSINO, PESQUISA E POPULARIZAÇÃO DE GEOCIÊNCIAS

Yuri Victor Melo¹, Cecília Uliana Zandonadi ². Orientação: MSc. Luiz Machado Filho³

¹ Graduando em Geografia (licenciatura e bacharelado) pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e monitor voluntário do Museu de Minerais e Rochas da UFES . E-mail: ymelllo@hotmail.com

² Graduanda em Geografia (licenciatura e bacharelado) pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e monitora voluntária do Museu de Minerais e Rochas da UFES. E-mail: ceciliauli@hotmail.com

³ Geólogo, Mestre em Geologia, professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e coordenador do Museu de Minerais e Rochas da UFES. E-mail: l.machado.filho@uol.com.br



Resumo:

Este trabalho objetiva abordar as atividades e potencialidades desenvolvidas no Museu de Minerais e Rochas da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Além de abrigar os mais diversos tipos de minerais e rochas, o espaço, que fica localizado no campus de Goiabeiras, atua na docência, pesquisa e divulgação científica há cerca de duas décadas, sendo, portanto, uma referência em todo o estado no domínio das Geociências. Para a efetivação deste trabalho, foram feitas diversas consultas às bibliografias relacionadas ao museu universitário e a suas dimensões correlatas, as quais se aliaram às experiências empíricas dos autores no referido ambiente, a fim de evidenciar a fundamental importância das práticas de pesquisa, ensino e extensão ocorrentes em tal laboratório. Ademais, almeja-se compreender a atual relevância social do Museu, além de buscar novas reflexões a respeito do binômio saber universitário-sociedade, proporcionadas pelos processos de musealização e de divulgação e produção científica. Espera-se também, ambicionar novos empreendimentos científicos-educacionais para as ações do Museu de Minerais e Rochas da UFES.

Palavras-chave: Museu de Minerais e Rochas; produção científica; docência.

Abstract:

This paper aims to address the activities and potentialities developed at the Museum of Minerals and Stones of the Federal University of Espírito Santo (UFES). In addition to house different types of minerals and stones, the space, which is located at the Goiabeiras campus, acts in teaching, researching and scientific dissemination for nearly two decades, and therefore it is a reference throughout the state within the field of Geosciences. For the execution of this work, various consultations were made with the academic Museum-related bibliographies and dimensions, which allied themselves to empirical experiences of the authors in that environment, in order to highlight the fundamental importance of researching, teaching and extension practices ocurring in such laboratory. Furthermore, it is aimed to understand the current social relevance of the Museum, as well as to seek new reflections about the University-society known binomial, offered by musealization processes and by scientific dissemination and production. It is also expected to pursue new educational-scientific endeavors for the UFES’ Museum of Minerals and Stones actions.

Keywords: Museum of Minerals and Stones; scientific production; teaching

INTRODUÇÃO:

O presente artigo versará de modo amplo, acerca das atividades desenvolvidas e das potencialidades do Museu de Minerais e Rochas da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Estas são, notadamente, tocantes aos processos de ensino-aprendizagem e de divulgação científica no âmbito das Geociências, ou também denominadas para os fins desta pesquisa, de Ciências da Terra.

Desse modo, serão aqui focalizadas práticas referentes às três facetas basilares do ensino público, a saber, pesquisa, ensino e extensão. Ambas ocorrentes no espaço do museu universitário.

Tal ambiente localiza-se no campus de Goiabeiras da UFES, mais especificamente no segundo piso do prédio IC-2. Este museu já se constitui como espaço destinado a docência e a pesquisa e divulgação científica para comunidade acadêmica e para a sociedade em geral há cerca de duas décadas. Assim, afirmando-se como local de referência no âmbito geocientífico do estado do Espírito Santo.

