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ISSN 1678-0701
Número 38, Ano X.
Dezembro/2011-Fevereiro/2012.
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Práticas de Educação Ambiental

14/12/2011
Pegada ecológica: consumo de recursos naturais e meio ambiente  
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Pegada ecológica: consumo de recursos naturais e meio ambiente

Pegada ecológica: consumo de recursos naturais e meio ambiente

Valdir Lamim-Guedes

Biólogo e Mestre em Ecologia pela Universidade Federal de Ouro Preto.

Resumo: O consumo de recursos naturais de uma pessoa pode ser convertido em área, a pegada ecológica, termo criado na década de 1990 pelos pesquisadores Mathis Wackernagel e William Rees. Neste cálculo a unidade é o hectare global, que, como o hectare normal, tem 10 mil metros quadrados, mas mede a capacidade de produção de recursos naturais de toda a superfície terrestre. Este cálculo é uma forma de dimensionar o impacto que cada pessoa causa sobre o planeta. A importância desta medida é nos ajudar a perceber o quanto de recursos da natureza utilizamos para sustentar nosso estilo de vida e contribuir para que ocorram mudanças de comportamento.

Palavras chave: pegada ecológica; biocapacidade; consumo;

A água que usamos no banho, a comida que colocamos no prato, a luz acesa, todas estas atividades dependem dos recursos naturais, seja para a produção dos alimentos, obtenção de água e de outras matérias-primas e produção de energia elétrica. O consumo de recursos naturais de uma pessoa pode ser convertido em área, a chamada pegada ecológica (Ecological Footprint, em inglês), termo criado na década de 1990 pelos pesquisadores Mathis Wackernagel e William Rees (1996).

Esta ferramenta é um calculo da quantidade de área de terra e água (por exemplo, floresta, solos agrícolas, rios, etc.) que uma população humana requer para produzir os recursos que usa e para assimilar os seus resíduos, utilizando a tecnologia disponível (AMEND et al., 2010). Este método consiste em um indicador de sustentabilidade que mede o impacto do homem sobre a Terra, um indicador da pressão exercida sobre o ambiente, e permite calcular a área de terreno produtivo necessária para sustentar o nosso estilo de vida (CERVI e CARVALHO, 2007). A pegada ecológica é uma forma de traduzir a percepção de sustentabilidade em ação pública (WACKERNAGEL e REES, 1996).

No cálculo da pegada ecológica, cuja unidade é o hectare global (gha), que tem 10 mil metros quadrados como o hectare normal, e é usado para medir a capacidade de produção de recursos naturais de toda a superfície terrestre – o que inclui áreas de cultivo, florestas, rios e mares, mas não desertos e geleiras (FAVA e VIALLI, 2009).

A pegada ecológica é uma ferramenta de contabilidade dos recursos que mede quanta natureza temos, quanta usamos, e quem usa o quê. Tal como num extrato bancário, a pegada pode determinar se estamos vivendo dentro do nosso orçamento ecológico ou se estamos consumindo os recursos da natureza mais rapidamente do que o planeta pode renová-los (AMEND et al., 2010).

O cálculo para se obter a pegada ecológica pode ser tachado de arbitrário, mas é uma forma de dimensionar o impacto que cada pessoa causa sobre o planeta. A importância desta medida é nos ajudar a perceber o quanto de recursos da natureza utilizamos para sustentar nosso estilo de vida.

Cada pessoa e/ou país possui uma pegada ecológica, ou seja, um impacto ambiental. Para mensurá-la faz-se um cálculo abrangente considerando o mundo como um sistema em que produção e energia se relacionam. As quantidades e qualidades de terras e águas necessárias à manutenção de um número de pessoas são chamadas de áreas bioprodutivas (SATO et. al, 2010). Nessa contabilidade são consideradas as áreas de terra e mar necessárias para absorver carbono, terra para construir moradias e infraestrutura, terra e água para a biodiversidade.

