ISSN 1678-0701
Número 66, Ano XVII.
Dezembro/2018-Fevereiro/2019.
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Relatos de Experiências

04/12/2018O PERFIL SOCIOECONÔMICO DE COMUNIDADES E OS IMPACTOS AMBIENTAIS ÀS MARGEM DO IGARAPÉ PIRIPINDEUA, MÃE DO RIO, NORDESTE DO PARÁ.  
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O PERFIL SOCIOECONÔMICO DE COMUNIDADES E OS IMPACTOS AMBIENTAIS ÀS MARGEM DO IGARAPÉ PIRIPINDEUA, MÃE DO RIO, NORDESTE DO PARÁ.

Isaque Wilkson de Sousa Brandão1; Patrícia de Paula de Oliveira Lima2

1 Graduando em Química, UFPA, Belém-Pa, Brasil. isaque@ufpa.br

2 Pós-Graduada em Pericia e Auditoria Ambiental, UNINTER, Brasil. Patricialima00@outlook.com

RESUMO: A poluição causada pelo homem está diretamente ligada às suas atividades. São várias as atividades realizadas pelo homem que provocam danos ao meio ambiente e modificam a qualidade da água dos corpos hídricos. Apesar de ser um recurso finito e fundamental para a sobrevivência dos seres vivos, a água vem sendo ameaçada. Diante de tais problemáticas que circundam o Igarapé Piripindeua, o presente trabalho teve como objetivo verificar a influência das atividades desenvolvidas pela população local sobre os recursos hídricos do Igarapé Piripindeua, município de Mãe do Rio, identificando os impactos ambientais e aplicação de questionário às comunidades no entorno, além de levantamento bibliográfico de estudos de impactos ambientais no igarapé. Foram estudadas seis comunidades, totalizando uma população amostral de 100 indivíduos e as informações das entrevistas foram usadas para calcular o índice de desenvolvimento econômico e social (IDES). O uso da terra de maneira inadequada foi um dos maiores impactos observados na bacia Piripindeua. O estudou mostrou que as comunidades que residem às margens do Piripindeua contribuem para os impactos, no entanto, não foram os maiores responsáveis por esses impactos ambientais. Os maiores impactos ambientais levantados foi o assoreamento e a erosão, advindas da retirada da mata ciliar para criação de pastos. Dentre os indicadores socioeconômicos, o aspecto sanitário se destacou por mostrar um problema que infringe a dignidade humana das comunidades: o acesso à água tratada.

PALAVRAS CHAVE: Impactos Ambientais, Socioeconômico, Comunidade.

ABSTRACT: The pollution caused by the man is directly linked to his activities. There are several activities carried out by man that cause damages to the environment and modify the water quality of the water bodies. Despite being a finite and fundamental resource for the survival of living beings, water has been threatened. In view of such problems that surround the Piripindeua river, the present work had as objective to verify the influence of the activities developed by the local population on the water resources of Piripindeua river, Mãe do Rio City, identifying the environmental impacts and questionnaire application to the communities in the environment, besides a bibliographic survey of environmental impact studies in the igarapé. Six communities were studied, totaling a sample population of 100 individuals, and the interview information was used to calculate the economic and social development index (IDES). The use of land improperly was one of the greatest impacts observed in the Piripindeua basin. The study showed that the communities that live on the banks of Piripindeua contribute to the impacts, however, were not the main responsible for these environmental impacts. The greatest environmental impacts were sedimentation and erosion, resulting from the removal of riparian forest for pasture farming. Among the socioeconomic indicators, the health aspect was highlighted as showing a problem that violates the human dignity of communities: access to treated water.

KEYWORDS: Environmental Impacts, Socioeconomic, Community.

INTRODUÇÃO

A água por ser um recurso limitado deve ser preservada pelas atuais e futuras gerações (RODRIGUES et al, 2010). Por ser considerado um recurso natural escasso, devemos preservar os corpos d’água e que seu uso irresponsável pode prejudicar a sobrevivência dos seres vivos.

Para Souza e Aziz (2004), a água tem usos múltiplos, entre eles o consumo humano, higiene pessoal e domiciliar, além das atividades produtivas como irrigação, transporte, lazer entre outros. A água é uma substância indispensável para a vida, seus usos principais são para a sobrevivência das populações humanas e o equilíbrio dos ecossistemas, incluindo-se aí todas as plantas, animais e microorganismos (ANA, 2006).