Em sua existência, o Museu de Minerais e Rochas, gerido pelo Departamento de Oceanografia e Ecologia (DOC) da UFES, vêm abrigando diversas disciplinas relacionadas às Geociências para os mais distintos cursos da universidade, a exemplo dos cursos de Oceanografia, Geografia e Ciências Biológicas. Logo, apresenta fundamental importância nos processos de ensino-aprendizagem ao evidenciar na prática, a partir de amostras de minerais e rochas, os conteúdos aprendidos pelos alunos.

Ademais, o espaço supracitado tem sediado há tempos um projeto de extensão homônimo, a fim de, primordialmente, possibilitar uma maior aproximação entre o conhecimento das Ciências da Terra e a sociedade em geral, além de auxiliar no processo de organização e conservação de amostras.

O referido projeto almeja, também, a publicação de artigos e/ou resumos relacionados às Geociências, por parte de seus integrantes bolsistas e voluntários. Esse processo de produção científica tem se ampliado durante os anos, com participações dos integrantes do projeto em relevantes eventos de caráter geocientífico.

Assim, preliminarmente, torna-se necessário ressaltar a relevância da instituição museológica em geral, destacando sua essencial função, o processo de musealização. Tal fenômeno apresenta-se de suma importância sociocultural ao empreender ações de pesquisa e documentação voltadas à produção, registro, disseminação de informações e educação, a partir do acervo e coleções de determinado museu (VIEIRA, 2017).

Para além do processo de musealização, a pesquisa tem como objeto de estudo um museu universitário e público, sendo assim, com características peculiares e destacáveis que devem ser pormenorizadas no decorrer do trabalho e que o autojustificam. Dessa maneira, cabem aqui as palavras de Ribeiro acerca da função dos museus universitários:

[...] podemos afirmar que os museus universitários agregam, às funções dos museus não universitários, as demandas por legitimação e difusão dos saberes, experiências, sensibilidades e representações do campo científico e da vida acadêmica, sendo também responsáveis por apresentar a Universidade aos não universitários (RIBEIRO, 2013, p.92).

Por fim, mas não menos importante, vale salientar o destaque a ser concedido às Geociências em sua mais ampla acepção, as quais compreendem as áreas científicas regentes das atividades do Museu de Minerais e Rochas da UFES. Assim, apenas título de formalização, pode-se considerar as Ciências da Terra como “o campo de estudos interessado na terra sólida, na água e no ar que os envolve. Incluídas às Ciências Geológicas, Hidrológicas e Atmosféricas” (ENCYCLOPEDIA BRITANNICA, 2018, p.1). Tal conceituação, por si só, deixa clara a amplitude de saberes e a potencialidade do campo geocientífico em sua integralidade.

Pode-se sintetizar que este trabalho almeja, em primeiro lugar, compreender a importância social das atividades realizadas por tal museu. Doravante, buscar novas reflexões para os binômios saber universitário-sociedade e Geociências-Educação. Além de, por fim, ambicionar novos empreendimentos científico-educacionais das atividades promovidas pelo Museu de Minerais e Rochas da Universidade Federal do Espírito Santo.

METODOLOGIA:

As presentes discussões e reflexões constituem-se a partir da revisão bibliográfica de diversos estudos tocantes ao Museu de Minerais e Rochas da UFES, além da análise textual de bibliografias correlatas e complementares à temática pesquisada. Ademais, foram utilizadas as vivências e experiências pessoais dos autores no museu universitário como recursos metodológicos e informacionais.

As obras e estudos basilares ao engendramento do artigo buscam dissertar e auxiliar nas meditações sobre as diversas dimensões aqui discutidas. Assim, foram consultadas desde fontes oficiais, a exemplo das informações fornecidas pelo Departamento de Oceanografia (2018), até pesquisas sobre o Museu de Minerais e Rochas (MELO et al., 2017) e sobre as Geociências e suas relações contextuais, por exemplo, com o campo da Educação (COSTA, 2013, p.1); (BONITO, 1999, p.53).

Além disso, as vivências e experiências dos autores enquanto monitores e alunos do referido Museu possibilitaram o aprofundamento no conhecimento deste ambiente. Estas percepções pessoais certamente são de grande valia para embasar as elucubrações aqui dissertadas e explanadas.