Áreas de terra e de água são consideradas biologicamente produtivas, isto é, bioprodutivas, se suportam uma atividade fotossintética significativa e se a biomassa é acumulada e é utilizável pelos seres humanos. Áreas não produtivas não estão incluídas, assim como, a biomassa que não é de utilidade para os seres humanos também não é incluída (AMEND et al., 2010).

O total disponível de área produtiva no mundo, a chamada biocapacidade, é de 11,9 bilhões de hectares globais, isto representa uma biocapacidade por habitante de 1,7 gha, considerando que o planeta tem atualmente 7 bilhões de habitantes (ONUBRASIL, 2011). No entanto, para dados de 2007, a pegada de toda a humanidade foi de 18 bilhões de hectares globais, ou seja, 2,7 gha por habitante, considerando a população humana ainda com 6,7 bilhões de habitantes. Baseando-se nestes dados, é possível afirma que para manter este nível de consumo de recursos naturais são necessários 1,5 planetas (veja figura 1) (GLOBAL FOOTPRINT NETWORK, 2010). Além disso, a biocapacidade vem diminuindo – seja pelo aumento da população ou pela degradação de solos e mares (FAVA e VIALLI, 2009).

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Figura 1: pegada ecológica global em comparação com a biocapacidade global. Fonte WWF (2010). O índice da biocapacidade global refere-se ao valor base calculado para o ano de 1961.

Se todos os seres humanos vivessem como um Europeu médio, seriam necessários cerca de 3 planetas; com padrões de consumo dos norte-americanos, 5. O planeta equivalente é a relação entre a pegada individual (pegada média por habitante) e a capacidade biológica per capita da Terra disponível. Para 2010, essa proporção foi superior a 1,5 (Figura 1). Isto significa que para atender o consumo de toda a população da terra seria preciso mais de um planeta para, por exemplo, a produção de alimentos, extração de minerais e produção dos serviços ambientais. A conclusão disto é que a demanda da população mundial por recursos naturais é maior do que a capacidade do planeta em renová-los.

A pegada ecológica foi criada exatamente para avaliar a apropriação indevida da natureza pelas camadas privilegiadas da população e pelos países mais desenvolvidos. Para viver na média de um americano, a humanidade precisaria de cerca de cinco planetas. Por isso, mudar é uma condição essencial (GRZYBOWSKI, 2011).

Ainda não entramos em colapso por dois motivos: (1) desigualdades regionais e socais; (2) o que estamos usando a mais agora, na verdade, está sendo emprestado das futuras gerações. Estes dois pontos são discutidos a seguir.

1º.) Desigualdades regionais, porque enquanto americanos, europeus e japoneses tem um consumo muito grande, muitas pessoas mal tem o que comer, fato mais comum na África, parte da Ásia e América Latina. Então, o que se “gasta” a mais por alguns é garantido pelo o que falta para muitos. Estas diferenças referem-se as pegadas ecológicas médias dos países, no entanto, em cada País existe uma desigualdade entre os habitantes, como podemos observar no Brasil, as desigualdades sociais gritantes dentro de uma mesma cidade ou entre regiões do País.

Cerca de 80% dos recursos naturais são consumidos por menos de 20% da população mundial. Esses 20% mais ricos consomem 45% de toda a carne e o peixe à disposição no mercado, enquanto os 20% mais pobres consomem apenas 5%. No consumo de papel, a proporção é de 84% para 1,1% (INMETRO e IDEC, 2002). Com isto fica claro que existe uma enorme desigualdade no acesso e utilização dos recursos naturais.

Sobre esta situação, o Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, afirmou que “a pessoa de número ‘sete bilhões’ vai nascer em um mundo de contradições. Temos abundância de alimentos, mas milhões estão morrendo de fome. Vemos estilos de vida luxuosos, mas milhões vivem na pobreza. Temos grandes oportunidades para o progresso, mas também grandes obstáculos” (ONUBRASIL, 2011).