A população mundial vem, ao longo do tempo enfrentando grandes dificuldades para aquisição da água para consumo diário, o mau gerenciamento e o descaso da população com o meio ambiente trazem consequências tanto ao meio quanto ao próprio ser humano. Para Almeida et al. (2009) o acesso à água é fonte de poder e ao mesmo ponto de conflito que foi observado desde a antiguidade.

Com o adensamento populacional, o número de dejetos lançados nos rios, lagos, igarapés e mares aumentaram drasticamente devido à falta de estrutura adequada de tratamento desses dejetos. Isso provoca o despejo de esgoto e matérias biodegradáveis, lançados pelas indústrias, em rios, lagos, igarapés e mares, provocando poluição e contaminação desses sistemas aquáticos (MAGALHÃES, 2013).

O setor rural é o maior consumidor de água do Brasil correspondendo por cerca de 70% do consumo total de água, lamentavelmente, é também o maior poluidor, destruindo matas ciliares e contaminando os mananciais com dejetos de suas propriedades (OLIVEIRA; BRUNHARA, 2005).

O Nordeste Paraense é caracterizado pelas intensas atividades agropecuárias e agricultura itinerante de derrubada e queima da vegetação e formação de pastos (MOREIRA, 2008). Para Miller Junior (2008) é uma importante fonte poluidora. Barroso et al (2010) identificaram seis áreas de pastagens na bacia ao Igarapé Piripindeua e avaliaram a influência das atividades agropecuárias na qualidade da água.

Costa et al. (2011) observaram que os maiores impactos na bacia Piripindeua foram devido ao uso da terra. Oliveira et al. (2011) avaliaram a vulnerabilidade dos solos à erosão em área da micro bacia do Igarapé Piripinduba e concluíram que as áreas menos vulneráveis à erosão são aquelas com área de cobertura vegetal, sendo que mais da metade da área da micro bacia deve ser monitorada, tendo em vista que se trata de áreas de ocupação consolidada, com moderado potencial de atuação de processos erosivos.

A conservação da biodiversidade é propiciada pela manutenção das florestas e de outros tipos de vegetação originais, além de alternativas econômicas de exploração sustentável dos recursos naturais. Em uma bacia hidrográfica, a cobertura florestal contribui de modo decisivo para regularizar a quantidade de água dos cursos d’água, para aumentar a capacidade de armazenamento de água nas micro bacias, reduzir a erosão, diminuir os desastres das inundações e manter a qualidade da água e a vida aquática (ANA, 2006).

Rodrigues et al. (2010) diagnosticaram impactos ambientais advindos das atividades antrópicas na margem do Rio Sanhauá e Paraíba, mostraram que as condições de vida insalubres e os hábitos de desperdício da população que reside às margens dos rios contribuíram para a degradação ambiental.

Diante de tais problemáticas, o presente trabalho teve como objetivo verificar a influência das atividades desenvolvidas pela população local sobre os recursos hídricos do Igarapé Piripindeua, município de Mãe do Rio, PA.

METODOLOGIA

Local de estudo

O Igarapé Piripinduba está localizado nos Municípios de Mãe do Rio e Irituia no Nordeste do estado do Pará (figura 1). O Igarapé é o marco de delimitação física entre os municípios de Mãe do Rio e Irituia. Neste estudo foi avaliado apenas o canal principal que passa pelo município de Mãe do Rio. As comunidades estudadas estão localizadas aproximadamente 28 km do centro do município.

Figura 1 – Localização da bacia do Piripindeua

Fonte: OLIVEIRA et al, (2011).

Identificação dos Impactos Ambientais

Foram realizadas observações das margens do Igarapé para a identificação dos impactos ambientais antrópicos, como presença de lixo no leito ou margem do igarapé, áreas desmatadas, queimadas, assoreamentos, erosões, entre outros, através de fotografias, anotações e levantamento de estudo anteriores sobre a bacia do Piripindeua, de acordo Rodrigues et al. (2010). O perímetro estudado compreendeu desde a nascente (Comunidade São José do Arrependido) até o limite com o município de Irituia.

Aspectos socioeconômicos

Através de questionários aplicados a população local, identificou-se que às margens Igarapé Piripindeua existem várias comunidades, no entanto, apenas seis comunidades foram estudadas, considerando uma amostragem de 100 indivíduos entrevistados como sendo suficiente e representativo da população local. As comunidades que foram avaliadas foram: São José do Arrependido, Santo Antônio, Santa Ana, Santa Rita, Santa Maria e Brasileira.

