ISSN 1678-0701
Número 64, Ano XVII.
Junho-Agosto/2018.
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Relatos de Experiências

14/06/2018CAFÉ DE TUCUM (BACTRISSETOSA MART.), UM RESGATE ORAL ”HERANÇA DE NOSSA BIODIVERSIDADE”  
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CAFÉ DE TUCUM (Bactrissetosa Mart.), UM RESGATE ORAL ”HERANÇA DE NOSSA BIODIVERSIDADE”



Marcos Silva Machado¹; Luiz Everson da Silva²; Wanderlei do Amaral³.



1 Mestre em Desenvolvimento Territorial Sustentável na UFPR, marcosmachado31@yahoo.com.br;

2 Prof. Dr. Luiz Everson da Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ, luiz_everson@yahoo.de;

3 Prof. Dr. Wanderlei do Amaral UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ, wdoamaral@hotmail.com .



Resumo

O presente artigo trata do saber dos povos tradicionais, chamados caiçaras da comunidade do Parati no interior da baía de Guaratuba no Paraná. Neste viés, tendo como objetivo resgatar o conhecimento destes povos quanto a utilização das plantas que ocorrem na região, seja para uso medicinal, alimentício, construção ou artesanato, foi identificado o Tucum (Bactrissetosa Mart.), que no relato de uma moradora, típica caiçara, diz que o fruto desta planta era utilizado de forma similar ao café. Foi constatado através de relatos, uma mesma utilização para duas plantas similares: uma de ocorrência na Amazônia e Maranhão o Astrocaryumaculeatum, popularmente chamada Tucum-do-Amazonas, e a outra utilizada no Pará, pelos povos indígenas da região, sendo conhecida como Tucumã-do-Pará, Astrocaryumvulgare. Formalmente estas plantas são estudadas como fontes de biodiesel. Apresentamos aqui a importância de estudar esta espécie endêmica da mata atlântica, bem como a descrição do processo para fazer o café de tucum.

Palavras chave: Tucum; café; Saber tradicional; Etnobotânica.

Abstract

This article deals with the knowledge of traditional peoples, called caiçaras of the community of Parati in the interior of the Bay of Guaratuba in Paraná. In this bias, with the objective of recovering the knowledge of these peoples as to the use of plants that occur in the region, whether for medicinal, food, construction or handicraft purposes. In this context, the specie Tucum (Bactrissetosa Mart.) was identified as a resident, typical caiçara, says that the fruit of this plant was used in a similar way to coffee. It was identified through reports, the same use for two similar plants occurring in the Amazon and Maranhão, the Astrocaryumaculeatum, popularly called Tucum-do-Amazonas, and the other one used in Pará by the indigenous peoples of the region, known as Tucumã-do-Pará, Astrocaryumvulgare. Formally these plants are studied as sources of biodiesel. We present here the importance of studying this endemic species of the Atlantic forest, as well as the description of the process to make tucum coffee.

Keywords: Tucum; coffee; Traditional knowledge; Ethnobotany.

Introdução

Santos (2004) nos coloca que o estudo de objetos técnicos é um meio privilegiado de acesso à cultura. Para compreendermos o mundo ou qualquer atividade do homem, é necessário compreender o seu significado, a sua dimensão cultural e simbólica. Os objetos ainda que construídos pelo homem, acabam por fazer parte da sua natureza mais profunda, na medida em que são construtores do seu universo e da sua relação com o mundo.

A técnica não é específica da espécie humana, sendo manifestada em muitas formas em outros seres vivos associada a um fator essencial de sobrevivência. No entanto, segundo o Neves (2005), no ser humano, a técnica está associada com sua relação com o meio e caracteriza-se por ser consciente reflexiva e inventiva.

A construção da identidade e a construção da história são ligadas a memória. De acordo com, Ricouer (2007) é através da memória que se mantém um evento vivo, está ligada a relações afetivas de amor e ódio. A memória não é neutra, é construída de tensões que podem influenciar o que será lembrado e o que será esquecido.

Meihy (2009), nos mostra a memória como agente fluido, algo que não está determinada a um referencial ou suporte concreto, quase sempre se passa através da oralidade, se torna seletiva e líquida a medida que se fala, que se conta algo. E a história, segundo o autor, se baseia a documentos físicos, com critérios de armazenamentos e de arquivamento, onde há uma organização, o escrito permeia e neste sentido, é sólida.