Para se ter uma ideia, a média mundial equivale a uma pegada ecológica de 2,7 gha de degradação ambiental por pessoal, no extremo inferior temos o Haiti, com apenas 0,4 gha por habitante, e uma das nações no extremo oposto (com uma pegada 27,5 vezes maior), temos os Emirados Árabes Unidos com uma pegada de 11 gha por habitantes, acima dos EUA (cerca de 8 gha) (figuras 2 e 3).

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Figura 2: Pegada ecológica do Haiti. Fonte: Global Footprint Network.

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Figura 3: Pegada ecológica dos Emirados Árabes Unidos. Fonte: Global Footprint Network.

De modo geral, sociedades altamente industrializadas, ou seus cidadãos, “usam” mais espaços do que os membros de culturas ou sociedades menos industrializadas. Suas pegadas são maiores, pois ao utilizarem recursos de todas as partes do mundo, afetam locais cada vez mais distantes, explorando essas áreas ou causando impactos por conta da geração de resíduos (WWFBRASIL, 2007).

2º.) O que estamos usando a mais agora, na verdade, está sendo emprestado das futuras gerações. Isto fica claro na definição de desenvolvimento sustentável, ou seja, um tipo de desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações (CMMD, 1991). É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.

Uma comparação didática: Se o impacto do ser humano na Terra fosse medido segundo a numeração de roupa, seria possível dizer que a humanidade, de tamanho 54, tenta ocupar um planeta cujo o formato é capaz apenas de suportar o tamanho 34 (AMBERGER, JEPPESEN e PONTES, 2010).

Em última instância, a Pegada pode responder por todas as atividades humanas, respondendo à pergunta: Quanta natureza é que isso consome? Esta ferramenta pode ser utilizada para indivíduos, bem como para empresas, cidades, países e humanidade como um todo (AMEND et al., 2010).

A pegada ecológica do Brasil

Cálculos internacionais indicam que, para sustentar seu estilo de vida, o brasileiro precisa em média do equivalente a quase três Maracanãs por ano – área usada, por exemplo, para cultivar alimentos, gerar energia e construir infraestrutura urbana (FAVA e VIALLI, 2009).

A pegada média per capita do Brasil pouco mudou desde 1961 (figura 4), mas ainda continua ligeiramente abaixo da média global de 2,7 ha (dados de 2007). Existem grandes diferenças na pegada ecológica per capita entre a população. Por exemplo, muitos brasileiros no Rio de Janeiro ou São Paulo têm pegadas maiores do que a média do cidadão norte-americano, enquanto que em outras regiões do País, a pegada ecológica é muito baixa, como ocorre em cidades do interior do nordeste e Amazônia.

A pegada total brasileira duplicou desde 1961, por outro lado, a biocapacidade total do país aumentou ligeiramente devido a uma agricultura mais intensiva. No entanto, por causa do crescimento da população, a oferta per capita foi reduzida em mais de metade (de quase 19 a 7,3 gha). Apesar disto, a biocapacidade do Brasil é ainda três vezes superior à Pegada do Brasil. Juntamente com a Rússia, o Brasil está entre os maiores países credores de biocapacidade do mundo. Em 2005 a reserva de biocapacidade do Brasil de 4,9 gha por pessoa foi o dobro da reserva da América Latina (média 2,4 gha) (AMEND et al., 2010).

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Figura 4: Pegada ecológica, biocapacidade e população do Brasil. Fonte: Amend et al. (2010).

Pontos Chaves da Pegada Ecológica

Segundo Sato et al. (2010), podemos definir 5 pontos chaves para refletirmos sobre a nossa pegada ecológica, este são, alimentação, bens de consumo, energia, moradia e transporte:

Alimentação – Atividades de cultivo e criação de animais costumam ter grande impacto sobre a biodiversidade das áreas em que se desenvolvem, as quais frequentemente se configuram como áreas degradadas. Neste sentido, as nossas escolhas podem ser formas de reduzirmos nossas pegadas ecológicas, buscando comportamentos mais sustentáveis (LAMIM-GUEDES e OLIVEIRA-VILELA, 2011).