DISCUSSÃO:

Há cerca de vinte anos, o Museu de Minerais e Rochas da UFES vêm se constituindo como um dos principais centros de diálogo e difusão entre os conhecimentos de Geociências e a sociedade em geral. O pioneirismo desse espaço o torna referência no campo das Ciências da Terra, para o estado do Espírito Santo, devido ao seu grande número de amostras de rochas e minerais e a seus consistentes projetos de pesquisa e extensão universitários. Durante essas quase duas décadas de funcionamento, o laboratório pôde atender a cerca de 20.000 pessoas (MELO et al., 2017).

O referido museu localiza-se no campus da UFES do bairro de Goiabeiras, município de Vitória. Possui locação no prédio do IC-2, pertencente ao Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN) da universidade, e é coordenado pelo Departamento de Oceanografia e Ecologia (DOC). O funcionamento local se dá predominantemente nos períodos matutino e vespertino, podendo, por vezes, operar atividades em período noturno.

Durante as manhãs, o ambiente é utilizado para a docência de diversas disciplinas afins às Geociências, tanto obrigatórias quanto optativas, as quais perpassam desde matérias como Geologia Geral até sub-campos das Ciências da Terra, a exemplo de disciplinas como Mineralogia, Aspectos Geológicos do Espírito Santo e Sedimentologia. Tais aulas são principalmente destinadas aos cursos de Oceanografia, Geografia e Ciências Biológicas.

No período vespertino, o Museu de Minerais e Rochas está aberto das segundas às sextas-feiras das 13h às 17h. Durante as tardes, estarão presentes os monitores e, por vezes, os professores coordenadores e associados ao projeto de extensão desenvolvido no local. Nesse estágio do dia, o espaço tem como principais funções a recepção de visitas de faculdades e de escolas de ensino fundamental e médio (Figuras 1 e 2), a prestação de auxílios aos estudantes universitários em seus trabalhos de cunho geocientífico e o fornecimento de informações técnicas, econômicas e legais sobre amostras minerais para as pessoas e/ou instituições interessadas.

As visitações de escolas, das redes públicas e particulares de ensino, e de faculdades podem ser agendadas com os professores coordenadores e/ou associados ao laboratório ou com os monitores e extensionistas, a partir do número 4009-7658 (PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, 2016). As visitas-aulas são guiadas pelos monitores e podem ser moldadas de acordo com os objetivos da respectiva instituição escolar ou universitária, a fim de abarcar os mais distintos espectros de conhecimentos e atividades interativas de acordo com os diversos níveis de saberes discentes.

Figuras 1 e 2. Exposição do acervo do Museu para visitas de alunos escolares. Fonte: http://oceanografia.ufes.br/pt-br/laborat%C3%B3rio-de-geologia-museu-de-minerais-e-rochas

Ademais, durante o período das tardes, o Museu de Minerais e Rochas, ocasionalmente, abriga aulas, minicursos e palestras para docentes e discentes de outros cursos universitários, a exemplo das formações em Engenharia Civil, Engenharia Ambiental e Arquitetura; e para profissionais das áreas ambientais em geral.

Por vezes, o recinto funciona durante o período noturno, especialmente para sediar disciplinas relacionadas às Geociências, notadamente a matéria de Geologia Geral para o curso noturno de Geografia.

Logo, pode-se notar que as funções do Museu de Minerais e Rochas sempre estão inter-relacionadas com o par divulgação/produção científicas em Ciências da Terra, o qual serve de subsídio para as potencialidades da educação em Geociências.

Como justificativa sociocultural da notável incumbência da educação geocientífica, merecem destaques os dizeres de Costa e de Bonito, respectivamente:

Compreender o planeta Terra como um sistema complexo e que está sujeito a diversas transformações, se torna essencial, haja vista a enormidade de questões socioambientais enfrentadas pela sociedade humana atual. As Geociências possuem uma importância indiscutível para os atuais níveis de educação, é por meio dessa grande área, que os educandos poderão tomar frente dessas questões indo ao encontro de soluções viáveis (COSTA, 2013, p.1).