A questão da história oral centra-se na “memória humana e na sua capacidade de rememorar o passado enquanto testemunho vivido”, desta forma o autor nos mostra que não é somente a lembrança de um certo indivíduo, mas de um indivíduo inserido em um contexto familiar ou social, por exemplo, de tal forma que suas lembranças são permeadas por inferências coletivas, moralizantes ou não. Para Halbwachs (2004), toda memória é coletiva, e como tal, ela constitui um elemento essencial da identidade, da percepção de si e dos outros. Vale dizer que, de certa forma, filtramos nossas lembranças, ativando aquilo que queremos, que nos é significativo. Talvez não possamos impedir que certas lembranças aflorem, mas podemos controlar a forma como essas lembranças sairão da esfera do íntimo, do privado, e ganharão vida própria no público. (MATOS, SENNA, 2011).

A oralidade dos testemunhos, do saber fazer presente em comunidades por vezes é a única forma de expressão. Segundo Meihy (2009) a história oral é um recurso metodológico que ganhou espaço a partir da Segunda Guerra Mundial, principalmente com o avanço da tecnologia, por exemplo, dos gravadores ou maquinas em geral. É um mecanismo usado para validar algumas experiências que não estão registradas em documentos escritos.

A comunidade, aqui determinada como povos tradicionais, partindo do princípio do entendimento em se tratar de “grupos culturalmente diferenciados”, com formas próprias de organização social, ocupando territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, conforme Brasil

Os conhecimentos tradicionais são saberes acumulativos, resultado da produção de sucessivas gerações onde são passados de pai para filho durante um longo período, que se confrontou com os testes diários da experiência das necessidades do cotidiano. O conhecimento destes povos não se limita nem se esgota num conhecimento acadêmico ou escolar. Mais que isto, os conhecimentos não científicos ligados às populações tradicionais envolvem relações estreitas entre homem e a natureza, permeados por relações de ordens pontuais e também míticas. São conhecimentos transmitidos das gerações mais experientes para as mais jovens, principalmente pela oralidade e pelas práticas cotidianas (MORAES, 2005).

Fica claro que o conhecimento dos povos nativos funciona como uma reta do ponto que estamos ao ponto futuro, ou seja, dá-se como um atalho, a menor distancia para ampliarmos as utilidades dos recursos naturais da região onde estes povos habitam. Tendo em vista este aparato, identificou-se na comunidade do Parati, instalada no interior da baia de Guaratuba, uma forte fonte de informação sobre a utilização das plantas presentes naquela região.

Metodologia

No período de janeiro de 2016 e abril de 2017 foram feitas entrevistas semi-estruturadas com moradores das comunidades pesquisadas no município de Guaratuba-PR, dentro da Bahia de Guaratuba, os informantes envolvidos foram abordados segundo a metodologia “bola de neve”, como proposto por Bertrand (1995), desta forma com a indicação dos informantes, também chamados aqui de entrevistados, chegaríamos a demais informantes na comunidade e entorno detentores de utilizações de plantas não convencionais, tanto para fins terapêuticos como também alimentícios (PANC´s).

O método consiste em uma amostragem não probabilística onde os indivíduos selecionados para serem estudados convidam novos participantes da sua rede de amigos e pessoas a que tem contato. O nome de “bola de neve” foi justamente dessa idéia, do mesmo modo que uma bola de neve rola ladeira a baixo, cada vez mais ela aumenta seu tamanho, do mesmo modo isto ocorre com a essa técnica amostral, ela vai crescendo a medida que os indivíduos selecionados convidam novos participantes. A bola de neve é usada com frequência para acessar a populações com pequenas populações e indivíduos de difícil acesso por parte do pesquisador.

Para coleta de dados foi utilizado o método de visitas, onde com o consentimento e a disponibilidade dos informantes, estipularemos visitas periódicas semanais ou quinzenais, onde levantaremos junto á família entrevistada por meio de indagações, quais os raizeiros, benzedeiras, curandeiros (as) e mateiros que tem conhecimento de uso de plantas não convencionais, tanto para os tratamentos medicinais e farmacológicos utilizados, como também dos demais usos seu dia a dia, que foram transmitidos oralmente por seus antepassados.

A abordagem feita aos entrevistados foi feita em forma de dialogo, seguindo um roteiro previamente estabelecido, neste roteiro além das informações sobre a identificação dos entrevistados (dados como nome, idade, sexo, ocupação), durante as conversas foram anotados e gravados com a devida autorização, dados referente as plantas medicinais e PANCs e demais usos da biodiversidade no meio em que vivem e a origem destes conhecimentos, sendo esta uma prova da transmissão oral dos conhecimentos adquiridos.