A agropecuária é responsável, ainda, pelo aumento da demanda energética, como por exemplo, para o transporte de grãos, bem como de água, já que 70% da água doce consumida destinam-se à agricultura (SATO et al., 2010). Além disto, no caso do Brasil, as emissões de Gases causadores de Efeito Estufa (GEE) devem-se: alterações do uso da terra (51,9%), fermentação entérica do gado bovino (12%) e gases advindos do solo de áreas usadas na agricultura (9,35) (CERRI et al., 2009). Isto significa que, boa parte das emissões de GEE no País é resultado da agropecuária.

Bens de consumo – Entre outras coisas, a Pegada Ecológica mostra o quanto e como consumimos e o quanto é importante conhecermos nossa necessidade real de consumo, ou seja, ficarmos atentos ao que de fato necessitamos (SATO et al., 2010).

Será que para viver bem precisamos sempre de mais? Ter mais e mais bens, trocados sempre porque estragam logo (feitos para não durar), isto é, a chamada obsolescência programada que é o nome dado à vida curta de um bem ou produto projetado de forma que sua durabilidade ou funcionamento se dê apenas por um período reduzido. Por outro lado, somos tomados por uma compulsão, que o ideal nos impõe, de adquirir o último modelo. Isso só gera destruição em todo ciclo, da extração das matérias-primas ao lixão onde jogamos os bens em desuso. Já paramos para pensar quem está ganhando nessa história? (GRZYBOWSKI, 2011).

Energia – Grande parte da energia ofertada destina-se à indústria, mas nossas escolhas também podem contribuir com a diminuição do desperdício e para que cada vez mais sejam utilizadas fontes limpas e menos impactantes. Vivemos cercados por grande quantidade de utensílios que demandam eletricidade para serem produzidos e utilizados. Nossa mobilidade depende de combustíveis, que causam grande impacto sobre a atmosfera (SATO et al., 2010).

Moradia – As áreas construídas, tanto para moradia quanto para outros usos (por exemplo, infraestrutura e comércio) são igualmente avaliadas no cálculo da pegada, uma vez que demandam energia, utilizam recursos naturais e ocupam espaços que, do contrário, poderiam abrigar uma vasta biodiversidade. É importante lembrar, ainda, que a arquitetura sustentável de que precisamos deve considerar também questões sociais e oferecer soluções para as populações desabrigadas e as submoradias (SATO et al., 2010).

Transporte – O transporte é um dos grandes responsáveis pelas agressões ambientais no Brasil. Os meios mais utilizados, alimentados em sua maioria por combustíveis fósseis, de grande emissão de gases de efeito estufa, são um dos principais causadores do aquecimento global (SATO et al., 2010). A discussão sobre transporte também passa por aspectos sociais, como o tráfego e o acesso à mobilidade, já que à medida que se aprimoram os meios de transporte coletivos ecoeficientes, mais eles se apresentam como uma alternativa viável para todas as classes sociais.

Não há dúvida de que o assunto merece ser tratado com seriedade e com muita atenção. Se soa ingênuo acreditar que a bicicleta pode ser a panaceia universal, que virá ajustar o planeta e recolocá-lo no eixo, também não parece razoável continuarmos medindo o desenvolvimento de nações pelo número de carros novos que conseguem colocar nas ruas nem seguir construindo cidades para abrigar bolas de aço motorizadas que levam cidadãos de um shopping a outro (LIMA, 2011).

Uso da pegada ecológica em atividades educativas

Um dos pontos fortes do cálculo da pegada ecológica é a sua capacidade de quantificar se estamos a viver dentro ou além dos nossos limites ecológicos (AMEND et al., 2010). Podemos ter diferentes cenários para a pegada ecológica mundial, e isto depende do uso excessivo de recursos naturais, do consumismo exagerado, da degradação ambiental e da grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da Natureza (WWFBRASIL, 2011). Conforme o comportamento da população teremos diferentes pegadas ecológicas, por este motivo, as mudanças de comportamento são tão importantes.