A inclusão das Geociências na formação geral e específica do cidadão, desde níveis básicos de educação, contribui com uma forte componente do meio ambiente, conhecimentos básicos acerca de processos físicos, químicos e biológicos que têm lugar nas proximidades do indivíduo, desenvolvendo-se um respeito pela Natureza, evitando ações que supõem alterações indesejadas e irreversíveis do meio ambiente (BONITO, 1999, p.53).

Portanto, ao se considerar os entendimentos sobre a relevância dos museus e de seus processos de musealização, além da importância das Geociências e de seus diálogos com o campo educacional, tornam-se pertinentes às reflexões aqui expostas.

Em relação ao acervo do Museu, pode-se dizer que sua coleção de amostras é uma das mais amplas do estado com cerca de 1000 exemplares (MELO et al., 2017). Dentre estes, estão inclusos “minérios de metais, diversos tipos de fósseis, materiais de uso em siderurgia, cimento, cerâmica, construção civil, carvão mineral, petróleo e derivados” (DEPARTAMENTO DE OCEANOGRAFIA, 2018), além de algumas amostras de “rochas mais comuns do Estado do Espírito Santo e do Brasil” (MELO et al., 2017).

A coleção acima se encontra abrigada nos 110m² do ambiente e, em parte, exposta em bancadas, vitrines e prateleiras de vidro ou guardadas em gavetas de madeira (PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, 2018), (Figuras 3 e 4). Algumas amostras grandes se encontram ao redor do piso do laboratório (Figura 5).

Figuras 3, 4 e 5. Coleção de amostras do Museu de Minerais e Rochas. Acervo Pessoal.

Os exemplares estão organizados em vitrines a partir de suas diferentes gêneses, classificações ou uso. Inicialmente dispostos, estão os minerais formadores de rochas, passando pelos três litotipos das mesmas, por fósseis (Figura 6), gemas e outras classificações minerálicas, até chegar aos minerais e rochas industriais (Figura 7). Nas bancadas se encontram as amostras mais utilizadas durante as aulas práticas e na prateleira de vidro central algumas amostras grandes e bonitas.

Figuras 6 e 7. Parte da coleção de fósseis (6) e recursos industriais (7) do Museu. Acervo Pessoal.

Para o gerenciamento e a execução das atividades e objetivos deste ambiente, torna-se evidente o relevante papel desempenhado por seus monitores e bolsistas de extensão, associados ao Programa de Extensão Museu de Minerais e Rochas. Este apresenta como objetivos primordiais o atendimento às atividades didáticas do Departamento de Oceanografia e Ecologia (SEMANA NACIONAL DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, 2010) e a divulgação e popularização das Ciências da Terra para a comunidade (MELO et al., 2017).

Para a efetivação dessas metas, podem ser destacadas as principais ações empreendidas no laboratório, a saber: 1) Recebimento e orientação de visitas de turmas de estudantes de ensino fundamental e médio para atividades didáticas no âmbito geocientífico; 2) Atendimento e apoio a grupos de estudantes em seus trabalhos de cunho geológico, com auxílio à classificação de amostras e fornecimento de informações e bibliografias; 3) Ministrar minicursos a professores como subsídio às suas práticas pedagógicas em Geociências; 4) Atendimento a pessoas interessadas em informações técnicas, econômicas e jurídicas de minerais e/ou rochas (SEMANA NACIONAL DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, 2010).

Ademais, como importante função do programa de extensão desse espaço, os extensionistas e monitores do Museu de Minerais e Rochas são incentivados a participar de eventos e congressos científicos. Nestes, buscam divulgar para a comunidade geral as Ciências da Terra e os trabalhos realizados no ambiente que representam, inclusos aí, resumos e artigos científicos.