A partir das informações obtidas pelo questionário, os resultados foram aplicados para calcular o índice de desenvolvimento social e econômico (IDES) de forma geral para as comunidades. Este índice foi aplicado por Barbosa et al. (2013) em seus estudos sobre sustentabilidade. No entanto, a aplicação deste índice é muito interessante, pois permite visualizar, a contribuição de cada indicador e estabelecer o nível de desenvolvimento na comunidade (Barreto et al., 2005). Os indicadores podem ser a educação, moradia, renda, entre outros.

O método para o cálculo do IDES que foi utilizado neste estudo foi desenvolvido por Fernandes (1997) apud Khan (2001). Os indicadores selecionados para a composição do índice foram a educação, saúde, habitação, aspectos sanitários, lazer, renda e bens duráveis. A escolha desses indicadores foi baseada nos estudos de Araújo (2014) e Oliveira et al. (2011), estabelecendo escores e pesos definidos a priori que indicaram a opinião dos entrevistados com relação ao nível de satisfação.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os impactos ambientais

O estudo realizado na área mostrou uma paisagem bastante transformada pela ação das comunidades ao recurso hídrico do Igarapé Piripindeua. O Igarapé apresentou alguns impactos ambientais, como o desmatamento ciliar, descarte inadequado de lixo pelas comunidades e contaminação por fezes de animais criados em confinamento e em pastos. Foi identificado, predominantemente, grandes áreas de pastos às margens do igarapé. Ao longo da bacia o que predomina são as áreas de pasto, que chegam a quase 70% do total da área (SILVA, 2012).

O assoreamento às margens do Igarapé Piripindeua por processos erosivos decorrentes da ausência da mata ciliar tem feito os cursos d'água transbordar a cada ano, no período chuvoso. A figura 2 ilustra esse impacto identificado nas comunidades Santo Antônio e Santa Ana.

Figura 2. Assoreamento do igarapé Piripindeua na Comunidade Santo Antônio (a) e Santa Ana (b).

No passado o Igarapé Piripindeua servia para transporte e de fonte de alimento às comunidades locais. Com o passar do tempo, o crescimento da população e grande desmatamento gerado pela pecuária e agricultura, a abertura de estradas para o escoamento da produção local, o ecossistema foi afetado e muitas fontes de água sofreram grande impacto (REIS et al., 2015). Atualmente em muitos trechos abordados neste estudo é possível através o igarapé devido à baixa profundida provocada pelo assoreamento do leito do Igarapé.

Observou-se também o descarte inadequado do lixo na comunidade Brasileira e Santa Ana, como mostra a figura 3. Para Pereira et al. (2013) o destino inadequado dos resíduos sólidos pode impactar o ambiente, incluindo o risco de contaminação das águas superficiais e subterrâneas por lixiviação, o que pode comprometer a saúde pública.

Figura 3. Descarte inadequado de resíduos sólidos na comunidade Brasileira (c) e Santa Ana (d).

A nascente do Igarapé Piripindeua localizada na Comunidade São José do Arrependido, em área de propriedade privada, apresentou pontos de retirada da mata ciliar que protege a nascente. As nascentes são consideradas áreas de preservação permanentes (APP) estipuladas pelo novo Código Florestal (lei 12651/2012), sendo a distância mínima no entorno dessa APP em qualquer que seja a situação topográfica, no raio mínimo de 50 metros. A figura 4 mostra os impactos identificados na nascente do Piripindeua.

Figura 4. Desmatamento ciliar na nascente do Piripindeua (e, f).

Comparando os estudos de Barroso et al. (2010) e Costa et al. (2011) sobre a qualidade água no canal do Igarapé Piripindeua, os mesmos concluíram que a qualidade da água foi afetada pela atividade agropecuária. A figura 5 mostra os parâmetros físico-químicos abordados nos dois estudos.

A partir dos dados obtidos na literatura, pode-se observar que os resultados são coerentes e concordam entre si. Os autores reportam os baixos valores de pH à riqueza dos solos orgânicos em ácidos orgânicos. No entanto, devido às atividades agropecuárias, onde existem pastos, foram identificados valores de pH acima de 5. As maiores temperaturas foram identificadas em áreas de pasto e as menores temperaturas próximas a nascente, devido à cobertura vegetal. Os menores valores de oxigênio dissolvido foram encontrados em áreas de pastagens. Os maiores valores de condutividades foram encontrados nas áreas onde os bovinos costumam visitar as águas com frequência, e assim promovendo o aporte de nutrientes por meio de fezes e urina. Tais resultados só evidenciam os impactos ambientais provocados pela atividade agropecuária sobre o recurso hídrico do Piripindeua.

Figura 5. Parâmetros físico-químicos avaliados no canal do igarapé Piripindeua.