“A Pegada Ecológica é uma grande ferramenta de comunicação. Pode ajudar a explicar um desafio complexo para o planeta a quaisquer audiências. Ela pode, pois, persuadir as pessoas porque não diz que deve fazer isto ou aquilo. Ela diz: Aqui está o desafio que todos nós partilhamos no planeta. Pode fazer sua escolha. Isso é muito poderoso para nós.” (Terry A‘Hearn in AMEND et al., 2010).

A pegada ecológica é uma forma clara e direta de representar o impacto do nosso comportamento no planeta. E por causa disto, apresenta uma interessante utilização em atividades educacionais. Ainda mais, que é parte inerente da Educação Ambiental as mudanças de comportamento, por exemplo, diminuir o consumo, tomar atitudes menos poluidoras - reduzir o uso do carro, dar preferência ao transporte público, comprar produtos mais justos socialmente e produzidos de maneira mais limpa, ou seja, causado menos impactos sobre o meio ambiente.

A sustentabilidade então está inexoravelmente associada à redefinição de valores e padrões de desenvolvimento capazes de frear o crescimento populacional e, consequentemente, o consumo pelo qual um planejamento industrial, baseado em uma nova dimensão qualitativa de desenvolvimento, alie, de forma harmoniosa, processos socioeconômicos, recursos naturais e a estabilização da população em patamares condizentes com a capacidade de carga do planeta. Crescimento significa ter mais gente sobrando, pouquíssimos recursos para cada um, o que evidencia, portanto, a impossibilidade de crescimento e desenvolvimento concomitantes (COSTA et al., 2004).

Considerações finais

Segundo E. O. Wilson, Professor Emérito da Universidade Harvard, um dos principais biólogos do século XX (citado em AMEND et al., 2010), a pegada ecológica é um dos mais importantes conceitos em uso atualmente, com virtualmente ilimitada aplicação na educação e prática.

Bibliografia

AMBERGER, M.; JEPPESEN, H.; PONTES, N. Estímulo ao consumo em tempos de crise ameaça futuro sustentável. Agência Deutsche Welle, 2010. Disponivel em: <http://www.dw-world.de/dw/article/0,5289149,00.html>. Acesso em: março 2010.

AMEND; THORA; BARBEAU, BREE; BEYERS, BERT; BURNS, SUSAN; EIßING, STEFANIE; FLEISCHHAUER, ANDREA; KUS-FRIEDRICH, BARBARA; PATI POBLETE. Uma Grande Pegada num Pequeno Planeta? Contabilidade através da Pegada Ecológica. Ter sucesso num mundo com crescente limitação de recursos. In: Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ). A sustentabilidade tem muitas faces, 2010.

CERRI, C. C.; MAIA, S. M. F.; GALODS, M. V.; CERRI, C. E. P.; FEIGIL, B. J.; BERNOUX, M. Brazilian greenhouse gas emissions: the importance of agriculture and livestock. Sci. Agric. (Piracicaba, Brazil), 66(6), 2009. 831-843.

CERVI, J. L.; CARVALHO, P. G. M. A Pegada Ecológica: breve panorama do estado das artes do indicador de sustentabilidade no Brasil. VII Encontro Nacional de Economia Ecológica. Fortaleza. 2007.

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COSTA, A. F. M.; STUTZ, B. L.; MOREIRA, G. O.; GAMA, M. M. Sociedade atual, comportamento humano e sustentabilidade. Caminhos da Geografia, 5(13), 2004. 209-220.

FAVA, F.; VIALLI, A. De quantos planetas você precisa? O Estado de São Paulo, 2009. Disponivel em: <http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,de-quantos-planetas-voce-precisa,480057,0.htm>. Acesso em: dezembro 2009.

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