Dentre os eventos, mostras culturais e programas científicos que contaram com a participação do Museu de Minerais e Rochas, podem-se citar as “Semanas de Ciência e Tecnologia, Feiras do Verde e Jornadas de Extensão” (MELO et al., 2017). Além de eventos estaduais, a exemplo do “Programa Ciência Móvel” (Figura 8), regionais, como o Geosudeste, e nacionais, representado pelo Congresso Brasileiro de Geologia.

Figura 8. Estande do Museu de Minerais e Rochas durante mostra do “Programa Ciência Móvel”. Acervo Pessoal.

Por fim, vale ressaltar que apesar das relevantes funções concernentes ao ensino, pesquisa e popularização das Ciências da Terra, tal ambiente poderia ter suas atividades ainda mais potencializadas, não fosse o baixo investimento do poder público para a manutenção e melhoria das universidades públicas. Fato este que vêm se agravando nos últimos anos e impacta diretamente as instalações e os recursos humanos atinentes ao referido laboratório.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir da referida dissertação, expôs-se a importância sociocultural dos museus, sejam de patrimônios culturais ou naturais, para a constituição de uma cidadania no seio da vida cotidiana. Tal fato é notável quando se leva em consideração que tais instituições são marcos espaço-temporais de conhecimentos sobre constituição e organização do mundo, tanto físico quanto social.

Em suma, as meditações aqui apresentadas almejaram divulgar as funções e demonstrar as potencialidades do Museu de Minerais e Rochas, da Universidade Federal do Espírito Santo, enquanto ambiente referência a nível estadual para o estudo e divulgação das Geociências. Torna-se evidente que há muito a melhorar nesse ambiente, porém deve-se ressaltar seu papel para a ampliação educacional e social das Ciências da Terra.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BONITO, Jorge. Da Importância do ensino das Geociências: algumas razões para o “ser” professor de Geociências. Disponível em: <https://dspace.uevora.pt/rdpc/bitstream/10174/16541/1/Bonito.pdf> Acesso em: 08 de julho de 2018.

COSTA, Samara dos Anjos. O reconhecimento das Geociências na educação básica: uma proposta de material pedagógico para professores do Distrito Federal, 2013, 55 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Naturais) – Universidade de Brasília, Campus Planaltina, 2013.

DEPARTAMENTO DE OCEANOGRAFIA. Laboratório de Geologia – Museu de Minerais e Rochas. Disponível em: <http://oceanografia.ufes.br/pt-br/laborat%C3%B3rio-de-geologia-museu-de-minerais-e-rochas> Acesso em: 09 de setembro de 2018.

ENCYCLOPEDIA BRITANNICA. Earth Sciences. Disponível em: <https://britannica.com/science/Earth-sciences> Acesso em: 08 de julho de 2018.

Laboratório de Geologia: Museu de Minerais e Rochas. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, [2010]. 1° folder.

MELO, Y. V. et al. Projeto Museu de Minerais e Rochas atuando em difusão e popularização de ciência, Vitória - ES. In: 15° Simpósio de Geologia do Sudeste, 2017, Diamantina. Patrimônio Geológico e Geoturismo, 2017. v. Único.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO. O Fazer extensionista: espaços culturais UFES. 1. ed. Vitória: UFES, Proex, 2016, n.1, 52p.

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO. Programa Museu de Minerais e Rochas. Disponível em: < http://siex1.ufes.br/siex/AuditarPrograma.do?id=8461> Acesso em: 07 de setembro de 2018.

RIBEIRO, Emanuela Sousa. Museus em universidades públicas: entre o campo científico, o ensino, a pesquisa e a extensão. In: Revista do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade de Brasília, UNB. Brasília, 2013.

VIEIRA, Adriano Barreto. A comunicação museológica e as pedagogias culturais: por um museu educativo em movimento. Mosaico, Rio de Janeiro, v. 8, n. 12, p. 123 - 138, jun. 2017. ISSN 2176-8943. Disponível em: <http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/65759/66864>. Acesso em: 09 Jul. 2018. doi:http://dx.doi.org/10.12660/rm.v8n12.2017.65759.



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