Para identificação das plantas foi usado o método de trilha guiada, seguindo os moldes de trabalhos realizados por Albuquerque, Lucena e Alencar (2010), sendo percorrida uma área da mata ou do entorno de sua casa, trilha onde ele pode sair um pouco daquele clima formal da entrevista e sair pelo campo de maneira que visualizando as plantas ele acaba relembrando antigas praticas, desta forma ele poderia apontar diversas, plantas relembrando com estímulos visuais, visando o seu conhecimento das plantas e utilizações, bem como possibilitar comparações do conhecimento da relação do homem e a flora do local.

Para identificação botânica serão localizadas as espécies no campo, a partir da indicação dos participantes da pesquisa, feito às exsicatas para a identificação botânica e, fotografia.  As exsicatas das espécies serão transportadas até o Herbário da UFPR (UPCB), onde serão herborizadas (LAWRENCE, 1951), sendo tombadas no acervo do Herbário UPCB. As duplicatas serão enviadas ao Herbário do Museu Botânico Municipal (MBM).

Resultados

Nas entrevistas, ao questiona-los sobre o sentimento de pertencimento e o relacionamento com o território, não sabem precisar se foi em 1880 ou 1890 que chegaram os ribeirinhos ou mesmo se já haviam grupos de pessoas no local, no entanto sabem que a partir do ano de 1900 já existiam famílias desenvolvendo atividades agrícolas em todas as comunidades, pois como vimos nas bibliografias citadas o território é plástico podendo se moldar as necessidades dos moradores, e o Parati engloba outras localidades como Caminho Novo, Fincão, Areinha, Quilombo Grande e Quilombo Pequeno, Rio Preto, Rio dos Mero e Rio Alegre este perto do Cabaraquara , na Baía de Guaratuba - PR.

Estas comunidades, conforme relato dos informantes, já estão quase sem moradores, uma ou outra família mora no local, mesmo não sendo o foco da nossa pesquisa os conflitos ambientais e sim o conhecimento etnobotânico e a relação dos moradores com o meio (modos de vida), não podemos deixar de notar a expulsão de algumas famílias por pressões da legislação ambiental, sendo que através das entrevistas, verificou-se moradores destas antigas comunidades habitando no parati.

Durante as entrevistas com os moradores, dentre várias plantas e utilidades dadas à elas pela comunidade, destacou-se a utilização do Tucum (Bactrissetosa Mart.), um membro da família Arecaceae. Segundo Cecília Mesquita de Freitas, uma moradora nativa da comunidade, quando criança sua mãe, uma indígena, preparava para ela e seus irmãos uma bebida simular a café, feita com o pó das sementes deste tucum. A moradora, com muita boa vontade, preparou o café, e enquanto o fazia narrou o processo para o preparo aos pesquisadores. O cacho é retirado ainda verde da palmeira (figura 1-A), levado até a casa do morador e lá deixado para madurar, após estar madura é colocado ao sol até que esteja seco (figura 1-B), após estar seco é retirada a parte carnosa no interior da semente com o auxilio de um pilão (figura 1-C).

FIGURA 1- Processo de Preparo do Café de Tucum.

Fonte: autor , 01/05/2017

Quando a amêndoa estiver limpa coloca-se ela no fogo, mexendo para não queimar pois deseja-se somente torrar (figura 1-D e E), quando a sua avó fazia segundo os seus relatos em quantidade utilizava o forno da farinha, neste caso como era uma pequena quantidade somente para demonstrar o processo foi torrado em uma panela no fogão a lenha, durante o processo de torra muito óleo é liberado pelo fruto, quanto mais lento for o processo de torra menos óleo é liberado, assim mantendo um sabor mais intenso ao produto final. Após esta torra o fruto é novamente levado ao pilão e lá pilado até tornar-se pó, (figura 1- G e H) este pó então é utilizado tal qual o pó de café. O produto final tem um sabor bastante característico, conservando o sabor da amêndoa, um odor muito similar ao do café, e aparência idêntica, a entrevistada passou um pouco para degustarmos (figura 1- I).