O perfil socioeconômico

Na identificação do perfil socioeconômico dos entrevistados, observou-se, quanto ao gênero, houve predominância do gênero masculino (66%). Quanto à faixa etária, percebeu-se que a faixa entre 31 e 40 anos teve maior expressividade entre os entrevistados. Quanto à escolaridade, 29% dos entrevistados já concluíram o segundo grau. Quanto à fonte de renda, 40% dos entrevistados prestam serviços, 9% são comerciários e 51% exercem atividades ligadas ao campo, sendo que destes a pecuária e agricultura juntas correspondem por 40%.

O resultado obtido para o índice de desenvolvimento social e econômico (IDES) para a população analisada foi de 0,704 o que segundo o critério Barreto et al. (2005) foi classificado como médio. Os resultados de cada indicado podem ser visualizados na tabela 1.

Tabela 1. Contribuição dos indicadores socioeconômicos na composição do IDES.

Indicador

Valor Absoluto

Valor Relativo (%)

Educação

0,130

18,46

Saúde

0,090

12,78

Habitação

0,110

15,62

Aspectos Sanitários

0,087

12,37

Lazer

0,086

12,17

Renda

0,072

10,21

Bens Duráveis

0,130

18,39

IDES

0,704

100,00



Outra forma de observarmos a contribuição dos indicadores apresentados na composição do IDES é mostrada na figura 6, abaixo, onde os eixos representam os indicadores analisados e nos raios os respectivos valores de contribuição, ou seja, quanto mais próximo da borda, os resultados são melhores.

Figura 6. Contribuição relativa dos indicadores para a formação do IDES.

Os maiores indicadores foram: a educação (18,46%) e aquisição de bens duráveis (18,39%) e o pior indicador foi a renda (10,21%) seguido do lazer (12,17%). Se relacionarmos os indicadores renda e aquisição de bens duráveis parece haver um equívoco, já que uma renda pequena propicia poucas aquisições de bens, no entanto, essa correlação inversa se deu devido à fonte de renda principal vir do setor de prestação de serviços que proporcionou melhores salários, em dentrimento as atividades ligadas ao campo. Isto indica que as comunidades locais não dependem exclusivamente das atividades agrícolas.

O indicador saúde foi de 12,78%, no entanto, ainda existem comunidades que não possuem nenhum atendimento médico e ambulatorial, ou seja, 27% dos entrevistados afirmaram não ter esse tipo de atendimento.

Quanto ao aspecto sanitário, o índice foi de 12,37%. Nesse indicador foi avaliado o destino dos dejetos humanos, tratamento dado à água consumida e a origem da água consumida. O baixo índice se deu principalmente devido ao tratamento da água e a origem. Um fato preocupante observado foi a de que todos os entrevistados não usam nenhum tipo de tratamento, seja térmico ou químico. Todas as comunidades são abastecidas por um poço comunitário. Quanto ao destino dos resíduos sólidos gerados pelas comunidades, a maioria descarta de forma incorreta. Isto ocorre devido à deficiência de coleta de lixo pela prefeitura do município de Mãe do Rio.

Apesar do bom desempenho do indicador educação, constatou-se que não existem programas de educação nas escolas ou nas comunidades como forma de conscientização e percepção do meio ambiente.

Dentre os indicadores analisados, o que mais chamou atenção diz respeito à água. A ausência de tratamento adequado e a origem são os problemas cruciais para aqueles que residem às margens do Piripindeua.

CONCLUSÃO

De acordo com os dados obtidos, as comunidades que residem às margens do Piripindeua contribuem com os impactos ambientais, principalmente, no descarte de resíduos sólidos, no entanto, elas não são as maiores responsáveis pelos impactos mais agravantes. Os maiores impactos levantados foram os assoreamentos e as erosões advindas da retirada da mata ciliar para o surgimento de pastos.

Os parâmetros físico-químicos pH, condutividade elétrica, temperatura e oxigênio dissolvido obtidos na literatura mostraram-se bons indicadores dos impactos ambientais sobre a qualidade da água do Igarapé Piripindeua, evidenciados pela presença de fezes de animais nas margens do corpo d’água, mostrando também a entrada de fertilizantes aplicados na agricultura sem os devidos cuidados para minimizar alterações sobre os recursos hídricos.

Ficou evidente neste estudo que nenhumas das comunidades entrevistadas possuem água tratada ou que não tratam de forma alguma a água que consomem.

Portanto, é necessário utilizar-se de ferramentas de sensibilização e transformação que promova mudanças de comportamentos, fazendo com que cada pessoa perceba os problemas ambientais, assumindo a responsabilidade perante o meio a qual está inserido.

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