Um processo similar é realizado no Maranhão, pelos povos nativos da região. Contudo são utilizadas duas espécies diferentes para o seu preparo, ambos pertencentes à mesma família do Tucum utilizado no Parati. Uma é a Astrocaryumaculeatum, popularmente chamada Tucum-do-Amazonas, e a outra utilizada no Pará, pelos povos indígenas da região, é chamado Tucumã-do-Pará, Astrocaryum vulgare. Não há estudos formais sobre os processos de utilização destas duas espécies, apenas relatos orais, tal como é tradicionalmente transmitido o conhecimentos destas comunidades.

Quanto ao Bactris setosa, já há estudos voltados à produção de biocombustíveis, como apresentado por Souza (2012), em um congresso de educação cientifica e tecnológica em Santo Ângelo. Em outra abordagem Sant’Ana (2012) destaca as propriedades antioxidantes para agentes oxidativos catalisados por ferro.

O fruto destas duas espécies presentes na região Norte do Brasil têm sido alvo de pesquisar na área de biocombustíveis, como apresentado por Souza (2013). Há ainda estudos na área de alimentação animal, utilizando a farinha do tucum como ração para aves, como apresentado por Miller (2013).

DISCUSSÃO

A ocupação da região em estudo teve como principal força a estrada Paranaguá - Guaratuba. Esta permitiu a colonização das terras em Paranaguá e na Serra da Prata. Em 1916 a estrada recebe melhorias para comportar carroças e diligências postais. Em 1924 a estada perde sua importância em decorrência de um novo acesso passando pela cidade de Matinhos.

A comunidade do Parati imersa neste contexto tem em sua história a utilização de plantas nativas da Mata Atlântica como um marco. Neste contexto podemos afirmar que os conhecimentos tradicionais são saberes acumulativos, resultado da produção de sucessivas gerações que são passados de pai para filho durante um longo período. Os saberes não se limitam nem se esgotam num conhecimento acadêmico ou escolar. Mais que isto, os saberes não científicos ligados às populações tradicionais envolvem relações estreitas entre homem e a natureza, permeados por relações de ordens pontuais e também míticas. São conhecimentos transmitidos das gerações mais experientes para as mais jovens, principalmente pela oralidade e pelas práticas cotidianas.

Isso ficar evidente no relato a seguir “ eu morei aqui desde sempre nasci no quilombo grande, minha a vó era índia, meu pai era negro,” como ela falou com orgulho que era “arigó,” (arigó no dicionário trabalhador braçal). A informante colocou que a sua vó de descendência índia, fazia uma bebida que eles tomavam quando pequenos em casa como café, e ela vendo aprendeu a fazer o processo. Hoje ela prepara esporadicamente somente para reviver o passado.

Observamos aqui a relevante questão da história oral que centra-se na “memória humana e na sua capacidade de rememorar o passado enquanto testemunho vivido”. Destaca-se que não é somente a lembrança de um certo indivíduo, mas de um indivíduo inserido em um contexto familiar ou social. Para Halbwachs (2004), toda memória é coletiva, e como tal, ela constitui um elemento essencial da identidade, da percepção de si e dos outros. Vale dizer que, de certa forma, filtramos nossas lembranças, ativando aquilo que queremos, ou seja, o que nos é significativo.

Há consenso, portanto, sobre a necessidade de um novo ideal sustentável, que esteja ancorado numa visão sistêmica, na qual os valores possam ser de fato postos em prática em nível local. Evidentemente, o desafiador cenário globalizado é uma das consequências do contexto histórico da apropriação do homem à natureza em longo prazo. Nessa perspectiva, se faz importante pensar nas estratégias para a melhoria da qualidade de vida e preservação do meio natural, pensando nas alternativas eficazes para o futuro das novas gerações.

Entendemos, por fim, que Desenvolvimento Territorial Sustentável não é um estado, mas uma referência para processos que possam anunciar uma transição desta para uma nova sociedade, que nem precisaria se adjetivar; enfatiza e privilegia a emergência da inclusão de todas as pessoas, na perspectiva da garantia do acesso às condições de vida das maiorias excluídas.

Essa constatação remete à necessidade de traçar um caminho para tornar menos desiguais as condições de vida de uma população ou grupo social, demandando a construção de um modelo de desenvolvimento a partir de bases sustentáveis. Isso só é viável a partir da apropriação e valorização das potencialidades endógenas, da identificação dos diferentes atores sociais e do conhecimento das limitações regionais

BIBLIOGRAFIA

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RICOUER, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Tradução de Alain François {et. al.}. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2007.

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